Altar menstrual: Como acessar seu lado mais sensível e seus poderes oraculares

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

Meu primeiro post aqui no GWS foi sobre como alinhar seu ciclo menstrual com a lua e montar o seu diário da lua vermelha e como prometido no primeiro post, chegou o momento de se aprofundar mais nessa história e na sua conexão com a lua e com seu corpo. A Lua é o astro regente dos ciclos da água e da vida.  As marés, a seiva das plantas, o eletromagnetismo terrestre, os partos, são todos regidos por ela. É ela quem guarda os mistérios do inconsciente. Desde a antiguidade a lua foi relacionada ao feminino e suas propriedades foram atribuídas à diferentes Deusas, representantes dos três arquétipos lunares, a donzela, a mãe e a anciã, todas parte integrante do ciclo de vida, crescimento e morte, e todas partes de nós mesmas.

Captura de Tela 2017-04-19 às 11.32.32 PM

Ilustração: misangry

Desde o período Paleolítico já foram encontrados traços de culto à Deusa, como a Vênus de Hohle Fels, com 35000-40000 anos de idade. Sabe-se também que os primeiros calendários feitos pela humanidade eram baseados nos ciclos lunares e pinturas rupestres que relacionavam as fases da Lua e as atividades humanas. Ciclos da natureza já foram encontradas em diversos lugares. E assim como é um conhecimento antigo e comum entre as parteiras que a lua rege os nascimentos, os povos antigos conheciam a íntima relação entre a Lua e as mulheres, representando esses mistérios em suas Deusas e práticas ritualísticas. Mulheres de diversas tribos se reuniam nas chamadas “Tendas Vermelhas” em seu tempo de lua para acessar seu lado mais sensível e seus poderes oraculares, muitas vezes saindo de lá com previsões e aconselhamentos para a tribo. No post de hoje vamos aprender a criar a nossa própria tenda vermelha.

A Menstruação pode ser um período emocionalmente conturbado, pois é a fase de nosso ciclo onde estamos na nossa sombra, nosso arquétipo minguante e negro, encarando o inconsciente, mais abertas e sensíveis energeticamente e com a intuição mais afiada. O aspecto da Deusa associado a esse período é a Anciã, ou a Mãe Negra, adorada e ao mesmo tempo temida, a sábia bruxa, senhora do ciclo de vidamortevida. É hora de encarar de frente tudo aquilo que nos recusamos a ver sobre nós mesmas e sobre a realidade que nos cerca, por isso o corpo dói, as emoções parecem furiosas e incontroláveis. É preciso parar de negar e soterrar dentro de nós tudo aquilo que consideramos desagradáveis, para que então possamos lidar com isso de frente, despertando a força da donzela guerreira. Mas antes é preciso deixar morrer, é preciso sentir com intensidade e plenitude tudo aquilo que está sendo colocado diante de nós.

A morte e a vida já foram indissociáveis, e é necessário aceitar o fim de certas coisas, para que então novas possibilidades se estabeleçam. É necessário podar uma planta para que ela cresça forte e dê seus melhores frutos, assim como é necessário se despedir de velhas realidades que não nos servem mais, afim de alcançar aquilo que realmente desejamos, por mais doído que isso seja, e esse processo é vivido inconscientemente durante a menstruação, por isso, conectar-se com esse período ameniza seus sintomas destrutivos. O corpo fala, mas quando não escutamos, o corpo grita.

A menstruação traz a limpeza desses aspectos, mas também traz a vida, e é esse o seu grande poder curador. Ao contrário do que nos fazem acreditar ao longo da vida, o sangue menstrual não é um sangue residual e sujo, e foi constatada recentemente a presença de células tronco nesse fluido. É um sangue biologicamente e energeticamente extremamente rico, e é daí que surgiu o antigo costume de se devolver o sangue para a Terra, colocando-os nas plantas ou sangrando diretamente sobre o solo. E por levar a vida a menstruação também cura, cura as mágoas e as feridas, leva embora angústias, traços de personalidade que não mais nos ajudam e traumas. O útero é o centro de poder feminino, e mesmo naquelas mulheres que nasceram sem útero ou que precisaram tê-lo retirado, seu poder vibra e permanece. Guardamos e acumulamos tudo em seu interior, e durante esse período deixamos que isso flua e seja absorvido pela Terra, com seu enorme poder de cura e transmutação, transformando tudo aquilo que agora se despede de você, em nova vida que flui em seu universo interior e exterior. Na morte mora a vida, e a vida, inerentemente, leva à morte, e esse é só um dos muitos mistérios da Deusa, da lua e seu.

