Primeiramente boa noite #41 – Novela mexicana

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

Por Gian Lucca:

#41 (1)

Resolvi rever de novo The OC pra começar a pensar mais no Ryan e na Marissa do que no meu próprio umbigo. Rever a mesma série pela quinta vez tem suas vantagens, tipo poder olhar o celular sem culpa e pegar um bloco de anotações pra fazer análises sobre relacionamentos no geral. Existe sempre aquele casal que sempre vai ser um casal. Posso sair da realidade californiana de Seth e Summer e citar, por exemplo, Richard Gere e Winona Ryder em Outono em Nova York (meu filme preferido do mundo, depois de Titanic, não que isso seja importante).

Jack e Rose seguiam a mesma linha editorial do casal que vai ser sempre um casal no matter the weather, pena que tinha um iceberg (literalmente) imenso pra estragar toda brincadeira amorosa. Fiquei pensando tipo Carrie Bradshaw, entre um trago e outro, porque é tão difícil, às vezes, desencanar de pessoas que já pertencem ao passado. Sempre tem aquela trepada que você queria “só mais uma vez, eu juro”. É sadomasoquista e burro. Voltar pro passado é burrice. Tem coisas que jamais vão dar certo. Don Draper não é de uma mulher só, muito menos Dr. House. Já Hank Moody… sempre vai pertencer a Karen.

O desejo de sentir de novo a sensação de um primeiro beijo vira frio na barriga de desespero com amor. Talvez, num outro ponto de vista, a gente volta pro passado quando estamos naquele momento livre e desimpedido: “É possível eu estar sem nenhum problema amoroso?” Fiquei perdido quando voltei a 78 semanas atrás, segundo o Instagram, na foto do primeiro encontro. Era um bar de rua, do lado de um viaduto, não tinha roupa bonita nem copo de vidro. Era plástico, sujo e eu faria qualquer pra ter uma segunda chance de fazer tudo diferente. Aí é isso, você começa a viajar e tentar achar justificativas e pensar que tava tudo errado e que hoje seria tudo diferente e poxa acho que não tem problema nenhum mandar uma mensagem e do nada você perde uma noite inteira de sono, sonhando com esse um ano, vivendo passeios que nunca existiram. Naquele dia eu recebi uma mensagem dizendo “me amarrei em você <3” e não tenho ideia, hoje, de como foi que isso aconteceu.

Preciso começar a assistir Sessão de Terapia. De novo.

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