GWS entrevista: Vic Ceridono na Espaço Fashion

Por Carol Guido / carol@gwsmag.com

E aí, girls, vamos falar de make com quem entende?

Na última sexta, dia 18, rolou um coquetel na Espaço Fashion de Ipanema. E a Vic Ceridono foi convidada pela marca, em parceria com a Sephora, para bater um papo sobre maquiagem com blogs e clientes que passaram por lá.

Conversei rapidinho com ela e fiz três perguntas-chave. Preciso dizer que a Vic Ceridono é uma mega referência pra mim, gosto muito do jeito super gente boa e despretensioso que ela tem, mesmo sendo a big boss de Beleza da Vogue.

Carol: Qual a grande aposta de maquiagem para esse verão?

Vic: Laranja! Pode ser em qualquer parte da maquiagem, mas principalmente boca. Além de ser uma tendência, é bem legal por que combina com o estilo das brasileiras, que ficam bem de batom colorido. O laranja tem uma gama de cores muito, muito grande! Muito mais que os vermelhos. Então também tem a vantagem de ser mais fácil encontrar uma cor que combine com seu tom de pele e com o nível de ousadia que você está com vontade no dia.

Carol: E qual seria uma dica de ouro para uma pessoa que curte makes ousados nos outros, mas que tem medo de fazer nela mesma? Qual pode ser o primeiro passo pra uma menina que está nesse dilema?

Vic: Tem uma dica que eu sempre dou por que é infalível e não precisa de uma super habilidade, é o esfumado no olho misturando preto e marrom. Se a menina não costuma usar sombra, começar por aí é bem legal. Esse truque dá um tchan no olhar e não é nada exagerado. Também pode ser feito com outras cores como beringela, grafitti… Depois que ela se acostumar com isso, pode dar o próximo passo colocando um pouco de brilho, seja na sombra, seja em outro lugar.

E outra superfácil: exagerar as técnicas que você já faz. Por exemplo, se passa uma camada de rímel normalmente, comece a passar 4 ou 5!

Carol: Pra terminar, quais os sites que você costuma acessar para se inspirar e ver novidades de beleza?

Vic: Confesso que sou do time que ainda gosta de procurar referências em revistas. As que mais gosto são as Vogues, claro!

Carol: Conta mais, quais Vogues você recomenda? Por que gosta de cada uma?

Vic: Adoro as Vogues inglesa, francesa e italiana. Tem sempre boas dicas, cada uma com um estilo diferente, são ótimas. A Vogue Japão é a minha predileta para make. Ainda tem um suplemento bem completo e com muitas referências criativas. Na internet eu sempre leio os blogs de beleza da Style.com e Vogue UK. E para ver produtos e reviews, estou sempre de olho no Temptalia.

Curtiram as dicas? Quem vai aderir?

 


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Descombinar para combinar

Por Nuta Vasconcellos / nuta@gwsmag.com

Esses dias recebemos um pacote lindo das sandálias Ipanema. Um porta laptop (fofíssimo que já está em uso!) e dentro dois pares da nova coleção, chamada “Ipanema Sem Igual”. A coleção acompanha uma tendência mundial, “mismatch” inspirada no comportamento em busca de atitude e identidade, que segue o lema: descombinar para combinar.

O modelo ‘Sem Igual’, permite que você crie seu par de sandálias misturando os dez modelos oferecidos. Sem medo de ousar, a Ipanema investiu em estampas alegres e conceituais: corujinhas, games vintages, frutinhas e formas geométricas estilizadas. As tiras aparecem em tons de rosa, roxo, turquesa e vermelho.

A Ipanema pode ser até precursora da tendência no Brasil, mas lá fora os sapatos descombinados, conhecidos como mismatch shoes  já são apostas de algumas grifes. A Moschino Cheap & Chic criou um modelo que mistura ankle boot com sandália metálica dourada, causando a impressão de que você está usando dois sapatos. Personalidades como Solange Knowles, Helena Bonham, Paris Hilton, Josse Stone e Mallu Magalhães já arriscaram criar suas próprias descombinações.

E se você está torcendo o nariz, pense duas vezes. Em outros acessórios e tendências da moda podemos ver a influência do mismatch já tem um tempo. O color blocking e o mix de estampas nada mais é do que misturar cores, formas e desenhos que na teoria, não combinam. As unhas pintadas de várias cores, ou como “inglesinha”, também faz a linha descombinada, assim como no pulseirismo, onde usamos misturas de pulseiras de vários tamanhos, cores e materiais.

Quem nunca se arriscou?


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Always Something There To Remind Me.

Por Nuta Vasconcellos / nuta@gwsmag.com

“I walk along the city streets you used to walk along with me. And every step I take reminds me of just how we used to be.”

Foto da leitora Beatriz Tacconi ,Rio de Janeiro, R.J

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Shambala e miçangas!

Por Nuta Vasconcellos / nuta@gwsmag.com

Pode confessar. Você adora Shambala e nem sabia. Não, não é uma música da Maria Gadú, nem nome de deusa wicca, mas tem um pé na religião.

O nome foi inspirado nos terços budistas e representam a união do homem com todas as energias cósmicas simbolizadas pelo lugar sagrado, a Shamballa. No budismo tibetano, Shamballa é um reino mítico, oculto em algum lugar na cordilheira do Himalaia ou na Ásia central, próximo da Sibéria, significa em sânscrito “um lugar de paz, felicidade, tranqüilidade”, e acredita-se que seus habitantes sejam todos iluminados.

Achei umas lindas nas lojas virtuais amigas Amo MuitoDoida de Pedra e Ateliê Chic para as GWS com habilidade manual (não é o meu caso) achei esse D.I.Y super bom:

http://youtu.be/5t5oQUtl7Qw

A “original” são as beads (as bolinhas) de pedras preciosas ou semi-preciosas em macramê, mas na onda pulseirismo e com o hit que elas se transformaram, podemos encontrar uma infinidade de tipos de beads, pedras, metais, desenhos, aplicações e combinações. Os materias também não se limitam ao macramê. Agora entra a camurça, a corda e outros materiais naturais.

Outra trend que se junta ao pulseirismo são as pulseiras de miçangas com desenhos étnicos. Influência da moda Apache (viu nosso editorial?) então, pode misturar com suas shambalas! O clima agora são esse modelos com cara de feito à mão e naturais. Mas GWS que é GWS mistura logo com pulseiras bem poderosas de spike, relógios e metais brutos hein?

E vocês? curtem a tendência?


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