Estive pensando… sobre ter pais separados

Por Carol Guido / carol@gwsmag.com

*Este post será melhor compreendido por garotas com pais separados.

A gente recebeu o livro “A probabilidade estatística do amor a primeira vista” do pessoal da Galera Record (obrigada!!!) já há algum tempo. Li em menos de uma semana e um mês depois estava empacada sem conseguir escrever nada sobre ele aqui no GWS e muito menos conseguir formar uma opinião sobre o livro. Todas as resenhas que li falavam sobre como é uma história fofa. E eu não tinha achado isso o mais importante. Eis que percebi que o que me travou pra escrever este post foi a mesma coisa que me impedia de ter a mesma opinião que as pessoas que li/conversei.

Já no começo do livro percebi que não foi a história principal que me chamou atenção. O pano de fundo, a história da família com pais separados da personagem principal, a Hadley, me fez sentir tanta identificação que tirou todo o foco do amor pelo menino dos sonhos, o Oliver.

Resumo da ópera: Vou aproveitar o livro pra falar sobre a minha vida, tudo que se passou pela minha cabeça quando me dei por gente e vi que tinha pais que não estavam mais casados. Vai que isso ajuda vocês, vai que isso te inspira a ler o livro com outros olhos.

Hadley, eu te entendo. O que se passa pela cabeça de uma garota com pais separados

Ter pais divorciados virou normal pro mundo, mas desculpa, não é normal pra criança (adolescentes incluídos). Pelo menos até ela virar adulta. Os meus pais se separaram quando eu tinha 3 anos. Tenho certeza absoluta que esta foi a melhor decisão que eles já tomaram na vida e etc (afinal, viver com duas pessoas que você ama, mas que não conseguem se entender deve ser um inferno), mas é inevitável pensar: Porra! Será que não dava pra terem deixado minha vida mais tranquila? O que custava continuar se gostando e deixando as coisas dentro dos conformes?

Pode parecer infantilidade, mas whatever. É isso aí mesmo que se passava pela minha cabeça. Eu não conseguia deixar de lado o fato das duas pessoas que eu mais amava terem tido o poder de mexer na minha vida de maneira tão profunda e eu não ter tido nem oportunidade de opinar. Isso sempre foi meu calcanhar de aquiles. Assim como o da Headley, personagem do livro. A gente foca tanto na revolta de ser carta fora do baralho nesta decisão que ficar pelos cantos é quase inevitável.

Aí vem a cereja em cima do bolo

Como se não bastassem se separar, ainda vem uma madrasta goela abaixo. Parem o mundo que eu quero descer. Eu tinha 7 anos quando meu pai se casou de novo. Preferi passar a festa toda procurando o meu anel de ouro que tinha perdido de tanto ter “tique” de ficar tirando e colocando no dedo do que prestar atenção naquele pastor. Foi ótimo. Hahahha

Mais uma vez, assim como a Headley, eu não tinha muita escolha. Ver meu pai casando não fazia sentido nenhum. E eu ainda tinha que estar presente, no altar. Caramba, como este livro poderia ter sido escrito por mim.
A diferença entre eu e a personagem principal é que ela já tinha idade pra conhecer um carinha fofo. Eu não. Heheh Merda!

E aí você amadurece

Passa a raiva, passa a angústia, sua mãe continua sendo sua mãe, seu pai continua sendo seu pai. E pasmem, a esposa dele pode ser uma pessoa legal. Você percebe que tem uma família maior e mais legal do que imaginou.
E isso tudo só foi possível pra mim por três motivos:

1) Resolvi dar uma chance para as coisas serem boas
Não adianta seu pai se esforçar para estar próximo, sua mãe ser fofa tentando te fazer ver o lado bom das coisas se você não estiver aberta pra isso.

