6 dicas para melhorar seu texto para o Google

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

Se você é blogueiro, jornalista ou cria conteúdo na internet deve se perguntar como faz para melhorar seu texto para o Google e já deve ter se deparado com a sigla SEO. Mas o que isso significa? SEO, nada mais é que Search Engine Optimization, ou em bom português, Otimização para Motores de Busca. Se mesmo assim, você não entendeu nada, a gente te explica. Cada vez que uma pessoa faz uma pesquisa nos buscadores – como Google, Bing, etc. -, os mesmos rastreiam em busca do melhor resultado. Quando um site ou blog é otimizado (ou tem um bom SEO), em resumo, o conteúdo deles aparece mais vezes e em posições mais altas para os usuários.

6 dicas para melhorar seu texto para o Google

Listamos seis dicas de ouro para já começar a fazer no seu conteúdo:

1 – Título é tudo

A primeira coisa que o Google lê é o título da sua publicação. Por isso, tenha em mente quais palavras-chave você quer destacar no seu texto e as coloque mais à esquerda do título. Se você vai escrever uma postagem sobre “água da chuva”, tente, ao máximo, colocar esse termo no ínicio do título.

2 – As imagens também são indexáveis

Tem gente que esquece, mas muitas buscas são feitas no Google Imagens. Assim, além do no próprio nome da imagem (foto.jpg), também preencha o campo de “alt text” que aparece na sua plataforma de publicação.

3 – Tudo no primeiro parágrafo

Eu gosto de dizer que o Google não curte muito surpresas. Se ele tiver que ler dois parágrafos para entender qual o assunto do seu post, pode ter certeza que não vai “gostar”. Assim, como em um texto jornalístico fale no primeiro parágrafo sobre seu assunto principal, bem como use as palavras-chave.

4 – Linkbuild

Essa é uma estratégia muito importante para que seu site seja mais conhecido pelo Google. Consiste em troca de link entre seu site e outros sites da internet. Você pode e deve colocar links para outros sites que achar relevante às suas postagens. Mas isso tem que ser feito de maneira natural, o outro site curtiu sua postagem e fez um link para você. Caso contrário, o Google pode te penalizar se perceber que você está fazer um troca combinada.

5 – Conteúdo recorrente

Se você fala sempre de um assunto, o Google vai começar a entender que esse tópico é importante no seu blog/site. Com isso, ele vai aumentar sua relevância sobre esses temas, se você fala bastante de games, você vai começar a ter relevância nesse assunto, por exemplo.

6 – URL amigável

Sabia que em muitos dos casos, pode-se criar um título X e um URL Y? Você criou um título bacana para otimizar e ainda dar um charme editorial, mas na hora de ver a URL, ela não ficou o que você queria. Dessa maneira, você pode colocar só palavras-chave.

Exemplo:
Ruim – www.amanhaeuteconto.com.br/arquivo/x33874
Melhor seria ter o título da matéria ou tema na URL:
www.amanhaeuteconto.com.br/6-dicas-rachel-zoe-vida-profissional/

Essas são dicas básicas para você começar a melhorar seu conteúdo para o Google! Quer saber mais? Tem dúvidas? Quer colocar em prática? Vai rolar curso de SEO – Otimização no resultado de busca no Espaço Criativo GWS!  Inscrições e mais informações: aqui!seo-otimizacao-capa

 


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Mesa Radiônica: para que serve e como funciona?

Por Nuta Vasconcellos / nuta@gwsmag.com

A #MãeNuta está de volta! E hoje vou contar pra vocês como conheci a Mesa Radiônica. Como a maioria das leitoras do GWS sabe, eu sou mística (explico o que isso significa nesse post) e estou constantemente em busca de conhecer mais pessoas e coisas desse universo. Na verdade, eu nunca tinha ouvido falar sobre essa ferramenta, quem me apresentou foi meu terapeuta holístico Luan Rocha. Eu e o Luan, nos conhecemos online de uma forma muito aleatória, mas fiquei sabendo que ele jogava tarô e resolvi me consultar. Acho que todo mundo aqui também sabe que eu jogo tarô, mas não gosto de jogar pra mim mesma. Acho importante ver o que a energia de outra pessoa capta de você. Mas voltando ao Luan, joguei com ele via skype (eu sou do Rio e ele é de São Paulo) e foi depois da nossa jogada de tarô (que eu amei) que ele me indicou e me explicou o que é a mesa radiônica. Aproveitamos uma breve passagem dele pelo Rio e marcamos de nos conhecer e fazer a mesa.

