Primeiramente boa noite #10 – Acabou chorare

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

Por Gian Lucca:

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Vou tentar explicar pra vocês, em duas situações, o que rola por aqui: chorei vendo um vídeo do Thiaguinho (esse mesmo) cantando com Gilberto Gil. Não para por aí. Senti um vazio por dentro depois que vi essas fotos do Rodrigo Simas com o cara lá chorando no bar. Se fosse eu, certamente também estaria chorando. Agora, vamos fala de coisa boa? Essa reconciliação deve ter sido show, hein. Opa lelê. Te curto, Rods, me manda um email.

Tô com a impressão que todo mundo quer meio se arranjar em 2014. Primeiro que é isso, meados de janeiro e a gente continua desejando feliz ano novo pra todo mundo que encontramos. Eu curto essa fase de mudança, paz e amor total. Tem gente que nem curte tanto com quem tá saindo no momento mas quer fazer dar certo. Isso que é bonito, ando sentindo uma coisa mais tranquila. Tô falando até com Maria no Tinder, coisa linda, hippie-curitibana. É engraçado que as primeiras coisas, depois de saber que a pessoa não é uma serial killer, o parâmetro pra amar vem também das músicas que a pessoa gosta. Bob Marley não quer Lady Gaga, assim como Gal Costa não quer Justin Bieber. A verdade é que hoje tamo topando qualquer coisa, estamos na fase desencalhar-facinho-carente, tá tudo liberado.

Nos tempos de faculdade, lá atrás (mas nem tanto), numa aula de antropologia, o professor começou a citar exemplos sobre a diferença de amor e de paixão. Paixão é aquele fervo, aquela coisa que cega, mas que passa quando não se transforma em amor. Dura até 6 meses quando não correspondido, se passar disso aí vira sei lá, um transtorno. O amor é a consequência da paixão, aquele fervor todo estabiliza, você simplesmente começa a amar. Amor é coisa simples, mesmo no meio de todos perrengues, é coisa gostosa. Às vezes a gente ama e nem sabe. Comentei no fim da aula com ele que eu era apaixonado por todas pessoas que amei. Pra entender: por mais que a paixão tenha virado amor, ou a paixão tenha ficado só por aquilo mesmo, eu nunca parei de gostar de ninguém que algum dia já me preencheu de alguma forma. “Pessoinha especial, você é o verdadeiro transtorno, então”, ele disse. Tudo bem.

Sobrevivi e cá estou/estamos no décimo post. Saldo de dez posts publicados: 17 emails, 1 jabá, 749 ideias novas, 3 projetos pra eu virar escritor profissional, 4 transas por ter virado celebridade, 2 pés na bunda por ter contado coisa demais por aqui e 1 vontade de ver vocês ao vivo. ‘Vamo’ marca isso aí logo?

 

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