A volta do Sport chic à moda!

Por Nuta Vasconcellos / nuta@gwsmag.com

O sport wear está batendo na portinha das tendências não é de hoje. E o GWS percebeu que essa onda estava vindo forte quando fizemos lá em 2011 o post High School Fashion. Tudo começou com a febre das varsity jackets ano passado, depois as basketball shirts ganharam destaque e a coisa se estendeu para outros esportes como futebol americano deixando legal qualquer jerseys – nome dado a esse estilo de blusa –  e até, pasmem, tênis de correr conseguiu ser hype.  Put the blame em Isabel Marant que promove o cool dos esportes desde seus famosos e polêmicos sneakers.

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O sport chic é uma proposta que acredita que o o esportivo pode ser chique e pra fazer funcionar vale misturar elementos que originalmente seriam contraditórios. Nessa onda, bonés de beisebol ganham tecidos nobres e o que seria uniforme de cheerleader vira roupa de festa.

A tendência não se resume só ao estilo. Os tecidos como elastano, neoprene, tela e poliamida usados em uniformes vira material para saias, vestidos e calças. Mix de tecidos, peças bicolores e recortes estratégicos também fazem parte da proposta.

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A Forever 21 investiu na ideia e fez uma coleção inteira nesse clima, chamada Le sport chic. Por aqui a coleção de verão 2014 da Espaço Fashion está completamente sport chic e a carioca Garimppo apostou nas camisas jerseys com numeral. E nós do GWS somos tão apaixonadas pelo estilo que foi capa do nosso GWS Fanzine segunda edição!

O sport chic é ideal para compor looks high-low e fica f*d@ misturado ao estilo rock’n’roll.  E aí, quem vai investir?

 


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Eu acho que vi um gatinho… Logan Lerman!

Por Carol Guido / carol@gwsmag.com

Um dia minhas primas pequenas, com então 3 e 5 anos, me botaram no sofá para assistir Percy Jackson. Me senti num túnel do tempo, como se tivesse 13 anos e apaixonada pelo ator principal. Não me julguem! Hahaha

E já que o segundo filme da série está nos cinemas agora, meus 13 anos voltaram à tona e eu precisava compartilhar isso com vocês. Logan Lerman é um fofo, ótimo ator e a gente precisa ficar de olho por que o garoto tem potencial.

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Logan tem 21 anos, é de Beverly Hills e já trabalha como ator desde muito pequenininho, tipo desde os 5 anos. Com essa idade ele já fazia alguns comerciais de tv e dizia para os pais que tinha certeza que queria ser ator.

A estreia dele no cinema foi em 2000, no filme O Patriota, que ele fez o filho do Mel Gibson. Atuou em Efeito Borboleta, fazendo o personagem do Ashton Kutcher criança, em 2011 botou aplique nos cabelos e fez Os Três Mosqueteiros e também já contracenou com Renée Zellweger em Tudo Por Você, que parece ser um filme bem legal e divertido.

Mas acho que o filme que mais me marcou, e provavelmente a vocês também, foi As Vantagens de Ser Invisível. Logan fez tão bem o Charlie, tão fiel, de um jeito tão sincero que me fez ter a sensação de estar relendo o livro. Coisa linda de ver.

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Agora é sentar e esperar o que mais vem dele por aí. Que fique cada vez mais gato e mais talentoso. Está declarado meu teen crush do momento, benzadeus.

 


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Transtornos alimentares: Será que todo início vem de uma vontade de ser mais magra?

Por Carol Guido / carol@gwsmag.com

Transtornos alimentares: Sera que todo inicio vem de uma vontade de ser mais magra?

Pode parecer absurdo, mas não consigo pensar em outra forma de começar este post a não ser fazendo uma confissão para vocês: Quando eu era adolescente, achava que era a maior onda ter bulimia. E não, eu não era mentalmente desorientada. Muito pelo contrário. Sempre fui esclarecida (pelo menos me considero assim), bem educada pelos pais, escola e todos os outros canais que tentam nos dizer o que é bom e o que é ruim fazer quando se está descobrindo as coisas da vida.

Mas por alguma razão, ainda assim, eu tive esse desvio de pensamento.