2) Criei distanciamento
Forçar a barra e engolir tudo a seco só aumentava a minha raiva. Eu resolvi deixar rolar. Fiquei tempos afastada quando senti que precisava daquilo. E foda-se se eu era mal educada na “visão do mundo”. Eu fazia aquilo com boas intensões: dar um passo pra trás, pra dar dois pra frente, se é que vocês me entendem.

3) Descobri que meus pais são pessoas, antes de serem meus pais
Depois do meu período de “afastamento” (entre aspas por que não é literal), fui resolver as coisas. E o que foi crucial pra solucionar tudo na minha cabeça? Enxergar meus pais como indivíduos, fora do papel de pais. Isso é muito importante por que tira o peso (e raiva) dobrado das coisas do passado. Coloca compreensão e amor na jogada. A raiva sozinha não ajuda em nada. Assim flui melhor. :)

Tenho total consciência de que não são todos os casos assim. Não tive experiências traumáticas extremas, não posso falar delas com tanta propriedade, mas quem sabe este post não é só a porta de entrada pro assunto? Vai que…


Warning: file_get_contents(http://graph.facebook.com/comments?id=http://www.girlswithstyle.com.br/estive-pensando-sobre-ter-pais-separados/&summary=1): failed to open stream: HTTP request failed! HTTP/1.1 400 Bad Request in /home/gwsmag/www/wp-content/themes/gws/archive.php on line 63
Comentar

Tags:

10 coisas: Isa Freire

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

A linda deste mês já é habitué (cof, cof) aqui do GWS. A Isa Freire é nossa colaboradora, já escreveu posts esportivos, como o “Um incentivo ao Muay Thai” , como os intelectuais “Histórias em Quadrinhos que você tem que conhecer“.

Só por aí já dá pra perceber um pouco da personalidade da Isa: ela é garota forte (literalmente!), que curte exercícios físicos, tem um corpo lindo e mente afiada. Ela tem 25 anos, quase se formou em direito e também tem um blog próprio (clica aqui pra ler). Casada com o Felipe (aka Pelife – ele já apareceu no GWS no Garoto Fala e no editorial It Went Bananas, que a Isa também tá) há 1 ano e meio, eles formam o casal mais engraçado e querido que você pode conhecer.

Então vamos ao 10 Coisas (que eu já tô falando demais)!

Como de praxe, o look escolhido da Isa para o dia:

E para a noite…

1- Quadros:

“Eu amo incentivar meus amigos e amigos de amigos, não importa em que área de atuação e eu amo quadros que retratam todo tipo de meninas e mulheres, esses quadros me fazem muito bem, eu acho que até converso com eles na minha cabeça.”

2- Livros:

“Esse 10 coisas pra mim, poderiam ser 10 livros. Eu posso ficar sem comer, sem dormir, sem tudo menos meus livros. Leio todo dia, nesse ano criei uma meta de 50 livros, já li uns 30. É isso que me move hoje em dia, eu sei que eu deveria estar mais preocupada com as PECs do que com minhas histórias mas acho o mundo real ruim demais pra me preocupar. A literatura é minha religião.”

3- Videogame:

“Jogo muito videogame desde a infância. Hoje em dia tem jogo de tudo: karaokê, dança, malhação. Tenho o PS3 e o Wii aqui e na casa da minha mãe, o Xbox. Tirando esses joguinhos interativos, gosto muito de Uncharted também no qual você é um caçador de tesouros e o gráfico é maravilhoso (o gráfico e o carinha que você é no jogo, na verdade, o Drake. de-li-ci-nha).”

4- Fogão/Cozinha:

“Esse apê que eu moro é da minha família desde muito antes de eu nascer e esse fogão idem. Eu não tenho coragem de mexer nessa cozinha, todo mundo que vem na minha casa se apaixona por ela. Infelizmente eu sou uma negação como dona de casa, mas o Felipe, meu marido, usa bastante esse cantinho e também os amigos que gostam de cozinhar e vêm pra cá. O cantinho é bem nostálgico pra mim mas da melhor forma possível.”

