5 COISAS QUE NÃO DOU A MÍNIMA: Cristal Muniz

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

Vocês já sabem que a tag “5 coisas que não dou a mínima” nada mais é do que um espaço para divulgar mina foda, que a gente admira de verdade o trabalho e a personalidade. Portanto, essa garota não poderia ficar de fora. Cristal Muniz é designer gráfica, mas o trabalho incrível dela é como ser humano mesmo. Em 2015 ela decidiu parar de produzir lixo (ou o mais próximo de zero possível) por um ano, inspirada na Lauren do blog Trash is for Tossers, e criou um blog chamado “Um Ano Sem Lixo” para compartilhar a rotina e dicas para quem pensa em fazer o mesmo e reduzir sua produção de lixo ao máximo ou quem sabe, ao zero.

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Zero-lixo significa que: Ou a embalagem é 100% reciclável, ou no caso de alimentos, pode virar compostagem. Mas, além disso, a ideia é buscar alternativas que não usem embalagens, coisas que possam ser feitas em casa com ingredientes naturais, produtos de empresas que se preocupem com o destino das suas embalagens, produtos veganos, naturais, sem ou com o mínimo de químicas possíveis. A ideia é  pensar em alternativas e criar novos hábitos. Então Vem saber 5 coisas que a Cristal, não dá a mínima!

1. Canudinhos

Nunca gostei muito de usá-los, sempre preferi beber direto do copo (ou da garrafa, ou da lata). Hoje em dia recuso veementemente porque os canudinhos são um lixo super problemático. Pequenos, eles costumam ir parar em rios e mares quando jogados fora inadequadamente e lá são confundidos com comida pelos animais marinhos. Assim, eles podem ficar trancados no sistema digestivo dos bichinhos e levar eles a morte. Super triste.

2. Pessoas que acham que uma pessoa não faz a diferença

Nesse caso eu até dou a mínima, faço questão de falar sempre que todo passo, mesmo que de formiguinha, faz sim a diferença! Uma pessoa faz diferença sim!

3. Marcas que dizem que são boazinhas mas produzem coisas duvidosas

Sabe aquela marca de moda que, de repente tem um discurso amigável com o planeta? Aquela marca de cosméticos cheios de ingredientes nocivos e perigosos que diz que não mata florestas? Não dá pra acreditar nessas baboseiras. Prefiro sempre do pequeno e duvido e questiono tudo de empresas que a gente sabe que produzem coisas poluentes.

4. Café em cápsula

Café em cápsula é caro, não é tão gostoso assim e gera uma quantidade de lixo ABSURDA. A maioria das cápsulas nem pode ser reciclada por conta da mistura de materiais ali. Mesmo que um dos fabricantes diga que recicle as cápsulas, sabemos que a sua grande maioria vai ser descartada com o café dentro e ir direto para os aterros. Se você ainda toma, pelo menos lave e tire o café de dentro antes de descartar, ok? Depois migra pro café coado ou compra uma cápsula recarregável e usa um pó orgânico.

5. Ter mais trabalho fazendo compras

Explico: não me importo de carregar minhas bolsinhas de pano, saquinhos e potes de vidro para ir comprar coisas a granel. Me sinto feliz e satisfeita quando chego em casa sem nenhuma embalagem e posso guardar as coisas todas direto na estante.

Curtiu as 5 coisas que eu não dou a mínima dela? Se identificou? Se inspirou? Conta pra gente!

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5 Coisas que não dou a mínima: Jarid Arraes

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

Jarid Arraes tem apenas 24 anos e já é uma das mulheres/ feministas mais respeitadas dessa internet. Sua capacidade de escrever tão bem e com tanta clareza sobre como seria esse mundão de Deus mais justo e igualitário talvez seja porque ela tem sol, lua e muito mais em aquário.

