Empreender: O que vai fazer parte da sua vida quando você decidir seguir esse caminho

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

O que é empreender? Para nós, é um movimento interno e externo. A experiência interna é única; diferente para cada uma e em cada fase do empreendimento. Já, externamente, alguns elementos bem práticos passam a marcar ponto no cotidiano de qualquer pessoa que decide empreender. Não tem como fugir do pacote CNPJ, contador, impostos, nota fiscal… Para começar, e já que a experiência interna é única, resolvemos responder individualmente  à pergunta: o que passou a fazer parte da sua vida, internamente, a partir do momento que começou a empreender? A gente gostou tanto do exercício, que escolhemos começar o texto compartilhando nossas respostas, e aproveitar para vocês nos conhecerem um pouco mais, já que em breve, estaremos ministrando o curso Quero empreender, e aí? No Espaço Criativo GWS.

henn_kim

Ilustração: Henn Kim 

Fe: “Vixi!!! Não tem outro jeito de começar essa resposta! Empreender, para mim, foi ao mesmo tempo uma conquista e um desafio. A conquista da autonomia da agenda, do tempo, do planejamento, das ideias e do investimento. O desafio de equilibrar esse monte de prato e entender que tudo bem se algum deles cair. Mais que tudo, empreender foi ser minha maior parceira, minha maior motivadora, minha melhor amiga. Foi entender e aceitar minhas fraquezas e aprender a reconhecer e valorizar meus talentos. Foi abrir mão de um monte de certezas e mergulhar num mar de vulnerabilidade e presença. Sentir na pele (e na cabeça e no estômago) o que é se entregar e trabalhar só com uma possibilidade: tentar ao máximo e dando o meu melhor. Conhecer um monte de gente incrível, receber ajuda de onde nem imaginou e trocar, compartilhar, fazer junto. Para resumir, o que mais passou a fazer parte da minha vida foi independência e auto-responsabilidade, pessoas maravilhosas, vulnerabilidade e amor por mim e pelo que escolho colocar no mundo todos os dias. Uma vida mais interessada e interessante!”.

Ju: “No instante em que decidi empreender, passou a ser parte da minha vida um exercício permanente de me abrir, aceitar, dialogar, persistir, automotivar, criar esperança, estar presente, acreditar e alimentar minha coragem. Se lesse isso há três anos, provavelmente cairia na risada. “Meio hippie isso aí, não?”. Quando comecei, estava tranquila com o que chamo “parte estrutural da coisa”: finanças, planejamento, orçamento, organização, planilhas, contratos, metodologias, estudos. Me apresentar, criar um posicionamento, me vender, e fazer o negócio acontecer no mundo pareciam os maiores desafios. Eu sabia dos porquês e para que’s desse movimento na minha vida: queria experimentar o tempo, as relações, a vida e o trabalho de outras formas. Logo no início, um antigo desafio deu as caras como o mais difícil: acreditar em mim. Reconhecer e dar valor à minha história, ao que é realmente importante, a meus talentos, características e fraquezas, e à vulnerabilidade. Estar disponível para o incerto, pedir e receber ajuda. Mudar comportamentos. Ressignificar ideias, como a de fracasso… Com muito apoio (e algumas enxaquecas), fui entendendo como persistir nos momentos de dúvida, medo, e vergonha. Aprendi a encontrar apoio em mim quando depende só da minha pessoa colocar o meu melhor para fazer acontecer. Acreditar nas minhas ideias e me posicionar. Empreender colocou ainda mais presente no meu dia-a-dia suar bastante para transformar ideias em acontecimentos, ouvir muito e exercitar empatia. Ter foco, tomar decisões, arriscar, abrir mão. Me conectar e descobrir maravilhosidades nas pessoas lindas que conheço. Ser minha melhor amiga, e a cada instante ser desafiada a persistir na escolha de acreditar e agir com e por amor. (por mais hippie que isso possa parecer ;). <3″

Agora, mudando o foco para o externo, o caminho passa a ser bem mais parecido. É inevitável, alguns itens passarão a fazer parte da rotina e toda empreendedora. Além do combo CNPJ e contador que falamos lá em cima, podemos acrescentar nessa lista: infraestrutura, redes sociais, site, nome, marca, se apresentar, definir produtos ou serviços, custos iniciais, cartão de visitas, papelaria, planejamento, recebimentos, gastos, vender, posicionamento de marca, etc.

