Calça Thai: Moda consciente, comércio justo e sustentabilidade na moda

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

A marca Calça Thai procurou o GWS para falar um pouquinho sobre a filosofia de trabalho deles e todas as formas que eles colocam moda consciente, comércio justo e sustentabilidade em prática. Vocês já sabem que temos uma tag aqui chamada moda consciente e também beleza natural e que sempre divulgamos o trabalho de empresas que estão tentando fazer não um futuro melhor, mas um agora melhor! Afinal já é possível hoje em dia colocar muita coisa em prática. Pensar em uma nova forma de consumir, fabricar e vender produtos é uma realidade e ver marcas como a Calça Thai colocando isso em prática de uma forma tão honesta e verdadeira, dá orgulho de ver! Por isso, topamos na hora divulgar a marca aqui no blog.

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A loja online foi lançada em 2015 por jovens inspirados pelo amor que sentem pela Tailândia e pela moda feita de forma justa. Por isso, construíram uma empresa consciente. Desde o processo de produção até a definição do preço final das peças, tudo é feito com muita transparência. O comércio justo e sustentabilidade são a base da empresa que é dividida em uma equipe nacional e outra que fica, claro, na Tailândia. Quando estávamos trocando ideia com a marca para saber se poderíamos firmar uma parceria é claro que perguntamos qual o papel das mulheres na empresa. O time brasileiro é de 60% mulheres e na Tailândia, 90%. Girl power!

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Outra coisa muito legal e realmente 100% sustentável é que a Calça Thai não trabalham com ciclos ou temporada. Ou seja, as coleções são permanentes até acabar o tecido, como deveria ser em todas as empresas para garantir zero desperdício, certo? Não são só as peças que seguem a filosofia sustentável. O site da marca também é, o que significa que toda a emissão de gás carbônico que o site da marca gera é compensado pelo plantio de árvores na Mata Atlântica. Legal, né?

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As comunidades do norte da Tailândia têm a tradição de usar calças largas há muito tempo. A Calças Thai, resolveram reinventar a peça e adaptá-la aos dias de hoje, mas mantendo o olhar nas raízes históricas. Os produtos são feitos de algodão ou algodão rayon (tecidos escolhidos por serem veganos), feitas à mão. Eles não querem só vender roupa. A ideia é despertar o desejo de consumir em geral de uma forma mais consciente, levando um novo conceito de estilo de vida, um novo olhar à indústria da moda.

Quer saber mais curiosidades sobre a cultura tailandesa ou o conceito por trás das Calças Thai? No facebook da marca tem sempre novidades e curiosidades. Sua marca impulsiona mulheres no mercado de trabalho? É liderada por mulheres ou trabalha de forma consciente, sustentável e criativa? Escreve pra gente! Vamos amar saber mais!

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Diário da Lua Vermelha: Alinhando seu ciclo menstrual com a Lua

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

Estudar os astros, as plantas, as práticas espirituais antigas e os sistemas de magia nos ajuda a encontrar uma antiga feiticeira que existe em todas as mulheres, e a Lua é nossa grande aliada. É sob seus auspícios que saímos do domínio solar do consciente e adentramos o mundo interno, é ela quem revela as realidades ocultas, os mistérios cíclicos do sangue e da seiva. A Lua, grande espelho das águas inconscientes rege nosso ciclo mensal. Aprender a entender e respeitar os próprios ciclos é um segredo que as mulheres antigas dominavam, e que reside ainda dentro de todas nós.

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Ilustração: Henn Kim

Adentrar os mistérios lunares é mergulhar no profundo feminino, é aprender que somos parte integrante do todo, espelho e reflexo da natureza em seus aspectos mais luminosos e belos, mas também em todos as suas faces sombrias. Dançar com a lua e celebrar o eterno ciclo de vida, dentro e fora de si, entender nos ciclos da Terra e de si mesma, os movimentos de geração, nutrição, e destruição, e saber que a morte é tão necessária quanto o nascimento para a manutenção da vida.

Ao longo das eras, muitas crenças povoaram o mundo, e com elas as mais diversas ferramentas de cura foram descobertas, desde técnicas de cantos e toques de tambor, até a descoberta das propriedades físicas e energéticas de elementos naturais encontrados ao redor. Tudo isso constitui um legado ancestral que ainda pulsa dentro de cada mulher, aquela que traz a recordação, para que juntas possamos nos recordar de quem realmente somos, através das ervas, da lua, da magia. Uma das ferramentas mais utilizadas pelas mulheres para entender e acompanhar o ciclo menstrual e a influência lunar é o “Diário da Lua Vermelha”, um diário onde a cada ciclo uma nova mandala lunar é desenhada, juntamente com anotações diárias sobre nossos humores, sonhos, sensações físicas e emocionais e respostas fisiológicas do corpo. Com o passar do tempo, a utilização desse diário serve como um guia pessoal sobre o corpo feminino e a lua.

