Controlando a oleosidade dos cabelos

Por Nuta Vasconcellos / nuta@gwsmag.com

Já fizemos um post aqui sobre cuidados básico com os cabelos lembram? Aliás, antes de continuar lendo esse post, recomendo dar um pulo lá para pegar as dicas básicas.

Quem tem cabelos oleosos sabe como é difícil manter eles apresentáveis… A oleosidade “murcha” o cabelo, deixa um aspecto gorduroso e um visual desleixado além da conta. Calma garotas, tudo tem solução! Anotem as dicas:

Primeira dica seria obviamente lavar os cabelos com shampoo especial para cabelos oleosos. Sim, vocês devem usar, mas não todos os dias! O uso diário do shampoo para cabelos oleosos resseca o couro cabeludo, e acaba estimulando as glândulas sebáceas a produzirem oleosidade para hidratar a fibra capilar. O ideal é revezar entre shampoos neutros e para cabelos oleosos. Eu particularmente revezo entre um para manter a cor dos meus cabelos e outro para cabelos oleosos. Uma vez por mês, também é legal usar um shampoo antirresíduo ou um shampoo esfoliante (vou dar dica de um ótimo lá embaixo)

Sobre os condicionadores, NUNCA, JAMAIS devem ser aplicados na raiz e na extensão do fio. Aplique somente nas pontas.

Se você tem franja, ou cabelos longos, quando estiver em casa mantenha ele preso… se o seu cabelo é oleoso, provavelmente sua pele também, e o “atrito” entre um e outro, pode piorar a oleosidade de ambos. Se você adora jogar charme mexendo nas madeixas… pare agora! Passar as mãos ou escovar muito os cabelos são hábitos que estimulam a produção de óleo. Os cabelos oleosos também precisam de hidratação! Só devem ser feitos com menos frequência e com cremes sem muitos óleos na sua composição ou específicos para cabelos oleosos.

Como de costume, vou deixar tudo mastigadinho pra vocês com o melhor que tem por aí:

Shampoo esfoliante Vita Derm Peeling Hair (Remove o acúmulo de resíduos no couro cabeludo) – Loja Vitaderm – R$18,30

Shampoo KÉRASTASE SPÉCIFIQUE BAIN CLARIFIANT (Limpa e purifica o couro cabeludo.Proporciona vitalidade e leveza à fibra capilar, tornando os cabelos mais soltos) – Beleza na Web – R$92,43

– Shampoo Vichy Sebo Corretor (limpa o couro cabeludo, elimina a caspa e retarda o aparecimento da oleosidade) – Drogal São Bernardo – R$40,90

Condicionador MATRIX BIOLAGE SCALPTHÉRAPIEBeleza na Web – R$55,10

– Condicionador Vizcaya Botanique (regulariza a glândula sebácea promovendo refrescância com ação adstringente) – Sack’s – R$16,90

– Condicionador BOTANY & TREE HORTELÃ E GENGIBRE (ação adstringente que auxilia no controle da oleosidade e tonificante) – Laffayette – R$14,60

– Hidratação SCHWARZKOPF SEAH HAIRSPA FANGO MUD (máscara de tratamento intensivo para cabelos oleosos e porosos. Absorve o excesso de oleosidade, suaviza os fios, remove resíduos de produtos e poluição e proporciona leveza.) – Beleza na Web – R$149,73

Ampola Active Hair Power BALANCE Lotion Anti-Oleosidade (Ajuda a controlar a oleosidade excessiva, equilibra o couro cabeludo diminuindo a sensibilidade, suaviza e recupera a leveza dos fios sem ressecar.) – Cosméticos e Beleza – R$69,00 (caixa com 6)

Sérum reparador Natural pro Ecologie (específico para cabelos oleosos, repara as pontas duplas, sem pesar) – Arcosmeticos – R$24,00

A dica final, e não menos importante: Se você estiver tendo um verdadeiro bad (oleoso) hair day, não tem como lavar e está desesperada, seja adepta das esquisitices que deixam a gente linda e taca talco nele!


