Vlog: Dicas de viagem para Gramado (e um pouquinho de Porto Alegre e Novo Hamburgo)

Por Nuta Vasconcellos / nuta@gwsmag.com

Quando a gente realmente gosta de um lugar, a gente volta! E foi por isso que resolvi passar outras férias em Gramado, no Rio Grande do sul. Já contei nesse post aqui como me apaixonei pela cidade que fui pela primeira (e segunda vez!) com meu namorado. Na terceira, resolvi comemorar meu aniversário por lá e carreguei alguns dos meus melhores amigos comigo e fiz um roteiro um pouco diferente das duas primeiras vezes. Na bolsa, levei uma GoPro e resolvi registrar um pouco da viagem e no final das contas, ficou um vlog bem legal e com dicas para quem quer conhecer não só Gramado, mas dar uma passadinha em Porto Alegre e Novo Hamburgo, todas cidades próximas. Tem sugestão de hospedagem, lugar pra comer, passear, bares… Pra não ficar gigante, separamos em 2 partes, hoje a primeira e em breve a segunda lá no canal do GWS no Youtube.

Se voce está pensando em viajar pelo Brasil, pode colocar aí na lista explorar a serra gaúcha. Fica a 120 km de Porto Alegre e até pegar a estrada é um programa legal porque além de linda (vá pela rota romântica) você já encontra coisas para fazer e se divertir no caminho, como achar a saída do labirinto verde que fica na cidade de Nova Petrópolis. Chegando em Gramado, se você é uma foodie assim como eu, vai ficar desnorteada com tanta comida gostosa. Além é claro de lugares lindos pra visitar e uma cidade super acolhedora. Dá o play no vídeo e confere aí, como a gente se divertiu bem por lá.

Já visitou Gramado e Canela? Amou? Tem sugestões incríveis? Compartilha aqui no post ou nos comentários do vídeo! Assim podemos deixar e pegar dicas legais pra quem gosta de viajar e quer conhecer a serra gaúcha. E claro, aquele pedido de sempre, né? Curtiu o vídeo? Dá um like, comenta, assina nosso canal… aquele combo que você já conhece. Gostaram das dicas?

— ♥ —

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Viajar sozinha: você pode e deve!

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

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Ilustração: Henn Kim

Viajar sozinha é, antes de mais nada, uma oportunidade única de descoberta. Descobrir a si mesma, ao outro e tudo que esse mundo imenso, louco e incrível tem para oferecer. Se eu pudesse te dar apenas um conselho nessa vida, diria que “vai passar!”. Se eu pudesse dar dois, sem dúvida acrescentaria: viaje sozinha!

Na minha primeira vez, eu tinha 19 anos e resolvi fazer um mochilão pela América do Sul. Uruguai, Argentina e Bolívia. É verdade que o plano inicial era viajar com uma amiga, que por mil motivos não conseguiu ir. Deu um frio na barriga? Deu! Mas nem por um minuto eu pensei em desistir e fui sozinha mesmo.

Nunca tinha viajado de avião, nunca tinha ido para outro país, nem viajado sozinha. Não sabia que precisava fazer seguro saúde, ou que precisava tomar vacina de febre amarela para entrar na Bolívia. E acredite: tudo que podia dar errado, deu! Eu desmaiei na sala do gerente do Banco do Brasil de Buenos Aires, meu cartão bloqueou e o banco insistia que eu precisava estar na minha agência para desbloqueá-lo, um policial boliviano me pediu como propina duas garrafas de 1L de Coca-Cola e, por fim, precisei ir de La Paz, capital da Bolívia, a Teixeira de Freitas, extremo-sul da Bahia, de ônibus. Isso mesmo! D-e-ô-n-i-b-u-s! De acordo com o Google Maps, são 3.910km. Foram quase três dias de viagem. Hoje, passado o sufoco, a irritação, a vontade de chorar, ficaram apenas o aprendizado e as histórias mais engraçadas para contar na mesa do bar. E é a isso que a gente precisa se apegar: ao que fica.

