Balanço de 2015, agradecimento, aviso de recesso!

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

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Chegamos ao final de 2015! E claro, sempre é válido fazer aquele resumão. Pode ser no facebook, na sua agenda, ou no seu blog. Fazer o balanço do ano, ajuda a gente a ter mais foco para o ano seguinte, entender o que podemos melhorar e claro, ser sempre grata.

2015 foi um ano atípico para o GWS. Muita coisa aconteceu nos bastidores enquanto o blog e nossas redes sociais ficaram em calmaria… Quando o ano começou, éramos 3… Éramos 3 desde 2008. Carol, Nuta e Marie. Já estávamos acostumadas a pensar como 3, a resolver as coisas como 3 e decidir tudo, como 3. Mas então, viramos 2! E como duas, repensamos muita coisa e 2015 acabou sendo um ano de decisões e ajustes.

Teve muita conversa, muita indagação, muitas dúvidas. Antes mesmo da Carol sair, cogitamos por algumas vezes, se deveríamos seguir em frente, ou não. Mas decidimos seguir e passamos esse ano deixando tudo redondinho pro ano que vem. Vai ter layout novo, vai ter eventos, encontros, vídeos e coisas que a gente queria tirar do papel faz tempo. Tudo no forno agora, para “ser servido” ano que vem, a partir de março que é quando o ano começa mesmo, né gente? Para as leitoras, o GWS pode estar parecendo paradinho, mas pode ter certeza que estamos agitando muita coisa para o ano que vem! Fica por aí para ver tudo acontecer. Estamos aqui, firme e fortes!

Pessoalmente, 2015 foi muito diferente para a Nuta e para a Marie. A Nuta, tirou o ano para resolver todas as coisas que nós sempre temos mania de deixar para depois sabe? E isso incluiu questões de trabalho, família, saúde e até coisas bobas, como finalmente acertar as sobrancelhas! Mas foi um ano difícil, em que ela teve alguns problemas de saúde por conta de um pós operatório complicado (vai ter post!) e também está tendo que agitar uma mudança de apartamento não programada. Pra Nuta, um ano cansativo, com muitos gastos financeiros e de muitos rompimentos. Mas por que não, renascimento? A gente sempre pode tentar ver as fases difíceis dessa forma. O lado bom foi sem dúvidas ter riscado da lista “afazeres” que estavam por lá há anos.

Já a Marie teve um ano mais tranquilo! Mas não menos cansativo, porque ela trabalhou muito! E também, foi nesse ano que Marie começou a namorar depois de muitos anos solteira. E está apaixonada! Vai dizer que isso não é uma das melhores coisas que podem acontecer em um ano? Amar é sempre muito revigorante. A parte chata é que ela voltou a fumar depois de 1 ano! Nada é perfeito.

Muito, muito, muito obrigada por vocês serem nossas leitoras! De verdade, do fundo do coração. A gente se emociona com cada mensagem, cada e-mail e cada comentário em que vocês compartilham a história de vocês, pedem ajuda ou simplesmente contam como GWS é importante na vida de vocês. É isso que faz a gente seguir em frente. Porque toda vez que a gente pensa em parar, recebemos um estimulo enorme de vocês para continuar.

O GWS pode ter ajudado vocês a se empoderar, melhorado a autoestima de vocês, ajudado vocês a pensarem e refletirem sobre a vida, mas com certeza, o maior presente quem ganha é a gente, sabendo disso tudo.

2016 será maior. Até lá, bom descanso! Pra gente e pra vocês. Um beijo e a gente se vê ano que vem.

RECESSO!

O GWS volta as atividades no dia 05/01/16

 


