Aposta GWS: Holográfico!

Por Nuta Vasconcellos / nuta@gwsmag.com

Faz um tempinho que tenho reparado que a holografia (técnica de registro de padrões de interferência de luz que podem gerar ou apresentar uma imagem em três dimensões) está tentando conquistar seu espaço no mundo da moda. Primeiro foram os esmaltes e agora o universo holográfico ganhou as roupas e acessórios.

Acredito que a aposta do holográfico na moda tem muito a ver com a tribo dos SeaPunks que abusam desse brilho sintético para compor seus looks punks futuristas.

Aliás ainda inspirado nessa galera, o que acho mesmo que vai pegar na holografia são os acessórios, como os óculos, colares, bolsas, capas de celular e aplicações (como a do unicórnio no shortinho jeans.)

Jeremy Scott na coleção outono/inverno 2012/13 foi a primeira grife que tenho recordação de ter investido no holográfico. Depois disso, Blumarine RTW FW 2012, Resort Stella McCartney 2013 , Burberry Prorsum SS 2013, Jonathan Saunders SS 2013 também. E você sabe que uma coisa vai pegar quando uma fast fashion investe na ideia. E quando uma celebridade usa em um programa de TV de grande audiência… pode saber, é batata!

Demi Lovato usou ontem na final do X- Factor um vestido lindo holográfico da Topshop! E aí? Quanto tempo para a gente ver a tendência nas vitrines do Brasil?


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Para inspirar o natal: O Grinch!

Por Nuta Vasconcellos / nuta@gwsmag.com

Atire a primeira pedra quem não adora assistir o seu filme favorito de natal jogada no sofá se acabando no chocotone? Sou fã confessa desse programa! E o meu filme favorito de natal é sem dúvidas, O Grinch. Até porque foi através do filme que conheci a obra do Dr. Seuss, autor do livro de 1957, “Como Grinch Roubou o Natal” que inspirou o filme. Se você não conhece os livros dele, corre atrás pra conhecer. São infantis mas são cheios de mensagens incríveis.

Voltando ao filme Grinch, além de ser inspirado no livro de Dr.Seuss, ter Jim Carrey absurdamente incrível no papel de Grinch e Taylor Momsen(!!!) ainda uma pequena criança no papel de Cindy Lou Who, o filme que conta a história de um “odiador convicto” do natal é divertido, bem humorado, inteligente, emocionante, criativo, sarcástico e com uma produção de encher os olhos. A história se passa no reino da Quem-lândia, lugar onde todos têm verdadeira adoração pelas festas de Natal. Todos, menos o estranho Grinch, uma criatura feia e peluda que vive isolada no topo de uma montanha.

A garotinha Cindy simplesmente não consegue entender o motivo de todas aquelas luzes, presentes e todo o consumismo que cerca as festividades. E muita coisa muda e acontece depois que Grinch conhece ela e revela sua história.

Tá bom, pode parecer cliché, mas O Grinch de uma forma leve faz a gente pensar em consumismo, preconceito e o real sentido das coisas.

Que tal a estética do filme inspirar o look de natal? Odiando ou amando a data, verde, vermelho e um pouco de brilho (os “Quem” adoram um brilho!) sempre combina. ‘Pega’ algumas sugestões!

1. Vestido chiffon Renner R$119,00

2. Headband verde Loja GWS R$16,00

3. Pulseira mix neon Loja GWS R$32,00

4. Bolsa prata Dafiti R$179,90

5.  Converse vermelho Loja Vírus R$94,90

Os “Quem” também adoram usar os enfeites natalinos como acessórios! Não tem ideia de como pode fazer isso? No natal passado fizemos um editorial com dicas e ficou demais! Vê lá: “Assaltando a árvore de natal” tem dicas de make também.

Curtiram?


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PROMO Taylor Swift! Que tal levar um kit deluxe de RED?