mesa radionica mae nuta

Mas afinal de contas, o que é a Mesa radiônica e para o que serve? A mesa é um instrumento terapêutico que tem como função reequilibrar a dimensão física, energética e espiritual. São vários desenhos do universo místico em uma espécie de tabuleiro de jogo. Alías, parece muito um tabuleiro de jogo, em que os cristais são os peões. Este desenho muda de acordo com o tipo de mesa utilizada pelo terapeuta. O Luan por exemplo, usa a mesa radiônica quântica estelar. Tudo em uma mesa radiônica tem seu significado, as cores escolhidas, imagens, símbolos… Para se comunicar com as mensagens desse tabuleiro, são usadas técnicas como radiestesia ou radioestesia (técnica que ajuda a detectar e medir energias). O terapeuta usa durante a consulta o pêndulo e cristais, mas é o pêndulo que indica as frequências a serem avaliadas e identifica as áreas e setores bloqueados nas nossas vidas. Depois que isso é identificado, o terapeuta orienta a melhor forma para você equilibrar esses chakras, quais são as ferramentas necessárias para o desbloqueio de energias, sentimentos, pensamentos e situações que você precisa curar ou melhorar.

nuta vasconcellos luan rocha

Eu e Luan, finalmente nos conhecemos pessoalmente!

O nosso campo vibratório registra e grava toda a informação recebida e absorvida ao longo das nossas vidas, desde o nascimento, a educação que tivemos, a sociedade que vivemos, nossos relacionamentos… Tudo isso fica gravado e registado no nosso campo vibratório. Mesmo que de forma inconsciente, muitas dessas informações influenciam negativamente nossa vida presente. Com a mesa, é possível identificar questões não conscientes que poderão estar na origem de alguns bloqueios ou estagnação do nosso processo evolutivo. Por exemplo, eu quis fazer a mesa principalmente por causa da minha saúde e um problema que tenho tido recorrente desde 2015. Além de medir a minha frequência geral, emocional, mental e vital, o Luan avaliou os chakras e as emoções ou padrões que podem ter a ver com a dificuldade para eu me curar. Com o pêndulo ele mede na mesa a frequência. O ideal será sempre 100% e no meu caso, a minha saúde estava apontando 60%. A medição de todas as frequências é sempre feita dessa maneira: O pêndulo mostra a frequência atual e, depois, qual deveria ser a frequência ideal. Pra atingir a freqüência perfeita em todos os campos, durante a mesa é feita uma mentalização vibracional, logo depois o terapeuta mede todas as frequências desejadas, consultando a mesa com o pêndulo sobre intervenções a serem feitas para reequilibrar nossa energia e marcando no tabuleiro com cristais. Várias ferramentas podem ser indicadas pelo terapeuta como tratamento: Cristais específicos, velas, óleos essenciais, banhos, florais, cores para você usar… Ao final da consulta, ele te dá uma receitinha, igual de médico, com as indicações do que fazer. O mais legal é que você pode consultar a mesa pra você, para animais de estimação e para lugares (casa, escritório, loja). Você pode consultar a mesa com a freqüência que quiser. No meu caso, o Luan disse pra gente fazer de novo daqui uns 2 meses.

mesa radionica

Minha Mesa Radiônica e Luan, preparando minha receita

A Mesa radiônica é uma ferramenta de terapia alternativa que permite um diagnóstico e ao mesmo tempo emissão de frequências de cura, uma fonte de autoconhecimento e expansão de consciência. Pessoalmente, minha experiência com a mesa foi muito boa! Eu saí da sessão bem mais leve, até mais focada e tive clareza de coisas que estavam me incomodando e eu não sabia bem o que fazer. Fazia tempos que eu estava tendo crises nervosas horríveis e me sentindo muito, muito ansiosa. Passou? Não. Mas melhorou muito! Principalmente as crises nervosas e só tem duas semanas que fiz a mesa. Mas estou fazendo tudo certo. Logo no dia seguinte comprei meu floral, os cristais que eu ainda não tinha, encomendei os óleos… Acho que além de ter fé e se entregar no momento que a gente está fazendo a mesa, seguir o que o terapeuta receitou, também é importante mudar algumas atitudes que ficaram mais claras durante a sessão e o pensamento tem que ser o mesmo de quando vamos ao médico, somos examinados e recebemos a receita. Se você chegar em casa, tomar os remédios sem disciplina, esquecer de seguir as indicações do médico, você não vai melhorar. A mesa radiônica é a mesma coisa. Você se consulta, o terapeuta te examina e te passa uma receita e instruções para uma vida melhor e mais equilibrada. Não é milagre! É tratamento. Tem que se dedicar.