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WIKINOMIA, O NOVO MODELO ECONÔMICO QUE VAI ATROPELAR NOSSO EGO

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

Por: Marcela Picanço

Eu já falei algumas vezes sobre como eu amo o século 21 e como eu amo a internet. Já falei aqui que estamos todos perdoados por nos sentirmos tão perdidos, porque uma mudança social desse tamanho deixa a gente meio lelé da cuca mesmo. Eu gosto muito de comparar o momento atual com a terceira revolução industrial do século 18, porque quando o modo de produção mudou, tudo mudou. Inclusive o comportamento e pensamento das pessoas. Surgiram novas profissões, novos caminhos, novas possibilidades. Não vou entrar questão sobre esse episódio ter bom ou ruim. Ele aconteceu e temos que encarar as coisas que aconteceram sem ficar imaginando o que poderia ter acontecido. Comparando a transformação que ocorreu com o momento atual, sinto em informar que a nossa geração está no meio do redemoinho da era da informação. A gente está exatamente na fase onde as coisas começam a mudar. E sim, isso tem a ver com a internet. A internet abriu um mundo de possibilidades na nossa frente e vocês já viram que em 15 anos o mundo mudou drasticamente. Eu, por exemplo, trabalho com marketing digital e sou escritora de um blog. Na época dos meus pais essas profissões nem existiam. Imagina só. Que diabos eu ia fazer da minha vida? Talvez minhas palavras nem tivessem chance de chegar a vocês. Imaginem quantos escritores maravilhosos morreram sem ninguém saber que eles existiram?

Post_Wikinomia_02Imagem: Benfeitoria

Pois bem. Enrolei até aqui pra dizer que nosso modelo econômico está totalmente defasado. Já repararam em quantas pessoas estão buscando novas alternativas? Quantas pessoas não estão aceitando mais o trabalho que não gostam? Estão inquietas pensando o que vão fazer da vida profissional antes dos 30? Sim, estamos todos perdidos e deslocados e tentando achar um meio para nos encaixarmos. E sabe por quê? Porque nós somos a primeira geração que começou a vislumbrar um futuro totalmente diferente do presente. A gente viu o quanto a tecnologia mudou o mundo em 10 anos e a gente pensa “Opa, peraí. Se em 10 anos eu tenho um celular que tem mais tecnologia do que o computador do que eu tinha em casa, imagina daqui a 10 anos?” A tecnologia cresce exponencialmente, de acordo com a lei de Moore, então a gente começa a perceber que esse modelo econômico e esse modo de trabalho não está funcionando mais.

wikinomiaÉ como se a gente tivesse usando uma roupa muito apertada o tempo todo, porque a gente cresceu demais, mas ainda insistem e dizem que a gente tem que usar essa roupa. Não temos. E nós somos os responsáveis por fazer roupas novas, que caibam na gente, que caibam nas nossas vontades e visões de mundo. Ninguém sabe do futuro, dessa vez não tem nenhum sábio que possa nos dizer como nos comportar. A mudança está em nossas mãos. Olha o mundo em guerra, em crise econômica, social. E olha pra gente, completamente perdido dentro das possibilidades, porque elas simplesmente não cabem mais. Vamos abrir a mente e mudar tudo! A boa notícia é que isso está acontecendo.

Existem pessoas tipo o Gustavo Tanaka, um cara incrível que eu descobri pela internet, que abriu uma empresa horizontal. Uma empresa horizontal não tem hierarquia, nem horas de trabalho. Cada um trabalha exatamente com o que quer trabalhar e recebe o salário de acordo com o que ele produziu na semana. Toda vez que eu falo isso, as pessoas me perguntam como isso pode funcionar. Bem, leiam esse texto aqui, porque ele pode explicar muito melhor do que eu. Esse tipo de empresa vai ao contrário do que nosso modelo econômico propõe. Mas por mais que a gente queira abrir uma empresa que faça bem pro mundo, produza produtos orgânicos ou conteúdos interessantes e seja totalmente criativa e fora dos moldes, nada vai mudar se a gente não mudar nossa mentalidade. A mentalidade de que o dinheiro rege nossas vontades. Hoje, dinheiro não é nada menos do que o denominador comum de nossas vontades. Mas existe uma linha muito tênue aí porque várias empresas criativas acham que estão inventando a roda, mas pagam mal seus funcionários porque o importante mesmo é trabalhar com o que gosta e vestir a camisa. Pera lá, né? Esse papo também confunde muito a cabeça das pessoas.

O dinheiro é necessário e continuará sendo. O que estou propondo aqui é uma recolocação do significado do dinheiro. Da mesma forma que existem pessoas que ficam o dia todo sem fazer nada e ganham uma baba, existem pessoas que ralam o dia todo e ganham bem pouquinho. E isso não é justo. Riqueza não deve ser mais atrelada diretamente ao sucesso vazio. O sucesso é medido pelo que a gente tem, pela fama, pelo poder. Mas se a gente olhar no dicionário, sucesso é simplesmente se sair bem em alguma coisa. Por que a gente mudou o significado dessa palavra tão importante pra autoestima?