Para se conectar mais profundamente com essa fase você pode montar um altar menstrual. Um altar é um pequeno espaço sagrado reservado e montado de acordo com uma função estabelecida, neste caso, o vínculo com seu sangue lunar. Ele funciona como um ancorador das energias que nele são colocadas, emanando aquilo para você. Ao montar um altar menstrual, intensifica-se conexão estabelecida com os mistérios do profundo feminino e do sangue.

Para montar o seu altar menstrual  você vai precisar de:

  • Incenso (incensos relacionados a energias femininas como o gêranio, jasmim, ou rosas são os ideais)
  • Vela vermelha
  • Terra, plantas, cristais ou sal grosso
  • Água ou vinho
  • Jarro menstrual (recipiente com tampa, geralmente feito de cerâmica, que armazena uma mistura de água e sangue menstrual)
  • Enfeites, imagens e o que mais você quiser

O tempo dedicado ao seu altar é um tempo dedicado a você mesma, então desligue o seu celular, feche a porta, e sinta-se relaxada e a vontade, se quiser, coloque músicas que te lembrem esse momento de conexão com seu feminino ancestral e sábio, e purifique a si e ao local com um incenso ou defumação. Quando sentir que está calma e conectada o suficiente, comece a arrumar o lugar escolhido, colocando uma toalha ou pano para forrar e dispondo os elementos da forma que lhe agradar. Você pode colocar elementos que remetam à Deusa, como imagens ou objetos, cristais vermelhos como a jaspe, de forma que aquele espaço se torne a sua conexão com si mesma e o poder que em ti reside. Quando quiser se conectar com essa energia, basta acender a vela e o incenso, e meditar.

Quer saber mais sobre magia e  a influência e presença da natureza na nossas vidas? Vou ministrar um curso no Espaço Criativo GWS em breve! Para se inscrever: Introdução a Magia, com Fernanda “Surati”

— ♥ —

assinatura_2017_surati


Warning: file_get_contents(https://graph.facebook.com/?id=http://www.gwsmag.com/altar-menstrual-como-acessar-seu-lado-mais-sensivel-e-seus-poderes-oraculares-2/&summary=1): failed to open stream: HTTP request failed! HTTP/1.1 403 Forbidden in /home/gwsmag/www/wp-content/themes/gws/home.php on line 72
2 Comentários

Tags:

Economia colaborativa: você sabe o que é?

Por Nuta Vasconcellos / nuta@gwsmag.com

A Economia Colaborativa está super presente na sociedade moderna de maneira cada vez mais forte, mas talvez você nunca tenha se dado conta ou sequer relacionado este nome a alguns dos diversos empreendimentos que possivelmente já utiliza ou ouviu falar a respeito.

Em busca de um modelo colaborativo de consumo onde o viés capitalista de lucro, tal como a gente conhece, é substituído pela lógica de divisão do acúmulo, a Economia Colaborativa é hoje uma das bases pelas quais pessoas podem compartilhar serviços que antes eram concedidos somente por grandes corporações. É também um modelo que agrega pessoas que buscam organizar maneiras mais sustentáveis de enxergar e se relacionar com o local onde vivem. Maravilhoso, né?

GM

Ilustração: GM

Nesse sentido, projetos de cunho cultural, alimentício, de mobilidade, de trabalho, de educação, meio-ambiente entre outros tantos temas são fomentados a partir de iniciativas populares com o fim de transformar cenários locais. São pessoas interagindo entre si e propondo mudanças!

Alguns exemplos são os projetos como o Floresta Urbana, que visa tornar a cidade mais verde através de intervenções em espaços públicos em São Paulo, a Horta Comunitária da General Glicério, iniciativa dos moradores de Laranjeiras, o Couchsurfing onde pessoas se transformam em anfitriões e oferecem quartos para mochileiros experimentarem a cultura de diferentes locais do mundo e o app Tem Açúcar?, no qual os usuários promovem o empréstimo de coisas entre vizinhos, evitando assim que você compre aquela furadeira que vai usar uma vez a cada 2 anos.

