5 perfis no Pinterest lindos e inspiradores para seguir já!

Por Nuta Vasconcellos / nuta@gwsmag.com

Sou super apaixonada pelo Tumblr! Tanto que já rolaram por aqui, três posts com indicações para seguir por lá. Mas de uns tempos pra cá, comecei a usar o Pinterest mais como uma forma de organizar em “gavetinhas” coisas que eu quero consultar depois. Pra quem ainda não conhece, a rede é baseada no compartilhamento de conteúdo. O Pinterest pra mim é como o Tumblr, só que separado por temas. No site tem fotos e vídeos que você pode curtir, comentar ou compartilhar. Os conteúdos compartilhados são chamados de “pins“. Você pode dar like, comentar ou dar um repin (compartilhar com os seus seguidores). Na hora de dar um repin você pode criar um board para organizar o conteúdo da maneira que preferir. Os boards servem para separar as imagens pelos assuntos que você gosta e esse é o grande diferencial do Pinterest, as gavetinhas como eu gosto de chamar.

O público do Pinterest também é um pouco diferente da galera do tumblr. No Pinterest você encontra mais D.I.Y, mais tutoriais e também mais imagens inspiradoras. Não sou usuária mega ativa como sou do Tumblr, mas devemos reconhecer que existem uns perfis bem legais pra seguir por lá. Então se você é fã de Pinterest, ou quer começar a usar, pega essas dicas!

Lívia Facirolli

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O perfil da Lívia, do blog Glamour Paraguaio (parado desde 2013, uma pena porque era maravilhoso!) é um dos mais lindos do Pinterest na minha opinião! Amo a visão de moda e estilo de vida dela e o equilíbrio perfeito do chic com o rock’n’roll. Perfeito para quem quer procurar imagens inspiradoras de moda, beleza, decoração e pessoas interessantes. Tem que seguir!

– The Beauty Department – 

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O The Beauty department é um dos perfis do Pinterest mais famosos. Assim como no site, você encontra muitos tutoriais e dicas de beleza. Maquiagem, cabelos, produtos, unhas e até alimentação. É muito bom e cheio de utilidades! Vale super seguir.

– Dazed – 

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Eu amo a revista inglesa Dazed! Acho que eles falam de moda e cultura pop de um jeito tão não óbvio. Fora que as capas das revistas são sempre incríveis! No Pinterest deles vocês vão encontrar muita moda, música, backstage e imagens inspiracionais. Tudo claro, do jeitinho Dazed de ser. Segue agora!

– Julie Mrqs –

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Eu já falai da Julie aqui, no post que eu fiz sobre bordado riot. Acho que ela nem sabe disso, mas é uma das pessoas que me inspiram. Fico sempre de olho no que ela anda ouvindo, nas imagens que compartilha, porque acho ela uma garota incrível. O Pinterest dela também é, segue aí!

– Verena Figueiredo – 

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É outra garota que me inspira muito e acho que nem sabe! Verena é linda, gente boa pra caramba e tem um bom gosto ímpar. O Pinterst dela reflete tudo isso. Tem muita inspiração, moda e cultura pop pra (re) pinar muito!

Ah! Eu e Carol Guido também temos Pinterest. O meu não é muito incrível não, uso mais para organizar umas coisas e consultar depois, mas o da Carol é bem legal! E vocês, tem Pinterest? Se sim, deixem aí nos comentários pra gente seguir. Vale dar dicas de outros perfis legais também!

assinatura_NUTA


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Toda nudez será castigada? Um apelo pela desmistificação do corpo nu

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

Por: Isa Freire

Barbara Gondar

[❤ ilustra da super talentosa, Barbara Gondar ❤]

O desejo de escrever esse post veio de uma conversa que eu estava tendo com a Nuta sobre as pessoas chocadas com o desfile de Rick Owens, na semana de moda de Paris, aonde modelos desfilaram com o pênis a mostra. Comentários do tipo “Aonde esse mundo vai parar”, “É um absurdo essa vulgarização do corpo”,  foram feitos e na verdade, eles que me chocam. Estive pensando numa forma de falar sobre nudez sem parecer polêmica, louca e do contra e percebi que a única forma de conseguir isso era sendo natural. Natural como a nudez é.

Nunca na minha vida tive problema com nudez, nem a minha, tampouco a dos outros. Lembro que no colégio, depois da aula de natação, até o C.A. nos trocávamos todos juntos na mesma sala, a partir do C.A. começamos a nos trocar no banheiro, meninas em um e meninos do outro (o que obviamente atiçava a curiosidade de todo mundo… peraí, até ontem eu podia ver todos esses moleques pelados e agora não mais, será que nasceu um chifre colorido na barriga deles? será que o pinto deles agora fala?). Entendo a atitude do colégio, baseada nas nossas regras sociais, o que eu não entendo são essas regras sociais mesmo. Acho que se tivéssemos continuado na mesma sala, todos trocando de roupa juntos, talvez tivesse sido mais fácil para algumas das pessoas lidar com pessoas peladas, ou sexo, ou o outro sexo.

Quando digo que nunca tive problemas com minha nudez, não quero dizer que sempre amei meu corpo.. por exemplo, aos 13 anos eu tinha pavor de uma dobrinha que tenho debaixo da bunda (que hoje em dia eu nem sei mais se existe) e ficava de short na praia. O que quero dizer, é que eu seria a primeira pessoa a assinar um abaixo assinado implorando pela legalização do topless nas praias (e nas ruas… e no shopping). Às vezes me pergunto se só eu que acho absurdo que nesse calor infernal, do qual TODOS reclamam o dia inteiro, não seja permitido entrar no shopping de biquíni. SINCERAMENTE, minha gente.

Malditos sejam os portugueses que mandaram suas caravelas pra cá com aquela gente cheia de camadas e mais camadas de roupas e colonizaram os índios, que conheciam muito bem nosso clima e sabiam que o look do dia aqui no verão, não deveria passar de uma tanguinha e pinturas corporais. Garanto que seríamos muito mais felizes se tivéssemos continuado a seguir esse street style e não a moda (e a cultura toda) importada da Europa que copiamos até hoje. Quando foi que passamos a ver nossos corpos como máquinas sexuais? Que devem ser cobertas, escondidas, para não causar desejos incontroláveis? Por que o corpo humano ofende tanto?

aspas2Mas tudo bem… Eu aceito… Usemos roupas. Só não queiram fingir que as roupas nasceram junto com a humanidade. Que é anormal estar sem roupa. Que valor é esse que as pessoas atribuíram à nudez? Por trás do biquíni todas temos mamilo e uma linha entre as duas nádegas (porque né, mostrar o resto do peito e da bunda não tem problema). Alguns de nós tem pênis e outros temos vaginas, tem gente que tem até os dois e é ISSO, nada diferente disso.

E pra terminar, só me resta desejar boa sorte pra quem acha que esse mundo em que as crianças têm o primeiro contato com gente pelada em variações de playboy e filmes pornô (ou seja, paus sempre duros, com 50cm, mamilos rosas, peitos de silicone e corpos desprovidos de pelo) e que uma foto sua nua pode vazar na internet e acabar com sua vida em 10 minutos, é um mundo legal de se viver.

Depois de argumentar louca e freneticamente, fica aí meu apelo por mais gente normal pelada na rua, na TV, nos desfiles, no cinema e ONDE QUER QUE SEJA. Um apelo pela desmistificação da nudez.

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assinatura Isa


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Voltamos pro Youtube! – Magic Pot #01

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

Post-Magic-Pot

UHUUUUUUU

Outro dia a gente postou lá no Insta (segue aí: @girlswstyle) uma foto contando a novidade: estamos de volta pro Youtube!

Resolvemos finalmente gravar vídeos no estilo diy, sem ter que contratar videomaker, alugar equipamento e estas coisas que antes a gente fazia. Assim, feito por nós mesmas, a gente consegue fazer mais e com frequência. =)

Neste primeiro vídeo a gente apresenta o “Magic Pot” e damos nossas opiniões sobre temas aleatórios!

Dá o play aí em baixo e depois não deixa de comentar o que vocês acharam. Esperamos que gostem!

Ahhhh, quer sugerir temas pro próximo Magic Pot? Deixa nos comentários do vídeo ou aqui no blog mesmo!