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Ela nasceu no interior do Ceará, em Juazeiro do Norte, mas se  mudou para São Paulo em janeiro desse ano, porque a demanda de trabalho e presença pelas bandas do sudeste estava grande. Hoje, Jarid trabalha na Revista Fórum, onde também tem a coluna incrível chamada “Questão de Gênero”. Ela também faz cordéis, que para quem não sabe, são quase como fanzines, folhetos contendo poemas populares. Os poemas de cordel são escritos em forma de rima e alguns são ilustrados, e Jarid tem mais de 30 títulos publicados e muito em breve, pelos próximos meses, vai publicar dois livros! Se isso tudo já não fizesse dessa mina foda e ocupada, ela ainda estuda psicologia, é  ativista feminista, fundadora do FEMICA (Feministas do Cariri) e fez parte do Pretas Simoa (Grupo de Mulheres Negras do Cariri). Quer saber as 5 coisas desimportantes para Jarid? Confere aí!

1) Autoridades 

Desde criança, nunca achei que alguém deveria ser mais respeitado ou que nunca deveria ser questionado só por ter algum título de autoridade. Dá pra imaginar que por isso fui parar muitas vezes na direção da escola. Agora que sou adulta, não é exatamente impossível que eu seja presa por desacato. Sou alérgica a hierarquias.

2) Padrões musicais 

Não que eu seja eclética, mas há muito tempo deixei de me importar com o status da musica que eu ouço. Gosto de ópera, heavy metal e funk com o mesmo entusiasmo com que eu ouço Lady Gaga e Britney Spears. A vida é muito curta pra fingir que só escuto o que algumas pessoas consideram refinado. Música de boa qualidade é a que provoca sentimentos – seja te deixando emocionada ou com vontade de dançar.

3) Grifes 

Como sou gorda, já é difícil achar roupas que caibam. Isso me tornou bem crítica quanto a essa história de roupas de marca e grifes. Então, minha rejeição por coisas caras só por causa do nome que levam se estende pra absolutamente tudo. Só o fato de algo custar muito já me causa aversão – não acho que coisas boas sejam necessariamente coisas com preço alto e não estou disposta a ser outdoor ambulante de ninguém.

4) Roupas íntimas 

Sou a rainha das calcinhas desbotadas, manchadas de água sanitária e sem elástico. Recentemente, também descobri as cuecas masculinas, que são muito mais confortáveis – especialmente as boxers. Além de me sentir bem mais a vontade, economizo dinheiro desse jeito, pois eu simplesmente não me importo.

 5) Maternidade 

Acho muito importante falar sobre maternidade e defender as reivindicações das mulheres que são mães; eu gosto de crianças – desde que sejam dos outros. Eu não quero ser mãe e gostaria muito de prevenir isso até cirurgicamente. Tenho outras prioridades e outras escolhas para a minha vida.

Pra acompanhar Jarid Arraes: Site// Instagram// Facebook // Coluna Questão de Gênero 

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5 COISAS QUE NÃO DOU A MÍNIMA: Clara Browne

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

Clara Browne é uma dessas garotas que tem como missão, ajudar outras garotas. Ela tem só 20 anos, é estudante de Letras e Co-editora da revista online adolescente Capitolina que foge totalmente do padrão das revistas “teens” e tem foco em empoderamento, autoestima e criatividade para garotas que ainda estão em formação, propondo um diálogo honesto, acessível e inclusivo, sem restrições de classe social, raça, orientação sexual ou aparência física.

A Capitolina abre espaço para garotas escreverem e ilustrarem e essas colaborações fazem da revista uma coisa linda de se ver. A Capitolina é pura inspiração, assim como a Clara! Por isso ela é nossa convidada da vez para compartilhar os seus desafetos ou apenas desinteresses com a gente! Vê se rola aquela identificação:

Clara-Browne

5 coisas que Clara Browne não dá a mínima!

1. Bandas indies estrangeiras e seus festivais caros

Nunca gostei de indie, não é um ritmo que toca na minha alma nem mesmo balança meu corpo. Me dá nervoso essa comoção com o ritmo, porque realmente não entendo o apelo. Se é pra ser homem branco cis het, que pelo menos seja brasileiro, fale a minha língua e toque uma musiquinha que dê pra dar uns remelexos. E, se eu não gosto de música indie, não preciso nem comentar de seus festivais super caros, né? Se é pra gastar muitos dinheiros com música, que seja com algo que dê pra dançar pelo menos.

2. Comentaristas homens brancos cis-het, ainda mais se forem sensacionalistas

Migo, não, sério, hahaha, cala a boca. Tá feio, tá agressivo; só para.

