Dutch Bob: O cabelo mais cool de todos os tempos

Por Nuta Vasconcellos / nuta@gwsmag.com

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Outro dia, eu estava procurando fotos da Natalie Portman no filme Leon – que aqui no Brasil ganhou o nome de “O Profissional”-  para o tumblr do GWS e aí me caiu uma ficha: Vocês  já repararam que esse corte de cabelo, o mesmo que Portman usa como a personagem Mathilda no filme é quase o cabelo oficial das garotas rebeldes, modernas e cheias de atitude dos filmes e até da vida real? O corte “Dutch Bob”, que também podemos chamar de Bob com franja. No filme francês, Mathilda é uma órfã, inteligente, sagaz e esperta, que acaba se tornando aprendiz de um assassino profissional.

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Não me surpreende o fato de que esse estilo de corte, sinônimo de atitude, tenha surgido nos anos 20.  Inclusive, já falei nesse post sobre a importância dessa década na vida de nós mulheres. Os anos 20 foram importantíssimos para a construção e evolução dos nossos direitos até estéticos. Aliás, foi lá naquela década que surgiu talvez a primeira rebel girl do mundo, Louise Brooks, atriz e com certeza, uma mulher a frente do seu tempo que, claro, usava o corte Bob com franja. Naquela época, uma mulher cortar o cabelo tão curto, era sinal de independência e rebeldia.

A revolução que esse cabelo causou foi tanta, que Scott Fitzgerald, o autor de O Grande Gatsby, escreveu um conto chamado “Bernice bobs her hair” que conta a história de uma transformação da menina doce da sociedade para vamp!

Ao longo da história do cinema, são incontáveis as personagens alternativas que usam o corte. Um dos mais emblemáticos na minha opinião, foi sem dúvidas Uma Thurman no filme de 1994, Pulp Fiction, interpretando Mia Wallace. Personagem que acabou inspirando, na vida real, a atriz mega descolada, Krysten Ritter. São várias personagens marcantes do cinema com o corte Bob de franja. Mas o que sempre me chama a atenção, é que são sempre mulheres revolucionárias, modernas, alternativas… Curioso, né?

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Força aí a memória pra você ver: Amélie Poulain, Jordana (do filme Submarine), Leeloo (personagem de Milla Jovovich no filme, O 5º Elemento). Madeleine (do maravilhoso filme francês Masculin, Féminin) e uns dos mais recentes, o filme britânico “God Help the Girl”, com a personagem Eve, vivida pela linda Emily Browning. Isso claro, sem citar de novo, Natalie Portman e sua peruca rosa em Closer – Perto Demais.

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Qual será a magia desse corte gente!? Só cortando pra saber! Quem já teve, tem ou quer ter um Dutch Bob? Conta pra gente aí nos comentários.

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Vamos falar de: Mad Max, masculinistas e falsa simetria

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

Por Pollyana Assumpção:

Muito foi dito sobre o estouro que foi a estreia do novo Mad Max nos cinemas. Mad Max foi um dos filmes que mais passava nas tardes da TV durante minha infância e adolescência e toda vez que pensava no filme me vinha a cabeça a música da Tina Turner. Vai ver a pequena feminista que morava em mim já preferia lembrar da personagem feminina do filme que do Mel Gibson. Mas de qualquer forma, li inúmeros “textões” discutindo sobre as questões feministas do filme. Isso me fez ficar morrendo de curiosidade sobre o novo Mad Max e comprei minha pipoca e fui pro cinema.

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Cheguei lá e tirando o fato de que o filme é ótimo e eu adoro fogo, ação, tiro, porrada e bomba, eu não achei o filme feminista. Pra mim a coisa mais revolucionária que existe no filme é que ele ousou tratar seus protagonistas com igualdade, embora existam questões que tratem da exploração sexual de um grupo de mulheres, do empoderamento de um clã feminino e da diversidade de corpos dentro do filme, ainda assim não o vi como feminista. A história ainda colocava as mulheres em posição diferenciada dos homens. Mas esse post é para falar sobre outra coisa. Fiz essa introdução toda porque gostaria de falar sobre os masculinistas. Já ouviu falar desse grupo de rapazes? Os masculinistas foram os caras que começaram a reclamar do suposto feminismo em Mad Max e que levantaram essa bandeira tão forte que criaram um marketing sobre a questão, talvez arrastando muito mais mulheres ao cinema do que teria existido originalmente. Esses caras ficaram ofendidos pela existência de uma protagonista mulher forte, com história e objetivos e que não fosse apenas a mocinha salva pelo herói. Esses caras ficaram irritados porque a protagonista mulher cai na porrada com o protagonista homem em pé de igualdade. Esses caras pregam em grupos de internet e sites voltados para outros imbecis como eles que mulher é inferior e tem que ser maltratada mesmo pra se comportar como eles querem. Esses caras acreditam que as feministas estão destruindo os direitos dos homens. E como diria Leslie Knope na minha série feminista favorita, Parks and Recreation: men’s rights is nothing.

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Vamos falar sobre falsa simetria. Falsa simetria é aquilo que faz com que algumas coisas sejam ridículas: direitos dos homens, heterofobia, racismo reverso, magrofobia e todas essas coisas absurdas que os haters da internet gostam de falar que existe. E por que elas não existem? É muito simples, gente: grupos social e historicamente superiores que outros não sofrem pelo que são. Eles na real impõem o sofrimento alheio. Pessoas brancas nunca foram escravizadas e sofreram as consequências históricas de sua exploração que os colocou num buraco social difícil de sair até hoje. Heterossexuais não são expulsos de um lugar por mostrar afeto em público, nem são alvo de boicote porque as pessoas não gostam de propaganda de héteros no dia das namorados. Gente magra nunca teve medo de não passar numa entrevista de emprego porque os entrevistadores podem achar que são preguiçosos por causa da sua forma física. E definitivamente homens nunca foram oprimidos apenas por serem homens, nunca foram considerados inferiores que mulheres e nunca precisaram se preocupar com o tamanho das suas roupas ao andar na rua.

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Na próxima vez que você estiver por aí e encontrar alguém reclamando de qualquer uma dessas coisas e cogitar concordar com ela, lembre-se do que é privilégio. Privilégio é aquilo que faz com que você esteja em uma situação mais confortável que a outra pessoa oprimida. E tudo o que masculinistas – ou mascus pros íntimos – querem, é manter de qualquer forma os seus privilégios enquanto classe opressora. Eles não querem ver o Mad Max tomando porrada da Imperatriz Furiosa, eles não querem ter uma chefe mulher ou uma colega de trabalho que tenha a mesma função e o mesmo salário que eles, porque pra eles, mulheres valem menos e deviam continuar na cozinha e os obedecendo como antes. Os masculinistas levam o machismo as últimas consequências apoiando, por exemplo, estupro corretivo para lésbicas, apoiando o extermínio de gays e pessoas trans. No discurso da grande maioria, a misoginia também vem de mãos dadas com o racismo e o preconceito de classes. Sejam atentas ao discurso dos homens que vocês conhecem. Os mascus se escondem onde você menos espera e às vezes por trás de uma piadinha machista que todo mundo acha normal, está tudo o que existe de mais podre no ser humano. Fiquemos atentas ao perigo e que ainda sejam feitos muitos filmes que chutem esses agressores diretamente no saco!

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Felizes para sempre: Será que temos mesmo que basear toda nossa felicidade na ideia de encontrar alguém?

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

Por Natasha Ferla:

Quando pensamos em histórias, na maior parte das vezes começamos com um “Era uma vez”. E essa “uma vez” frequentemente acaba em “Felizes para sempre”. Bom, primeiro, vamos pensar na ideia de “final feliz”. Será que ele só existe quando o personagem principal acaba em um relacionamento romântico? Relacionamentos são toda a chave do sucesso e da felicidade assim como vemos no cinema? Será que temos mesmo que basear toda nossa felicidade na ideia de encontrar alguém? E as personagens que acabam solteiras nos filmes são “tristes para sempre?” Nesse ponto do texto, você já deve estar imaginando que estamos falando de filmes e de finais de filmes, mas em caso de dúvida, já digo que o post contém spoilers.

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Mesmo Se Nada Der Certo (Begin Again), é um filme de 2014 protagonizado por K​eira Knightley que interpreta Gretta, uma inglesa que se muda temporariamente para Nova Iorque para acompanhar o namorado (interpretado por Adam Levine),  músico que conseguiu um contrato com uma gravadora. Gretta sabe que só está lá por causa do namorado e fica feliz por ele ter conseguido uma grande chance e por ser reconhecido por seu trabalho, mas quando descobre que está sendo traída e se vê parcialmente sozinha na cidade, sua vida fica um pouco fora de perspectiva. Gretta não fica apenas solteira no final do filme, mas decide voltar para Inglaterra. Só porque os protagonistas não terminam o filme juntos, não quer dizer que o filme seja triste e não possa tratar de relacionamentos de maneira profunda.

Blue Valentin

Podemos dizer o mesmo de Namorados Para Sempre (Blue Valentine, 2010) que transita entre o passado e o presente de um casal cheio de incertezas interpretado por Ryan Gosling e Michelle Williams. O relacionamento que começou cheio de paixão, vai se deteriorando com a rotina, com a vida adulta e as obrigações.

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Em Annie Hall (1977) de Woody Allen, um clássico, que também mostra uma relação que não sobrevive ao tempo e as diferenças e apesar disso, nunca deixou de ser referência em filmes sobre amor. Annie (Diane Keaton) e Alvy (Woody Allen), foram baseados bastante nos próprios atores e felizes-pra-sempre2no relacionamento que eles tiveram anos antes. Quando vemos um filme nos envolvemos com os personagens e queremos sempre que eles terminem bem, já que por algumas horas nos envolvemos com aquelas histórias e vidas, mas nem sempre “felizes para sempre” tem que envolver um relacionamento amoroso.

Muitas vezes depois de tentarmos encontrar nossas realizações em um relacionamento, encontramos a nós mesmas e nos tornamos mais fortes, mais certas de quem somos e do que merecemos. Como bem vimos Alice Ayres (Natalie Portman) em Closer (2004). Dizem que é “impossível ser feliz sozinho”, mas eu acredito que é impossível ser feliz se não soubermos ser felizes sozinhos. O autoconhecimento e o amor próprio são sempre garantia de um “feliz para sempre” sozinha ou acompanhada.

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Sobre o filme The DUFF: Quando teremos um longa adolescente sem rótulos ou sem julgamentos de aparências?

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

Por Taís Bravo:

*Aviso: Esse texto contém spoilers do filme The DUFF, mas fique tranquila, se você já viu um filme que se passa em um High School americano, você já conhece essa história.

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Não há nada de novo na trama do patinho feio ou da garota estranha, alternativa, das artes – que geralmente é interpretada por uma atriz que se enquadra direitinho nos padrões de beleza, a não ser, talvez, por ter um rosto levemente redondo e usar umas roupas “diferentes”. A missão desse tipo de narrativa é sempre a mesma: transformar a garota estranha e inadequada socialmente em uma garota legal. Essa transformação só ocorre quando essa garota é escolhida por um garoto que representa tudo que há de mais adequado socialmente, porque, além do seu gênero, ele é branco, loiro e forte. É somente quando o garoto popular decide que a garota não é estranha, mas diferente, ou melhor, “especial” que a existência dessa garota ganha validade.

The DUFF – um filme dirigido por Ari Sandel baseado no livro homônimo de Kody Kepplinger que a autora desse texto ainda não leu – cumpre perfeitamente essa antiga trama. Bianca, interpretada por Mae Whitman, é o patinho feio de um trio de amigas e por isso carrega silenciosamente o rótulo de DUFF que é sigla para Designated Ugly Fat Friend – não sei muito bem como traduzir esse horror para o português, mas é algo como a amiga feia e gorda que serve para intermediar o contato entre os caras e suas amigas gatas. No entanto, ser a DUFF de um grupo não é algo explícito, é mais como uma prática inconsciente. Bianca não sabe que é uma DUFF, é um garoto, O Garoto Popular, que lhe informa esse fato. A princípio ela entra em choque até que constata que é verdade: Suas amigas são mesmo mais altas, magras e bonitas; todos os garotos que se aproximam dela na verdade querem saber de suas amigas; ela é a estranha, diferente, feia e gorda. Os passos seguintes são óbvios. Ela resolve que não quer ser uma DUFF e se afasta de suas amigas. O Garoto Popular lhe ensina como ser uma garota mais atraente, mostra como ela deve se vestir, qual sutiã de enchimento ela deve usar e como flertar – tudo de um modo bem leve e engraçado que até nos faz esquecer quão surreal é ter lições de como agradar os homens. Os acontecimentos seguintes seguem o fluxo normal desses filmes: Ela sofre bullying, ele é um babaca, ela sofre, ela se reaproxima das suas amigas, ela tem um insight sobre como todos estão na mesma merda que é o colégio e no fim somos todos DUFF, tem um baile de formatura, um beijo na frente do colégio todo, aquele momento mágico em que a estranha na turma se torna a escolhida pelo Garoto Popular, enfim, o final feliz.

Há algo muito perverso nessas histórias em que uma garota é escolhida na frente de todo o colégio para ser a namorada do Garoto Popular – ou do Garoto Rebelde. Basicamente, esses filmes nos ensinam que você pode ser o que quiser, pode ser diferente de todo mundo do seu colégio, pode ser estranha, pode ser gorda – opa, mais ou menos, afinal, por que não escolhem uma atriz gorda para representar esses papéis? – , desde que o que você é seja considerado atraente por pelo menos um garoto. Todos esses filmes celebram as identidades que fogem do padrão, mas deixam bem claro que há uma condição para isso: Se você é uma garota, sua individualidade só pode ser respeitada se for de algum modo agradável ou atraente.

Também é bastante problemática essa imagem da garota diferente que ao longo do filme se torna especial justamente porque ela não é como as outras. Afinal, como são as outras? Por que afinal, quem é a mulher que cabe exatamente no padrão de normalidade imposto ao seu gênero? Acredito que não existe essa mulher, principalmente, porque esses padrões são caducas.

Podemos pensar em alguns nomes de mulheres consideradas exemplares, pelo menos de acordo com o padrão de beleza, Beyoncé, Kim Kardashian, Gisele… E sempre vai ter alguém para apontar uma falha. A normalidade que esperam das mulheres é construída em limites impossíveis de se enquadrar: é preciso ser bonita, mas não vaidosa; é preciso ser magra, mas mulher de verdade tem que ter uma carne pra pegar; é preciso ser inteligente, mas não convencida; é preciso ser guerreira, mas mulher ambiciosa demais ninguém quer; é preciso ser sexy, mas tem que ter noção para não ser vulgar; é preciso ser uma mãe boa e respeitável, mas não pode viver em função da maternidade e por aí vai… Rótulos só servem para alimentar esses limites ilógicos. Quando Bianca se aceita como diferente, suas amigas lhe confortam dizendo que ela é a mais inteligente do grupo e mais um estereótipo sem sentido é afirmado: As garotas bonitas são burras, você pode até não ser gata, mas é inteligente. Que tipo de conforto é esse? No que isso ajuda nas vidas das mulheres?

Mas, para mim, o que é mais ofensivo nesse filme é a sua gordofobia explícita. Em suas escolhas o filme silencia as garotas gordas, por que claramente considera que a palavra “gorda” é sinônimo de uma ofensa, segundo essa narrativa, se você é chamada de gorda, você necessariamente está sendo xingada. Enquanto associarmos ser gorda a algo depreciativo estaremos todas nos machucando por mais um padrão inventado. O fato é que tamanho não importa ou não deveria importar, não é o peso ou a medida que define qualquer coisa sobre alguém, no entanto, isso se torna uma questão a partir do momento em que só um tipo de corpo é representado na mídia. Atualmente, vivemos um momento em que, graças à internet, mulheres gordas estão conquistando com muito esforço mais espaço na mídia, porque são suas próprias mídias através de selfies, páginas no facebook e blogs. Garotas como Nadia Aboulhoson, Tess Holiday, Jéssica Ipólito e Juliana Romano estão expondo seus corpos pelas redes sociais e forçando a grande mídia ultrapassada a reconhecer que eles existem, sim, e não serão definidos por rótulos ofensivos. Ao reproduzir esses rótulos, The DUFF expõe um cinismo dentro de sua própria narrativa que, ao dizer que somos todas iguais, somos todas a amiga feia e gorda de alguém, não estimula ou valoriza as diferentes identidades das mulheres, mas demonstra como o filme se alinha a padrões e normas sexistas que sempre nos silenciam.

Sigo esperando um filme em que garotas adolescentes sejam protagonistas de suas vidas sem se dividirem em rótulos ou serem julgadas por suas aparências. Enquanto isso não acontece, continuo assistindo My Mad Fat Diary.

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