Antes de fazer o diário é muito importante entender sobre as fases da lua e seus efeitos, assim como entender sobre as etapas do ciclo menstrual. Nesse primeiro texto vamos aprender a confeccionar o diário, para nos textos seguintes nos aprofundarmos na relação entre a lua e nosso sangue. A palavra “menstruação” tem origem na palavra latina “menstruum” que significa tanto mês, quanto um solvente alquímico com a capacidade tanto de dissolver quanto de coagular. Desde os primórdios a menstruação e a passagem do tempo foram associados, e os primeiros calendários da humanidade seguiam o ciclo de 28 dias da lua, e entender como suas fases atuam na natureza é essencial para entendermos como ela influencia nossos corpos e emoções.

 

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Para fazer o diário é só imprimir o diagrama acima a cada menstruação e seguir as instruções!

  • A primeira fileira numerada de 1 a 32, representa o ciclo.
  • Na segunda fileira, você vai preencher com os dias do mês, começando pelo primeiro dia de menstruação. Então se menstruar no dia 18, comece do dia 18 daquele mês em diante.
  • Na terceira fileira, são as fases da lua. Preencha as bolinhas com a fase certa da lua, no dia que menstruou. Use as legendas como referência pra pintar a bolinha!
  • Na quarta fileira indique com o símbolo escolhido para cada etapa do ciclo, como menstruação, ovulação, tesão, sexo, alterações emocionais,
  • Estabeleça um dicionário de símbolos sobre os assuntos que deseja manter controle, é necessário pelo menos um símbolo para menstruação, um símbolo para ovulação e um símbolo para o fluxo de corrimento vaginal.

Lua Nova: O céu aparenta estar sem lua, somos convidadas a mergulhar no vazio profundo, onde a racionalidade fica em segundo plano e o inconsciente vem à tona, trazendo para o espectro visível coisas que ainda estavam sob a superfície.  Etapa inicial do ciclo lunar, é o momento ideal para o início de novos projetos e objetivos

Lua Crescente: Aquilo que foi plantado durante a Lua Nova começa a nascer, e é hora de revisar esses projetos, fazendo as modificações necessárias, e de se empenhar para colher bons frutos.

Lua Cheia: A lua apresenta seu vigor máximo, e aquilo que foi plantado se encontra em seu ápice. É tempo de transbordamento, e de se entrar em contato com os frutos daquilo que foi semeado na Lua Nova, privilegiando a clareza para uma boa compreensão.

Lua Minguante: O que a Lua Cheia trouxe deve agora ser analisado, independentemente dos resultados alcançados. Na Lua Minguante aquilo que não funcionou será revisado e alterado se necessário for, preparando o solo para a semeadura da próxima Lua Nova.

Pronto, ao logo dos meses você vai começar a perceber com mais clareza as influências da lua sobre si, e como utilizar a seu favor esse conhecimento. Nos próximos textos, já com os diários em mãos, nos aprofundaremos nos poderes de nosso sangue, nas influências das fases da lua e de nosso ciclo biológico e hormonal, e a como utilizar magicamente cada período desses.

“Recordar, del latín re cordis: volver a pasar por el corazón”

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Por: Fernanda Grizzo (SURATI)

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Empreender: O que vai fazer parte da sua vida quando você decidir seguir esse caminho

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

O que é empreender? Para nós, é um movimento interno e externo. A experiência interna é única; diferente para cada uma e em cada fase do empreendimento. Já, externamente, alguns elementos bem práticos passam a marcar ponto no cotidiano de qualquer pessoa que decide empreender. Não tem como fugir do pacote CNPJ, contador, impostos, nota fiscal… Para começar, e já que a experiência interna é única, resolvemos responder individualmente  à pergunta: o que passou a fazer parte da sua vida, internamente, a partir do momento que começou a empreender? A gente gostou tanto do exercício, que escolhemos começar o texto compartilhando nossas respostas, e aproveitar para vocês nos conhecerem um pouco mais, já que em breve, estaremos ministrando o curso Quero empreender, e aí? No Espaço Criativo GWS.

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Ilustração: Henn Kim 

Fe: “Vixi!!! Não tem outro jeito de começar essa resposta! Empreender, para mim, foi ao mesmo tempo uma conquista e um desafio. A conquista da autonomia da agenda, do tempo, do planejamento, das ideias e do investimento. O desafio de equilibrar esse monte de prato e entender que tudo bem se algum deles cair. Mais que tudo, empreender foi ser minha maior parceira, minha maior motivadora, minha melhor amiga. Foi entender e aceitar minhas fraquezas e aprender a reconhecer e valorizar meus talentos. Foi abrir mão de um monte de certezas e mergulhar num mar de vulnerabilidade e presença. Sentir na pele (e na cabeça e no estômago) o que é se entregar e trabalhar só com uma possibilidade: tentar ao máximo e dando o meu melhor. Conhecer um monte de gente incrível, receber ajuda de onde nem imaginou e trocar, compartilhar, fazer junto. Para resumir, o que mais passou a fazer parte da minha vida foi independência e auto-responsabilidade, pessoas maravilhosas, vulnerabilidade e amor por mim e pelo que escolho colocar no mundo todos os dias. Uma vida mais interessada e interessante!”.