E o que eu estou propondo e começo a perceber é o surgimento da Wikinomia. Esse é o nome do modelo que algumas pessoas estão dando para o próximo modelo econômico do mundo. E eu o considero mais justo e mais compatível com o mundo de hoje. Sabe o Wikipédia? Então, ele é um canal aberto para qualquer pessoa escrever uma informação ou editar uma informação que já está lá. Ou seja, você é produtor de conteúdo e ao mesmo tempo consumidor do conteúdo. Você dá e recebe informação de volta. A wikinomia funciona mais ou menos da mesma forma. Ela é baseada na troca. Você oferece um produto e recebe outro. Quantas páginas de troca e venda de usados você já viu no Facebook? Justamente, esse é o começo da wikinomia. Uma brasileira criou um aplicativo super legal chamado Bliive onde você troca serviços. Por exemplo, eu sei costurar e alguém sabe consertar computador. A gente pode se ajudar mutuamente e receber os serviços que desejamos. Ou então o “Tem Açúcar”, que é um site onde você pode pedir emprestado algo para pessoas do seu bairro. Claro, ainda existe aquele receio de emprestar coisas pra alguém que você não conhece, mas é que a gente está muito preso a esse modelo defasado e individualista. É preciso expandir e arriscar algumas coisas.

Até o próprio Catarse é uma nova forma nova de economia. Você não precisa mais de um super investidor pra tirar sua ideia do papel. Só precisa de uma boa ideia e de um bom poder de convencimento para as pessoas investirem o dinheiro e o tempo delas no seu projeto. O Airbnb que é uma rede de alugueis de casas e apartamento. Ou o Kiva, que é uma rede microempréstimos de pessoas para outras pessoas. Você pode emprestar seu dinheiro em pequenas quantias sem precisar remunerar um banco, por exemplo.

Eu poderia ficar aqui citando um monte de novas empresas e pessoas geniais que estão fazendo essa roda girar. E a gente precisa abrir os olhos pra isso porque o mundo está se transformando e nós podemos ser engolidos ou ajudar essa roda girar. Talvez a gente não exista mais quando surgirem as teorias do que aconteceu com o mundo nesse período, porque para enxergar alguma coisa, é preciso se distanciar dela. Eu não sei qual futuro nos aguarda e sinceramente essa era da informação me assusta muito, até porque eu tenho muita dificuldade em focar e pensar claramente com TANTA coisa surgindo ao mesmo tempo. A gente sente necessidade de ter uma opinião sobre tudo. Precisa saber tudo, toda hora. Mas a verdade é que a gente tem o direito de não saber e tem o direito de não querer saber também. Você pode priorizar aquilo com o que quer se importar.

As oportunidades, nesse momento, são infinitas e a gente pode escolher não cagar com o mundo outro vez. Por mais que a gente nunca vá salvar o mundo de verdade e por mais que a gente nunca consiga acabar com o sofrimento, dá pra melhorar bastante, né? Ou você quer continuar reclamando de tudo no Facebook? Essa é nossa chance. Não desperdice ela, por favor.

 

Esse post foi originalmente escrito no blog De repente, dá certo! Confere lá outros assuntos muito legais que a Marcela aborda. 

– ♥ –

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GWS TV: Como funciona o trabalho de uma consultora de estilo?

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

Antes de tudo, vamos apresentar nossas parcerias desse vídeo, as consultoras de estilo da Estilo Domingo, Letícia Santos e Carol Fajardo. Não que elas realmente precisem de apresentações, já que já viraram figurinha carimbada por aqui. As duas já escreveram aqui para o GWS um post bem legal sobre como consumir de forma mais consciente e também um outro vídeo, que postamos no nosso canal algumas semanas atrás, sobre análise de cores e como funciona o método de cores sazonal expandido.

No vídeo de hoje, vamos falar um pouco sobre o trabalho de uma consultora de estilo e experimentar um pouco do que elas fazem. Sempre tivemos curiosidade para saber como funciona o trabalho de uma consultora na prática. Por que procurar uma? Em que ela pode te ajudar? Qual exatamente o trabalho que ela faz?

O trabalho de consultoria de estilo é uma versão “estendida” do trabalho do personal stylist. A ideia é colocar em harmonia o cliente com seu armário, autoestima, confiança e segurança. Atire a primeira pedra quem nunca abriu o guarda-roupa e disse: “Não tenho nada para vestir” ou já desejou muito comprar uma peça mas a “revista te ensinou” que você não pode usar isto ou aquilo, ou ainda, quis usar algo mas não conseguiu pensar em uma combinação interessante.