Listando assim pode parecer bem assustador. Mas a gente realmente acredita que pode ser mais simples do que parece. E é justamente sobre isso que vamos falar, compartilhar e experimentar no curso “Quero empreender, e aí?” Abordaremos conhecimentos e ferramentas práticos e descomplicados para desmistificar a burocracia e entender como começar um negócio. Com muita conversa e troca, vamos entender o caminho que cada uma precisa percorrer para chegar onde quer e desenhar um plano de ação, realizável (de fato!), com passos necessários para os próximos meses. Entender se precisa de ajuda e como buscar e o que precisa ajustar (em si e na sua vida) para dar esse passo. Por fim, levantar possíveis obstáculos (externos e internos) e desenhar estratégias para contorná-los caso apareçam. Tudo isso em um ambiente acolhedor e poderoso.  Ah! E a gente ainda garante que esse processo que parece difícil é uma delícia, leve e divertido! Vamos juntas?

assinatura_2017_nos-coaching

Comentar

Tags:

Chá de autoestima: Tudo que rolou no nosso primeiro workshop

Por Nuta Vasconcellos / nuta@gwsmag.com

O chá de autoestima é um workshop que eu elaborei com muito amor, para ajudar garotas a trabalharem seu amor próprio e confiança. Levei um ano separando vídeos, textos e elaborando um material físico que incluiu uma mini apostila interativa e até um blend de chá que eu mesma  fiz especialmente para o curso.

cha-autoestima-gws-cursoApostila para exercícios e mentalizações e o blend de chá com uma mistura para autoestima 

cha-de-autoestima-apostila-blend-gws

Eu tenho um enorme carinho por esse workshop e foi muito mágico finalmente colocá-lo em prática no Espaço Criativo GWS no último dia 10 de março. Essa primeira edição do Chá de Autoestima foi gratuita, até porque, foi a minha primeira vez apresentando o material e eu sei que ainda tenho que treinar mais (virginiana, né gente) e teremos mais um nesse formato, que vai rolar em abril ou maio e será a última chance de participar do workshop na faixa. Assim que decidimos as datas é claro, a gente divulga na nossa newsletter (melhor jeito de saber de tudo em primeira mão, assina aí!) por aqui e nas redes sociais.

nuta-vasconcellos-cha-de-autoestima-apresentacao

cha-de-autoestima-curso-meninas-falando-gws

Esse primeiro encontro foi maravilhoso. Bem intimista, com uma troca incrível e acho que todas as meninas conseguiram pensar e tentar enxergar elas mesmas e suas situações atuais por outra perspectiva e perceberam que autoestima é construção.

cha-de-autoestima-apostila-gws

cha-de-autoestima-curso-meninas-falando-gws

cha-de-autoestima-curso-gws-primera-turma

O chá de Autoestima tem esse objetivo: Ser uma troca, uma catarse, em que você percebe que você conduz seus medos, inseguranças e oportunidades. Gravamos um videozinho só para registrar um pouquinho desse dia e algumas fotos para registrar o momento.

Espero vocês na próxima edição do Chá de Autoestima!

— ♥ —

assinatura_2016_nuta-vasconcellos1

1 Comentários

Tags:

As colagens incríveis da Carol Nazatto

Por Marie Victorino / marie@gwsmag.com

Vocês já devem ter visto por aqui, no destaque do blog, algumas colagens incríveis, não é mesmo? A responsável por essas lindezas é a Carol Nazatto. Logo que a gente mudou o layout do blog, ano passado, ela escreveu pra gente contando que curtia muito o GWS e se ofereceu pra ilustrar essa parte com as colagens que estava fazendo. Da nossa parte foi amor a primeira vista e topamos na hora!

colagem-carol-nazatto-gws-corpo

Colagem pro post: “Sobre conhecer e explorar seu próprio corpo (e não sentir nojo dele)

A Carol é designer de estampas e gráfico no Estúdio Magenta e se formou em moda pelo Senac, como designer de estilo, função que nunca exerceu, mas que com certeza, deu pra ela um olhar afiado pra moda e tendências, além de exercitar ainda mais o senso estético.

Ela começou a se aventurar nas colagens em 2012, no final da faculdade, como parte do TCC (O projeto era uma revista, e usaria a colagem como capa). Acabou que nas mudanças da vida, ela nem usou a arte que fez pro trabalho, mas descobriu um mundo novo, pegou gosto e não parou mais! Apesar de ter continuado, ela confessa que até o ano passado, não mostrava sua arte pra quase ninguém, só pros amigos mais chegados mesmo! (Vê se pode??). Até que um dia resolveu começar a postar no Instagram e mostrar para o mundo!

colagens-carol-nazatto-gws-comida

Colagem pro post: “Precisamos mudar nossa relação com a alimentação e exercícios físicos

O retorno foi melhor e maior do que ela podia imaginar e isso deu mais uma dose de coragem pra ela ir atrás de parcerias e trabalhos. Hoje, além de colaborar aqui pro GWS, ela ilustra semanalmente a coluna do zodíaco da Lilian Pacce, a “Horóscopo Fashion”.

