Curso: Oficina de escrita criativa com Clara Averbuck

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

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Estamos na reta final de organização do nosso Espaço Criativo GWS  e essa semana acontece nosso primeiro curso, jornalismo de moda com a Luiza Brasil! Tá tudo tão corrido e em cima da hora, que não conseguimos ainda fazer um post legal sobre o espaço, com fotos, vídeos e tudo mais que essa nova fase do GWS merece. Mas segurem! Tudo isso tá no forno. Enquanto uma apresentação digna do espaço não sai, vamos divulgar nossa agenda de cursos que está cada vez mais maravilhosa. Nosso próximo workshop já tem data: 12/11, sábado, rola a Oficina de Escrita Criativa com a talentosa Clara Averbuck, escritora com mais de 7 livros publicados, considerada literatura de consumo com influência da subcultura pop. A popularidade de seus escritos chamou a atenção de diretores importantes do teatro e do cinema. “Máquina de Pinball”, seu primeiro livro, ganhou adaptação para o teatro, roteirizado por Antônio Abujamra e Alan Castelo, em 2003. Este e outros dois livros também inspiraram o diretor cinematográfico Murilo Salles que produziu o filme Nome Próprio, em 2006/2007, com Leandra Leal no papel principal. Feminista convicta é uma das editoras de um dos principais sites no Brasil sobre o tema, que você com certeza conhece, o Lugar de Mulher.

Uma oficina para aquelas que gostam de escrever e querem exercitar seu dom. Pode ter publicado ou não, pode ser profissional ou não, pode ser super desinibida ou morrer de vergonha; o que importa é a vontade de escrever, produzir, destravar. E por que só para mulheres? As editoras recebem três vezes menos originais de livros escritos por mulheres do que por homens. É porque tem pouca mulher escrevendo? Não. É porque as mulheres desistem antes mesmo de enviar seus livros. Há muitas mulheres inseguras com sua escrita, com vergonha de mostrar, com medo de errar, duvidando de seu potencial; a oficina servirá também para que as mulheres que participam criem mais segurança em relação a seus textos, em um espaço seguro em que se sintam confortáveis para compartilhar e escrever sem julgamentos.

>>> Garanta sua vaga: http://bit.ly/GWSOficEscrita <<<

Conteúdo programático:

– O que é a Escrita Criativa?
– Onde começa a história? Subsídios para o começo, meio e fim. Esquemas para um esqueleto;
– Exercícios práticos de Escrita Criativa;
– Coffee Break;
– Os personagens;
– O espaço e o tempo;
– O conflito que faz a história caminhar;
– A narrativa (cenas e capítulos – estrutura da história)
– Leitura textos e indicações de leitura

Além de uma tarde produtiva de sábado, você vai levar pra casa um material exclusivo do GWS e mimos da LUSH! Precisa de mais? Claro que não. Corre e se inscreve porque as vagas são limitadas.


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A supervalorização do sexo

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

Parem de supervalorizar o sexo!

Quanto mais eu penso no assunto, mais tenho certeza de que um dos principais problemas da sociedade é dar importância demais ao sexo. Tanto na hora de glamourizar, quanto na hora de marginalizar. O sexo é instrumento de conquista, de aproximação, de repelência e de humilhação, quando deveria ser instrumento de reprodução e prazer, apenas!! As pessoas conseguem distorcer um dos únicos prazeres gratuitos dessa vida, além da praia, transformando-o no céu e no inferno e descartando todo o valor divertido desse ato. O negócio é tão palpável, que eu até consegui dividir em tópicos, os motivos pelo qual o povo tá estragando o sexo.

supervalorizacao do sexoIlustração: Regards Coupables

 1- O bom e velho abismo entre Expectativa e Realidade

Lembro perfeitamente da primeira vez que me deparei com uma cena de sexo na TV. Eu tinha uns 8 anos e já tava acostumada a ver “cenas de sexo” nas novelas da Globo e filmes hollywoodianos. Por lá, reinavam duas modalidades de conjunção carnal: uma consistia em pessoas rolando de um lado pro outro em camas king size ornadas com lençóis brancos e sedosos de 1 gazilhão de fios egípcios. A outra era daquele tipo que o homem manipula a donzela em seus braços, como se fosse uma boneca de meio quilo: levanta no colo, coloca em cima da mesa, tira tudo da mesa com a outra mão, pega no colo de novo, leva na parede, come a mulher flutuando na parede, pendura no ventilador, as roupas escorregam do corpo com aquela facilidade ímpar… vocês sabem. Mas muito antes de eu me iniciar na vida sexual, a realidade bateu em minha porta e-eu-a-bri. Tava com mamãe vendo filme, quando aparece uma cena de um cara suado em cima de uma mulher também suada, os dois pelados e esquisitos (não pareciam aqueles galãs e modelos das novelas), numa cama de solteiro tosqueira, numa cena totalmente constragedora de… tchananam: “Cruzes, mãe, que que isso?!?!?!?” “Eles tão transando, ué”. Era sexo! REAL. Minha mãe já respondeu com uma risadinha de canto de boca, prevendo o que viria depois. “Mentira… eu já vi pessoas transando na novela e não é assim”. “Eu sei… esse é o de verdade”. — QUE UÓÓ – Nem precisei falar nada! Ela viu na minha cara a ojeriza. Pior que sexo de filme de Hollywood e novela, só sexo de filme pornô, com mulheres 100% depiladas dos pés ao pescoço e homens com pirus quilométricos. A geração que for poupada de toda essa ilusão, vai lidar muito melhor com a realidade do sexo.

abb911835bcea5b8000d65781aa1b2ccIlustração: Regards Coupables

2- A mitologia envolvendo a virgindade

Sempre fui uma leitora ávida da Capricho e outras publicações direcionadas à jovem mulher. Eu lia elas todas de cabo a rabo. Vira e mexe, dava uma bizoiada nas Marie Claires da vida também, por um vislumbre do que viria por aí. E lá na Capricho, sempre tinha uma psicóloga, conselheira ou sei lá, pra cagar uma regra de que: “A pessoa que tira sua virgindade tem que ser um cara especial”… e blá blá blá. Eu sei, não era por mal… eles estavam tentando nos preservar, né? Mas já que já estamos em 2016 e estamos empoderadas, podemos virar essa página. E começar a ensinar que você, menina, pode perder a virgindade com quem você quiser, contanto que você esteja afim e por favor, use camisinha, porque ao contrário de nós, esses homens são ensinados a passar o piru em qualquer vagina que aparecer do lado deles. Ficar dando essa importância toda pra virgindade só traz medo pras meninas. Medo de serem as únicas virgens, medo de serem as únicas “não-virgens”, medo de serem consideradas santas, medo de serem consideradas “rodadas”. É só um hímen que se rompe, sua vida não vai mudar por isso (repito, se você usar camisinha e obviamente o sexo tiver sido consensual), ninguém vira outra pessoa porque aquela membrana foi rompida, ninguém. Esse papo da virgindade só funciona entre aqueles que acham que o sexo tem o propósito de gerar criancinhas e mais nada. Se você usa o sexo pra sentir prazer, a primeira vez e a última, deveriam ter o mesmo valor – o de um orgasmo.

nudezIlustração: Regards Coupables

 3- A condenação da nudez

Fiz esse apelo aqui no GWS há uns meses e volto a dizer: vamos parar de sexualizar tudo que é corpo nu, cacete. Nem era pra gente ficar usando roupa do jeito que a gente usa. Olha nosso clima. Estamos em outubro e eu poderia estar usando uma tanguinha pra vir pro trabalho tranquilamente, se não fossem as dezenas de aparelhos de ar-condicionado instalados por aqui. A gente herdou esse negócio de camadas e mais camadas de vestimentas dos portugueses que vieram pra cá dizimar os habitantes locais que obviamente andavam nus e agora vamos nos fuder eternamente num calor desnecessário. Depois de virar mãe então e ser obrigada a desfilar meus belos- hahaha- seios por aí, tenho mais preguiça ainda de quem ainda se espanta com fulana “deixando escapar o mamilo” na saída da buatchy. BIG DEAL! Todo mundo tem mamilo, tem gente que tem até 3. Ou seja, além de toda a parte envolvendo o sexo em si, ainda tem isso da pessoa ficar sem graça só de ficar pelada na frente da outra. De não conhecer nem a própria vagina, de tanto que ela se esconde. Ah para.. qual a diferença dessa parte do seu corpo e as outras? Nenhuma.

caretizacao do sexoIlustração: Regards Coupables

4- A caretização do sexo

Mas beleza… você não criou expectativa, perdeu a virgindade e não tem vergonha de ficar pelada, que venham dias e noites de sexo na sua vida. Você começa a transar várias vezes com um, outras vezes com outra, percebe que precisa variar e começa a diversificar suas práticas. Porque afinal, o objetivo é se divertir, né? Então tem que rolar uma pitadinha de sal ali e uma pimenta acolá. E você engata nesse mundo maravilhoso de noites de farra gratuita que o sexo pode te proporcionar. SÓ QUE as pessoas são CHATAS, e quando você se toca, você virou a LOUCA que gosta de sexo selvagem, que gosta de orgia, 50 tons de cinza, maluca, tarada e não sei o que mais. Só porque você, no alto da sua evolução, entende que se for pra ficar entediada, você prefere ficar olhando pro teto sozinha do que mal acompanhada.
Enfim, é só SEXO gente. É bom e é de graça, façam mais e falem menos. Usem e abusem. Eu estarei fazendo isso.

postado originalmente em: medium.com/@isafreire

— ♥ —

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Curso: Como trabalhar com Jornalismo de moda, com Luiza Brasil

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

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O GWS ganhará muito em breve um espaço físico no Flamengo, Rio de Janeiro. Vocês sabem que desde sempre temos como proposta ser uma plataforma online, independente, com a vontade de enriquecer a vida das mulheres através de um conteúdo empoderador. No nosso espaço offline, chamado Espaço Criativo GWS, queremos despertar o lado empreendedor e o desenvolvimento profissional das garotas.

A ideia é desenvolver um lugar onde mulheres falem para mulheres, afinal: Toda garota tem algo incrível para mostrar pro mundo. O espaço vai estar de portas abertas para cursos, palestras, workshops, reuniões e mais um monte de coisa, que inclusive, vocês podem propor pra gente. Mas, em breve contaremos mais, postaremos fotos e detalhes de como tudo vai funcionar! É que estamos na reta final das obras e correndo contra o tempo, afinal dia 05/11/16, sábado, abriremos as portas para o nosso primeiro curso: Jornalismo de moda com a facilitadora Luiza Brasil!

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Luiza Brasil é o braço direito de Costanza Pascolato, ícone da moda brasileira. Formada em Jornalismo pela PUC-RIO e em Fashion Styling pela London College of Fashion, tem colaborações para veículos como Elle Brasil, GNT e MTV e conteúdo de moda para empresas como Shop2gether, Farm e Leeloo. Em seu projeto pessoal, o MEQUETREFISMOS, ela fala sobre representatividade e empoderamento racial, moda contemporânea e lifestyle urbano.

No Espaço Criativo GWS, ela vai falar sobre como é trabalhar com jornalismo no mercado de moda nacional, como desenvolver a escrita de moda, os primeiros passos na carreira e exercícios para desenvolver a criatividade. Se você pensa em seguir carreira no jornalismo de moda, não pode perder. O que a gente pode garantir pra vocês nesse dia com Luiza é uma enxurrada de conteúdo interessante e uma explosão de criatividade!

>>Garanta sua vaga: http://bit.ly/GWSJornModa

Conteúdo programático:

  • Apresentação da carreira Luiza Brasil
  • Dinâmica com participantes
  • História do Jornalismo de Moda
  • Jornalismo x Blogger x Digital Influencer
  • Neo-jornalismo: conteúdo para redes sociais, e-commerces, bureau de tendências e marcas
  • Coffee Break
  • Desenvolvimento da escrita de moda criativa
  • Panorama do mercado de moda e dicas para iniciar a carreira
  • Atividade prática
  • Apresentação da atividade feita em aula

Além de uma tarde produtiva de sábado, você vai levar pra casa um material exclusivo do GWS e mimos da LUSH! Precisa de mais? Claro que não. Corre e se inscreve porque as vagas são limitadas.


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Looks esportivos: FILA e Champion ganham espaço na moda de rua

Por Nuta Vasconcellos / nuta@gwsmag.com

Não é de hoje que percebemos que o ready-to-wear, a moda de rua, se transformou em looks esportivos, aqueles saídos da academia ou de alguma quadra de esportes. Em 2015, vimos a adidas se transformar na  marca mais desejada, lançando tendências e fazendo parcerias que se esgotavam em minutos.

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Na leva, logo estávamos vendo por aí Nike e Puma ganhando as ruas e o coração dos apaixonados por moda. Mas agora marcas “menores” com uma pegada mais underground estão dominando o armário dos fashionistas mais atentos: FILA e Champion.

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A FILA nasceu em 1911 em Biella, Itália. Inicialmente a empresa não tinha nada de esportiva, já que eles confeccionavam roupas íntimas. Nos anos seguintes a empresa ficou conhecida em toda a Itália pela alta qualidade de suas roupas, mas foi sob o comando de Enrico Frachey que a ingressou na área esportiva, somente em 1973, após adquirir experiência no mercado têxtil durante décadas. No mesmo ano a empresa lançou sua primeira linha de roupas esportivas para a prática do tênis, esporte em que a FILA se tornou referência. De lá pra cá, muita coisa aconteceu com a marca. Nos anos 80, início dos 90, décadas que oficializaram os looks esportivos como roupas para as ruas, a marca já era vista no underground e em looks dos mais alternativos. Em 2016, a FILA tem se firmado como a queridinha dos fashionistas e vem sendo usada em editoriais de moda.

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Coladinha ali com a FILA, temos uma marca esportiva americana de Nova Iorque que sempre procurou ter uma identidade mais alternativa e ligada ao universo adolescente: A Champion, que produziu uniformes para algumas equipes da Associação Nacional de Basquete nos Estados Unidos durante a década de 90 e alguns times da NFL durante os anos 80 e 90. A Champion também produziu sportwear para importantes faculdades americanas e hoje, seus moletons viraram febre entre os amantes da moda esportiva, depois da sacada em se unir com a marca descolada, Supreme.

Seja adidas, Nike, Puma, FILA ou Champion é inegável a força da moda esportista nos dias de hoje. Cada dia mais tecnológicas, modernas e inovadoras, as marcas de sportwear seriam as novas grifes desejo, um símbolo de uma nova linguagem do luxo ou apenas uma moda passageira? Só o tempo dirá.

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