Muita gente acha que esse tipo de serviço é algo que só serve para quem “não tem estilo”, mas isso não é verdade! A consultoria de estilo dá ferramentas para manipular roupas, acessórios, cores, maquiagem e todo o armário de acordo com as vontades e necessidades de cada um. O resultado é a melhor versão de cada pessoa, dentro da sua personalidade e gostos. Não tem a ver com tendências de moda ao pé da letra e sim com os objetivos da pessoa, com o psicológico. A ideia da consultoria de imagem é definir uma identidade visual, consistente com sua personalidade, preferências, objetivos e estilo de vida.

No vídeo de hoje a Letícia e a Carol, ajudam a gente a elaborar novos looks e usar peças que não conseguimos usar e estavam paradas no armário ou nos apresentam novas formas de explorar roupas que usávamos de um único jeito e não conseguíamos pensar em outras possibilidades. Às vezes tudo que você precisa pra dar uma renovada no guarda-roupa não são peças novas e sim, um novo olhar.

Dá o play aí no nosso novo vídeo e aproveita e se inscreve no nosso canal!

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Podcasts: O que você está fazendo da sua vida que ainda não está ouvindo nenhum?

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

Por Carol Guido:

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Quem já ouviu falar de podcasts, mas nunca deu uma chance bota o dedo aqui!

Pois é, sabia que muitas de vocês colocariam. Estamos aqui para resolver isto hoje. Como fã de muitos podcasts, sinto que esta é a minha missão no mundo.

Pra quem não sabe, podcasts são programas em áudio, que podem ser produzidos por qualquer pessoa ou empresa. Muitas vezes independentes, como os blogs ou youtubers, podem ser ouvidos on ou offline de qualquer computador ou smartphone. A pegada pode te lembrar um programa de rádio. Ou não.

A parte mais interessante é que você pode ouvir informações excelentes ou apenas se distrair, de acordo com o seu gosto e interesse, enquanto executa tarefas corriqueiras, como correr na esteira, lavar louça, ir do caminho do trabalho pra casa. E claro, sob demanda.

Mas tudo só começa a fazer mesmo sentido se você doa um pouquinho do seu tempo para ouvir. Por isso, vou indicar aqui os meus prediletos como um ponto de partida. Bora lá.

Mamilos

O melhor podcast da atualidade, na minha humilde opinião. Comandado por Ju Wallauer e Cris Bartis, duas publicitárias que fazem um jornalismo com tanta qualidade que deixa a gente até meio estarrecido. A proposta é falar sobre as polêmicas da semana (mamilos, eles são polêmicos hahaha) com empatia e respeito. Você vai aprender muito. Os assuntos são de extrema importância pra nossa vida em sociedade, como brasileiros, como cidadãos.

♥ Episódio para começar:

#41 Violência contra a mulher na internet – por motivos óbvios.

#12 Violência policial – necessário pelo simples fato disto muito nos interessar. E pra nos fazer aprender que realmente não há solução simples para problemas complexos.

Projeto Humanos

Terminei o primeiro episódio chorando. Um misto de emoção, pelo privilégio de ter tido acesso a este conteúdo, e tristeza profunda. O Projeto Humanos é feito por Ivan Mizanzuk, um professor universitário que conseguiu expandir conhecimento para muito além da sala de aula. O cast é sobre histórias de indivíduos e como elas nos ajudam a entender cenários que afetam a vida de todos nós. Esta primeira temporada se chama “Filhas da Guerra” e fala sobre o holocausto através dos olhos de uma senhora chamada Lili e sua família. Você vai ouvir da voz da Lili tudo que aconteceu com ela, com a família dela e mais um monte de áudios com entrevistas, informações fodas. É de arrepiar.

♥ Episódio para começar:

O mal puxa o mal – é nele que a história tem seu início.

Serial (em inglês)

Pode dizer adeus para a sua vida social. Serial é viciante e você vai se sentir um Sherlock Holmes ouvindo. Quem te conduz nesta jornada é a jornalista americana Sarah Koening. A primeira temporada tem 12 episódios e você acompanha com ela (a Sarah) a construção de uma matéria investigativa sobre o assassinato de uma garota chamada Hae, no final dos anos 90. O namorado dela foi acusado e preso, está cumprindo a pena há 16 anos. Mas parece que nem todo mundo concorda com a condenação dele, e o cara se diz inocente até hoje. Sarah corre atrás disso e putz…Vai te fisgar, se prepara.

Pra completar, a segunda temporada acabou de ser lançada. Um novo caso, todos os viciados em podcasts apreensivos ouvindo juntos, semana a semana.

♥ Episódio para começar:

O primeiro, da primeira temporada!

Dear Hank and John (em inglês)

O podcast do Hank Green e John Green (sim, o escritor) é um presente para os meus ouvidos, principalmente em dias ruins. Eu sou fã dos caras (já falei disto neste post) pela quantidade de coisas que consigo aprender com eles, seja sobre o mundo, sobre política, sobre mim mesma, sobre empatia. E o podcast é uma extensão do que eles já fazem de melhor. Os ouvintes mandam perguntas sobre qualquer assunto e eles respondem. É simples assim. As perguntas vão desde de “Tenho 30 anos e não sei o que faço da minha vida, me ajudem?” até “Estou a fim de uma garota, mas ela é hetero, como faço pra esquecê-la?”.

♥ Episódio para começar:

Acho que pode ser por qualquer um, mas do primeiro é sempre melhor pra ir acompanhando piadas internas e referências à episódios anteriores.

Braincast

É através do Braincast que me atualizo sobre o mercado digital e ouço a opinião de profissionais de comunicação que considero muito bons sobre assuntos relevantes. O cast faz parte do conteúdo do site B9, do Carlos Merigo. E é no B9 que estão também os incríveis Projetos Humanos e Mamilos. Eu confesso que não gostava muito do B9 há alguns anos. Já tinha dado muitas chances pra ouvir, mas nada de conseguir engatar. Mas há mais ou menos uns 9 meses eu embalei totalmente, principalmente porque os assuntos começaram a me interessar mais e por eu ter mudado como pessoa também.

♥ Episódio para começar:

#169 A resistência do texto na internet – pra todo mundo que escreve e tem blog.

#166 Influenciadores na web: uma análise crítica – pra quem trabalha com comunicação digital ou só quer entender mais como funciona o mundo dos influenciadores que você lê / vê / escuta.

Como ouvir podcasts

Para fechar com chave de ouro, uma breve explicação sobre como ouvir podcasts. É simples.

Quem tem Android pode baixar na Play Store qualquer aplicativo bem rankeado buscando por “podcasts”. O mais conhecido, até onde eu sei, é o “Podcast & Radio Addict”.

Quem tem iPhone pode usar o programa nativo que já vem no seu celular chamado “Podcasts” (bem intuitivo, né hahaha) ou baixar um outro na App Store. Eu uso o nativo mesmo, mas já ouvi dizer que não é dos melhores. Me atende, tô ok com ele.

Tanto em Android ou Apple, entre no seu app e faça uma busca pelo nome do podcast que você quer ouvir. Assine os que você quer acompanhar sempre (tem o mesmo princípio de assinar canais do youtube), ouça o episódio por streaming (só dar o play) ou faça download para ouvir offline.

Para quem quiser ouvir no computador, basta entrar no site do podcast que você quiser (alô Google) e ver como eles disponibilizam. A maioria tem download do mp3 e link pra ouvir por streaming no Soundcloud.

E aí, o que vocês estão mais empolgadas pra ouvir? E quem já ouve, deixa aí nos comentários as suas dicas também!

PS: Eu já indiquei o Nerdcast aqui e declarei muito amor a este, que é o podcast que eu mais ouvi durante anos e anos da vida. Aprendi e ri muito com eles. Sou (era?) muito fã, no nível quando vi os caras no Youpix eu queria pedir autógrafo. Mas de mais ou menos um ano pra cá, tava sem vontade de baixar. Não sabia direito porque. Até que teve um episódio que foi a gota d’água pra mim, com o tema “Nheco checo no volante”. Nem consegui ouvir tudo de tanta babaquice. Aí abandonei totalmente. Mas depois de muitos feedbacks sobre isto e uns babados fortes na internet parece que eles estão melhorando. Não sei, talvez volte a ser ouvinte de novo. Mas achei importante explicar pra leitoras que já estão aqui no GWS há muito tempo e poderiam estranhar eu não ter falado deles.

– ♥ –

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