Nós temos sim o poder de mudar nossa energia, nossa vibração e melhorar. Nós nos preocupamos tanto em manter uma dieta equilibrada, fazer terapia, fazer exercícios e às vezes esquecemos de cuidar do mais importante pra tudo funcionar: Nossa energia.

— ♥ —

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Como trabalhar com Jornalismo de Moda, com Luiza Brasil

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

Pra quem não sabe, abrimos as portas do Espaço Criativo GWS em grande estilo! O primeiro curso que rolou por aqui, foi jornalismo de moda com a Luiza Brasil, a Mequetrfismos, uma garota que a gente admira demais, já foi musa 10 coisas e tem uma carreira profissional incrível. Nosso encontro por aqui foi tão legal que achamos que rendia um vídeo sobre o tema. Como é trabalhar com jornalismo de moda? O que é melhor, ser formada em moda ou jornalismo? Como entrar em um meio totalmente desconhecido? Tem muita dica boa e um pouco da história da carreira dela.

Quem perdeu a primeira edição, se liga: Em 2017 tem mais Luiza Brasil no GWS! Não conhece nosso canal no youtube? Tem muita coisa legal por lá! Assina, dá aquele like esperto e fica ligada na gente por lá também.

Tem dúvidas sobre a profissão ou a carreira da Luiza? Deixa sua pergunta aqui ou no vídeo que a gente passa pra ela.


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Empreendedorismo feminino: Os primeiros passos para seu e-commerce

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

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(Ilustração: Henn Kim)

Nos dias de hoje, como falar de empreendedorismo feminino sem falar de e-commerce? Se não for impossível, é quase! rs Esse desdobramento do varejo, que completou 21 anos de Brasil este ano, é uma das principais apostas das mulheres para colocar em prática o seu lado empreendedor.

Para começo de conversa, é preciso deixar claro que e-commerce é toda a forma eletrônica de se vender um produto ou serviço: loja online, grupos de Facebook, canais no Instagram, WhatsApp, telefone… Se você vende por qualquer um desses canais, já pode se considerar uma e-varejista.

Uma pesquisa de 2011 (que nem é tão recente assim) do data center Maxihost, mostrou que o crescimento anual do número de mulheres empreendedoras já era de 30%. Atualmente, mais de 50% das lojas online do país pertencem a mulheres. E elas são, também, o maior público dos e-commerces, encabeçando os setores de moda, beleza, acessórios e livraria.

Para umas é apenas uma diversão, para ganhar uma renda extra; para outras é dedicação exclusiva, é carreira. Mas para os dois grupos é, antes de mais nada, adentrar em um universo que por muito tempo foi bem masculino: o dos negócios e da tecnologia.

Existem muitas mulheres incríveis que estão aí para servir de exemplo; que começaram pequeno e que hoje figuram entre as maiores varejistas dentro do seus setores. E de diversas áreas! Podemos falar desde Luiza Helena Trajano, presidente do Magazine Luíza, que tem representatividade tanto no físico, quanto no online; passando pelas sócias Cristina Horowicz, Cynthia Horowicz e Sylvia Sendacz, donas de uma das lojas de moda plus size femininas mais conhecidas, a Flaminga; e finalizando com  Alice Freitas, diretora executiva da Rede Asta, que faz um trabalho incrível com artesãs de diversas cooperativas do Brasil todo, incentivando e orientando na produção, e revendendo os artesanatos no online e nos pontos físicos da Rede Asta (vale muito a pena conhecer!).

Mas nem todo mundo começa grande, podendo montar uma equipe com todos os profissionais necessários para fazer a roda girar, dispondo de um escritório, com um centro de distribuição, ou com todos os softwares que um e-commerce precisa. Na maioria das vezes, quando você abre sua loja, você é o social media, a empacotadora, a que leva os pacotes nos Correios, quem limpa o chão e serve (e bebe!) o cafezinho. A dura realidade de quem não tem muito dinheiro, mas mesmo assim quer empreender.

Os primeiros passos para o seu e-commerce

A primeira coisa que eu recomendo para quem quer se aventurar no e-commerce é ler bastante sobre o assunto. Mesmo que você não consiga, por agora, ter um sistema de back-office (provavelmente você nem sabe o que é isso), se a sua loja crescer, você vai precisar. É melhor estar por dentro daquilo que você vai investir tempo, esforço, dinheiro e sonhos. Indico este Guia Para Iniciantes que vai falar exatamente tudo que você precisa saber antes de começar.

Agora, se você já tem alguma familiaridade com o tema, então recomendo acessar a Revista E-Commerce Brasil, que trata de temas acerca do e-commerce de forma mais profunda.
Depois, é preciso analisar o quanto pode e quer investir financeiramente no seu projeto, de acordo com as necessidades do seu futuro negócio. Por exemplo, se vai vender produtos que você mesma faz (como artesanatos, acessórios, cosméticos naturais ou roupas), pode começar testando a aceitação e saída do seu produto vendendo pelo Instagram, ou criando uma lojinha no Elo7 ou Tanlup (plataformas de lojas virtuais em que você cria seu perfil, cadastra os produtos que quer vender e repassa uma comissão ao site por cada venda efetuada). Assim, você consegue analisar se vale a pena, ou não, investir em um site próprio, o que implica em contratar uma plataforma de e-commerce, meios de pagamento, certificados de segurança e contratos com transportadoras, ou Correios.

Mas se você quer abrir uma loja que vai revender outras marcas (ou levar sua loja física para o online), como loja de roupas, móveis, ou sapatos, estamos falando de um projeto maior. De cara você já vai ter demandas como um centro de distribuição e logística complexas. Nesses casos, vale a pena você estruturar bem o seu projeto e plano de negócios e se programar para investir em um site próprio, com todos os custos que isso implica. Como seus produtos não são únicos, você precisa estar preparada para se destacar no mercado e fazer sua marca ser vista, o que vai requerer um investimento pesado em marketing.

Outra opção seria vender em marketplaces, como Lojas Americanas, por exemplo. Marketplaces são sites maiores e já reconhecidos no mercado que firmam parcerias com varejistas menores para ofertarem seus produtos. Assim, você compra no site das Lojas Americanas, por exemplo, mas o produto é vendido e entregue pela loja X. O que cada um ganha com isso? O marketplace ganha mais variedade de produtos, sem a responsabilidade e os custos da entrega; e o pequeno varejista ganha visibilidade e uma cartela bem maior de clientes do que se ele vendesse apenas na sua loja.

Marketing é a alma do seu e-negócio

Mas investir em marketing necessariamente é um investimento pesado, financeiramente falando? Nem sempre! Existem estratégias orgânicas que você ainda pode fazer para conseguir atenção para sua marca, além de capitalizar e fidelizar clientes.

Nas redes sociais é preciso definir, de acordo com o seu público-alvo, as suas estratégias. Pense em você como cliente: marca que só faz postagem sobre seus produtos, que não interage com o público, que não responde reclamações, que não tira dúvidas e que não fala de outros assuntos que estão dentro da sua realidade ganha o seu like? Dá vontade de compartilhar, ou indicar para amigo seguir? Pois é, não dá! E é nisso que você precisa pensar antes de estar presente nas redes sociais. Nesse mundo, ou se faz um trabalho bem feito, ou é melhor nem estar presente.

É preciso também pensar se faz sentido para a sua marca, ou para o seu público, que você esteja presente em todas as redes sociais. A cada dia aparece uma rede social nova e muitas vezes queremos nos fazer presente em todas e não fazemos um bom trabalho em nenhuma. E no final, nada surte efeito.

Facebook Ads é importante? É! Precisa gastar uma graninha? Precisa! Foi-se o tempo em que marketing orgânico bastava para fazer sua marca decolar. E é por isso que precisa estudar para saber investir bem o seu dinheiro nessa ferramenta (ou contratar quem saiba). Com ela você pode segmentar e isso é incrível! Leia, estude, faça testes com valores pequenos, entenda! Assim, você consegue fazer mais com pouco.