5- Conjuntinhos:

“Eu sou uma anã, ou mais glamurosamente dizendo, sou bem mignon, então tudo que é “inho” (conjuntinho, shortinho, macaquinho, etc…) me cai bem. Além disso, eu tenho conjuntinhos pra todas as ocasiões: desde praia até casamentos. Acho fofo e me sinto bem. Sem mais.”

6- Cabide de Gato:

“Cada vez que minha irmã vem da Inglaterra, me visitar, ela traz um presente hipster desse pra minha casa. Eu sou apaixonada por gatos e esse cabide não é nada menos do que incrível. Quando eu penduro alguma roupa nele, fico feliz na hora! ahahha É tão engraçadinho.”

7- Álbum de Casamento:

“O dia do meu casamento foi mágico. É muita felicidade junta, não dá pra explicar. As fotos são a lembrança desse dia e são muito importantes pra mim. Mostro esse álbum pra todo mundo que bota os pés na minha casa. A casa dos meus pais sempre foi cheia de fotos de família e a minha não será diferente.”

8- Glee

“Sou aquelas mulheres retardadas que respondem: Qual sua banda preferida? com um “Glee!!! (Fazendo o Lzinho de Loser na testa)”. Eu escuto Glee o dia inteiro. Sou viciada em musicais e o seriado é lindo, me emociona muito, não sei bem porque. Minhas amigas vivem me zoando, dizendo que sou infantil, teenager mas a verdade é que eu acho Glee bem inteligente.”

9-Filmes

“Esses são três dos meus filmes preferidos. A Noviça Rebelde- meu primeiro filme preferido e o que me fez descobrir o amor pelos musicais. Ficou faltando o Grease que veio logo depois pra coroar e me mostrar o que era o amor (oi John Travolta de 1978, o cara mais lindo e sexy do mundo). Depois passei por uma fase obscura aos 8 anos e me viciei em Tommy e por último, já na vida pseudo-adulta, Closer que me ensinou quase tudo que sei sobre relacionamentos e me ensinou o que é um cara realmente GATO (Clive Owen, no caso, vestido de médico).”

10-Bonecos

“Mais uma infantilidade que eu não abro mão. Tenho uma vasta coleção de bonecos: super-heróis, personagens de filmes e seriados e por aí vai… o Dexter foi presente da minha irmã, é o meu preferido. Eu coleciono bonecos desde criancinha, odiava Barbies, só queria saber de brinquedo de menino. Era bom que meus bonecos podiam “brincar” com as barbies, suzies, brats e afins das minhas amiguinhas. Aí casei com o Felipe e bom, a coleção não parou mais de aumentar.”

 

Curtiu o 10 coisas? Quer ver quem já passou por aqui? Veja todos aqui.

 

 


Warning: file_get_contents(http://graph.facebook.com/comments?id=http://www.girlswithstyle.com.br/10-coisas-isa-freire/&summary=1): failed to open stream: HTTP request failed! HTTP/1.1 400 Bad Request in /home/gwsmag/www/wp-content/themes/gws/archive.php on line 63
1 Comentários

Tags:

3 aplicativos legais de vídeo para iPhone

Por Carol Guido / carol@gwsmag.com

Agora que o Instagram permite que a gente faça upload de mini-vídeos, ninguém segura mais esta onda. Daqui a pouco vão rolar milhares de apps para fazer edições lindas e a gente vai ver aquela galera toda perguntando “qual o app?” nos comentários e ficando no vácuo (nunca entendi este comportamento de deixar as pessoas falando sozinhas, mas tudo bem).

O lance é que além dos mini-vídeos estilo Insta e Vine (R.I.P?), também existem aqueles vídeos mais completos, que a gente adora assistir desde que começaram os videologs, mas que não consegue fazer. Edição é um negócio que exige um pouquinho mais de paciência, tempo, e tudo mais.