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Estive pensando sobre talento…

Por Nuta Vasconcellos / nuta@gwsmag.com

“Na minha época, você tinha que ser mais talentoso pra ser cool.”

Foi com esse pensamento, depois de ouvir uma banda muito bem falada entre a geração que acabou de chegar nos 20 anos que percebi algo que no fundo, eu espero estar errada: Os ídolos dessa geração parecem ser pessoas com ótimo senso estético, com os endereços dos lugares mais divertidos de L.A, New York e London mas sem nada na cabeça.

Este não é um texto saudosista. Essa era a minha única meta desde que decidi escrevê-lo. Não quero fazer um texto “minha geração foi mais feliz que a de vocês”. Quero escrever um texto apenas e unicamente para dar minha opinião.

Sinto falta de letras com frases que batiam no coração, sinto falta de música carregada de sentimento. Somente sinto falta. Essa falta não é exclusiva musical, mas é particularmente preocupante (pra mim) aí. Sinto falta da profundidade de “The End” dos Beatles, da verdade de “Mad World” do Tears for Fears. Do sentimento de uma garota totalmente sem máscaras como Alanis Morissette em “You Oughta Know”, daquela rebeldia de alma, não de roupas do Nirvana em “In Bloom” ou algo tão tocante como Oasis em “Live Forever”.

Tudo parece momentâneo, parecido, superficial. Eu espero estar errada, quero muito estar errada. Talvez eu esteja tendo acesso a apenas uma parte de tudo que tem por aí. Ou talvez todo mundo tem que ter 15 minutos de fama hoje em dia, e 15 minutos é pouco pra produzir algo histórico. Talvez eu esteja ficando velha e mesmo sem querer, esse tenha sido um texto saudosista. Ou talvez essa geração só queira dançar, desistiu de mudar o mundo e resolveu aproveitar enquanto isso aqui não explode. Can’t blame them.

Mas não consigo parar de me perguntar… Será que a “falta de sentimento” que vejo nas músicas ainda está dentro das pessoas que as fazem? Será que elas carregam um diário com coisas mais profundas, mas que seria cafona demais pra divulgar? Como aquela imagem no Tumblr que você achou uma graça, mas meio cafoninha pra dar reblog. Coisas dessa geração, que parece estar mais preocupada em parecer do que ser.

Na verdade, esse texto não é sobre geração, ou sobre música. É sobre ser real. Estamos de fato nos tornando mais superficiais? Ou isso é apenas o que escolhemos mostrar? A dúvida permace, mas fica a dica do que eu acho, seja qual for a resposta: Não se importem (tanto) se você não tem o celular que todo mundo tem, se você não tem a bolsa it do momento, ou se seu tumblr não tem só imagens “cools”.

Seja verdadeira com você mesma. Pode não ser tão cool, mas é muito mais legal (se vocês entendem o que eu quero dizer). Requer muito mais coragem.


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Clima 60‘s com o shift dresses!

Por Nuta Vasconcellos / nuta@gwsmag.com

Ele apareceu discreto nas lojas durante quase toda essa temporada de inverno, mas o modelo começou a aparecer mais e mais “aos 45 do segundo tempo” nas araras das grifes e promete ser bem popular durante o próximo verão.

O modelo shift dress, chamado no Brasil de “vestido deslocamento” foi tão caracterísco no anos 60, que volta e meia sempre ouvimos alguém o descrever como “modelagem anos 60″, mas o modelo na verdade foi criado nos anos 20 para as melindrosas. Seu momento de glória fashion realmente foi na década de 60 nas mãos de Pucci, Paco Rabanne, Pierre Cardin e com o clássico vestido Mondrian de YSL um legítimo shift.

Ele tem modelagem curta e reta com uma linha simples e decote alto. O modelo mais popular é sem mangas e curto. Mas os com saia em A (o vestido é mais largo na base) de manga, comprimento médio e corte império também são populares.

O melhor do modelo na minha opinião é como ele é versátil. Ia do guarda roupa da Edie Sedgwick para o da Jacqueline Kennedy com facilidade. Chic de meia calça e pumps e super despojado com um all star.

