5 Garotas tatuadoras brasileiras super talentosas que você precisa conhecer

Por Nuta Vasconcellos / nuta@gwsmag.com

Eu adoro quando mulheres “invadem” um universo considerado masculino e arrebentam a boca do balão. (Não achei expressão melhor, desculpa) Se engana quem acha que a história de mulheres tatuadas ou mulheres tatuadoras é recente! Eu escrevi um post, A história das tatuagens em garotas e lá eu conto que um dos primeiros registros de tatuagem, foi de fato, em uma mulher e uma das primeiras tatuadoras registradas nos Estados Unidos foi Maud Wagner, que já tatuava em 1911.

Hoje em dia as mulheres estão cada vez maiores do universo da tatuagem. Lá fora temos nomes como Kat Von D, Megan Massacre e russa Valentina Ryabova, que já viraram não só referência de tatuadoras, mas de empresárias. No Brasil, está rolando uma safra muito boa de tatuadoras absurdamente talentosas e com trabalhos super diferentes uma da outra. Vale a pena conhecer e quem sabe, conseguir um horário nas agendas apertadas delas.

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Thais Valente

A carioca Thais que pelo que eu saiba é super novinha – acho que ela não tem nem 25 anos –  fez das mandalas com pontilhismo sua especialidade. Ela ficou tão absurdamente conhecida que hoje tem 85k de seguidores no instagram, ano passado anunciou agenda fechada do ano logo no começo de 2014 e esse ano, ela não está agendando nada até abril (pelo menos foi o que ela disse na página do facebook). Ela é especializada em estilos bem únicos como o dotwork e o blackwork, que não são muito comuns no Brasil, talvez seja por conta disso, o grande sucesso dela.

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bru

Bru Simões

Brunella tem 29 anos e há 8 tatua em Vitória/ES. Ela se define como uma gypsy tattooer porque gosta de viajar por aí tatuando. Mas o mais engraçado é que você também sente esse clima “cigano” nos traços dela. Seu estilo é minimalista, lettering e desenhos geométricos, orgânicos e simbólicos. Hoje em dia esse “estilo” ganhou nome, e é conhecido como fineline, que explora o uso de linhas retas, finas e precisas. Sonho em tatuar com ela!

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BRUM

Maria Fernanda Brum

A mato grossense que mora em São Paulo há mais de 12 anos, Maria Fernanda de 36 anos tem os traços inspirados nos elementos da Belle Époque, Art Déco, cultura asiática, nouveau e old school. O estúdio dela, o Analogic Love, nos Jardins em São Paulo, também é maravilhoso e lá você encontra também mesas, almofadas e quadros com os desenhos dela.

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Luiza Fortes

Com 26 anos de idade e tatuando desde os 21, a carioca Luiza Fortes tem seu próprio estúdio,o ART LINE, em Botafogo. Os traços finos, delicados, marcados, degradês, temas femininos e lúdicos são as principais marcas do trabalho dela. Em pouco tempo o seu trabalho já é reconhecido fora do país e ela já tatuou um tempo até na Alemanha.

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Bruna Pereira

As tatuagens da Bruna me parecem tosquinhas (no melhor sentido da palavra) porque é isso que fazem delas únicas, lindas e cool. Os desenhos geralmente são pretos, com pontilhismo e traços finos. Ela atende no estúdio Tattooa que fica em Curitiba. E eu também queria muito um horário na agenda da Bruna!

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Curtiram? E vocês? Conhecem outras tatuadoras incríveis? Coloca aí  nos comentários!

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Três marcas Plus Size para conhecer já!

Por Nuta Vasconcellos / nuta@gwsmag.com

Já fiz um post aqui sobre Três marcas estilosas e com opções plus size e sempre que eu encontrar novidades vou compartilhar aqui com vocês, porque eu sei bem como é difícil achar no Brasil, peças quando você passou do manequim 42. E o problema vai além disso, né? Porque além de ser difícil encontrar peças grandes, é difícil encontrar peças grandes e estilosas. O post de hoje tá aqui pra isso! Confere minhas três dicas de lojas:

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Elegance

Quem segue a gente no instagram (segue aí! @girlswstyle) viu que recebemos o catálogo lindo da Elegance. Super me apaixonei pela marca que além de ser exclusivamente Plus Size, tem peças super modernas, um corte impecável e modelos super originais. Gosto principalmente dos vestidos, das peças em jeans e alfaiataria. Os tamanhos vão do 42 até o 54. Vale conhecer!

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Marisa

Todo mundo conhece a Marisa mas eu ainda não conhecia a linha Plus Size deles. Mas tive uma surpresa boa. Estão investindo legal, se preocupando em fazer peças atuais e o que eu mais curto: Fazem lingerie! Quem veste tamanho grande sabe o sacrifício que é encontrar um sutiã que o peito não “escapole” por baixo (ou por cima) ou uma calcinha que não marca. E na Marisa tem! A coleção de outono tá incrível e tem a linda da Fluvia Lacerda como garota propaganda ❤ Legal que dá pra comprar online também. Os tamanhos vão até o 54 na maioria das peças.

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Kiss Flower

Conheci a Kiss Flower essa semana e já gamei na coleção toda! As peças são muito atuais, super ligados nas tendências e os cortes são super modernos. Legal também que eles investem nos materiais como por exemplo o neoprene e o resinado.O instagram deles também é super inspirador e vira e mexe tem look da linda da Ju Romano por lá.  O tamanho vai até o 54 e das três marcas que citei aqui, acho a Kiss Flower a mais jovem e com pegada descoladinha e você pode comprar online!

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Sobre conhecer e explorar seu próprio corpo (e não sentir nojo dele)

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

Por Pollyanna Assumpção:

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Já pararam pra pensar em quantos tabus existem ainda sobre o corpo feminino? Como em pleno 2015 ainda tem mulher que não sabe muito bem como as coisas funcionam exatamente em si mesmas? Em como desde pequenas somos ensinadas a disfarçar nosso corpo e as coisas que acontecem com ele? Lembro da primeira vez que tive curiosidade pra saber como era minha vagina, peguei um espelho e olhei e tomei um susto. Eu devia ter uns 10 anos. Logo depois, fiquei menstruada. Tive a sorte de ter uma criação razoavelmente liberal, sem medo de fazer as perguntas erradas, nem fui oprimida sexualmente pela minha família. Sexo aqui em casa era consequência da vida e ficar menstruada uma consequência de ser garota. Mas o mundo não trata as meninas de forma liberal. E então, começam as paranoias desde cedo nas nossas vidas.

Enquanto a masturbação masculina por exemplo é motivo de piada em grupos de amigos, em família, na TV e nos filmes desde sempre sendoconsiderada a coisa mais comum do mundo, a masturbação feminina nem é levada em consideração. Enquanto o rapaz desde novinho já sabe que mexendo no pênis vai acontecer alguma coisa diferente e convive com a ereção matutina, a mulher nunca é estimulada a conhecer sua vagina. Todo homem já conversou sobre masturbação entre amigos, contam com orgulho seus recordes, trocam truques, falam de quando começaram. E nós, mulheres? Eu não faço a MÍNIMA ideia de quando minhas amigas mais próximas e antigas descobriram a arte da masturbação e elas também não sabem sobre mim. Porque sim, nós fazemos. Mas é segredo.

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Porque não é algo considerado comum entre as mulheres. A masturbação masculina é justificada com o fato de que “homem pensa em sexo o tempo todo” mas a feminina, opa… mulher não pensa em sexo né? Mulher não quer dar aquela relaxada antes de dormir, mesmo que sozinha. Mulher não precisa se dar prazer, ela tem que esperar quietinha e fofinha até chegar o príncipe no cavalo branco e com seu pênis ereto pra dar prazer a ela. Porque a mulher precisa que alguém dê prazer a ela, ela não é ensinada a criar o seu próprio.

Ainda sobre isso, mas com um assunto ainda mais simples: menstruação. A menstruação não é vista como algo simples e natural. Ela é tão disfarçada, que até em anúncios de absorvente eles usam uma água azul pra representar o fluxo. Nós falamos que “estamos naqueles dias” e pegamos o absorvente discretamente da bolsa para ir trocar no banheiro. Alguns desses absorventes são tão “cheirosos” que disfarçam a tão temida menstruação até de um cão farejador.

Mulheres menstruam sangue. Sangue é vermelho. Não é sujo, não é fedorento, é natural. Não dá para admitir que algo tão natural, seja tratado como algo vergonhoso. Por causa dessa cultura, muitas mulheres tem nojo do seu fluxo menstrual. Gata, não tenha nojo de si mesma. Não deixe que a sociedade diga que qualquer coisa no seu corpo é nojento. Nem sua pele, nem sua vagina, nem seus fluídos, nem seus pelos, nada disso é nojento. Tudo faz parte do que você é.  A indústria quer ganhar todo o dinheiro possível em cima do que você é. Então ele tenta te convencer a gastar fortunas pra disfarçar tudo o que ele pode inventar que é nojento.