Oh, wait. Não precisa ser assim. Existem apps que deixam a missão de fazer vídeos legais muito mais fácil. Vem que as dicas são boas e se você experimentar, vai ficar com vontade de filmar tudo.

 

Vidify

Este é o mais prático de todos! Ideal para fazer vídeos mostrando uma visão geral do seu tema. Não é pra ter detalhes tipo uma frase lega que algum amigo seu falou ou coisas assim.

Funciona assim: Você escolhe vídeos na sua biblioteca, depois uma música e pronto! Ele pega algumas partes aleatórias dos seus vídeos, faz uma boa transição entre elas e coloca a trilha sonora que você escolheu. É muito simples e dá uma certa emoçãozinha pra ver se vai ficar bom no final. Em geral fica!

A boa é entrar nas configurações avançadas e escolher o tempo do vídeo e também o ritmo de mudança entre as “cenas”. Uma dica: Quando fizer as suas filmagens, faça pequenas cenas de coisas que você realmente quer que apareça. Assim, na hora que o app selecionar aleatoriamente o que vai aparecer, é mais difícil que alguma coisa que você queria fique de fora.

Este foi o primeiro vídeo que usei o Vidify para editar (e o 8mm, que vou falar neste post) para filmar. Um dia normal de folga com o namorado na praia. =)

Vidify: U$1,99 na App Store

 

Lumify

Este é um app muito fácil, mas que permite muito mais edição que o Vidify. A base é a mesma: selecione seus vídeos da biblioteca e faça acontecer. A diferença é que o Lumify você pode fazer muito mais coisas.

Dá pra colocar um título pro vídeo (ou em cada cena), você também pode colocar trilha sonora, mas controlando a altura da música para manter o som do vídeo original ao fundo, pode aplicar filtros no vídeo final. E muito mais coisinhas.

Por ser mais completo, exige um pouco mais de paciência. E a graça toda é que você de fato controla o que vai aparecer no final. Aqui um vídeo que encontrei pela internet, todo editado com o Lumify:

Lumify: Grátis na App Store

8mm

Este é para quem curte deixar os vídeos com cara de vintage. Ele simula diversos efeitos de filtro (anos 60, anos 70, noir, etc), coloca “sobrefiltros” (acabei de inventar esta palavra) tipo efeito vermelho de lomo no canto do vídeo, vignette, entre outras coisinhas.

E ele ainda tem um layout legal, de “imitar” a câmera dentro da tela do seu iPhone.

Em uma viagem que nós três (eu, Nuta e Marie) fizemos com os nossos amigos em um feriado no ano passado, usei ele para filmar tudo. Depois editei com o Vidify, que falei ali em cima.

8mm: U$1,99 na App Store

Quem tiver mais dicas, por favor, deixe nos comentários! ;)

Quero fazer uma versão deste post com dicas para Androiders. Se tiverem aplicativos legais para indicar, comentem também. Vai ser mega útil!


Warning: file_get_contents(http://graph.facebook.com/comments?id=http://www.girlswithstyle.com.br/3-aplicativos-legais-video-iphone/&summary=1): failed to open stream: HTTP request failed! HTTP/1.1 400 Bad Request in /home/gwsmag/www/wp-content/themes/gws/archive.php on line 63
3 Comentários

Tags:

Cruz e crucifixo: Saiba o significado e onde encontrar acessórios com o símbolo da vez

Por Nuta Vasconcellos / nuta@gwsmag.com

Não adianta, a moda morre de amores por um  simbolismo. As cruzes e os crucifixos ganharam de vez, o coração dos apaixonados por moda. Eles apareceram em colares, brincos, anéis e até camisetas e shorts em forma de estampa ou aplicação.

Ninguém sabe com certeza a origem da cruz. Parece que sua forma mais antiga, a cruz em movimento – swástica hallada – , foi encontrada na Índia. E significa “boa sorte”. Ela é considerada um símbolo universal e muito, muito antigo. Os egípcios a chamavam ankh e era considerada uma chave mágica que abria a “fronteira da imortalidade”.