Vale investir em um.


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Pra ler

Por Nuta Vasconcellos / nuta@gwsmag.com

1. 1001 discos para ouvir antes de morrer (Robert Dimery) – R$99,00 – Saraiva.com

O livro lançado em 2008 tem a seguinte proposta: 90 críticos e jornalistas musicais listam o melhor da música nos últimos 50 anos. Cada capítulo tem uma contextualização histórica e só pelas fotos do livro já vale o investimento. Mas fica a dica: O livro é lindo, você conhece e relembra muita coisa, mas não pode servir de bíblia. Até porque a maioria absoluta das bandas citadas são dos Estados Unidos e Inglaterra (da onde também são a maioria dos críticos) e nós sabemos bem que temos por aí e por aqui muito mais pra se ouvir. Mas vai dizer que o livro com Sid Vicious na capa não é o tipo de livro que fica bem na estante?

2. Jeans: A cultural history of an american icon (James Sullivan) – US$26,00 – Amazon
Muito antes de Levi Strauss ficar rico com as calças jeans para mineradores em 1850, o tecido já estava sendo desenvolvido no século 16 em Mumbai. Você fica sabendo de toda a história no livro de James Sullivan que é um prato cheio para amantes da moda e de história. O livro tem entrevistas, depoimentos e muitas fotos. Pena que não foi lançado no Brasil, por isso só em inglês mesmo.

3. Confissões de uma groupie (Pamela des Barres) – R$39,00 – Livraria Travessa
O livro já vale pelo fato de que: Pamela de fato era uma groupie, e das boas (!) já que frequentou quartos de hotel de rock stars como Jim Morrison, Mick Jagger, Jimmy Page e Keith Moon (agora eu invejei). Se isso não te convenceu, Pamela foi a inspiração da Kate Hudson para o filme Quase Famosos. No livro ela conta centímetro por centímetro (if you know what I mean) a loucura que era o mundo do rock nos anos 60/70. Uma visão do mundo antes da aids e do politicamente correto. Bons tempos.

4. Celebutantes (Ruthanna Khalighi Hopper e Amanda Goldberg) – R$39,50 – Saraiva.com
O livro é sobre os bastidores do mundo das celebridades. Uma ficção, no estilo “O diabo Veste Prada”, mas vale dar o voto de confiança nas autoras já que uma é filha do ator Dennis Hopper e a outra de um produtor de cinema. A ideia do livro é revelar os absurdos e caprichos das celebridades e o mais legal pra gente, é distinguir o que é realmente ficção e a realidade já que os capítulos são cheios de citações de famosos, grifes, festas em L.A e bastidores de filmes.

5.  Como a geração sexo-drogas-e-rock’n’roll salvou Hollywood (Peter Biskind) – R$29,90 – Submarino
Nas 500 páginas do livro, o jornalista americano Peter Biskind entra nos bastidores, nos quartos de hotéis, nos estúdios de filmagens, nas mansões, nas festas, nas orgias dos diretores, produtores, roteiristas e atores dos anos 60 até o início da década de 80 em Hollywood. O período se encaixou perfeitamente no espírito revolucionário da contracultura norte-americana, quando jovens passaram a questionar nas artes os valores pré-estabelecidos socialmente. O livro é uma viagem ao submundo de Hollywood.

6. The T-shirt book (Charlotte Brunel) – R$102,90 – Travessa
Antes de tudo, devo confessar que tive esse livro nas mãos uma única vez na minha vida no começo dos anos 00 e um dos maiores arrependimentos da minha vida foi não ter comprado. O livro conta toda a história de uma das peças mais importantes na moda, a camiseta. A história começa nos anos 50, onde começou a ser usada por lendas como James Dean e Marlon Brando e tornou-se um item essencial no guarda-roupa de cada adolescente, e tem sido desde então. O livro faz essa viagem com fotos, histórias e conta como a peça foi fundamental para movimentos políticos, da arte e publicidade.


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