Mas como a Economia Colaborativa se relaciona ao feminismo? Os conceitos de economia feminista e economia colaborativa se fundem no sentido em que ambos buscam a ressignificação das relações de poder, consumo e distribuição de recursos. Como assim? Calma que já explico!

Alguns exemplos são as iniciativas como a Rede Feminaria, uma associação de empreendimento e suporte ao empreendedorismo feminino com consultorias a preços módicos e como o Coletivo Deixa Ela Em Paz que promove ocupações do espaço público por mulheres a fim de combater o machismo e a discriminação de gênero (e cujos lambe-lambes lindões você já deve ter visto por aí!). Outro exemplo é o Indique uma Mina, grupo colaborativo no Facebook onde mulheres indicam mulheres para vagas de emprego. Esses são apenas alguns dos projetos rolando por aí que unem o modelo colaborativo à economia feminista.

É possível dizer que caminhamos para novas formas de pensar a nossa relação com o entorno, quebrando paradigmas econômicos, de gênero e reinventando as relações interpessoais com criatividade e mobilização popular. Existem muitos projetos interessantes acontecendo, uma galera focadas em mudança e vale a pena buscar aqueles com os quais você se identifica. É o momento de fazer a diferença e, agir é a palavra de ordem!

Curtiu? Coloca o dedo aqui pra saber mais sobre o tema:

https://trama.net.br/

http://www.cidadecolaborativa.org/

http://consumocolaborativo.cc/

— ♥ —

assinatura_grazi_ximenes


Warning: file_get_contents(https://graph.facebook.com/?id=http://www.gwsmag.com/economia-colaborativa-voce-sabe-o-que-e/&summary=1): failed to open stream: HTTP request failed! HTTP/1.1 403 Forbidden in /home/gwsmag/www/wp-content/themes/gws/home.php on line 72
Comentar

Tags:

Mulheres com deficiência: Mulheres invisíveis?

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

Olá. Meu nome é Mariana, 27 anos, jornalista, amante de gatos. Também sou uma pessoa com deficiências físicas e, por muito tempo, fui apenas a “menina com problema na perna”. A Mariana, que é jornalista e louca por gatos, não existia. Vivia à margem. Em primeiro plano, as deficiências. Sempre. Até mesmo no currículo. Após os dados gerais existia a inscrição “a candidata é portadora de deficiências físicas”.

6ae4b7389a9e717bf928f10065b96686

Ilustração: Autor Desconhecido (Pinterest)

Ser um rótulo em dose dupla – mulher e deficiente — antes de ser uma pessoa é engraçado. A gente acaba deixando de existir. Nos tornamos outra coisa, algo definido por agentes externos. Nossos gostos, hobbies, amigos, empregos, tudo é pensando através das coisas que damos, ou não, conta de fazer. Nossas qualidades ou gostos acabam sendo suprimidos; “mas você não pode gostar de bicicleta, você não dá conta…” Quando se é mulher e deficiente, a invisibilidade toma proporções ainda maiores.

Mulheres, em qualquer parte do mundo que você ponha os pés, necessitam reivindicar existência em todos os momentos do dia porque mulheres não são sujeitos plenos de direito e precisam ser cuidadas por um homem, por um Estado, por um marido, um pai… Não podem se virar sozinhas tendo as mesmas condições que os caras porque são mais fracas, estéricas, incapazes, diminutas emocionalmente.

Pessoas com deficiência também estão nesse patamar. Precisam ser cuidadas por alguém. Não têm espaço de fala porque precisam ser, sempre, representadas por alguém. Até mesmo na construção dos seus direitos. Pessoas com deficiência não têm capacidade de pensar por si mesmas. São inaptas. Não são dignas porque não têm condições de produção dentro de uma engrenagem capitalista. Precisam ser escondidas. Merecem favores do Estado. Por que dar voz a quem vive de favor na sociedade?

Aqui chegamos ao ponto: para você, qual o papel ocupado pelas mulheres com deficiência na mídia? Nas artes? Na internet? Na universidade? Pare, reflita um minuto… Você provavelmente pensou: “ué, não me lembro agora de nenhuma mulher assim nesses lugares”. Correto! A mulher com deficiência, simplesmente não existe. Por não existir, também não fala, não pensa, não transa, não se educa, não se diverte. Apenas não. Sua existência é negada em dobro.