A menstruação é apenas sangue, algo normal que acontece com toda menina ao longo da vida. E é absurdo que ainda estejamos tentando desmistificar esse fato em pleno 2015. Muitas meninas sofrem pelo uso de absorvente. Algumas tem a pele muito sensível e o material causa diversos tipos de alergia. Eu desenvolvi muito novinha uma alergia a esses absorventes e a melhor escolha pra mim, foi absorvente interno que é feito completamente de algodão e não tem cheiro. Algumas mulheres usam o coletor, que tem sido visto como uma alternativa que fica de bem com seu corpo e a natureza, já que evita acumulo de lixo e não é descartável e sim lavável.

Você não precisa gostar de usar coletor, você não precisa deixar de usar sabonete íntimo se te faz sentir bem. Lembre-se sempre que fazer o que se gosta pra se sentir melhor é uma questão pessoal e nem todas as mulheres são iguais. Mas antes de qualquer coisa, seu corpo é seu bem mais precioso. Não sinta nojo de si mesma. Só é possível levar uma vida completa quando nosso maior amor é amor próprio.

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Primeiramente boa noite #57 – Pão na chapa

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

Por: Gian Lucca

#57

Eu sei que tô atrasado. Pior do que estar atrasado com os compromissos da semana é não avisar ninguém que vai atrasar. Essa é uma das coisas que o Rio me ensinou: segue o flow e se importa com a vibe. A galera tem um excesso de vibe absurdo e as vezes eu sinto falta disso em São Paulo. A ponte aérea deu uma diminuída porque a gente sabe, só agora temos uns freelinha mais ou menos.

Ontem eu saí pra boate pra fazer uma pesquisa de mercado. Queria saber o que tinha de gente solteira, de gente namorando, se o frio já chegou de fato, se a galera ainda faz um negocinho gostoso no banheiro, se a fila é legalize, essas coisas. Decepcionei, claro. Galera pega 87 na noite, até aí tudo bem, eu também sou sem critério, mas assim, investir em um pra levar pra casa não existe mais? Galera só quer ficar dando beijinho? Pegação na parede é gostoso e legal, mas aí dorme solitário? Cheguei em casa 4:30am e assisti Babilônia, sabe isso? Dormi desgostoso. Gasta mínimo 30 reais de táxi, gasta mínimo 60 na night, uns 20 na larica. São 110 reais pra dormir sozinho? Ai cara, para de ser burro, assina Netflix por 15 reais por mês e fica de boa.

Outra coisa que esqueci de falar é o quanto os que namoram estão soltos. Eles olham, passam esbarrando e são capazes de sugerir um brunch. Não é suficiente ter garantido o almoço e a janta, tem que arriscar o brunch. A verdade é que traição hoje tem vários lados e a história, pelo menos pra mim, é a mesma: tá comigo ou não tá comigo.

Dentre os milhares de emails que recebi na última semana (pior que foram muitos, histórias maravilhosas, cês tão de parabéns hahahaha só perrengue do bem), recebi um de uma leitora que me perguntou o que eu assisti recentemente e achei muito legal. Aleluia alguém me deu alguma ideia do que escrever. Vou botar então aqui um top 3:

The Casual Vacancy: achei muito legal a minissérie baseada no livro da J.K. Rowling. São três episódios de uma hora e fiquei doidão logo no primeiro. Eu não li o livro pra fazer a comparação, mas li que até que foi fiel ao livro. Consegui baixar tranquilo e também achei pra ver online, só dar uma caçada.

The Culture High: eu tô um pouco entusiasmado com o tema cannabis e comecei a ver várias coisas pra entender melhor a história desse matinho tão lindo e tão polêmico. O documentário tem no Netflix e achei muito bacana, conta a história desde o começo, faz entender da onde surgiu o preconceito bizarro que ronda a maconha há anos e mostra que, em breve, não é possível que não seja legalizada no mundo todo. Ela faz bem e os estudo comprovam isso. Assistam, quero muito fazer um post só sobre isso, quem sabe semana que vem.

Better Call Saul: tem gente falando que não tem nada a ver com Breaking Bad, e eu digo: cara, não faz o menor sentido assistir Better Call Saul sem ter assistido BB. Demorei pra entrar de cabeça na história e entender o enredo do advogado Goodman, mas entrei e é muito legal. Tem no Netflix também, investe até o episódio 7 que vai valer a pena e depois vai que vai

Adeus


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