Refletindo um pouco sobre isso, enquanto eu ia formando as minhas ideias para escrever este post, cheguei a uma conclusão. O que mais me influenciou a pensar daquela maneira foi a quantidade enorme de meninas lindas e populares que sofriam deste (e outros) mal. Não digo só na vida real, mas também nos livros, filmes e séries que eu assistia.

Vou tentar explicar melhor. Quando eu era adolescente levava uma vida bem normal. Não era a nerd da sala, mas também não era a mais popular. Não era odiada por ninguém, basicamente transitava em todos os grupinhos. Tirava notas boas em algumas matérias, ficava de recuperação em outras. Sentava no fundão, mas era mais pra dormir do que fazer bagunça. Tinha lá meus momentos bons e ruins na vida, mas em geral tudo era bem de boa. E no fim, o problema era esse. Eu comecei a me sentir uma whatever.

E foi nesse contexto que minha cabeça formou a ideia de que existia algo de cool em ter bulimia. Quem eu sabia que tinha (seja na vida, seja na ficção), não era uma whatever. E posso dizer pra vocês que eu não era a única que chegou a pensar assim no meu círculo de amigas ou conhecidas.

Eu acabei não tendo bulimia, em nenhum estágio. Mas hoje fico pensando no quanto esse coolness pode ser uma força influenciadora para garotas, que como eu nos meus 15 anos, não tinham nenhum problema de autoestima específico e talvez, justamente por isso, acabam caindo nessa.

Se o que eu estou escrevendo aqui tem alguma relevância sobre o assunto e pensando que, para muitas garotas, tudo começa por uma vontade de se destacar, preciso dizer que apesar de não ter tido nada, sim, cheguei a usar essa “vontade” como arma para chamar atenção.

E não adiantou p**** nenhuma, se vocês querem saber. Simplesmente por que aquela atenção em forma de pena era a última coisa que eu queria.

Eu não precisava que me achassem coitada. Na real eu só queria que vissem que eu era uma garota legal. Só que no fim das contas, o transtorno alimentar acaba tirando a atenção de tudo que você é, te resumindo a garota-problema. E garota nenhuma, com ou sem bulimia, simplesmente não pode ser resumida.  Todo mundo deveria saber disso. Principalmente nós mesmas. Não se deixe resumir.

Fora que passar de whatever para garota-problema não mudou em nada minha sensação de vazio. Isso por que eu realmente não tinha nada. Mas e para quem tem? Fico imaginando o quanto ao invés de melhorar, só piora as coisas.

Eu não sou especialista no assunto, estou assumindo que falo como leiga do ponto de vista científico da coisa, mas não vejo muitos programas de esclarecimento que ataquem essa frente de início da doença, sabe? Alguma campanha que seja focada em falar para as meninas: “você não é uma whatever e ser bulímica não é cool, sai dessa.”

Por isso, se eu pudesse, entraria na mente de cada garota que também se sente assim e falaria que o mais importante é entender que ninguém é uma whatever. Pode parecer papo motivacional, mas cá entre nós, existem muitas maneiras de mostrar pra você e para o mundo o quanto você é interessante. Formas que não façam de você um resumo.

E também que simplesmente não deveria existir grau de normalidade ou tédio com a própria vida que te leve a uma atitude que faz tão mal pra sua saúde, que você pode morrer e que pode destruir sua sanidade mental. Isso tudo pode parece muito distante das garotas que se sentem motivadas pela ideia da bacaneza da coisa, mas é ingenuidade não pensar que é isso que pode acontecer com quem se afunda num transtorno alimentar.

E por último, se tem alguém aqui que se sente assim, digo logo: se você é leitora do GWS, você não é uma whatever. Não, sério. Por mais que você não saiba, você deve ser sim meio doidinha só pelo fato de estar aqui. Então chega de se sentir um tédio e bem vinda ao clube #EuSouAssim, powered by #GWSpower! haha A gente realmente acredita no potencial de uma suposta garota whatever. Se não, eu não estaria aqui. <3

beijos, C.

Queria muito saber a opinião de vocês sobre isso tudo, então sintam-se livres para comentar!

*Post originalmente publicado em julho de 2012.