Ju: “No instante em que decidi empreender, passou a ser parte da minha vida um exercício permanente de me abrir, aceitar, dialogar, persistir, automotivar, criar esperança, estar presente, acreditar e alimentar minha coragem. Se lesse isso há três anos, provavelmente cairia na risada. “Meio hippie isso aí, não?”. Quando comecei, estava tranquila com o que chamo “parte estrutural da coisa”: finanças, planejamento, orçamento, organização, planilhas, contratos, metodologias, estudos. Me apresentar, criar um posicionamento, me vender, e fazer o negócio acontecer no mundo pareciam os maiores desafios. Eu sabia dos porquês e para que’s desse movimento na minha vida: queria experimentar o tempo, as relações, a vida e o trabalho de outras formas. Logo no início, um antigo desafio deu as caras como o mais difícil: acreditar em mim. Reconhecer e dar valor à minha história, ao que é realmente importante, a meus talentos, características e fraquezas, e à vulnerabilidade. Estar disponível para o incerto, pedir e receber ajuda. Mudar comportamentos. Ressignificar ideias, como a de fracasso… Com muito apoio (e algumas enxaquecas), fui entendendo como persistir nos momentos de dúvida, medo, e vergonha. Aprendi a encontrar apoio em mim quando depende só da minha pessoa colocar o meu melhor para fazer acontecer. Acreditar nas minhas ideias e me posicionar. Empreender colocou ainda mais presente no meu dia-a-dia suar bastante para transformar ideias em acontecimentos, ouvir muito e exercitar empatia. Ter foco, tomar decisões, arriscar, abrir mão. Me conectar e descobrir maravilhosidades nas pessoas lindas que conheço. Ser minha melhor amiga, e a cada instante ser desafiada a persistir na escolha de acreditar e agir com e por amor. (por mais hippie que isso possa parecer ;). <3″

Agora, mudando o foco para o externo, o caminho passa a ser bem mais parecido. É inevitável, alguns itens passarão a fazer parte da rotina e toda empreendedora. Além do combo CNPJ e contador que falamos lá em cima, podemos acrescentar nessa lista: infraestrutura, redes sociais, site, nome, marca, se apresentar, definir produtos ou serviços, custos iniciais, cartão de visitas, papelaria, planejamento, recebimentos, gastos, vender, posicionamento de marca, etc.

Listando assim pode parecer bem assustador. Mas a gente realmente acredita que pode ser mais simples do que parece. E é justamente sobre isso que vamos falar, compartilhar e experimentar no curso “Quero empreender, e aí?” Abordaremos conhecimentos e ferramentas práticos e descomplicados para desmistificar a burocracia e entender como começar um negócio. Com muita conversa e troca, vamos entender o caminho que cada uma precisa percorrer para chegar onde quer e desenhar um plano de ação, realizável (de fato!), com passos necessários para os próximos meses. Entender se precisa de ajuda e como buscar e o que precisa ajustar (em si e na sua vida) para dar esse passo. Por fim, levantar possíveis obstáculos (externos e internos) e desenhar estratégias para contorná-los caso apareçam. Tudo isso em um ambiente acolhedor e poderoso.  Ah! E a gente ainda garante que esse processo que parece difícil é uma delícia, leve e divertido! Vamos juntas?

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Chá de autoestima: Tudo que rolou no nosso primeiro workshop

Por Nuta Vasconcellos / nuta@gwsmag.com

O chá de autoestima é um workshop que eu elaborei com muito amor, para ajudar garotas a trabalharem seu amor próprio e confiança. Levei um ano separando vídeos, textos e elaborando um material físico que incluiu uma mini apostila interativa e até um blend de chá que eu mesma  fiz especialmente para o curso.

cha-autoestima-gws-cursoApostila para exercícios e mentalizações e o blend de chá com uma mistura para autoestima 

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Eu tenho um enorme carinho por esse workshop e foi muito mágico finalmente colocá-lo em prática no Espaço Criativo GWS no último dia 10 de março. Essa primeira edição do Chá de Autoestima foi gratuita, até porque, foi a minha primeira vez apresentando o material e eu sei que ainda tenho que treinar mais (virginiana, né gente) e teremos mais um nesse formato, que vai rolar em abril ou maio e será a última chance de participar do workshop na faixa. Assim que decidimos as datas é claro, a gente divulga na nossa newsletter (melhor jeito de saber de tudo em primeira mão, assina aí!) por aqui e nas redes sociais.

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Esse primeiro encontro foi maravilhoso. Bem intimista, com uma troca incrível e acho que todas as meninas conseguiram pensar e tentar enxergar elas mesmas e suas situações atuais por outra perspectiva e perceberam que autoestima é construção.

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O chá de Autoestima tem esse objetivo: Ser uma troca, uma catarse, em que você percebe que você conduz seus medos, inseguranças e oportunidades. Gravamos um videozinho só para registrar um pouquinho desse dia e algumas fotos para registrar o momento.

Espero vocês na próxima edição do Chá de Autoestima!

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