Quando se viaja sozinha, você tem duas opções: ficar realmente sozinha, ou se abrir ao outro. A escolha é sua. E eu te garanto: é tão bom se abrir, ouvir, conhecer, trocar experiências… De cada viagem que fiz, trouxe com carinho pelo menos uma pessoa no coração. A Fátima, do Uruguai; o Paul, da Irlanda (mas que eu conheci na Bolívia e depois reencontrei em Dublin); a Astrid, do México… Pessoas que eu me permiti descobrir e que quiseram me descobrir de volta. Saber mais de mim, do que eu faço, de quem eu sou, por que a gente como abacate com açúcar e não com pimenta, ou por que a gente bebe cerveja tão gelada. Pessoas que dividiram suas viagens comigo e seus momentos de descoberta. Que anos depois, continuam me mandando mensagens de parabéns no Facebook, ou quando veem alguma notícia relacionada ao Brasil, que me receberam em suas casas em outra oportunidade e que me deram o prazer de recebê-las na minha quando vieram para cá.

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Viajar sozinha é perder a vergonha de sentar sozinha em um bar e pedir um drink. Em São Paulo, não me importo de fazer praticamente tudo sozinha: ir ao supermercado, ao cinema, às compras, passear no parque, almoçar… Mas ir ao bar sozinha não é algo fácil para mim. E foi em uma das minhas viagens que eu percebi que era hora de superar esse medo bobo (ou eu ia ficar sozinha naquela noite, porque meu host do Couchsurfing ia trabalhar até tarde).

E lá fui eu, munida de um livrinho, sentar no bar, pedir um Mojito, uma porção de fritas e ficar lá, lendo. Tem gente que te olha estranho, sim, mas a gente aprende a relevar e vai descobrindo o quão prazeroso esse momento pode ser. E de repente, seus pensamentos já pularam da leitura para aquele outro dia, ou para um filme que você viu e queria pensar melhor sobre o que achou…

Para as que têm medo, eu entendo. Não é fácil ser mulher nem na nossa própria cidade, onde a gente conhece as ruas, algumas pessoas, domina o idioma… Mas já ouviu aquela frase “vai com medo mesmo”? Então, vá! Quando o medo passa, a sensação que fica é incrível! Mas antes, planeje detalhadamente, procure informações e referências; faça um roteirinho com tudo o que você precisa (desde o endereço e telefone do hotel, até como fazer para chegar de metrô a algum museu) e leve impresso; deixe o telefone de contato do hotel com alguém aqui no Brasil e não descuide do seu copo na balada. Essas são, definitivamente, as recomendações mais importantes.
Desde o meu primeiro mochilão, eu já fui para outros sete países. Todos sozinha! Agora eu não deixo de fazer seguro saúde, levo cartão extra do banco, compro ingresso de pontos turísticos com antecedência, aprendi a equilibrar o dinheiro, a como comprar a passagem mais barata…

Quando se trata de viajar, tem coisa que a gente precisa mesmo quebrar a cabeça e a cara pra aprender – e depois não errar mais. Comigo foi assim e, provavelmente, com você também será. As outras coisas, a gente aprende em um monte de blog e site que existe na internet dando dicas, conselhos, ensinando os melhores caminhos e roteiros…

O mundo é grande demais e a vida muito curta para dependermos dos outros. Se permita!

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10 lugares diferentões pra sair no Rio

Por Marie Victorino / marie@gwsmag.com

Sabe quando a gente entra naquele modo reclamão de que não tem mais nada pra fazer, os lugares são caros, vão as mesmas pessoas, não aguento mais ir lá, mas é a única opção, etc?

Então, pensando nisso e no meu próprio constante cansaço de frequentar sempre os mesmos lugares, eu resolvi experimentar lugares novos, com pessoas diferentes e acho que é justo compartilhar aqui. Se você quiser se aventurar num roteirinho mais diferentão, pega as minhas dicas.

Mas já vou avisando que pode não ser tão diferentão assim pra muita gente e também não muito atrativo pra outro tanto, afinal, pra maioria, você vai ter que curtir um bom inferninho.

1. Rio Novo Rock

rio novo rock - ventre Ventre

Ok, o Imperator não é um lugar diferentão (a não ser que, assim como eu, você esteja acostumada a sair só pela zona sul). A casa de shows é super tradicional (minha avó tem altas histórias dos bailes que ia quando era nova) e uma estrutura impecável. O espaço é ótimo, o som é bom, a cerveja custa R$6,00. O evento Rio Novo Rock rola de temporadas em temporadas, toda primeira quinta-feira do mês com bandas alternativas não só daqui, mas de outros cantos do Brasil também. Já tocaram lá: Beach Combers (hehe <3), Facção Caipira, Ventre, The Highjack, The Outs, Far From Alaska, El Efecto, Hell Oh… Já deu pra entender, né?