Outra coisa que precisa de atenção: e-mail marketing! Se não souber como e quando fazer, o resultado é uma enxurrada de gente se descadastrando da sua base de e-mails (e ninguém quer isso. NINGUÉM!).

Personalize já!

E não dá para falar de e-mail marketing sem falar se personalização. Um precisa andar lado a lado do outro. Por exemplo, faz sentido avisar a um cliente que mora no nordeste que o inverno chegou e sua coleção está linda? Você estará apenas desperdiçando disparos, correndo o risco de irritar o cliente.

Invista em simpatia e carinho. O bom é que não custa relativamente nada. Cliente bom gosta de se sentir mimado, importante para a empresa. Peça sempre no seu cadastro (mesmo que você venda pelo Instagram, ou pelo WhatsApp) a data de aniversário do cliente. Faça uma conferência diária de quem está fazendo aniversário e envie um e-mail especial, oferecendo desconto, frete grátis ou um brinde caso ele realize uma compra naquele dia.

Pesquisas afirmam que na maioria das vezes é o detalhe quem faz o cliente preferir você a um concorrente tão bom quanto. Então, invista! Gosta de ganhar um cartão? O cliente também. Um agradecimento pela preferência, ou votos de que a roupa nova faça sucesso são coisas que encantam o consumidor. Produza uma embalagem bonita, que tenha a ver com seu público e sua loja. Esse diferencial é o famoso “UAU!” que toda loja deve buscar junto ao cliente. Fazer o básico é apenas sua obrigação. Fazer além, cativa e fideliza.

Use e abuse do content marketing

Você não precisa se vender o tempo todo, toda hora para todo mundo. Antes, a tática do “compre baton” funcionava. Hoje, não mais. O cliente não quer você martelando na cabeça dele que você precisa comprar, ou que ele é melhor. E o content marketing veio para te salvar disso. Fale para o seu público de diversos temas que importem para ele, se faça presente na vida dele para além do que você vende, debata, informe, crie discussões saudáveis, levante a auto-estima, incentive… Só não mande o “compre baton”!

Para isso, um blog é sempre a melhor saída. Por lá você vai trazer a cliente, que vai virar leitora, que vai divulgar seu conteúdo e, consequentemente, sua marca. E se fazendo presente na vida deles, é fácil eles lembrarem de você quando precisarem comprar. Quer exemplo de marcas (não necessariamente de mulheres) que têm blog bacana? Dois que eu acho muito bem feitos: Flaminga e Meu Móvel de Madeira.

Ainda assim não se garante na gora de fazer? Tem cursos para isso; mas tem gente muito boa no mercado escrevendo de graça em vários blogs dessa internet incrível. Não vai ser por falta de oportunidade que você vai deixar de fazer content marketing legal para o seu e-commerce.

A venda não acaba na conversão

Queira saber como o seu cliente recebeu o seu produto, se ficou satisfeito, se teve alguém problema… Se interesse! E resolva rapidamente caso o feedback não seja positivo (não serviu, chegou na cor errada, veio com alguma avaria). É a sua chance de reverter a primeira imagem negativa que ficou.

Aproveite o pós-venda para pedir um feedback do seu serviço e do produto. Pesquisas mostram que produtos com review de outros clientes vendem mais! Caso não tenha um site, publique um print dos comentários e agradecimentos feitos pelos seus clientes.

Se você abriu o link do guia que eu indiquei no começo deste post, viu que tem muito mais coisa para se falar para quem está entrando no e-commerce. Aqui, eu consegui tratar apenas de algumas que eu acho extremamente importantes e não exigem necessariamente muito investimento – mas mesmo assim muita loja continua falhando miseravelmente! =/

Mas a boa notícia é que, para quem quiser se aperfeiçoar, estudar mais sobre esses assuntos e inúmeros outros que envolvem o e-commerce (precificação de produtos, analytics, WordPress, plataforma, design, edição de vídeos etc), basta acessar o Centro de Treinamentos do E-Commerce Brasil e se inscrever em quantos cursos quiser com 20% de desconto! Basta usar o cupom ECBRGWS e pronto! O cupom é válido até o dia 31 de janeiro de 2017.
Agora é com vocês! E boas vendas!

— ♥ —

assinatura-de-post-mariana-barbosa


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