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Nenhuma mulher deve ser julgada pelo seu corpo, nenhum corpo precisa ou deve ser justificado

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

Por Pollyana Assumpção

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( Ilustra da sempre incrível Negahamburguer)

Eu estava de boas na natação quando me mandaram por mensagem a treta da “reportagem” do R7 sobre a Fernanda Gentil. Vou falar pra vocês que nem fiquei chocada. O que o R7 fez não é muito diferente do que o Ego e as revistas femininas fazem todos os dias. Tenho notado uma leve modificação nas linhas editorias de algumas revistas que antes eram extremamente preconceituosas mas atualmente tem investido em pautas feministas e de elevação da autoestima. Tenho visto algumas feministas reclamando que o feminismo está na moda, mas como é possível reclamar da exposição de um movimento que para dar certo, precisamos que seja o mais espalhado possível? Tem que ter feminismo em todos os cantos, sim! Em todas as revistas, sim! Semana passada a pressão que o público fez com horror a “reportagem” do R7 fez com que o site retirasse a página do ar, assim como o teste da Revista Capricho que sugeria “descubra se você é feia ou bonita” e devido as reclamações também foi retirado do site. Se a pressão das feministas chatas de internet fazem com que pautas sejam derrubadas, qual o mal no feminismo estar ~na moda~?

Ainda sobre a Fernanda Gentil, muita gente achou que a defesa do Ego em fazer uma matéria JUSTIFICANDO o corpo da Fernanda por ela estar grávida de dois meses teria sido uma vitória, porque não se fala mal de corpo de grávida. Vejo tantas questões aqui que preciso falar sobre elas. Primeiro que o Ego é o campeão de escrutinar o corpo feminino em suas matérias, sempre iniciando suas chamadas com “mais gorda” ou “mais magra” sempre que fala sobre uma mulher. Foi também um dos sites que firmou o termo “barriga negativa” para desespero das mulheres que tem órgãos dentro de seu corpo e não conseguem ter essa barriga negativa toda. Além de ser sempre o responsável pela divulgação de fotos indiscretas aspas2e momentos desagradáveis de tantas mulheres famosas. Segundo que colocar a mulher grávida num altar onde ela está intocável é como dizer que todas as outras mulheres não grávidas podem ser julgadas pelo seu corpo. Basta ver uma simples cobertura de concurso de Miss como teve esse domingo para ler os maiores absurdos. Nenhuma mulher deve ser julgada pelo seu corpo: nem as grávidas nem as não grávidas. Somos todas mulheres e merecemos respeito em qualquer condição. Terceiro e último que nenhum corpo precisa ou deve ser justificado: nem pelo Ego, nem por você. Ninguém precisa explicar porque tem aquela barriguinha ou porque tem 100 quilos. Só diz respeito a você e ninguém precisa da sua explicação. Se Fernanda não estivesse grávida, ela se justificaria pra tornar seu corpo aceitável pro Ego?

Eu amo praia, eu amo o mar, eu amo aquele Sol das 13h que os médicos dizem que a gente não deve pegar porque dá câncer, eu arrisco até a dizer que amo o verão. Mas isso aconteceu de poucos anos pra cá quando voltei a fazer a coisa que eu mais amava quando era criança mas que aboli da minha vida na minha fase de adolescência e de jovem adulta porque tinha vergonha. Não me achava bonita e com corpo de praia suficiente para pisar na areia. Porque o mundo me convenceu que apenas as magras são felizes de biquíni. A imprensa punheteira invadiu meu cérebro com suas musas e corpos de praia. E quantas mulheres deixam de ser divertir pelo mesmo motivo que eu deixei durante anos? Não consigo nem imaginar como essas moças famosas sofrem para se manterem da forma que a sociedade espera delas e que pareça bonito na capa dos sites de fofocas, já que uma simples ida a praia de manhã cedinho vira motivo para notícia. Se nós, mulheres comuns, já somos obrigadas a lidar com esse julgamento diário sobre nossos corpos, imagina o que é tê-lo estampado em capas de revistas com direito a julgamento de todos. De qualquer forma, é verão. Goste ou não de praia, de piscina, de Sol, de calor, somos obrigadas a lidar com tudo isso. Coloca seu short, seu biquíni, seu maiô e vai ser feliz. Seu corpo de praia já está pronto. É esse mesmo que você tem agora.

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