 

2. Buffallos Bar 

buffalos bar - gws

Saindo dali (do Imperator), você provavelmente vai querer esticar em algum lugar, já que os shows acabam cedo. E porque não continuar pelo Méier? O Buffallo Bar parece ser a nova sensação da comunidade roqueira (rs). Lá tem cerveja, Buffallo Wings, jukebox, sinuca e muito rock and roll. E ainda tem dia que eles fazem churrasco li-be-ra-do. Precisa de mais? Ok, aqui é a parte que eu me envergonho por estar recomendando um lugar que eu mesma ainda não fui… Mas né, recomendação dos amigos também vale. E tá na minha listinha, espero que você coloque na sua também e me diga como é se eu ainda não tiver ido!

 

3. Escritório (o bar)

escritório bar
Ali bem pertinho do Buxixo, na Tijuca. O bar é comandado por um casal super simpático desde sempre e contam com a grande ajuda do “colega”, funcionário nota mil que tem se aventurado na cozinha e faz um dos hambúgueres vegetarianos mais gostosos da cidade, de falafel. Isso mesmo, produção caseira! No cardápio, além de opções maravilhosas de burgers e petiscos, tem drinks virgens, como a pink lemonade (bebida favorita da Nuta), drinks alcóolicos, cervejas e eu também tenho que recomendar o milkshake de nutella. Os preços são ótimos e o atendimento, mesmo com pouca gente trabalhando, também!

 

4. Escritório (o estúdio)

escritorio le almeida 4
Um verdadeiro inferninho localizado no Centro, entre a Praça Tiradentes e a Praça da República. Ali funciona o escritório-estúdio do Lê Almeida. Como eu posso explicar? É um sobrado bem apertadinho, mas tem espaço pra um bar, uma salinha que rola shows ou festinhas e um outro espaço que você encontra várias publicações independentes, desde fanzines até HQs. Nas paredes, muitos pôsteres irados, a maioria feministas! É demais! Tem que ficar ligado no Facebook pra saber quando rola evento por lá. Coloca aquele batom vermelhão e vai!

 

5. Coletivo Machina

machina

Para as mais junkies, assim como eu. Também no Centro, coladinho com a La Paz, ali funciona um estúdio onde várias bandas ensaiam e se encontram. No terraço, um espaço bem grande, rola um bar e um som, frequentado por artistas e músicos. Já teve festa de rock, festa black, bazar, exposição de arte e claro, shows. Às vezes a discotecagem é toda em vinil. É um lugar onde os amigos se encontram tipo um quintal de casa, mas não se intimide por isso. As festinhas são legais, a galera é simpática, a entrada é baratinha, quando não de graça e é um lugar legal pra conhecer gente nova. Você só precisa não ser muito fresca pra ir no banheiro, às vezes falta água…

 

6.  Bazar da Cantoria

bazar da cantoria
Sim, esse pode ser até um clichê! Mas, se você ainda não se aventurou a ir lá na Feira de São Cristóvão (Centro Municipal Luiz Gonzaga de Tradições Nordestinas) pra soltar a voz, você realmente não sabe o que está perdendo! Bom, primeiro não preciso nem dizer que é pra você ir com bastante fome, né? A comida nordestina é deliciosa e lá tem vários restaurantes típicos. Mas estamos aqui pra cantar! Também vale dizer que a feira deve ter pelo menos uns 10 karaokês, mas eu realmente recomendo o Bazar da Cantoria. O ambiente é fechado, mais intimista e fica com mais cara de seu show mesmo, tem até um palco! O catálogo é bem grande e eu ~só acho~ que você deveria ir num domingo. Primeiro porque é mais vazio (final da tarde) e segundo porque suas chances de encontrar o “Loiro Alemão” por lá são maiores. Esse é um frequentador assíduo do local e eu não quero falar mais nada, só vai e me diz depois se não valeu a pena assistir ao ‘show’ dele! E ainda tem a Gabriela! Sim, a cachaça!  ♥

 

7. Beco das Artes

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Fica ali no entorno da Praça Tiradentes. O local, antes conhecido como Beco das Putas, por conta da presença de garotas de programa nas redondezas, agora é rodeado por teatros e outros centros de artes, mas é na rua que o rock acontece. A programação é bem variada, tem exposições, sarau de poesia, cineclube, shows e intervenções artísticas diversas. Eu recomendo o Jazz, que costuma rolar às quartas e a Junkie Sessions, que é mais a minha cara ainda, porque rola banda. Bom, não preciso reforçar que é rua, né, mores? Aquela coisa de boteco, cerveja de garrafa, banheiro sujo, olho atento na bolsa, etc.

8. Saloon 79

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Mas, Marie, não era diferentão? Sim, mas fato que se você tá acostumado a ir pra Casa da Matriz, Fosfobox, Espaço Rampa e afins (não desmerecendo jamais, já me diverti muito nesses lugares e sinto falta da Pista 3 até hoje), então é diferentão sim! E pra quem não conhece, é uma casa de rock que fica ali em Botafogo e rola festa direto. A maioria com shows, mas também tem discotecagem. Pra saber a programação é só ficar de olho na página. O espaço é bem legal, dá pra dançar, dá pra sentar e comer, tem drinks e cervejas, espaço pra dançar, fumódromo e ainda um segundo andar mais tranquilo com uma mesa de sinuca (ou bilhar, nunca saberei a diferença).

9. Crazy Cats

crazycats

Pra vocês não acharem que eu sou uma maluca que gosta de ficar jogada no asfalto, suja e fedorenta… Guardei os dois últimos rolés pra lugares mais arrumadinhos! O Crazy Cats também fica ali em Botafogo e é tipo um bistrôzinho (bem pequenininho mesmo, tem até uma mesona compartilhada), muito charmoso!! É todo decorado com memorabília vintage e iluminação mais intimista. Claro que rola show (dã!), mas são versões mais suaves. Quem toca muito lá são Os Beatlemaníacos (obviamente cover de Beatles), em versão acústica. O preço não é lá muito convidativo, mas você paga pelo ambiente agradável, a música, o banheiro limpinho e atendimento, que é realmente bom. E é claro que você vai comer e eu recomendo o Nacho!

10. Manifesto BCA

manifesto bca

Mais um lugar bacaninha pra coçar o bolso! Eu comemorei meu aniversário lá e saí encantada! O bar conta com dois ambientes e no andar de baixo rola advinha o quê de vez em quando? Isso mesmo: show! Mas não é sempre, no meu aniversário mesmo não teve. O ambiente é lindo, aconchegante, é ótimo pra comemorações em grupos ou pra marcar um date do Tinder. Os drinks são simplesmente deliciosos assim como as comidas (e olha que eu experimentei várias coisas do cardápio!). O atendimento é realmente bom (tão difícil no Rio que a gente até se impressiona, não é?) e você pode escolher cartelas individuais pra não ter confusão na conta no final.

Espero que vocês curtam as dicas, é sempre bom dar uma mudada de ares e conhecer lugares novos, né? Se vocês tiverem mais dicas ~diferentonas, contem aí nos comentários! E se quiserem vem mais desses lugares, me segue no snap (shutupmarie), que eu tô sempre dando pinta em algum deles!

— ♥ —

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GWS Life: Nosso verão no Rio de Janeiro

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

Vocês sempre pedem pra gente contar um pouco mais de nós por aqui, compartilhar um pouco da nossa vida e do que a gente anda fazendo e prometemos tentar fazer mais isso esse ano. Então pra começar, que tal pelo verão? Essa época do ano que mesmo que você não esteja de férias, você sai um pouco da rotina, concordam? E sempre acabamos fazendo algo diferente ou descobrindo algo legal. Afinal nesse período, muitos cosméticos, restaurantes ou lugares criam coisas especialmente para a época mais quente do ano. Então nós decidimos fazer um resumão do que a gente mais tá curtindo fazer, comer, beber, usar e ir nesse verão. E ficamos tão empolgadas que rolou até vídeo.  Confere aí!