colagens-carol-nazatto-gws-garotas

Colagem para o post: “Toda garota tem algo incrível para mostrar pro mundo

Eu sou apaixonada por colagem, até tinha muita vontade de fazer algumas, mas confesso que nunca me arrisquei. Fico até pensando em chamar a Carol pra fazer uma oficina no Espaço Criativo GWS, o que vocês acham? O estilo dela é um dos meus preferidos, que mistura imagens antigas com atuais e tem muito de infinito, de universo… Ela sempre é muito fofa e diz que se a gente não gostar de alguma coisa é só falar, mas ainda não aconteceu!

colagens-carol-nazatto-gws-moda

Colagem para o post: “Moda, crítica e redes sociais: qual é o futuro do jornalismo de moda?

E é claro que um trabalho tão especial, merece ser divulgado e compartilhado! Agora que vocês já conhecem um pouco mais sobre a garota por trás das nossas colagens, conheçam ainda mais dos trabalhos que ela faz. Tá tudo no Tumblr Carolina Nazatto e no Instagram @carolnazatto

— ♥ —

assinatura_2016_marie-victorino-1

2 Comentários

Tags:

Moda consciente: Sapatos eco-friendly para conhecer e amar

Por Nuta Vasconcellos / nuta@gwsmag.com

Moda consciente consiste em produtos com mais significado. Ou seja, peças que são desenvolvidas de uma forma mais pensada na qualidade do produto, origem dos materiais e no impacto que causa no meio ambiente e aos consumidores. O eco-friendly, o consumo consciente e o movimento slow fashion são irmãos e significam o desejo por consumir menos e melhor, com mais transparência na cadeia produtiva. Buscando processos justos e sustentáveis. Já faz um tempo que estamos vendo esse movimento forte no universo dos cosméticos e em algumas marcas de moda, mas pouco se observa o mesmo movimento quando o assunto são bolsas e sapatos. Mas tem marca legal preocupada em ser consciente sim! E é o caso dessas três aqui:

  • Insecta shoes

moda consciente: sapatos de marcas ecofriendly

A Insecta shoes é uma marca gaúcha, fundada por mulheres que juntas, começaram a produzir sapatos artesanais com as estampas feitas de tecidos garimpados de brechó. Assim, nasceu a  Insecta Shoes! A marca trabalha com numerações que vão do 33 ao 45 para adultos e do 20 ao 32 na linha infantil e o mais legal: Entrega pro mundo todo e também tem loja física. Eles não utilizam nenhum produto de origem animal na fabricação e os tecidos são ecológicos, feitos a partir de garrafas pet e algodão reciclável ou de peças que garimparam em brechós, praticando assim o upcycling, uma reciclagem que evita “matar” a matéria-prima original. Uma roupa de brechó, ganha uma nova vida e mais tempo de vida útil.

Até a loja virtual da marca é eco-friendly. Segundo a descrição da página, um terço da poluição da atmosfera do mundo é resultado do consumo de energia elétrica. Por isso, elas calculam o número de acessos que recebem anualmente e plantam a mesma quantidade de árvores necessárias para neutralizar o gás carbônico emitido pelos servidores do site! Maravilhoso, né? E claro, os sapatos são incríveis e muito criativos.

  • Holy Walk

sapatos-eco-friendly-holy-walk-gws

A Holy Walk é uma marca nova do grupo Ana Figueira e o grande diferencial é como os sapatos são produzidos, sem o uso de matéria-prima animal e de forma sustentável, consciente e artesanalmente.

Com essa forma de fabricação mais manual, a Holy Walk consegue colocar no mercado peças com detalhes pouco vistos atualmente, como tressê, tranças no cabedal,  pompons… Eu sou uma apaixonada pelas peças que são criativas e bem diferentes do que a gente vê por aí.

  • Young Folk 

sapatos-eco-friendly-young-folk-gws

A Young Folk produz peças lindas, modernas e o mais importante: 100% livres de crueldade. Não usam nenhuma matéria prima testada ou de origem animal e se  certificam dos materiais e dos processos de produção realizados pelos fornecedores da marca. Eles também se certificam que todos os envolvidos na produção da marca, sejam remunerados de forma justa e compatível com sua jornada de trabalho, fazendo parte de um comércio mais justo e consciente.

Como a produção é totalmente artesanal e exclusiva, a Young Folk produz no máximo 12 pares de cada modelo e sem reposições! Mas fica tranquila, as peças mesmo com essa exclusividade, tem preços super acessíveis. Vale conhecer.

Curtiram? Se vocês conhecem outras marcas, compartilhem aqui com a gente!

assinatura_2016_nuta-vasconcellos1

2 Comentários

Tags: