O nosso lugar é onde a gente quiser estar.

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

Por Marília Lamas:

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Recentemente, um amigo meu me mostrou um vídeo que me deixou extasiada. Em uma conferência que debatia o tema da educação científica, o mediador abre para perguntas da plateia e um homem faz a seguinte provocação: “O que há com as mulheres e a ciência?”. Ele pergunta e sai rindo, meio debochado. Ouvem-se gargalhadas de outras pessoas da plateia. O mediador pergunta então se algum dos participantes da mesa de debate quer falar “sobre diferenças genéticas entre homens e mulheres e explicar por que há mais homens na ciência”. Confesso que eu tive medo nessa hora.

Tive medo porque não é de hoje que a sociedade busca explicar as desigualdades entre homens e mulheres com base em argumentos científicos, como se as nossas “diferenças naturais”, ou seja, as diferenças no corpo do homem e da mulher, justificassem que um gênero se sobreponha ao outro. É o mesmo princípio do racismo, que entende uma “raça” ou etnia como inferior a outras. O nome disso é determinismo biológico, anota aí. Aliás, o Roque Laraia, que é um antropólogo brasileiro, tem um livro curto e bem facinho de ler chamado “Cultura, Um Conceito Antropológico”. Lá tem uma explicação muito legal sobre o assunto, para quem quiser saber mais. Eu baixei no meu Kindle e li de um fôlego só.

Voltando ao vídeo, meu receio com a pergunta foi embora quando o astrofísico Neil deGrasse Tyson pediu a palavra e fez um discurso de arrepiar. Eu quase bati palmas quando acabei de assistir. Ele, que é negro, falou de como foi difícil chegar até ali e enxergou semelhanças nas oportunidades dadas às mulheres e aos negros em uma sociedade dominada por homens brancos. “Temos que encontrar um sistema em que as oportunidades sejam iguais, e aí poderemos falar em genética”, disse ele, nocauteando com um só golpe o racismo e o machismo.

Apesar de já ter sido muito contestado por estudiosos, esse discurso das “diferenças biológicas e naturais” ainda tem grande aceitação e influência sobre a sociedade, justamente porque está associado a um lugar de autoridade, que é o da ciência. Um lugar meio desconhecido para a média das pessoas, e que por isso mesmo ninguém ousa contestar muito. Por esse motivo é maravilhoso ver um cientista negro falar tão bem sobre o assunto e desmistificar a questão.

O mais grave é que essa ideia das diferenças biológicas contribui diretamente para a formação dos papeis sociais de homens e mulheres, desde a infância. Presenteamos as meninas com brinquedos associados à vida doméstica e à beleza. Para os meninos, força, esporte, ciência. Ainda ensinamos às meninas que elas devem ser bonitas, vaidosas e sonhar com um casamento. Aos meninos, que eles devem conquistar o mundo. Isso é restringir oportunidades; é limitar as possibilidades de ser.

Mas essa restrição é a gente quem faz, e é a gente quem pode mudar. A mudança começa em casa, porque em casa também se faz política; em casa também se transforma a sociedade. Por isso é importante questionar sempre as nossas escolhas e as escolhas das nossas famílias – “Mãe, por que eu sempre tenho que lavar a louça e meu irmão pode ficar vendo futebol na TV?” – e não aceitar a explicação de que “é assim porque sempre foi assim”. Quando a gente deixa de aceitar as justificativas “naturais” e passa cogitar outras possibilidades de ser, a mudança começa. As perguntas mudam a gente – e mudam as pessoas para quem a gente pergunta também, pode apostar. Por isso, questione sempre: a si e aos outros. Queira saber o porquê das coisas – e não aceite “porque sim”.

A fala do Neil deGrasse Tyson me deixou feliz porque me fez ver que nós – mulheres, negros, latinos; a lista é enorme – estamos ganhando, ou melhor, conquistando (!) voz para falar e mostrar, por nós mesmos, que podemos ser o que quisermos. Que o nosso lugar é onde quisermos estar. Vamos em frente – e sejamos a prova disso.

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10 Coisas: Fernanda Catania (Foquinha)

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

Nossa garota 10 coisas do mês de junho é a paulista, escorpiana (do tipo bem escorpiana) de 26 anos Fernanda Catania! A Fê que também é conhecida carinhosamente como Foquinha, é jornalista e editora de entretenimento da Capricho. Além de ser responsável pela parte de entretenimento do site da revista, Fernanda tem uma seção, a “Cliques”, uma coluna na revista, a  “Rolê com a Fê” e também faz a parte de famosos da TV CAPRICHO! Ufa!

Fernanda ama música desde que se entende por gente e acha que isso acabou moldando-a de certa maneira. Era apaixonada pela MTV quando adolescente e seus ícones sempre foram da música, inclusive na hora de buscar inspiração para se vestir. “Não é  a toa que virei jornalista de entretenimento, antes de virar editora da Capricho, também fui repórter da Rolling Stone, que era meu sonho já que meu filme preferido é Almost Famous!” 

Quando era adolescente, Fê diz que não se encaixava bem no estereótipo de uma menina. Começou a andar de skate com os meninos da galera, quando tinha 13/14 anos e naquela época, não era comum ver garotas andando de sk8 e, por isso, não existia uma linha feminina de moda street. Em geral, ela usava t-shirt masculina porque era larguinha e mais style, roupas da Adidas e da Vision Street Wear, quase todas, peças masculinas e calças big (sdds, anos 90). GWS or what? Vem conhecer mais sobre a Fê e suas 10 coisas!

 

Look Dia

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Look Noite
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10 Coisas

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Skater Girl

“Comecei a andar com os garotos da galera lá pelos 13/14 anos. De lá pra cá, tive algumas lesões nas costas e descobri uma hérnia de disco na lombar, o que me fez parar de andar por um bom tempo. Ando até hoje e amo, mas tenho que ter cuidado para não bater as costas. =/

Acho que o universo street do skate tá mega ligado ao meu estilo.”

 

10-coisas-fokinha-tenis

Sneakers freak

“Sou apaixonada por vans! Tenho vários e só não compro a coleção inteira por motivos de: dinheiro, hahaha. Eles são confortáveis e uma das melhores marcas para dar rolê de skate! Curto tênis no geral, mas vans é minha marca preferida. Eu odeio salto alto e, quando posso, vou de tênis no pé sempre, mesmo em balada, festa, evento… Eles fazem total parte de mim!”

 

10-coisas-fokinha-filmes

On screen

“Adoro colecionar séries e filmes! Eu gosto de ter box, por isso coleciono mesmo se já asssisti tudo. Meus boxes de séries preferidos são de Breaking Bad e Friends, minhas séries preferidas! E meus diretores de cinema preferidos são Woody Allen e Tarantino.”

 

10-coisas-fokinha-pug

#KinderPug

“O Kinder é o meu pedido de casamento, minha aliança de noivado, e só isso já faz ele ser muuito especial. Eu e o meu marido, Dan começamos a morar juntos no início de 2012, depois de namorar por muitos anos, e a gente sempre falou sobre casar. Eu nunca quis um casamento tradicional, morria de medo, mas queria comemorar e, como a gente tem muitos amigos, fazer uma festa com eles. Como a gente não queria noivar nem nada, o Dan me pediu em casamento com o Kinder! Como dizer não?! <3 Quase morri!”

 

10-coisas-fokinha-maquiagem

Beauty queen

“Eu não sou a louca dos produtos de beleza e até evito usar muita maquiagem dia de semana, mas eu tenho aqueles produtos certos, que não troco por nada. Amo batom vermelho (meu preferido é o de bastão da Stilla, que na hora de passar é molhado, mas fica mate em segundos) e por muito tempo tive dificuldade em mudar a cor. Mas, esse ano, me apaixonei pelo tom roxo, como o Rebel da MAC e agora ele divide um espaço no meu coração junto com os vermelhos! Não curto passar base, só uso quando vou fazer vídeo ou quando tenho alguma festa/evento importante. E eu amooo a base da Dior, SkinForever! Ela tem um toque aveludado, nem parece que você está de base. Também sou apaixonada pelo rímel azul da Maybeline, que não tem no Brasil, então, quando viajo (em geral, a trabalho), compro estoques! Mas meu xodó mesmo é o babyliss, sou viciada!”

 

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10-coisas-fokinha-vitrola

Long Play

“Sempre sonhei em ter uma vitrola! Quando eu e o Dan fomos morar juntos, a mãe dele estava vendendo uma casa de campo e deu vários móveis pra gente, inclusive a vitrola, que é suuper antiga, daquela roots mesmo! Meus discos preferidos são o Master of Reality, do Black Sabbath, e o Usuário, do Planet Hemp. Sou mega eclética! Curto rock, rap, pop…”

 

10-coisas-fokinha-fotografia

Strike a pose

“Adoro tirar fotos. Sou muito observadora e curto guardar todos os detalhes – na cabeça ou em foto. A vermelinha é uma fisheye, que  um dos meus melhores amigos me deu! A Pentax era da minha sogra e ela me deu quando descobriu que eu curtia tirar fotos! E a Canon é xodó, que o Dan me deu de aniversário – a ideia era fazer um blog de casal, mas ele nunca aconteceu, pelo menos ganhei a câmera dos sonhos, haha.”

 

10-coisas-fokinha-acessorios-cabeça

Headpiece

“Adoro todo tipo de acessório! E os de cabeça fazem toda diferença no look! Sem contar que eles são a solução para quando meu cabelo está num dia ruim! Meus queridinhos são: o boné da Pyramid, o gorro de pom pom da Primark  e o lenço vermelho, que dá pra amarrar de vários jeitos, da forever 21.”

 

10-coisas-fokinha-livros

Read all about it

“Amo biografias (a do Ozzy e do Andy Warhol são minhas preferidas) e romances que tratam de temas “reais” ou sobre a sociedade. Adoro 1984, do George Orwell, e Estação Carandiru, do Drauzio Varela. Sobre autores, adoro Veríssimo e Gabriel Garcia Marques.”

 

10-coisas-fokinha-casamento

On the wall

“Esses quadrinhos foram usados na decoração do meu casamento. A ideia foi minha e eu que mandei fazer – assim como a ideia de toda a decoração. Tinha pavor de fazer um casamento tradicional, então quando decidimos casar, fiz questão de pensar em tudo e fazer com que tudo tivesse nossa cara. Casamos em um casarão antigo em São Paulo, com um jardim incrível e com uma decoração vintage, que era cheia de objetos pessoais nossos (como livros, porta-retratos, câmeras, etc). As músicas da cerimônia também tinham tudo a ver com a gente e, em vez da marcha nupcial, eu entrei com Everlong, do Foo Fighters!”

 

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Tênis Adidas Superstar “Shell Toe”: O queridinho da vez!

Por Nuta Vasconcellos / nuta@gwsmag.com

Recentemente teve o boom do New Balance, do Nike Free Run, do Vans e isso sem contar a febre máxima dos sneakers de Isabel Marant. É justo dizer que os tênis estão tendo um momento bom na moda.

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Mas agora um novo modelo está ganhando atenção. “Novo” é modo de dizer, né? Porque na verdade é um velho conhecido nosso. O tênis em questão é o Adidas Superstar, também conhecido como “Shell toe”, algo como “pés de concha” em referência a biqueira de borracha do modelo. O tênis também tem uma leve flatform e claro, as três listras da Adidas. Ele foi feito em 1969 para os jogadores de basquete, mas ganhou as ruas nos anos 80, principalmente na cultura RapHip Hop. Eu diria que um dos grandes responsáveis pela hypação do Superstar foi  o grupo de rap RUN D.M.C. Eles foram um dos primeiros grupos do estilo a sair do gueto, ganhar a massa e criar tendências, principalmente através da MTV. Logo o modelo deixou de ser exclusivo dessa galera e ganhou outra tribo também da música: O Pop! Nos anos 90 quase toda girlband ou boyband tinha um nos pés.

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O modelo ganhou força fashion nos anos 2000 e foi peça chave na London Fashion Week no desfile da grife Giles Deacon, coleção primavera/verão 2014. Mas o mais importante: Ganhou as ruas! E devo confessar que sem dúvidas, é um dos meus modelos favoritos de tênis e que considero mais versáteis.

O Superstar tem tudo a ver com a tendência que falei a pouco tempo aqui no blog, Alfaiataria esportiva e também ganhou destaque no nosso novo editorial, Glory and Gore. E vocês? Curtem esse modelo clássico da Adidas?

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Primeiramente boa noite #31 – Faça amor não faça jogo

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

Por Gian Lucca:

#31

Você conheceu uma pessoa legal, em 30 segundos durante o primeiro beijo viu sua passagem pra Paris comprada da lua de mel cafona-linda e seu filho de olho verde florescente. Eu vou te ajudar. Sim, você quer ir pra Paris ser cafona igual a todo mundo e tirar uma selfie dando selinho no Jardins du Trocadéro. Calma, respira, tá tudo bem.

1 – WhatsApp: A partir do momento que você conheceu essa pessoa, fodeu, aquele reloginho que fica da última hora que foi visualizado vai ser seu novo melhor amigo e não tem problema nenhum nisso. Trate ele como uma pessoa querida e sempre, sempre torça pra ele sair do relógio e ficar online. A dica é jogar pro universo e não fazer jogo de “vou dar 5 minutos e depois respondo”. A sua consciência tranquila é o que vale. Se você quer responder na hora, responda! Deixa quem quiser que esteja do outro lado do telefone pensar o que quiser. Sobre mandar fotos… Hoje em dia virou íntimo mandar fotos por WhatsApp num nível escroto. Deixar o cara te chupar ficou menos íntimo. É sério. Maaas, se você ficar muito a fim de mandar uma parada e tem certeza que o cara não é um machinho babaca, mande, porque seu coração e o universo vão te ajudar. Mas se rolar dúvida, snapchat tá aí pra isso.

2 – Instagram: Sim, você pode curtir as fotos da pessoa. Não sei por que raios existe jogo de relacionamento em volta desses likes das redes sociais. Cara, matemática simples: ficou provado que as pessoas que usam Instagram abrem o aplicativo mais de 15 vezes por dia e curtem mais de 30 fotos por dia. É isso, você vai curtir as fotos do teu romance. Eu uso a técnica do “curto tudo que aparece no feed” e é verdade, eu curto tudo. Eu penso que dar like nas fotos das pessoas hoje é como um presente, você fica feliz recebendo likes. Eu adoro dar presentes. A matemática acima eu tirei da minha cabeça, mas certamente você achou plausível porque todo mundo abre o Instagram 87 vezes por dia.

3 – Facebook: Não coloque músicas que você não ouve pra impressionar o seu futuro amor, não compartilhe links inteligentes de assuntos que você não sabe nem sobre o que se trata. Não existe jogo nenhum no Facebook, porque também, é uma rede social chata. Se ele postar uma parada e você realmente curtir, curta. Acho Facebook mais aberto e envolve muito mais gente, muito mais assuntos do que Instagram, por exemplo. A dica mesmo é deletar o Facebook, porque é uma rede social imbecil cheia de spams e jogos que envolvem fazendas e criação de vacas tristes. Vacas do tipo animal mesmo.

4 – Twitter: A melhor coisa do Twitter é que você pode chutar o balde pra qualquer coisa. Você pode reclamar da morte do Clodovil mesmo ele tendo falecido há uns 5 anos atrás. Não tem problema. Pode lamentar que não rolou namoro com aquele carinha que você investiu. Vai passar batido, ganhar uns RT’S, um “I feel ya sister”. Jamais aquele drama e comoção que rola no facebook acompanhado da sua tia mandando inbox perguntando se você está bem. Twitter é legalize. Seja você mesma no Twitter que isso que é legal. Fale bem ou fale mal, fale no Twitter.

5 – Tumblr: Está liberado ser artista, hipster, maria-tatuagem ou groupie. É legal ser fã do barbudo da banda que ninguém conhece, é legal saber que Monet existiu em algum momento do mundo das artes, que você assistiu Friends e compartilhou na sua timeline um gif de um diálogo clássico da série. O Tumblr também é usado para mandar indiretas disfarçadas de “quotes” da Lana Del Rey, mas o meu voto é mandar uma direta mesmo. Uma rede social que não precisa falar, só mostrar.

Afogar o Santo Antônio não está nos teus planos. Você, no máximo, vai criar um grupo no WhatsApp com seus melhores amigos pra contar passo a passo dessa conquista. Contar que ele curtiu sua selfie no Instagram, que curtiu a música que você postou no Facebook e que retweetou sua piada sobre a Copa do Mundo no Twitter. Joga pro universo e #façaamornãofaçajogo. ESSA É UMA CAMPANHA DO GWS E DE MAIS NINGUÉM. Chora haters, bora amar!

*Uma leitora mandou pra gente um post e um livro com uma campanha real “Faça amor, não faça jogo”. A nossa é só uma brincadeirinha (entendedores entenderão pelo contexto de quando publicamos este post hehehe) e achamos irado. Olhaí o link do site.

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assinatura Gian_ copa


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