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-Praias-

Bom, nós moramos no Rio de Janeiro. Isso significa que estamos cercadas de água do Leme ao Pontal. Tem muita praia! Mesmo assim, colocar os pezinhos na areia era algo raro pra gente, pelo menos, aqui na cidade. Mas isso foi antes da gente “descobrir” (ou finalmente ir) duas praias incríveis e que são uma delícia mesmo nessa loucura que costuma ser a cidade em verão e férias. Anotem aí: Praia da Reserva e Praia do Abricó.

A praia da Reserva fica na Zona Oeste, entre a praia da Barra da Tijuca e a Praia do Recreio, longe da confusão habitual da zona sul. Como é uma praia que fica localizada dentro de uma reserva ecológica, uma parte dela (a melhor parte) não tem quiosques, barracas e zero confusão. As águas são límpidas, areia fofa, só o mar é um pouco agitado. Mas se você curte pegar onda ou só descansar na areia e ler um livro, perfeito! É aquela praia que você pode mesmo descansar e relaxar. Sem se preocupar com arrastão, lotação e sujeira. Estacionar no ponto bom da praia é meio difícil, por conta da reserva. A boa mesmo é a balsa que sai dos condomínios da Barra e Recreio e levam direto pra praia. Fizemos um vídeo do dia que saímos da zona sul e fomos pra praia da Reserva! Dá o play na nossa farofada.

Trilha do vídeo: Beach Combers

Outra praia que fomos explorar somente agora é a praia do Abricó. Ela é conhecidíssima pela parte de nudismo, mas se não é sua onda, relaxa! É só uma parte! A outra é pra nós, que curtimos usar um biquíni. Fica em Grumari, próximo ao Recreio dos Bandeirantes, também na Zona Oeste da cidade. É uma praia super linda e fotogênica. Ela raramente está super vazia, mas nunca lotada e tensa como as da zona sul. Eu tô apaixonada! O ruim é que pra chegar lá só de carro mesmo. Tem zero transporte público. Mas vale a pena, mesmo!

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– Usando – 

É muito bom quando a gente ganha um jabá que se apaixona e aquele produto passa a realmente fazer parte da nossa vida. Esse foi o caso do protetor Solar em spray da L’Oréal. Nunca tinhamos usado protetor solar em spray e além de ser absurdamente mais prático, protege super bem e não tem aquele cheiro forte de protetor e nem faz aquela meleca quando você quer reaplicar na areia. Única desvantagem é que acaba muito rápido. Mas nós duas super aprovamos. O bloqueador do rosto também da L’Oréal é outro maravilhoso! Tem toque seco e segura super a oleosidade.

Pós praia estamos amando o hidratante chá Verde da linha refrescante da Leite de Rosas! A marca deu uma mudada não só na comunicação, mas nos produtos e com certeza, já entrou nos favoritos.

Nos pés, eu Nuta tô viciada nos beach slides. Sim, aquele chinelo estilo ride que divide opiniões. O modelo também é conhecido como “Slider” ou “Slide sandals” e foi febre nos anos 90. O Normcore e a tendência do sportwear, foram os responsáveis pela volta do modelo e por isso, ganhou as ruas com força total. Os slides viraram uma alternativa aos chinelos e eu tô bem fã! Meu favorito é o adilette da adidas e o beach slide da Melissa. Mas já tô de olho em um da Nike!

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– Bebendo – 

Nós duas sempre fomos fãs de um chá gelado, mas geralmente, não saíamos do básico chá preto. De um tempo pra cá, estamos bebendo mais chás de diferentes tipos e um deles é o chá de Hibisco! Estamos viciadas no chá de Hibisco geladinho. Tem tudo a ver com o verão e é uma ótima opção para levar para a praia ou tomar na piscina. O “truque” para deixar mais delícia é colocar na infusão rodelas de gengibre e limão e depois de gelado, adicionar umas folhas de hortelã.

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– Ouvindo- 

Fizemos uma playlist no nosso spotify com tudo que estamos ouvindo nesse verão. Vai lá ouvir.

Vocês curtem esse tipo de post? E esse tipo de vídeo? Vale a pena a gente fazer mais? Conta aí nos comentários! Precisamos sempre do feedback de vocês. As fotos são todas do nosso instagram. Segue a gente lá: @girlswstyle, @nutagws e @shutupmarie

– ♥ –

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