Por Nuta Vasconcellos / nuta@gwsmag.com

Devemos confessar que apesar de sempre termos admirado Taylor Swift como cantora, compositora e principalmente pelo talento dela de conseguir os caras mais gatos do showbizz hahahaa (passa as dicas Tay!), o estilo impecável princesinha que ela sempre mostrou e as músicas que sempre seguiram uma linha mais country nunca mexeram muito com as nossas cabeças.

Mas Red o álbum lançado esse ano é um marco na evolução da carreira de Taylor Swift. Ela se permitiu ousar mais musicalmente, abraçou o pop, ganhou prêmios e reconhecimento da indústria da música e principalmente, evoluiu no se estilo. Abandonou o babyliss com cara de festa de 15 anos e mesmo ainda seguindo uma linha muito fofinha e retrô, quando o assunto é se vestir, Taylor está se permitindo novas escolhas. É impossível passar batida a capacidade que ela tem de estar sempre impecável nos looks de street style ou nos red carpets, mas essa linha impecável apesar de admirável, pode ser levemente entediante.

http://youtu.be/Zdi9HeBr9ew

Mas 2012 foi o ano que Taylor decidiu ganhar o mundo. Todo mundo morreu de amores pelo visual dela no clipe de “Begin Again” mas  ela conseguiu ganhar o coração do GWS foi  no seu novo clipe, “I Knew you were trouble”. Nesse clipe, o terceiro single do álbum RED, ela revela um lado mais rebelde, mais rock´n´roll, não só nos looks mas também na atitude. Diferente de todos os clipes anteriores que já fez, em figurino e atuação.

Ok Taylor, você venceu! Te achamos linda e perfeita em” I knew you were trouble” e esperamos que você invista mais vezes nesse tipo de visual.

Para celebrar 2012 o ano que inegavelmente foi da Taylor Swift, resolvemos fazer uma promo em parceria com a Universal Music. Que tal levar pra casa um kit deluxe de RED com caixa exclusiva, cd, camiseta e corações personalizados?

Curtiu? Pra participar é super fácil, se liga:

– Seguir a gente no twitter: @girlswstyle

– Explicar em 140 caracteres por que Taylor Swift é uma girl with style, usando a hashtag #TaylorehGWS

Pronto! Você já está participando. Vamos escolher a melhor frase e o resultado sai quarta feira dia 19/12/12 aqui no site.

 

Boa sorte, girls!

Quem levou o Kit deluxe de RED foi: @catarinecardoso com o tweet:

#TaylorehGWS porque pega quem quer, dá pé na bunda e ainda zoa os ex nas musicas. Se isso não é ter estilo e personalidade, o que é?”

Parabéns Caterine! Manda seu nome e endereço completo para: gws@girlswithstyle.com.br


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Amor grunge: A família Love Cobain.

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

Por: Priscila Vanzin

Dezembro… o Natal está chegando e com ele, aquele espírito de celebração em família! Pra comemorar a época, nada melhor do que falar de uma das nossas famílias favoritas: A família Love + Cobain.

Em novembro, Courtney Love revelou detalhes da coleção de estreia da “Never The Bride”, sua marca de roupas que ainda não foi lançada oficialmente. As roupas misturam elementos grunge, vintages e até vitorianos. Mas enquanto não surgem novidades, pensei em fazer um pequeno retrospecto de coisas que muita gente já sabe – mas não custa relembrar – sobre o Grunge (que já foi tema de post antes no GWS, olha aqui) o Nirvana, a história entre Kurt e Courtney.

