O sexo dos anjos

Por Carol Guido / carol@gwsmag.com

Começou com boyfriend blazer aqui, uma oversized shirt acolá… E assim, como quem não quer nada, a moda andrógina está de volta, com direito a um post só sobre o assunto na home do Style.com.
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Desde modelos que se passam perfeitamente por mulheres até a leve ousadia de usar roupas do guarda roupa do sexo oposto, o jogo dos sexos vem ocupando lugar de destaque nas revistas, campanhas e semanas de moda.
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Na Vogue Itália Nov/2010 o editorial Venus in Furs deu o toque, depois Jean Paul Gaultier não fugiu da raia, colocando seu casting masculino para desfilar com cabelos de diva na coleção Inv/2011. E de lá para cá, o modelo Andrej Pejic já conquistou Marc Jacobs, Gucci e muitos outros, enquanto Lea T. continua arrasando quarteirões no auge da sua transexualidade, mantendo o posto de queridinha de Ricardo Tisci.
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Mas não só de extremismos vive a tendência andrógina. Se vestir com algumas roupas do namorado (ou do pai, irmão…) também vale, sem muito escândalo e diga-se de passagem, sem muita novidade. YSL e Chanel que o digam. E é por isso que dessa vez os olhos estão voltados para os rapazes. Kayne West apareceu no seu show do Coachella usando uma camisa Céline da coleção feminina Primavera 2011 e mostrou que não precisa ter cara e nem atitude de menina para entrar na onda. Arrasou e deu exemplo. Será que pega? Se depender da gente, já pegou.
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Analisando o contexto

A onda andrógina versão 2010/2011 está aí. E será coincidência que ela vem em meio a uma época de aceitação social da indecisão? Explico: A gente vive tudo ao mesmo tempo agora. A gente faz mil coisas, somos fotógrafos, escritores, blogueiros, músicos, formados em arquitetura, faltando só dois semestres para terminar a faculdade de direito e trabalhamos com contabilidade.
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A gente não quer escolher, não quer se comprometer com uma coisa só, se prender a um rótulo. Cumprimos nosso papel lutando via internet e nos contentamos em protestar cheios de não me toques para não levar processo. O famoso ficar em cima do muro is the new black, só que dessa vez, com cara de quem esbanja atitude. É o Movimento dos Indecisos Unidos, com selo de aprovação social. Ninguém te reprova por ser multifuncional, pelo contrário, é cool. Portanto, o aval está dado. Não sabe se quer ser homem ou mulher? Não tenha medo, fique com os dois.

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Lomo way of life.

Por Nuta Vasconcellos / nuta@gwsmag.com

Em 1982 na URSS, o diretor da empresa de máquinas fotográficas LOMO recebeu a missão do general Igor Petrowitsch Kornitzky, do Ministério da Indústria e da Defesa Soviética: Desenvolver máquinas fotográficas pequenas, leves e fáceis de usar. O general amante da fotografia, tinha se apaixonado por uma máquina japonesa com esses atributos. E assim, a Lomo Kompact Automat foi produzida em série e vendida não só na União Soviética, mas também em outros países.
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Mas o conceito da Lomo como conhecemos hoje, começou em 1991, em Praga quando dois garotos vienenses, de férias na capital da República Checa, descobriram a máquina Lomo. Fotografaram tudo, muitas vezes até sem nem olhar na objectiva (aquele buraquinho que olhamos para “enquadrar” a foto). Os meninos se apaixonaram pela cor, luz e a qualidade das imagens que ficavam incríveis focadas ou desfocadas. A moda da Lomo se espalhou entre os jovens da cidade, e em 1995 nascia em Viena, na Áustria, a Sociedade Lomográfica e a primeira Lomo Embaixada. E não demorou muito para febre se espalhar pelo mundo.
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Lomos são máquinas de plástico, analógicas (funcionam à pilha e com rolo de filme) e hoje em pleno 2011 quase 30 anos depois do começo da história, e em plena era digital, a lomografia só ganha forças e mais adeptos. As máquinas fogem completamente da “perfeição” das suas amigas digitais. Vaza a luz, tem distorção da cor e enquadramento inusitado. E é isso o mais divertido nela, as fotos são sempre uma surpresa.
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Revelar filme hoje em dia não é caro e na casa de revelação você pode pedir revelação em cd ou até mesmo pra colocarem no seu pen drive. Isso é Lomo na era digital.

Aqui no GWSmag nós morremos de amores por elas, e já até usamos uma Pop9 na cobertura do último Fashion Rio.

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Tá apaixonada e quer uma? Existe uma variedade enooorme de Lomos com vários preços, tamanhos e efeitos. Mas resolvi mostrar pra vocês as três mais populares do momento (pesquisa feita entre amigos hahaha) e seus efeitos:
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DIANA F+

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FISHEYE

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COLORSPLASH

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É muita coisa pra se falar sobre Lomos… modelos, efeitos, dicas… mas eu acho que o post deu aquele pontapé inicial pra quem quer mergulhar nesse universo.
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Pra saber mais e comprar a sua, tem o site oficial da Lomo no Brasil: Lomography
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E quem já tiver a sua, aproveite os comentários para dar dicas e compartilhar outros sites sobre o assunto.
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Qual sua Lomo favorita?
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Pratos na Parede

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

Pendurar pratos na parede é um costume beeeem antigo e a imagem que vem à nossa cabeça quando falamos de pratos decorativos é aquela parede repleta de pratos da cozinha da vovó.
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Mas qual o problema de resgatarmos os antigos costumes? E agora vale tudo! Louças de família lado a lado a pratos coloridos, de plástico, vidro…
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1- Prato sobremesa Coke Pin Up R$ 21,90 – Tok&Stok
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2- Prato sobremesa Dia de Festa R$ 16,50 – Tok&Stok
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3- Prato sobremesa Valsa R$ 16,50 –Tok&Stok
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4- Prato fundo Bolinhas – UtilGood

5- Prato de bolo Alegra – UtilGood

6- Prato raso Modern – UtilGood
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*Os pratos UtilGood são encontrados facilmente em qualquer loja de R$1,99
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Pra assistir: “Eu, Christiane F., treze anos, drogada e prostituída”

Por Nuta Vasconcellos / nuta@gwsmag.com


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Se você acha que “Aos 13“ foi o filme mais wild que você já viu em relação a uma menina de 13 anos… Pense duas vezes. “Eu, Christiane F., treze anos, drogada e prostituida” deixa a concorrência no chinelo.
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O filme que veio de um livro, conta a história real da menina alemã que teve sua adolescência marcada pelo descaso dos pais e o vício em heroína.
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É um filme junkie, forte mas que te faz pensar… te faz pensar sobre a fragilidade da juventude, sobre as escolhas que fazemos na vida e principalmente, me fez pensar sobre o tamanho do compromisso que é formar uma família.
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Mas o filme também é gostoso de ver por outros motivos. O figurino de Christiane e seus cabelos ruivos são inspiradores. O que eu mais gosto é o fato dela usar a mesma jaqueta em todos os looks. Sem querer (será?) deixa o personagem ainda mais real.
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Outro ponto alto do filme é a participação de David Bowie, como ele mesmo.
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O filme é imperdível, então, fica a dica.


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