A volta do chapéu Flopy e a nova marca Nath Hats!

Por Nuta Vasconcellos / nuta@gwsmag.com

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Em 2009 rolou um super boom de chapéus! Quem lembra? Naquele tempo os modelos mais bombados eram o Fedora e o Panamá, mas não demorou muito para outros modelos caírem nas graças dos fashionistas e estilistas que começaram a investir em chapéus em suas coleções. Daí veio o Canotier, o Coco, o Flopy… E usar chapéu voltou a ser cool.

Esse boom está acontecendo novamente! Só que desta vez, a grande estrela é o modelo Flopy. Este tipo de chapéu tem como principais características a parte superior arredondada, aba grande e flexível. Na realidade, esta aba costuma ser mole, formando ondulações, em sua estrutura, o que dá todo o charme. Mas alguns modelos de Floppy possuem essas abas um pouco mais estreitas ou mais firmes. Os materiais com que são feitos geralmente são o feltro, palha ou outros que possibilitem flexibilidade. O modelo virou hit nos anos 60, graças a musa Brigitte Bardot e desde então, vai e vem no mundo da moda. O que eu mais gosto no Flopy é a capacidade que ele tem de ser descolado e ao mesmo tempo, mega chic, vocês não acham? O floppy  já foi muito popular por causa da sua carinha boho, mas acho que essa volta dele tem muito a ver com a vibe mística que anda rondando a moda.

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Se você ainda não tem o seu, pode ter certeza que você vai ficar morrendo de vontade de ter um quando as coleções de inverno começarem a chegar nas lojas. Quase todas as marcas investiram no Flopy, uma delas foi a Karamello (que aliás já dei uma espiada no inverno da marca e está super lindo) e a novata no mercado Nath Hats.

Conheci a Nath, uma carioca que hoje vive no interior de São Paulo, em 2012 por causa do blog dela, A Produção e por causa das habilidades dela de montar looks incríveis, sempre fiquei ligada nas suas redes sociais #stalkerfeelings. E foi assim que conheci a nova empreitada da moça, o Nath Hats.

Nath me contou que sempre foi apaixonada por chapéus e que quis criar com a Nath Hats, sua marca exclusiva de chapéus, um conceito próprio, inspirado em ícones históricos, adaptando modelos clássicos em releituras lúdicas. Nath cuida pessoalmente de cada modelo. Da elaboração, da confecção, da pequena customização que ela faz questão de fazer: O nome da dona (ou dono) bordadinho no interior do chapéu, deixando cada modelo mais exclusivo e especial.

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A marca ainda é super novinha! Começou no final de 2013 e a produção começou mesmo a mil no comecinho desse ano. Nath sempre amou chapéus, mas a um ano atrás quando saiu do Rio de Janeiro para morar com o namorado no Rancho do Paioleiro em uma cidade de interior com cultura de chapéu no dia a dia da roça, foi que ela percebeu que precisava fazer uma pequena coleção e começar a desenvolver modelos clássicos com a pegada dela. “Comecei a estudar sobre o assunto durante 1 ano e resolvi postar alguns modelos no instagram. A procura foi tão grande, que  agora já estou com o atelier Nath Hats na cidade de São Bento do Sapucaí, SP. Vivo esta vida de filme nas montanhas com chapéus para cima e para baixo! A paixão pela cultura usual dos chapéus na história me levam sempre a querer desenvolver mais e mais.”

Atualmente o Nath Hats tem quatro modelos, um dos modelos mais populares (e lindos) da marca é o Bardot Cult, pelo nome vocês já devem ter percebido que é uma releitura do clássico Flopy usado por  Brigitte lá nos anos 60.  Eu fiquei super apaixonada e garanti o meu! Achei que seria legal compartilhar com vocês o talento dela e também a vontade e a coragem que ela teve de correr atrás do seu sonho. Pra saber mais sobre a marca, é só entrar no instagram: Nath_Hats.

E vocês? Gostam do Flopy?

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