O casal Love + Cobain

Nem toda história de amor envolve uma mocinha e um cara perfeito. Não há romance sem erros. E sem gente que erra. Kurt Cobain e Courtney Love estavam longe de ser diferentes de mim, e de você. Talvez por um vício ou outro, o que no fim, não deixa de ser detalhes. Dois amantes dos extremos. E, quem de nós já não curtiu quebrar um limite ou outro? Courtney conheceu Kurt em 1990, no Satyricon – que era uma espécie de reduto de bandas independentes -, em Portland. Enquanto ela investia pesado para conquistar o líder do então iniciante Nirvana, ele a ignorava e faltava encontros. Tudo porque, como a maioria dos garotos (rs), no início ele não tinha certeza se queria um relacionamento. Mas o bom girl power da Love conseguiu dobrá-lo direitinho, já que pouco tempo depois eles não se desgrudaram mais.

Ambos tinham problemas com drogas e temperamentos bem complicados. As letras do Nirvana eternizaram agonia e pessimismo de um jeito mais forte do que qualquer ícone noventista. Enquanto isso, Courtney exalava selvageria à frente da banda Hole. A heroína era presença constante na vida do casal e gerou ainda mais controvérsias com a gravidez e o nascimento da filha, Frances Bean Cobain (1992), que pouco conviveu com o pai, que em 5 de abril de 1994, deu fim à própria vida.

O Grunge

Mais que um movimento musical, o Grunge colocou Seattle no alvo da indústria fonográfica a partir de 1991, com Nevermind, segundo álbum da banda liderada por Kurt que foi, sem dúvida, a mais icônica da década. Os produtores logo perceberam que a abertura do leque de vertentes musicais era fundamental para a expansão do estilo, tendo como maior expoente o Nirvana; o hard rock, mais ligado ao Pearl Jam; e o heavy metal, com o Soundgarden e o Alice in Chains.

É claro que toda essa ebulição no rock também teve consequências estéticas, rompendo com a exuberância dos anos 1980. A clássica camisa de flanela xadrez evocava o “uniforme” lenhadores da fronteira com o Canadá, e as sobreposições tão usadas por Kurt Cobain eram na verdade uma maneira de esconder sua magreza (ele pesava 50 quilos e tinha 1,70). Os cabelos compridos e desgrenhados eram mais uma consequência do que algo planejado, já que de acordo com seu biógrafo, Charles R. Cross, “Kurt Cobain era muito preguiçoso para lavar o cabelo”.

A herdeira, Frances Bean Cobain

Em 2011, a filha do Grunge mostrou que já está grandinha e, com ajuda de alguma maquiagem e bons ângulos, pode ser considerada bem bonita. Mas, se o tempo ajudou Frances a superar a adolescência ~estranha~, o mesmo não aconteceu com as crises no relacionamento entre mãe e filha. Em seu sweet sixteen a mamãe coruja escolheu o tema: RIP Childhood – ‘diga adeus à infância pequena Frances’.

Incontáveis barracos em família já vieram a público nos últimos anos (boa parte divulgada pela própria Courtney nas redes sociais). Fica até difícil lembrar de todos. Entre os mais emblemáticos, estão a perda da guarda da filha, a acusação de que Dave Growl (ex-baterista do Nirvana) teria flertado com Frances, embora no SWU do ano passado Courtney tenha puxado coro para que seus fãs gritassem que a banda Foo Fighters ‘é gay’ e ainda acusou Dave Grohl de roubar o espólio de Cobain. Segundo ela, dinheiro que deveria ser destinado até hoje à filhota.

Kurt era um excelente desenhista, talvez tenha sido essa a influência que fez Frances se aventurar nas artes. Ela expôs na galeria angelena La Luz de Jesus, templo da arte experimental-proletária da Califórnia, em agosto de 2010, sob o pseudônimo Fiddle Tim. A estreia em uma exposição de arte foi batizada como Scumfuck, que representa bem os desenhos soturnos como morte, tortura e decadência. Mas, nos últimos tempos nada se falou da garota, além de meia-dúzia de boatos sobre a turbulenta relação com a mãe e de um possível casamento com o músico Isaiah Silva, da banda The Rambles.

PS: Um novo documentário sobre a trajetória de Kurt Cobain está em fase de produção e pode ser lançado em 2014. Saudosistas comemoram!


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