American Horror Story

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

Por Isa Freire:

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O seriado do qual eu vou falar hoje abrange tantos assuntos e curiosidades que fica difícil saber como começar, por onde passar e uma forma de terminar tudo deixando claro o quanto eu o acho fantástico: American Horror Story, dos mesmos produtores “pau-pra-toda-obra” de Glee, Brad Falchnuk e Ryan Murphy.

A terceira temporada, assim como as outras duas, estreou astutamente na época do Halloween nos E.U.A (que pra minha felicidade coincide com a época do meu aniversário). Assim como todo entretenimento americano de primeira, o seriado consegue juntar tudo que há de bom: elenco fixo legal, participações especias de ponta, figurino e cenários bem bonitos (pelo menos, para uma leiga) e um roteiro que eu super amaria ter escrito, risos. Mas eu não vim aqui pra falar o que o AHS tem de semelhante a praticamente tudo que as boas emissoras dos states produzem (sério, eu fico de queixo caído, não param de aparecer seriados maravilhosos naquela terra.).

Vamos às peculiaridades. A cada temporada, a história muda completamente, mas isso não quer dizer que os diretores não mantenham os mesmos atores e às vezes até o mesmo casal, o que deixa toda essa experiência bem legal. Tenho uma coroa-crush na Jessica Lange desde a primeira temporada. Gente, ela tem 64 anos e samba na fuça de nós todas. É o que eu sempre digo, quem sabe envelhecer e abraçar suas próprias qualidades, fica sempre mais bonita. E ela é sempre papel de destaque. Gosto muito do Evan Peters também, a cota boy magia fixa das três temporadas e da Lily Rabe, que foi escolhida pra interpretar sempre os papéis mais lúdicos.

Na primeira temporada, foi contada a história de uma casa mal assombrada.. na segunda, de um hospício/casa de tortura e na terceira, a de um internato de bruxas..uuuh.. parece idiota? Assista à abertura ou apenas escute a música que toca e responda de novo. Eles escolhem o tema apenas como base pra desenvolver todo tipo de folclore assustador que conhecemos. Vou listar alguns dos tópicos: fantasmas, filhos bastardos presos no porão, massacre da serra elétrica, canibalismo, experimentos com seres humanos, médicos nazistas, exorcismo, vudu, monstros do frankestein, terapias exageradas de eletrochoque, aquelas criancinhas com cara de filho do diabo, E.T.s., entre muitos outros. Antes que eu me esqueça, terror tem tudo a ver com sangue, monstros, fantasmas mas também com sedução, putaria e sexo, então preparem-se pra bastantes cenas picantes, uh-la-la.

Vou avisar: dá medo! Assistam acompanhados e que isso não seja a última coisa que você vá ver antes de dormir. Eles transformam tudo que parece bobo em assustador (mas ao mesmo tempo fazem você querer fazer parte do mundo sobrenatural). A atual temporada parece ter sido pensada para as mulheres. Quase não tem homem participando, é a história da guerra entre as bruxas brancas, que fazem bruxaria moderninha e as bruxas negras, que fazem vudu, bruxaria de raiz. Cada temporada tem uns 13 episódios e vocês podem começar da que quiserem. É o tipo de série criada pra quem não tem limites pra acreditar no invisível e no inexplicável. Não adianta ver com a cabeça cética de gente que diz “isso é ridículo, nunca aconteceria na vida real”. Não mesmo. Abrace o sobrenatural e aproveite os novos limites da sua mente.

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