Clube da Música GWS #3: The Baggios

Por Marie Victorino / marie@gwsmag.com

Olar! Chegamos na terceira edição do #ClubedaMúsicaGWS. Pra quem não sabe o que é isso, já fica sabendo que é bem simples e bem legal! Uma breve explicação:

– A gente escolhe uma banda (ou um álbum) pra ouvirmos juntos durante uma semana.

– Através do evento no facebook, todo mundo pode dar opiniões e trocar ideias e informações sobre a banda.

– No final, eu reúno as opiniões mais legais e acrescento aqui no fim do post!

Lembrando que a ideia principal é conhecer bandas novas e valorizar a cena nacional e independente (mas não é uma regra!). Se quiser deixar sugestão de bandas, fica a vontade!

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Agora vamos ao que interessa! A banda escolhida dessa vez é a The Baggios. Eles são de Sergipe, misturam rock sessentista com blues e garage, mas as influências regionais também ficam bem claras.

A formação atual é com Julio Andrade (guitarra e voz) e Gabriel Carvalho (bateria). Há 10 anos na estrada, eles lançaram “The Baggios” (2011), “Sina” (2013) e “10 Anos Depois”, cd e dvd, ao vivo lançado esse ano. Já abriram shows para Paralamas do Sucesso, O Rappa, Marcerlo D2, Otto e Mano Chao. Recentemente, eles gravaram um mini doc com a participação da Pitty!

The Baggios – Sem Condição

Pra facilitar nosso clube, vamos focar no álbum “Sina”, de 2013, ok!? Dá pra ouvir o álbum aqui no Spotify e pra participar do clube é só dar “comparecer” lá no evento do facebook.

 

Links da banda: Site // Youtube // Facebook // Instagram // Twitter

– ♥ –

ATUALIZADO COM AS OPINIÕES:

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1. “Gente, eu sei que começou hoje, mas eu tinha que vir aqui contar o quanto eu AMEI essa banda. Ontem mesmo estava pensando como as bandas atuais estão recheadas de efeitos, tanto efeito que a música se perde. Aí eu dei play e de primeira pensei “aff, mais uma”, mas em 10 segundos eu vi que estava errada! Achei a banda toda muito boa, o som me lembrou muito o do Red Hot Chili Peppers, mas com toda uma pegada de nordeste que deixou tudo único. Me deu esperança no rock pelo rock, sem enfeites, só música. Muito boa música <3″

2. “Diferentemente Parecido

Ouvindo o álbum “Sina” banda sergipana The Baggios, dois pensamentos me ocorrem.

O primeiro é que o rock n roll continua vivo e em todos os lugares, se apropriando do que estiver ao seu redor, no caso do The Baggios, o jeito matuto da galera do interior e isso é muito bom e interessante, digno de dar uma conferida.

O segundo é que a banda curte muito rock n roll e tem diversas referências clássicas e esse é seu problema. As músicas, que possuem uma pegada boa, se transformam numa miscelânea de riffs clichês e tentativas forçadas de originalidade. São tantas referências boas que me fizeram pensar que poderia estar ouvindo outras coisas em lugar do “Sina”.

Uma dessas “ideias” que o The Baggios me deu (e foi muito bom porque fazia tempo que não escutava) foi ouvir o álbum “Não fale com paredes” de 1970 da banda carioca Módulo 1000 (https://www.youtube.com/watch?v=BfeBetP6WS0)

The Baggios – Sina: nota 6,0 (onde 10 é o rock rural de “Highway 61 revisited” do Bob Dylan e 0 é 2013:Continua do astro sertanejo recém-falecido Cristiano Araújo)”

3. “Faço minhas as palavras de meu senhor (Pedro Menezes, opinião 2.)! Hahahaha o segundo parágrafo é perfeito! São tantas referências boas que me dá vontade de ouvir bandas q não escuto há um tempo. Um comercial que não pega, com uma sensação de saudosismo.”

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4. “O som da The Baggios percorre minha playlist desde o final de 2014, quando um amigo me apresentou o som desses sergipanos. Com certeza o que mais me chamou a atenção e fez eu curtir pra valer esse duo é o toque regional, que dá toda a originalidade ao som da banda.

Porque dá pra fazer rock e colocar coisas nossas, fazendo uma mistura boa de se ouvir.”

5. “Rock crú, riffs da pesada, timbres certeiros, referências claras Sabbathicas e Jack Whiteanas. Um duo que consegue ser mais pesado que muito quarteto.”

6. “Eu curto muito o som, as distorções e as referências (tem bastante Black Sabbath aí, né?). ‘Esturra Leão’ achei chata, talvez por ser a música com mais referências regionais e meu ouvido é muito mal acostumado com as brasilidades. Adorei ‘Um Rock Para Zorrão’.

No geral, eu achei um pouco repetitivo, ouvindo faixa a faixa, mas se rolar ali no meio do meu shuffle, provavelmente eu não vou pular nenhuma música! E também fiquei com vontade de ver os caras tocando ao vivo.”

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