Os 5 álbuns que mais marcaram minha vida – Carol Guido

Por Carol Guido / carol@gwsmag.com

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Nem creio que passou tão rápido e este já é meu penúltimo post para a Kipling. =( Vou sentir TANTA falta…

Mas nem vou começar com o mimimi e vou direto ao post!

Música é uma das melhores coisas da vida, né? Não sei não, mas acho que se eu não tivesse sido influenciada por alguns artistas seria uma pessoa totalmente diferente. Pensando nisso, separei os 5 álbuns que mais marcaram a minha vida. Foram eles os responsáveis por diversos traços da minha personalidade e valores (que minha mãe não leia isso! Hehehe). Será que temos algum destes em comum?

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Infância – até 11 anos
History – Michael Jackson

Bom, aqui eu devia ter uns 6 ou 7 anos. O álbum duplo maravilhoso “History – Past, Present and Future” me custou todos os presentes de Natal da família dados em dinheiro para que eu pudesse juntar e comprar o disco. Veja bem gente, o negócio era importado e se hoje é caro, imagina naquela época.

Vocês lembram (me perdoem leitoras mais novinhas) que vinha com um livro cheio de fotos, letra e toda a biografia do Michael? E fora que o CD ainda era dourado! Sério, muito luxo. Eu tenho até hoje. hahaha

Enfim! Só sei que eu era a pessoa mais fascinada por Michael do mundo. Eu ia dormir com o discman no ouvido num volume que não se ouvia mais nada além dele. Dormia viajando naquela música maravilhosa, lembrando dos passos dele nos vídeos, boba de ver com aquela voz.

O mais genial do CD é que vem com uma coletânea perfeita de músicas dele, desde o início da carreira até lançamentos. Billie Jean, Smooth Criminal, The Way You Make me Feel, Black or White, Beat it… E a lista continua. Ai como eu amo.

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Adolescência – de 11 até 18 anos
Middle of Nowhere – Hanson

Agora vem mais um amor da minha vida. Já falei sobre como sou fã de Hanson milhões de vezes no blog, ano passado fui vê-los na Jamaica 4 dias seguidos, cobri a vinda deles pro Brasil, e tudo que tem direito.
Mas tudo começou com este disco aí. Eu já tinha ouvido Mmmbop nas rádios e não dei muita bola. Aí tava passando na loja de discos (meu hobby predileto da época) e vi o CD com aquela foto mega amarela com dois garotos mega gatinhos (o Ike eu não achava, desculpa mundo) sendo que um deles todo mundo falava que era igual uma mulher.

Então comprei.

Gente, o momento que eu abri o CD e vi a foto do encarte interno eu tive um momento amor a primeira vista pelo Taylor. E era ele que todo mundo achava igual uma mulher. Eu simplesmente caí de amor naquele momento e nunca mais fui a mesma. hahahaha Só ouvia Hanson 100% do tempo. MESMO. E foi aquilo né, colecionava todas as revistas, mandava trazer coisa dos EUA, gravava todos os programas da MTV com eles, por aí vai.

Até hoje eu amo Hanson de uma forma que nem sei explicar. Óbvio que não sou mais apaixonada, mas eu cresci junto com eles, aprendendo inglês através da música deles, tentando tocar violão por causa das minhas faixas prediletas. Fora a moda dos caras, o estilo de vida, tudo me influenciou muito e ajuda a definir quem eu sou hoje.

Emoção.

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MTV Unplugged – Alanis Morrissette

Descobri Alanis muito depois que  todo mundo por que estava muito focada em Hanson. Mas quando ouvi este Unplugged surtei. Ainda mais por que já não precisava traduzir cada palavra pra entender mais ou menos as letras. Isso, aliás, foi o que me fez amar a Alanis. Ela conseguia traduzir minha personalidade que andava escondida. Como eu era sempre muito fofa e pacífica, continuou escondida durante aquele tempo, mas parece que quando eu ouvia “You Learn” o mundo se transformava dentro de mim e era muito bom. Obrigada, Alanis!

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Jovem adulta (hahaha) – de 19 até hoje

100% Charlie Brown Jr. / Abalando a Sua Fábrica – Charlie Brown Jr.

Charlie Brown já tava aí na atividade há muito tempo, mas eu só fui me interessar mesmo neste CD. Ainda bem por que se fosse antes, minha mãe nunca me deixaria ir nos shows. E eles foram uma parte muito importante da minha relação com Charlie Brown. Eu curtia a banda, mas quando vi ao vivo, surtei. Eu nunca tinha ido a um show de rock, nunca tinha sentido esta vibe, nunca tinha me identificado com letras com tantos palavrões. Foi demais! hahahaha

Devo ter ido em uns 5 show da banda. Charlie Brown tinha muita energia no palco, era uma banda que engajava. O bom é que os caras cantavam músicas muito antigas também, então não ficava naquelas meio chatas tipo “Malhação”, sabem?

*A imagem é de outro CD, mas achei melhor colocar ele do que o celular. =)

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AM – Arctic Monkeys

Quando fiz a viagem da minha vida, conheci Arctic Monkeys. Fui pra Itália, Holanda, Portugal e Espanha a passeio, mas morei em Londres 3 meses. A banda é britânica e era um retrato fiel da galera da minha idade por lá. Eu tinha acabado de fazer 21 anos, só pra situar vocês. Eu ouvia “Whatever people say I am..” andando pela cidade e tinha a plena convicção que aquela música era a trilha sonora que deveria estar tocando em som ambiente nas ruas.

Por conta disso eu já tinha uma conexão forte com a banda. Mas confesso que há tempos estava bem adormecida. Eis que eles vem com esta obra prima que é AM. Desculpa se alguém aí não gosta, mas pra mim este foi o melhor álbum de 2013. Não tem uma música que eu não goste. A banda se renovou com tanta qualidade que chega a me impressionar. Alex Turner continua arrasando corações e fazendo os melhores discursos de agradecimento em premiações de música.

Olhando pra esta lista me acho a pessoa mais eclética do mundo. hahaha Já estou aguardando ansiosamente a versão da Nuta e da Marie. Mas agora eu tô é muito curiosa para saber os discos que mais marcaram vocês! Contem pra mim nos comentários?

*Quer ler mais posts assim? Dá uma olhada neste grupo chamado Rotaroots no Facebook! Lá a galera faz temas mensais super legais com o objetivo de resgatar a essência de blogar: por amor! Por coincidência um dos temas deste mês também foi “discos que marcaram a minha vida”. Postei sem saber, mas tá valendo, né?

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