3. Pegação e sexo

Como demissexual, cada dia mais percebo que me interesso menos por esses assuntos. Eu não vou sair, conhecer uma pessoa e ficar com ela. Eu não vou fazer isso nem em um encontro, porque, oi, cadê nosso laço emocional, migue? Pois é, não tem. Com a fluidez comum à área cinza, sinto-me mesmo desconfortável com esses assuntos em certos momentos da vida e, não, isso não sou eu precisando me liberar sexualmente, isso é você precisando respeitar a galera no espectro assexual, os quais são sempre invisíveis na maioria das militâncias que vejo por aí.

4. Cupcakes

Muito enfeite pra pouco sabor. E, daí a questão que não quer calar: por que bonitos se ruins? Por que ruins se bonitos? Você pode ganhar likes no instagram, mas, cupcake, você não me engana: 0 likes no meu estômago.

5. É bolacha ou biscoito

Porque todo mundo sabe que é biscoito.

 

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5 Coisas que não dou a mínima: Ju Romano

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

Não temos palavras pra descrever o quanto a Ju Romano nos inspira todos os dias. Quando descobrimos o blog dela pela primeira vez, o “Entre topetes e vinis”, foi um respiro de alívio. Ver que tem gente falando de moda plus size sem pedir licença e fazendo conteúdo de beleza de um jeito empoderador nos dá uma esperança danada de que, ao contrário do que parece, a blogosfera não está perdida em ostentação e glamour.

Dona de uma opinião firme e linda que só ela, a Ju Romano é uma garota que não tem medo ir na contramão das imposições sociais. Assim, ela vai espalhando amor próprio por aí, ajudando cada dia mais leitoras a serem felizes consigo mesmas, criativas com seus armários e de bem com seus corpos. Quer um exemplo? A Ju criou uma tag chamada #agordaeamagra, em que ela tira uma foto usando o mesmo look que uma amiga magrinha pra mostrar como você pode SIM vestir a roupa que quiser, independente do seu tipo de corpo ou tamanho de manequim.

Coisa linda de se ver.

Mas vamos logo dar uma olhada nas 5 coisas que ela não dá a mínima? Certeza que vocês vão se identificar ou se inspirar (MUITO!).

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1. Gordura corporal

Sabe aquela embaixo do sutiã, que divide as costas ao meio? Ou aquela que fica entre o peito e a axila? Tenho mesmo… E não dou a mínima. Algumas, como os pneuzinhos laterais, até cultivo com carinho.

2. Dar desculpas para emagrecer

Nada faz meus olhos revirarem na órbita mais do que ver uma pessoa fazendo uma dieta ultrarradical (daquelas que mais prejudicam do que ajudam) e soltando a frase “preciso perder uns quilinhos… Por saúde, sabe?”. Amiga, se você quer ficar magra com uma dieta maluca, isso é uma decisão sua, não precisa ficar arrumando desculpas. O corpo é seu, faça o que quiser com ele e assuma.

3. Cagar regra de saúde na vida dos outros

Cansa minha beleza o terrorismo da saúde. Cada um cuida da sua do jeito que achar melhor e as consequências de não cuidar da sua saúde serão só suas. Se quiser ter uma vida fitness, ótimo, se não quiser e preferir ser junkie e correr os riscos, também ótimo! Você não tem que seguir um estilo de vida só porque os outros acham que é o ideal, só você sabe o que é melhor para você mesma.

Nota: cuidar da saúde e viver uma vida equilibrada é uma ótima decisão na minha opinião, mas não acho que ninguém é dono de ninguém para ficar cagando regra na vida dos outros.

4. Regras da moda

Uma coisa que aprendi: regras foram feitas para serem quebradas. Quem é você pra me dizer o que fica ou não melhor no meu corpo? Quem diz o que tenho ou não que usar? Por acaso são os ditadores da moda que pagam minhas contas? Uma expressão apenas: não sou obrigada! E sempre o que é proibido é mais gostoso…

5. Sentimento de superioridade

Você é mais rica, mais bonita, mais inteligente, mais magra ou mais bem sucedida que eu? Que bom! Não dou a mínima… E continuo não achando que sou inferior a ninguém apenas porque sou diferente.

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