Estive pensando sobre… chegar lá

Por Carol Guido / carol@gwsmag.com

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A propaganda na TV fala com a voz do Ayrton Senna: “Seja quem você for, seja qualquer posição que você tenha na vida, de um nível altíssimo ou nível mais baixo, tenha sempre como meta muita força, muita determinação e sempre faça tudo com muito amor e com muita fé em Deus. Que um dia você chega lá. De alguma maneira você chega lá.”

Eu não acredito muito em Deus, mas acredito no Senna. E acho que ele tá certo, então venho fazendo isso aí mesmo da minha vida. Não sei onde as coisas vão dar, não sei o que ele quer dizer com chegar lá, mas sei que ainda não cheguei. Então vou com força, determinação e amor.

E é sobre isso que eu queria falar com vocês hoje. Sobre ir em frente, mesmo sem saber muito pra onde.

Saber o que você gosta não é algo fácil. As pessoas falam como se fosse, né. Mas eu acho que não é. Muitos de nós vivemos rodeados de possibilidades e junto com elas vem as dificuldades que não temos certeza se vamos conseguir lidar. É muita pressão pra dar certo na vida. De um lado a fórmula pronta: estudar, fazer faculdade, estagiar, conseguir um bom emprego, ser promovido. Do outro a história do cara que contrariou todas as convenções sociais e, de camelô virou dono de uma emissora de TV, fazendo o que mais dá gosto pra ele na vida.

De um jeito ou de outro você se vê perdido. De um jeito ou de outro você corre riscos e isso dá medo. Medo de falhar, de perder o timing, de ter feito a escolha errada, de não gostar do que você faz, de ser infeliz.

Bom, o que eu posso dizer pra vocês mesmo não sendo o Senna, nem o Silvio Santos, é: enquanto você não encontra o que ama, faça o que te tira da zona de conforto, que uma hora as coisas clareiam. Clareiam tanto que você não vai conseguir ignorar.

E vamos fazer um favor a nós mesmos e desmistificar essa tal de zona de conforto. Ao contrário do que o nome diz, ela não é nada confortável. Às vezes, chega a doer o peito de verdade, gerar ansiedade, congelar, deprimir. E mesmo assim nós não conseguimos sair do lugar. Por que mesmo que seja dolorida, o território é conhecido, é a dor que você tá acostumada a sentir.

Assista Mad Fat Diary. Veja o que é sair da zona de conforto e como a gente muda quando faz isso.

Pode ser um psicólogo, uma aula de dança, um curso, uma aula de yoga ou um novo emprego. Seja o que for que vai te ajudar a enfrentar seus medos, mesmo que você não saiba direito quais são.

Não perca seu tempo reamoendo tristezas e sentimentos que você não consegue, nem expressar, nem guardar. Procure ajuda e trabalhe sua força interior, que depois o trabalho duro, perseverança e esforço dão conta do recado.

Perceba que a partir do momento que você tem força para enfrentar seus piores demônios internos, pode ter certeza que você pode enfrentar qualquer coisa.

Acredite. Um dia, de alguma forma, você chega lá. Seja onde for.

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