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Touch touch touch yourself, girl

Por Carol Guido / carol@gwsmag.com

*Trilha do post: I Touch Myself – Divinyls*

Pelo título deste post vocês já sabem qual é o assunto e que ele é ~picante~. Então vou direto ao ponto. Se eu pudesse dar um conselho pra mim mesma aos 17 anos teria sido: masturbe-se. Sim, seja livre, experimente seu corpo, tenha coragem de procurar entender o que é orgasmo na prática e sim, sozinha.

Enquanto qualquer garoto já devia ser phD nesta arte, eu e todas as minhas amigas (e provavelmente a maioria das garotas na nossa idade) nunca nem tínhamos tentado nada próximo de masturbação.

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E por que, gente? Por quê?

Eu tive uma educação super aberta. Tanto meu pai como a minha mãe conversavam comigo sobre sexo, eram amigos e acima de tudo, educadores. Ainda assim, tentar algo prático nunca nem passava pela minha cabeça. Eu nem me permitia pensar isso, não fazia parte do “escopo” da minha mente.

Imagino que este não seja só o meu caso.

Devem ter milhares de razões para que nós, mulheres, tenhamos criado tanto distanciamento deste assunto. Sociólogos, antropólogos, psicólogos poderiam explica-las muito bem. Mas sinceramente? Não tô a fim de falar dos motivos, por que, sei lá, no fim a gente vai acabar culpando o poder da mídia e a nossa sociedade machista (fato) e tenho medo de que você acabe o post mais distante ainda do que começou.

A ideia aqui é exatamente o contrário. Quero que vocês acabem de ler e corram pro banheiro e sintam que estão com a cabeça mais aberta, que não tem mais essa de “nunca pensei nisso antes”. E quando der na telha vocês vão lembrar que podem usar esse recurso… Por que não?

(Sei que tem gente que deve estar lendo e me achando meio boba por que já cansou de brincar sozinha. Se este for o seu caso, este post não é pra você. Mas trate de indicar pra uma amiga que precisa hehehe)

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Acho injusto (e gostaria de erradicar isso no mundo) o fato de que a maioria das garotas tem suas primeiras experiências com outra pessoa e não com elas mesmas. Os primeiros amassos, mão aqui, outra ali, sensações novas, tudo isso é muito legal, mas, já pensou se não fosse tão novo assim? Se você já soubesse mais ou menos como é, como seu corpo funciona, onde os toques são mais legais?

Não consigo pensar em nada além de benefícios:

Você se sente totalmente dona do seu corpo, afinal, foi a primeira a explorá-lo.

Não gosto nem de pensar o quanto o fato de não se conhecer bem sexualmente deve afetar a cabeça  de nós, meninas. Provavelmente começa por aí toda a fragilidade em relação ao que devemos ser pra sermos socialmente aceitas, a falta de confiança no próprio taco, essa coisa antiga (e ao mesmo tempo super atual) de mulheres se sentirem na obrigação de agradar homens e sei lá mais o quê.

Vamos ser donas do nosso corpo, garotas. É nosso direito, dever e prazer!

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Você sabe distinguir melhor o que é ruim, o que é bom e o que é incrível.

Rolam primeiras vezes boas, mas a maioria que já ouvi foram meio esquisitas. E também já ouvi muita gente falar “só depois eu fui saber o que é bom!”. Ah, não precisava ser assim. Mesmo sem muita experiência a dois (a três, quem sabe mais? hehe), a gente não precisava ser leiga total, né? Tipo entregar o carro na mão do mecânico e não fazer ideia do que ele tá falando. Entrega pra Deus e vai é sooooo last season.

Sentir prazer quando quer, a hora que quer.

Tem coisa melhor do que isso?

Os homens fazem isso com uma naturalidade inacreditável. Eles aprenderam a se masturbar sozinhos por que viram que era uma coisinha bem gostosa e pô, por que não? Já nós, reprimidas e repressivas com nós mesmas, temos uma certa dificuldade de seguir adiante essa coisa gostosinha sem questionar demais se isso é certo, se pode, se não deveria ser feito com um homem.

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Ah, fala sério. Lembre-se da importância de Sex and the City nas nossas vidas, liberte-se mas, cuidado…

Você pode se apaixonar por você mesma! Ou pelo seu sex toy


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