Encontramos cruzes em culturas tão distintas como a persa, etrusca, grega, escandinava, celta, africana, chinesa, maia, inca… A lista não tem fim. Mesmo que a cruz tenha um traçado simples, seu significado é carregado de complexidade, envolvendo três níveis: místico, filosófico e sociológico.

O filosofo Pitágoras dizia que Deus falava através de números e, a essa linguagem, o grego chamou de matemática sagrada, ou ciência dos princípios. Ao símbolo da cruz relacionou o número 4 que representa a ordem do mundo, as quatro bases que formam o equilíbrio da criação: humano-divino, espaço-tempo, liberdade-disciplina, masculino-feminino, duas forças em permanente conflito e complementaridade. Esse seria a explicação mitológica da coisa.

A cruz já era usada muito antes de Cristo, inclusive, todos os condenados pelas leis romanas, morriam crucificados. Mesmo assim, para os religiosos, a cruz simboliza a crucificação de Jesus e sua paixão pela humanidade.

Existem mais de 102 modelos de cruz, e cada uma delas carrega as características apontadas por Pitágoras e algumas exclusivas de cada modelo. Conheça o significado de algumas das mais populares:

Cruz invertida

Apesar da fama de má, a cruz de cabeça pra baixo tem origem católica. Simão Pedro (um dos apostolos de Jesus) foi crucificado de cabeça para baixo. Pedro pediu esta forma de crucificação porque ele não se sentia digno de ser crucificado da mesma maneira que Cristo (em pé). Por isso, alguns católicos usam esta cruz como um símbolo da humildade e da indignidade em relação a Cristo. Inclusive o Papa. A cruz de cabeça pra baixo também é associada aos satânicos e atitudes anti-religiosas (uma forma de protesto à igreja católica).

– Cruz Ansata ou cruz egípcia 

O símbolo da vida, conhecido também como símbolo da vida eterna. Os egípcios a usavam para indicar a vida após a morte. A cruz ansata popularizou-se no Brasil no início dos anos 70, quando Raul Seixas e Paulo Coelho criaram a Sociedade Alternativa. O selo dessa sociedade possuía uma cruz ansata. Na cultura pop, ele foi associado pela primeira vez ao vampirismo e à subcultura gótica através do filme The Hunger – Fome de Viver (1983).

Cruz da Trindade ou cruz trevo

Os remates de três círculos interseccionados, representa a Santíssima Trindade, doutrina acolhida pela maioria das igrejas cristãs que professa a Deus único preconizado em três pessoas distintas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo.

Cruz celta 

Originalmente ela combina o símbolo feminino, o círculo, com o masculino, a cruz, para formar uma imagem que representa a união e é ligada a fertilidade. Esta cruz pré-cristã simbolizava as quatro estações e as quatro direções marcadas, simbolizavam a Terra. Mais tarde, a Cruz Celta foi adaptada pelos cristãos para representar a conexão entre o céu e a Terra.

VITRINE:

1 – Maxi Colar Franjas Cross – Loja GWS – R$99,90

2 – Pulseira Terço – Loja GWS – R$49,90

3 – Brinco Crucifixo Chain – Loja GWS – R$ 49,90

4 – Pulseira Cruz Corda – Loja GWS – R$39,90

5 – Regata Cruz – God Rcks para Loja GWS – R$59,90

6 – Argola Cross – Loja GWS – R$69,90

– Pulseira de Mão Crucifixo – Loja GWS – R$59,90

 


Warning: file_get_contents(http://graph.facebook.com/comments?id=http://www.girlswithstyle.com.br/cruz-e-crucifixo-saiba-o-significado-e-onde-encontrar-acessorios-com-o-simbolo-da-vez/&summary=1): failed to open stream: HTTP request failed! HTTP/1.1 400 Bad Request in /home/gwsmag/www/wp-content/themes/gws/archive.php on line 63
3 Comentários

Tags: