5 coisas que não dou a mínima – Titi Müller

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

Nossa participante da vez da tag “5 coisas que não dou a mínima” é dessas garotas que representam muito bem o #girlpower: Titi Müller! Ela é apresentadora, atriz, estilista, feminista, linda e gente boa pra caramba. Precisa de mais?

Ela ficou nacionalmente conhecida depois de ser VJ da MTV durante 5 temporadas. Lá, ela apresentou alguns programas como o Acesso MTV, Podsex e MTV sem Vergonha, esses dois últimos, ela falava sobre sexo, com a naturalidade que o assunto pede e, principalmente, abordava o tema de um ponto de vista feminista e por conta disso, a gente tem certeza que Titi ajudou muita garota a se descobrir sexualmente, a se permitir e a não aceitar nada na hora do sexo só para “agradar” o outro. Amamos também quando Titi  fez uma coleção inteirinha no começo desse ano, para a marca Liverpool, chamada La Dolce Vita! Uma coleção totalmente “off” tendências, em que ela realmente desenhou o que gosta e usa. O resultado? Peças com carinha retrô e ares sessentistas. Como se tudo isso não fosse suficiente pra ela ser uma mina foda, esse ano ela também estreou nos cinemas com uma participação no filme de comédia Do Lado De Fora.

Hoje ela é apresentadora do canal Multishow, onde cobre as transmissões ao vivo do canal e também apresenta o programa de viagens “Anota Aí” que é uma volta ao mundo em 40 dias mostrando 10 dicas que fogem do comum e são mega úteis, como por exemplo: 10 pizzas de encher a barriga. Aí a gente viu vantagem.

Agora vem ver as 5 coisas que a Titi não dá a mínima e vê se rola aquela identificação!

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1. Ser tirada pra puta

Isso acontece desde antes da minha primeira aparição na MTV falando “pinto”, em 2009. Sempre dei para quem eu quis e boa parte das vezes na primeira, falei sobre sexo sem pudores a vida inteira e não sinto nenhuma culpa em relação a isso. Se isso é ser puta, ok, sou puta! O que me deixa ~puta~ é quando vem um cretino e fala isso de um jeito escroto e machista, me reduzindo a apenas esse tema. Mas na maioria das vezes, pra mim, puta não é ofensa. É característica.

2.Tendências

Tenho o mesmo estilo retrô sessentinha desde sempre. Aos 13 anos aprendi a costurar e passei a usar vestidos confeccionados por mim, todos muito parecidos. Meu eu armário é tão monotemático quanto o da Mônica: apenas vestidos com a cintura alta marcada e saias rodadas. É o que me favorece, me sinto confortável e desafio alguém a me convencer a usar uma calça saruel, mesmo se ela voltar com tudo no inverno 2016 e virar item “obrigatório”. Só a palavra “obrigatório” quando estamos falando de roupas já me dá enjoo.

 3.Gafes ao vivo

Recentemente soltei um “caralho” na transmissão do Paul Mccartney no Multishow. Foi um caralho feliz, estava mega emocionada por estar na cobertura do show do meu maior ídolo. No dia seguinte alguns sites noticiaram a “gafe”, dizendo que meu áudio vazou e deu para me escutar xingando e falando palavrão. Amigos jornalistas: eu sabia que estava ao vivo e aquilo não foi um piti. E não foi a primeira vez nem será a última vez que ganho “aspas” por falar palavrão. Imprensa limitadaZzzzZ

 4.Pagar a conta

Paguei muita conta do casal sozinha e quando tenho condi$ões não dou a mínima. Essa vida é uma montanha russa e não me importo que paguem pra mim também, principalmente quando a vaca está magra.

 5.Fiscal de cu

A natureza é perfeita e deu apenas um orifício anal para cada indivíduo para que todos cuidem do seu e de mais ninguém. Amplio aqui o conceito de cu para tudo: aparelho reprodutor, peso e escolhas amorosas. E cuidado: existe muito fiscal de cu disfarçado de amigo querendo aconselhar. Recomendo atenção.

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