Para sua surpresa, esse não é um daqueles textos que apresenta soluções. Não vou dar conselhos de autoestima ou sororidade. Não vou dizer “ponha-se no lugar do outro e pare”. Se você, por um segundo parar para pensar que existe essa realidade, antes desconhecida, já estamos no lucro. Só conseguir enxergar aquilo que vemos. Visibilidade é o primeiro passo para uma reconstrução de lugares para as mulheres que, como eu, tem algum tipo de deficiência.

— ♥ —

assinatura-mariana-silva


Warning: file_get_contents(https://graph.facebook.com/?id=http://www.gwsmag.com/mulheres-com-deficiencia-mulheres-invisiveis/&summary=1): failed to open stream: HTTP request failed! HTTP/1.1 403 Forbidden in /home/gwsmag/www/wp-content/themes/gws/home.php on line 72
Comentar

Tags:

Autoestima: 5 Dicas para realizar suas metas e melhorar sua rotina

Por Nuta Vasconcellos / nuta@gwsmag.com

Todas nós queremos ser bem-sucedidas. Seja realizando tarefas do dia-a-dia, em um relacionamento, na nossa carreira ou na faculdade. Mas existe um segredo? Será que é possível com pequenas mudanças na nossa rotina, conquistarmos o equilíbrio que buscamos? Segundo neurocientistas americanos de Harvard e Stafford que estudaram o cérebro de pessoas bem-sucedidas e atletas de alta performance, sim. Você precisa basicamente de 5 dicas para realizar suas metas e melhorar sua rotina. O estudo concluiu que seu cérebro é uma máquina que deve ser programada e que ele é responsável por tudo que você consegue, ou não, executar. O que isso tem a ver com autoestima? Tudo! A frustração que sentimos quando não conseguimos realizar tarefas bobas ou não, que designamos para nós mesmas, seja estudar para uma prova, começar a se exercitar ou até mesmo mudar de emprego ou pedir uma promoção, enche a gente de culpa e ansiedade e isso é muito negativo para nossa autoestima. E por quantos anos você está programando seu cérebro com frases como: “Não consigo”, ” Não posso”, “Eu sou preguiçosa”?

Que tal tentar por aí colocar esses exercícios em prática?

1) Escreva seus objetivos

O estudo concluiu que pessoas que conseguem de fato realizar suas metas e suas tarefas de autoestima-e-organizacao-anote-tudo-gwsrotina, escrevem. Isso mesmo. Elas colocam no papel tudo que querem realizar, aonde querem chegar e meios de fazer isso. Segundo o estudo, isso melhora a performance e a chance de você conseguir realizar tudo em 39%.

Mas não é só anotar e deixar de lado. Anote em um lugar que você vai estar sempre olhando, lendo, para o seu cérebro ir gravando e programando esses planos. Eu, mística que sou, digo mais: Pra mim, nada mais é do que jogar para o universo o que você quer e fazer com que as energias trabalhem a seu favor. Uma dica é manter na sua agenda diária (se você tem uma) ou no espelho do banheiro.

2) Medite 

autoestima-e-organizacao-mediteA gente sabe que é muito difícil conseguir limpar a mente, respirar, se concentrar e conseguir de fato, meditar. Segundo os neurocientistas, tudo que precisamos (pra conseguir colocar em prática tudo dessa lista) é hábito e disciplina. Tente todo dia um pouquinho. Mas por que é tão importante meditar? Meditar, nada mais é que se conectar mais com você mesma. Para algumas pessoas, significa rezar e conversar com uma força superior também. É o momento para focar, visualizar seus objetivos e emanar pensamentos positivos. Já rolou um post aqui com 5 apps gratuitos pra relaxar!

3) Socialize

Sabe aquela frase clichê, “Diga-me com quem andas que te direi quem és”? Bom, ela não é um
clichê a toa. Faz sim sentido. Somos diretamente influenciados pelas opiniões e atitudes das pessoas que autoestima-e-organizacao-socializemais convivemos. Obviamente, quanto mais próximos, maior a influência e mesmo sem perceber, começamos a viver uma rotina parecida com eles. Mas você está convivendo com pessoas que você realmente admira? Elas vivem a vida que você quer viver? Não estamos dizendo que seus amigos são influências ruins, mas às vezes não são as pessoas que vão te estimular a dar os passos em direção ao estilo de vida que você busca.

