O que é empreender?

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

Antes de tudo, prazer :) Somos a Fê e a Ju da Nós e nas próximas semanas vamos falar um pouco sobre “empreender/empreendedorismo” por aqui. Estamos super animadas (e honradas) de colocar o pézinho (e o coração) nesse lugar tão especial que é o GWS. Que prazer dividir e aprender nesse espaço colaborativo cheio de mulheres incríveis!

Para começar, o começo. O que é empreender? 

Iniciamos pelo google: um dos significados que ele traz é “decidir realizar (tarefa difícil e trabalhosa); tentar”. Na Endeavor, rapidamente, achamos mais 15 significados (nenhum vindo de uma mulher, por sinal =O alô igualdade em 2017!). No Sebrae, mais uns tantos. A verdade é que tem muito conteúdo técnico e teórico bem bom disponível por aí e, por isso, resolvemos dividir com vocês o nosso ponto de vista, baseado em nossas experiências pessoais e com nossos clientes.

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Para nós, mais do que um conceito fechado, empreender é um movimento, uma intenção, um conjunto de ações.  É uma atitude perante a vida. Nesse texto, para não perdermos o foco, vamos fazer um recorte sobre a área profissional, mas a gente realmente acredita que empreender está bem além dela. Por sinal, aquele significado que o Google trouxe fez TANTO sentido pra gente que já colocamos na nossa estante de referências.

Quando falamos em ser uma atitude, uma intenção, nos referimos a um conjunto de decisões (racionais e emocionais), e de comportamentos que permeiam a vida de quem decide empreender. Aqui entram a disponibilidade interna necessária para fazer e refazer quantas vezes forem necessárias, a vulnerabilidade de aceitar o desconhecido (dentro e fora da gente;) e pedir ajuda nos momentos difíceis, a visão macro de negócio que se faz necessária. Para as mais arrojadas, a firmeza em um pitch de investimento, para as microempreendedoras, o conhecimento básico em finanças, marketing, design e vendas (o típico se vira nos 30). Em todos os casos, um grande exercício de foco, resistência e resiliência, uma busca genuína por uma ideia maior, a vontade latente de fazer diferente. Aliás, o fazer é um outro ponto intrínseco ao “o que é empreender” para nós.

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Empreender, dentro da nossa compreensão, sempre envolve o fazer. É tirar ideia da cabeça e colocar no papel. Tirar do papel e colocar no mundo. É parar de falar “vamos marcar”, e sair para tomar café, almoçar, fazer reunião com aquelas pessoas que você sabe que podem ajudar. É contar o seu sonho pro namorado ou namorada, pras amigas, pra família e não só pro travesseiro. É planejar um pouco e prototipar muito. É tentar, acertar, melhorar, errar e acertar de novo. É sensação de dever cumprido, de sonho sonhado e materializado.

Por fim, é uma montanha-russa de emoções (por mais clichê que seja). Longe de ser fácil, longe de ser pra todas (tem bastante gente que prefere o chão firme), mas acessível e possível para quem quiser. Mais do que tudo, acreditamos que quando nós, você ou qualquer outra pessoa escolhe esse caminho, existem ferramentas e conhecimentos que tornam ele menos sofrido e ainda mais prazeroso. E que, no fundo, tem bem mais a ver com se conhecer, olhar pra dentro e se permitir, do que entender sobre investimento ou fluxo de caixa.

Quero empreender, e aí? Esse é o título do curso que vai rolar lá no Espaço Criativo GWS e vai te ajudar a tirar as ideias do papel e colocar seu negócio pra funcionar ou impulsionar aquele que já saiu do papel, mas ainda precisa de um belo empurrão. Essas questões abordadas no post e outras serão abordadas em 6 horas de aula. Mais informações aqui: GWSnoscoach

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Uma reflexão sobre o passado, o presente e o futuro da realidade da mulher na sociedade.

Por Nuta Vasconcellos / nuta@gwsmag.com

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The Future is female

Hoje é dia internacional da mulher. Pessoalmente, sempre achei importante falar sobre hoje e a data nunca passa batida aqui no GWS. Já teve post por aqui explicando porque a gente não precisa de flores e sim de respeito e ano passado, falei sobre a importância de valorizar o trabalho feito por mulheres com o movimento #IndiqueMulheres que felizmente, acabou inspirando até página no facebook. Fora do GWS, eu também escrevi sobre o tema, quando era colaboradora da Honey Pie, no post Dia internacional da mulher: O que isso realmente significa? 

Sim, o dia de hoje já foi tema diversas vezes e hoje, será mais uma vez. Eu estava pensando sobre tudo que nós mulheres já passamos e o que realmente mudou. Triste é perceber que pode até parecer que foi muita coisa, mas na real, nem foi. Tem muita coisa que funciona exatamente como no tempo da sua avó e só está mascarada. Eu listei 3 coisas da nossa realidade que analisando passado e o presente, nem são tão diferentes assim. Bora tentar fazer um futuro melhor?

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Next stop: ♀

1. Mulheres e o trabalho

Renderia um post inteiro, ou até mesmo dois, falar sobre a realidade de trabalho da mulher, mas vamos tentar resumir. Antes de realmente abrir o tópico, queria fazer um desabafo sobre as pessoas que insistem em dizer que hoje em dia, mulheres e homens estão no mesmo patamar quando o assunto é mercado de trabalho. Por favor, se informem mais. Na verdade, observem mais.

Hoje em dia podemos trabalhar? Podemos! Todas as mulheres do mundo? Não. Em alguns países as mulheres ainda não podem trabalhar e em várias profissões, mesmo que de forma velada, nós não somos bem-vindas (ou mais triste ainda, bem vistas). Estamos em todas as carreiras possíveis? Estamos… Mas em que número? É proporcional aos homens na mesma carreira? Você sabe que a resposta é não. O problema é claro, começa na educação. Somente em 1827, surgiu a primeira lei sobre educação das mulheres, permitindo que freqüentássemos as escolas elementares, as instituições de ensino mais adiantado ainda eram proibidas. Mulheres brancas, claro. As negras, nem isso podiam. E somente em 1879  nós começamos a poder frequentar ensino superior. Mas as mulheres que assim escolhiam, não eram bem vistas.

Só nos anos 40 algumas poucas, pouquíssimas mulheres começaram a trabalhar e no Brasil, só em 1962 (MIL NOVECENTOS E SESSENTA E DOIS), foi criado o estatuto da Mulher casada, que garantiu entre outras coisas que a mulher não precisava mais de autorização do marido para trabalhar. Para você ter ideia de quanto isso é recente, uma pessoa que nasceu em 1962, hoje tem somente 55 anos. Como isso reflete no nosso presente? Vou explicar de forma simples: Vamos supor que a sua amiga começou a pegar pesado na academia. Ela malha todo dia, está cada vez mais preocupada e informada sobre nutrição e o resultado já é visível no corpo dela. Você, nunca malhou e nem nunca se informou sobre nutrição, mas depois de ver os resultados da sua amiga, um ano depois que ela começou, você se empolga também. Quanto tempo você vai levar pra ter o conhecimento, a disposição, o corpo e para pegar o mesmo peso que ela?  Vai demorar. Se você não tiver tempo, acesso ao conhecimento e oportunidades como ela, talvez, nunca.

O mercado de trabalho para homens e mulheres, explicado toscamente é mais ou menos assim. Eles tiveram acesso a educação primeiro, ao mercado de trabalho primeiro e ganharam notoriedade primeiro por puro privilégio e nós sentimos essas consequências até hoje. Segundo dados do IBGE de 2000, a PEA (População Economicamente Ativa) brasileira, em 2001, tinha uma média de escolaridade de 6,1 anos, sendo que a escolaridade média das mulheres era de 7,3 anos e a dos homens de 6,3 anos. Independente do gênero, a pessoa com maior nível de escolaridade têm mais chances e oportunidades de inclusão no mercado de trabalho. Mas se mais homens tem acesso, menos mulheres estão no mercado. Hoje, em 2017, existe uma significativa melhora entre as diferenças salariais quando comparadas ao sexo masculino. Mas ainda não foram superadas as dificuldades encontradas pelas trabalhadoras no acesso a cargos de chefia e de equiparação salarial com homens que ocupam os mesmos cargos.

E o que as mulheres fazem? 80% delas são professoras, cabeleireiras, manicures, funcionárias públicas ou trabalham em serviços de saúde. Mas a maioria de mulheres trabalhadoras estão no serviço doméstico remunerado. Na maioria, mulheres negras, com baixo nível de escolaridade e com os menores rendimentos na sociedade brasileira.

O que eu quero dizer com isso? Nossa realidade de trabalho, não a sua, ou a minha pessoalmente, a realidade de NÓS, MULHERES ainda está longe de ser a ideal. Outro grande problema que a mulher enfrenta é que nós ganhamos o “aval” para trabalhar, mas a maioria de nós ainda é 100% responsável pelo lar e filhos. Os homens precisam entender a importância de também serem responsáveis por isso. Falamos um pouco disso no vídeo com a Marília Lamas. Pra entender um pouco mais sobre essa diferença enorme entre mulheres e homens quando o assunto é horas de trabalho em casa e fora de casa, vale ler essa matéria da FOLHA. E para entender um pouco mais sobre como é difícil crescer na carreira sendo mãe, leia essa da revista Crescer.

O que podemos fazer para mudar nosso futuro? Contrate mulheres, estimule suas amigas a estudarem, se formarem, divulgue o trabalho de mulheres. Ajude a divulgar a ideia que a mulher pode ser o que ela quiser. Presidente, engenheira, publicitária, advogada. Se você tem um cargo de relevância, fale por nós, lute por nós. Esses dados não são uma crítica às mulheres que ESCOLHEM ser donas de casa. É um alerta para entender que nem sempre é uma escolha, às vezes é porque ela não vê outra saída e nós temos o direito de sermos realizadas em todos os campos. Sendo escolha dela ou não cuidar da casa, nunca, deve ser uma tarefa exclusiva dela. Ajude a criar e a conscientizar homens que saibam cuidar de casa e que sejam independentes e que não julguem a capacidade corporativa de uma mulher, pela maternidade.

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Ovaries before brovaries

2. A obrigação de ser linda

Eu realmente acredito que esse é um dos problemas mais graves para a realidade da mulher. No passado, no presente e infelizmente, no futuro.  Já quero começar esse post dizendo que você pode e deve ter a liberdade de emagrecer, engordar, malhar, não malhar, fazer tratamento estético, não fazer, depilar… Mas todas essas questões devem ser ESCOLHAS. E por mais que pareçam que são, a maioria delas não é.

Nós sofremos uma pressão estética absurda e mais uma vez, cito um post muito importante que já rolou aqui no GWS: É sobre depilação mesmo que estamos falando? O problemático na questão da beleza da mulher é o TEM QUE SER. Nessa obrigação de ser linda, nós acabamos caindo em tantas armadilhas que não percebemos… Essa obrigação de ser linda que sentimos todas as vezes que vemos uma atriz, uma capa de revista ou ouvimos da nossa mãe que temos que fazer as unhas, é um soco na nossa autoestima. Mulheres sem autoestima correm menos atrás do que querem, acreditam que não estão prontas para realizarem seus sonhos ou até para fazerem coisas simples, como irem a praia. Uma mulher que é cobrada pela sociedade para ser linda e acha que não corresponde, é uma mulher infeliz. Eu falei sobre isso nesse post aqui.

Em 1952, o mundo viu nascer o Miss Universo. Um concurso aonde mulheres competem para se tornarem: A mulher mais bonita do mundo. Em 1971, existia um concurso em Portugal chamado “A mulher ideal” que além de ser linda, tinha que saber cozinhar e costurar. Os concursos mais importantes e valorizados desde então quando o assunto é mulher são os concursos de beleza e se apresentam das mais diversas formas. Além do próprio miss universo que existe até hoje, temos os concursos de modelos, para várias classes sociais, como a Garota da Laje. A cobrança da beleza está enraizada na nossa cultura.

Isso me faz lembrar uma citação de Naomi Wolf: “Uma cultura focada na magreza feminina não revela uma obsessão com a beleza feminina. É uma obsessão sobre a obediência feminina. Fazer dietas é o sedativo político mais potente na história das mulheres; uma população passivamente insana pode ser controlada”.  E isso faz muito, muito sentido. Não só em relação a magreza, mas na beleza em geral.

Você pode ser o que quiser. Por dentro e por fora. Mas vamos tentar fazer nosso futuro diferente? Não vamos mais nos permitir adoecer em nome da beleza, deixar de correr atrás do que acreditamos porque não nos achamos merecedoras, nem depilar ou não depilar porque alguém te disse o que é esteticamente certo. Vamos lutar pela liberdade REAL da nossa imagem.

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You own your body

3. Sexualidade

A repressão sexual da mulher existe desde que o mundo é mundo. Às vezes disfarçada de histórias santas, outras como “opinião” e muitas vezes, muitas, muitas como regras escancaradas. A repressão é tão grande, que não prejudica só a saúde sexual das mulheres, mas a forma que vivemos em sociedade, nossa estrutura familiar e claro, nossa autoestima.

Na história bíblica do começo do mundo, foi Eva, uma mulher que por conta de seus desejos carnais, tirou toda a humanidade do paraíso. Ou seja, se ela tivesse ficado lá, na dela, rezando, nada de ruim do mundo teria acontecido. Adão é completamente isento de qualquer responsabilidade. Ele foi uma vítima de uma mulher que estava pedindo. Ainda na bíblia, temos virgem Maria, que antes de ser conhecida por seu nome é conhecida como virgem. Mesmo sendo casada, mesmo Jesus tendo irmãos. Aliás mesmo a história dessa mulher sendo fantástica, nada parece ser mais importante do que ela ser casta.

Para ser classificada como puta, era fácil. Nos anos 20, mulher que dirigia, era puta. Nos anos 30, as que queriam ser atrizes? Também. Nos anos 60, mãe solteira era puta. Mas pensando bem, hoje em dia, também é fácil ser puta, né? Tá de short curto na rua: Calor? Moda? Se sente linda assim? Não, não. É puta. Postou selfie sensual? Vixiii, putíssima.

Ao longo da nossa história sempre ficou muito claro que a mulher para sociedade só pode ser duas coisas: Santa ou puta. Pra casar ou pra comer. Ignoraram completamente que somos seres sexuais, com vontades e desejos próprios, exatamente como os homens. O que é mais grave nisso tudo? Se somos mulheres e para a nossa sociedade só podemos ser duas coisas, estamos vulneráveis a todo tipo de violência. Foi estuprada? Tava pedindo. Engravidou? Quem mandou transar…. teve vídeo vazado na internet? Foi fazer vídeo pra que né, puta?

Assim como lááá no tempo de Adão e Eva, o homem é isentado de qualquer classificação.

Ser santa também não é fácil. A mulher que se sente cobrada a ter um certo comportamento, seja por uma criação rígida ou por um marido que ameaça até matar por causa do tamanho do seu decote, é uma mulher que vive reprimida e com medo. Não somos putas nem santas. Somos indivíduos com história, com momentos, com desejos.

Mas como mudar o nosso futuro?  Abrace a mulher que você é e se livre de rótulos e livre as outras mulheres também. Eduque os homens a sua volta. Seu pai, seus filhos, seus amigos. Parece óbvio, mas pra muito homem ainda não caiu a ficha da gravidade dessa prisão sexual da mulher.

Eu escolhi 3 temas, mas a lista poderia crescer infinitamente… Somos mulheres. Filhas, netas das mulheres do passado. Somos o presente. E precisamos criar mulheres fortes, precisamos ser fortes e fazer um futuro diferente. Somos muitas, somos sobreviventes, somos guerreiras. Não deixe nada, nem ninguém, fazer com que você se sinta diferente disso.

Feliz dia das mulheres.

 

As fotos são exclusivas do GWS e foram feitas pela Sthefany de Barros, instagram: @stefanybs

Styling e make: Bella Castro, instagram: @bellarlcastro

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7 marcas de cosméticos veganas e naturais para você conhecer

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

Que as discussões sobre sustentabilidade nunca estiveram tão presentes, não é novidade pra nós. Mas a preocupação com o impacto que causamos com os produtos que escolhemos para nos embelezar ainda é novidade para alguns. Num mercado que parece não sofrer tanto com a crise, marcas com novos conceitos de consumo de beleza vem despontando nas prateleiras e ganhando adeptos que querem unir consciência ambiental e paixão pelos cosméticos.

Cosméticos veganos, cruelty-free e orgânicos, principais termos usados pela indústria engajada ambientalmente e que ainda geram um montão de dúvidas. Você sabe o que cada um quer dizer? Veganos são aqueles que não se utilizam de nenhum componente de origem animal na formulação. Mel ou corantes oriundos de insetos? Nem pensar! Na categoria dos cosméticos com selo cruelty-free (livre de crueldade), estão aqueles que não realizam testes em animais, ainda que essa discussão seja muito polêmica. Alguns países como a China não permitem a comercialização de cosméticos que não sejam testados desta forma, com isso muitos protetores da causa animal não reconhecem marcas que comercializam seus produtos nestes locais como verdadeiramente cruelty-free, por acreditarem que em algum momento da cadeia produtiva, até as mãos do consumidor, é realizado algum teste. Um órgão chamado PETA (People for the Ethical Treatment of Animals) divulga regularmente as listas de cosméticos considerados cruelty-free. Vale a pena olhar antes de comprar um novo creme ou item de maquiagem ou ficar de olho nos selos “cruelty-free” que aparecem em muitas embalagens e sites. Já os orgânicos são produzidos exclusivamente com ingredientes naturais certificados e dentro dos princípios de sustentabilidade, pois são ecologicamente corretos e socialmente justos, se preocupando com as comunidades envolvidas e com resíduos não poluentes. Não contém nenhum tipo de componente sintético como parabenos, derivados do petróleo, sulfatos, formaldeídos e fragrâncias artificiais, ingredientes danosos pra saúde, causadores de possíveis alergias e doenças graves como câncer.

Com esse intuito, vamos conhecer algumas marcas bacanas e responsáveis em sua produção?

Lush: Marca delicinha de cosméticos frescos, feitos à mão, cruelty-free e sem embalagens! Só amor! A Nuta já fez um post bem completo sobre a marca aqui.

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Bioart: Pioneira no Brasil em criar eco make-ups! Linha incrível de biocosméticos e maquiagens veganas e orgânicas.

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Feito Brasil: Tive o prazer de conhecer pessoalmente o filho da fundadora da marca e conversar com ele sobre todo o processo de fabricação dos produtos, fiquei encantada! A marca é cruelty-free, vegana, feita artesanalmente, com embalagens recicláveis, pratica comércio justo e valorização do ser humano. Ainda pratica o empoderamento feminino. Sim! As mulheres lideram a marca, ocupando os principais cargos de chefia, produção e gestão.

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Dona Orgânica: Marca com linha completa de maquiagem orgânica e cruelty-free. As embalagens são uma graça!

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Alva: Marca alemã de cosméticos e maquiagem. Todos os produtos são veganos, cruelty-free e orgânicos!

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Obsessive Compulsive Cosmetics: Queridinha dos maquiadores, tem uma linha enoooorme de maquiagens veganas e cruelty-free, incluindo cores moderníssimas. Foram pioneiros na criação do Lip Tar, o famoso batom líquido. É gringa, mas vale a pena se juntar com as amigas e dividir o frete.

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Lola Cosmetics: Produtos incríveis para os cabelos, veganos e cruelty-free. Eu amo o Garota Veneno (ótimo para o retoque periódico das ruivas). As linhas para cabelos crespos e cacheados e a linha de tintas coloridas também fazem muito sucesso.

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O que não falta é opção bacana, ambientalmente e socialmente, né? Vale super a pena ter mais cuidado ao escolher aquilo que a gente consumir a partir de agora.  Bora tentar!?

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Circuito SOMAS

Por Marie Victorino / marie@gwsmag.com

Quando a Larissa Conforto marcou uma reunião com a gente querendo colocar em prática algumas ideias que estavam na cabeça dela, a gente já sabia que era coisa boa. Ela é uma dessas minas que a gente admira pra caramba, é baterista da banda Ventre e muito engajada nas causas de empoderamento feminino. Ela tinha acabado de voltar de uma experiência incrível que é o Girls Rock Camp, que participou como voluntária e o objetivo dela é conseguir trazer esse evento maravilhoso pro Rio algum dia ainda. Mas como existe uma burocracia pra isso e ela queria muito colocar alguma coisa em prática já agora pro Dia Internacional da Mulher, a gente sentou e pensou em várias coisas que podíamos fazer unindo forças com outras garotas. Daí surgiu a ideia de um circuito de eventos, onde cada grupo utilizasse seus espaços pra levar cultura, aprendizado, música, entretenimento, arte e autoestima pra outras mulheres: a SOMAS.

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Começando na quinta-feira (09/03), a inauguração do circuito acontece no estúdio Polo Norte, na Zona Norte, e contará com a apresentação da banda capixaba My Magical Glowing Lens, um bate papo com a editora e sound designer Vitória Parente, além da exibição do curta de terror “Não Olhe Agora”, que fala sobre assédio. O grupo do Espírito Santo está prestes a lançar novo álbum em maio deste ano e apresenta canções inéditas no evento. Com uma performance enérgica e psicodélica, o show da My Magical Glowing Lens é irreverente e criativo. A apresentação faz parte da turnê nacional que já passou por Nordeste, Sul e  Sudeste.  Os ingressos variam entre 15 e 20 reais.

Já na sexta-feira (10/03) é a vez do “Chá de autoestima”, com a Nuta Vasconcellos, no nosso Espaço Criativo. As vagas são limitadas, porque o espaço é pequeno! Então estamos fazendo as inscrições por email (gws@gwsmag.com). Só colocar no assunto: “Inscição Chá de Autoestima” e esperar a confirmação. É de graça!!

Com uma pegada mais baladeira, o Motim abre as portas no sábado (11/03) para a festa “Entendidas e Caretas”, que contará com o set da DJ Cris Borges, além da apresentação burlesca de Patrícia Gia Nut. O evento também recebe a banda de punk Ostra Brains, e ainda exibe a exposição de Cris Urf e do coletivo Elva. A entrada custa 10 reais. Fechando a programação, no domingo (12/03), é dia de soltar a criatividade nas oficinas de zine e montagem de palco/som. Haverá também roda de conversa e baile Riot, com a discotecagem da Sosó Soso. Os ingressos custam cinco reais.

Os precinhos são amigos e as atrações são maravilhosas! Pra saber mais informações de horários e endereços, é só entrar no evento do facebook: circuito SOMAS.

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