PRIMEIRAMENTE BOA NOITE #33 – Sexto planeta a partir do Sol

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

Por Gian Lucca:

SATURNO PRIMEIRAMENTE BOA NOITE

Jogo aberto igual cartas na mesa, sem delongas (só as amorosas). É assim que vai ser, bate-bola-bate-papo-jogo-rápido. Primeiro é isso, 7X1 e mil coisas.

Existe sempre um ser humano que vai te tirar da merda. Sua vida podia estar uma merda e tudo bem, porque viemos à trabalho e não pra diversão tosca. O ser humano deu errado, rolou paixão três vezes e faz sentido, três é o meu número. Sem astrologia, afinidade pura com o três. Primeiro beijo a primeira paixão. Primeira trepada segunda paixão. Primeiro pé na bunda terceira paixão. Um, dois, três: triplo-se-fodeu, triplo-me-fodi, triplo-coragem-dê-a-volta-por-cima. Entendi que as vezes você só precisava mesmo gostar de alguém de novo, pra esquecer a paixão do passado de vez, pra de repente querer sair e pegar outros seres humanos. Isso acontece e a gente sabe: começou aquela ficada-namoro e todo mundo que você já pegou na vida reaparece. Aí você escolhe, beleza, gostoso. Acorda junto e beija de bafinho e tudo. O amor é tão lindo. Bom, é isso, sigo amando. Um dia vai ter vencedor, por hora, é isso aí.

Teve vários balanços: amigos, famílias, amores, comidas e pesquisas. Amigos, da maneira geral, sempre o “tá tudo bem” porque não faz sentido brigar. Panos quentes pra sempre, me perdoa por esse saturno tão bondoso que me ilumina. Ah, então, teve saturno. Do céu pra palma da mão. 10 minutos de sensação de morte e depois da cicatrização a certeza: ela era minha desde que nasci. Talvez, claro que talvez, a primeira tatuagem na palma da mão que sim, não ficou borrada. Comidas com mais ‘sims’ do que ‘nãos’, agora eu como frutas e legumes. Comprei ovos. Reviravolta total. Balanceamento entre cheddar e brócolis, extremamente necessário. Menos 7 kilos… Mais barba. Desapego também da hora da beleza semanal. Cansa. Não cortei o cabelo e não escondo com boné. “Meu cabelo é demais!” Autoestima, autoestima, autoestima. O boom das exposições e as filas gigantescas. O que importa é a selfie perfeita. Por que e pra que pensar no negativo. Respeito pra todo mundo. O que curte selfie, o que curte verde, é isso aí.

Azul é a cor mais quente. Botar em dia todas suas séries, seus filmes, tudo na sua nave. Nave: cobertor, pacote especial de Oreo, computador no chão só pra completar o espaço no tapete de pelinhos. Uma olhadinha no Instagram, uma curtidinha no Facebook. Nave que Pedro Bial desconhece. Fala sozinho, dança sozinho, surta comprando passagens aéreas sozinho. Mix de noites frias e quentes, mix de trepadas lá do passado, lá do Tinder. Passada rápida na praia mais linda do Brasil. Apaixonante tudo: surf, seres humanos e coqueiros. Entender a diversão de estar num lugar onde tem muita água e muita areia, entender que areia também molha, entender mini-prazeres como sentir a dor da areia batendo na perna com o vento.

Voltamos à programação normal. A quarentena foi necessária e ainda tem muita coisa. Ver sorrisos antigos e continuar achando lindo, porque não tem nada melhor do que lembranças. As ruins a gente fala na mesa comendo pizza e aprende. As boas a gente agiliza pra viver de novo. É isso aí, voltei.

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