Temos a tendência de acreditar que a maior parte das decisões que tomamos são por vontade própria, mas ao longo da história podemos ver centenas de casos de sucesso onde amigos foram bem sucedidos juntos, um estimulando o outro a crescer e se desenvolver. Você é a média das 5 pessoas com quem passa mais tempo. Pense nisso.

Não, não precisa deixar as pessoas que você ama de lado. Mas procure conviver mais e ter mais contatos com pessoas que você considera bem sucedidas nas áreas que você quer crescer, ou que tenham hábitos que você gostaria de ter. Procure frequentar lugares em que você acha que merece estar.Você vai sentir a sua vida naturalmente caminhando para onde você acredita que deve caminhar.

4) Exercite-se e se alimente bem
Mais um clichê que é inegável. A pesquisa comprovou que pessoas que se exercitam pelo menos 3x na semana, no mínimo 30 minutos se sentem mais confiantes, felizes e autoestima-e-organizacao-exercicio-e-alimentacaodispostas para realizar as tarefas da nossa rotina. Se exercitar faz bem pro corpo e pra mente. Diminui o stress, a ansiedade, ajuda a circulação, diminui o colesterol, fortalece os ossos, aumenta o nível de neurotransmissores, como a noradrenalina, a serotonina e a dopamina, que produzem uma sensação de relaxamento e bem-estar.

O mesmo estudo comprova que hábitos saudáveis são 20% exercícios físicos e 80% alimentação. Precisamos não só “matar a fome”mas nutrir nosso corpo e nossas células. Se alimentar bem é um favor para seu corpo e sua alma. Aproveito o embalo e coloco um trecho do post, Precisamos mudar nossa relação com a alimentação e exercícios físicos“Você pode e deve movimentar seu corpo não importa seu peso, sua estrutura. Você pode e deve saber dos benefícios dos alimentos, não importa seu peso ou tamanho. Saúde não está em um corpo especifico, nem em escolhas extremistas. Saúde é parar de torturar seu corpo e sua mente, não tem nada a ver com privações, nem regras. Saúde é amor, comida é amor. Toda mudança só é real através do amor e autoconhecimento.”

Eu não sou o Drauzio Varella, mas se eu pudesse te dar um conselho aqui seria: Beba água! Eu poderia dizer aqui a importância de criar esse hábito, mas com certeza você já sabe. Não? Então dá uma lida no texto do próprio Drauzio, 5 bons motivos para não deixar de tomar água.

5) Organize-se 

Por último e jamais menos importante na nossa lista de 5 dicas para realizar suas metas e autoestima-e-organizacao-organizacaomelhorar sua rotina está a organização. A falta de organização, de rotina deixa a gente ansiosa e geralmente levamos mais tempo para executar uma tarefa. Existem várias formas de organizar nosso tempo, inclusive, existem até aplicativos para isso, mas a dica infalível é a seguinte: Tente acordar e dormir sempre no mesmo horário, estipule hora e tempo para executar funções e cumpra isso. Exemplo da agenda:

  • 8:00 – acordar
  • 9:00 – tomar café
  • 10:00 -11:00 – academia
  • 12:00 – almoçar
  • 13:00 – 14:00  – responder emails
  • 14:00 – 16:00 – atender clientes
  • 17:00 – lanchar
  • 18:00 – 20:00 – estudar
  • 20:00 – jantar / horário livre
  • 00:00 – dormir

Deu para entender, certo? Ter uma agenda organizada e horários determinados para cada tarefa, otimiza o tempo e ganhamos mais confiança. Tente!

Curtiram as dicas? Espero que ajude vocês no desenvolvimento pessoal e profissional. E se tiverem dicas infalíveis para realizar nossas metas e tarefas, compartilhem nos comentários!

assinatura_2016_nuta-vasconcellos1


Warning: file_get_contents(https://graph.facebook.com/?id=http://www.gwsmag.com/autoestima-5-dicas-para-realizar-suas-metas-e-melhorar-sua-rotina/&summary=1): failed to open stream: HTTP request failed! HTTP/1.1 403 Forbidden in /home/gwsmag/www/wp-content/themes/gws/home.php on line 72
Comentar

Tags: