Primeiramente boa noite #47 – Vamos ser sinceros aqui

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

Por Gian Lucca:

 #47

Quanto tempo o fator ex vai ter perseguir: bróder, nem depois que cê casar, tiver 3 filhos, fizer uma festa celebrando os 10 anos de união, realizar o sonho da casa da praia na meia idade, realizar o sonho da casa de campo na velhice, você vai parar de querer saber da vida de um romance antigo. A verdade é que falar do fator ex é sempre uma boa pauta pra um domingo fim de noite com amigos ou uma terça-fria com um bom vinho. E eu odeio vinho. Tem as redes sociais, que é aquilo, é claro que cê vai dar uma fuçada e achar aquele amigo em comum-distante pra perguntar como que anda e com quem a pessoa está. Na verdade você só segue no Instagram pra analisar tudo, mas às vezes o destino vira o jogo, te dá uma facada no peito e aquela camiseta do tipo polo-cafona-azul-turquesa que você deu de presente no natal anos atrás está sendo usada com o novo romance do seu antigo par. Aí o bagulho fica sério.

A eterna armadilha dos emojis: não pode acreditar naquele coraçãozinho colorido, muito menos naquele urso cinza usado pra quebrar o gelo e “ser fofo”. Devia ter um dicionário que interpretasse cada desenho pra cada situação. E existe. A mãozinha rezando é um high-five e o smile de óculos escuros significa relax. Imagino eu que a bolinha vermelha seja algo muito sinistro e a bolinha preta, que provavelmente alguma coisa saiu fora do controle e fodeu. Jamais use o smile com corações vermelhos nos olhos, esse aí tem aquele poder de ser amoroso e também de ser cínico. Do mal.

O não-like na selfie: às vezes não curtir uma foto de rosto de alguém que você já trepou (e gostou) significa estar com saudade e não querer admitir. Cada um sempre tem uma interpretação diferente quanto aos antigos amores. Comentários são julgados como uma ousadia sem fim e às vezes você só faz pra ver o circo pegar fogo, mesmo ninguém sabendo desse espetáculo e às vezes também pode se passar por idiota. Aquela velha história de pra quê e por quê. Fica na sua, mesmo sabendo que é difícil conter toda curiosidade. Mentira, bote fogo no circo.

Estou assistindo House of Cards: não entendi até agora porque demorei tanto tempo pra começar a ver talvez uma das melhores séries atuais. Não sei se é spoiler ou se vou conseguir fazer alguém assistir, mas pensa num político que quer ser o dono de Washington, trepa com uma jornalista pra disparar notícias sempre que desejar e ainda descobrimos que no seu passado deu umas trepadas escondidas com seu melhor amigo da faculdade. Nem mencionei sua esposa, o affair da sua esposa, o amigo da lagosta etc.

Transar na primeira noite ou beijar e não saber o nome: porque é errado se entregar gostoso pra um desconhecido numa noite qualquer, já que você é desimpedido e paga suas contas? Ou dar uns beijos no meio da pista e ir embora pra saída mais próxima sem perguntar o nome? O que o nome muda? Chamei de Mariana: sua polo-cafona-azul-turquesa é feia pra caramba e o fato de não te ver há quase um ano é libertador. Se me ligar eu vou atender e falar daquela cerveja, claro. Se quiser me dar uma carona eu vou aceitar, óbvio. Vamo aproveitar.

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