Autoestima: Solteira ou em um relacionamento, com Stephanie Noelle

Por Nuta Vasconcellos / nuta@gwsmag.com

Autoestima já é um assunto recorrente por aqui, vocês sabem. E é sempre bom trocar essa ideia com outras pessoas e ter outras visões sobre o mesmo assunto.

Semana passada fiz uma passagem relâmpago por São Paulo e aproveitei para matar saudades das amigas e colocar o papo em dia. E claro, não poderia deixar de gravar vídeos com algumas delas. Eu e a Stephanie Noelle não nos conhecemos por conta dos nossos blogs. Trabalhamos juntas um tempo, quando éramos repórteres do site FFW e nunca mais perdemos contato porque ficamos amigas real_oficial. Como todas as amigas, sempre conversamos sobre os caras das nossas vidas e como anda nossa relação com nós mesmas. Foi desse papo que começou na padaria, que resolvemos gravar esse vídeo. Quais as diferenças na nossa autoestima quando estamos solteiras? Namorando? Ou recém saídas de um relacionamento? Querendo ou não, tudo isso influencia a nossa relação com nós mesmas e nos ajudam ou nos atrapalham a construir o amor próprio. Assistam o vídeo, assinem o canal do GWS e vamos trocar ideias e opiniões sobre o tema?

Se você curtiu o meu papo com a Ste, assiste o outro vídeo que gravamos juntas lá para o canal dela aonde falamos sobre a nossa experiência trabalhando com jornalismo de moda. Contamos nossas impressões, boas e ruins, da área. Vai lá ver: Quero ser jornalista de moda.

–♥–

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Recado para os boys: Qual é o papel do homem no feminismo?

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

Por Pollyana Assumpção:

 

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Você? Mas dizem que você odeia os homens.
– Porque você deveria ajudar a gente?
– Eu não odeio homens, Sub-Mariner. Eu apenas sei que eu sou tão boa quanto eles.
 

Pra mim uma das coisas mais legais do feminismo é a reconstrução diária que fazemos em nossas vidas e pensamentos. É estar sempre atenta as próprias atitudes e das pessoas ao redor. Uma vez dentro do feminismo você nunca vai conseguir enxergar o mundo de outra forma. Às vezes pode ser cansativo. Não existe um dia que nós não sejamos bombardeadas com coisas ruins que mulheres sofrem todos os dias. Crimes e desrespeitos que acontecem apenas porque somos mulheres. O nome disso é misoginia e significa que sofremos todos os tipos de abusos apenas porque somos mulheres e consideradas menores pela sociedade.

Lendo todos os dias milhares de relatos de mulheres que sofreram algum tipo de abuso, ou assistindo noticiário, ou simplesmente saindo na rua todos os dias, é meio complicado não sentir medo dos homens no geral. Eu, por exemplo, moro num bairro afastado aqui em Niterói, no Rio de Janeiro e para chegar em casa, caminho por uma rua por uns 10 minutos que é completamente deserta, com árvores e matagal e algumas casas que estão sempre fechadas. Passei minha infância ouvindo minha mãe mandando eu tomar cuidado porque “um tarado podia sair do mato” e em todos esses anos morando aqui, também soube de alguns relatos de mulheres que foram estupradas nesse mesmo lugar, na rua que leva a minha casa.

Não sei o que é voltar a pé pra minha casa depois das 22h e quando não tinha grana pro táxi, simplesmente sair não era uma opção. O lugar que moro roubou minha liberdade durante anos, pelo simples fato de eu ser mulher. E quem mora em lugares considerados de risco sabe do que eu estou falando: nós, mulheres, temos nosso direito de ir e vir roubados diariamente por medo de sofrermos qualquer violência. Sempre digo que se você, homem, não conhece o medo de ser estuprado apenas por andar na rua, você devia ficar quietinho e não colocar em pauta a nossa luta. Mas quem roubou minha liberdade afinal? Foi o local onde moro ou os homens que convivem comigo?

Chego então onde eu queria chegar: Na velha discussão sobre o papel do homem no feminismo. Você já ouviu o termo “feministo”? É como se denominam os rapazes ditos feministas.Vamos começar com minha visão radical da coisa: Eu não me sinto muito a vontade quando um homem diz que é feminista, mas isso não significa que eu não acredite que homens não possam se auto avaliar e desconstruir sua visão de mundo.

O feminismo é um movimento sobre mulheres. O protagonismo é nosso. Em uma explicação bem simples, o feminismo é a luta da mulher pra conseguir igualdade. Igualdade essa que sempre nos foi negada pelo mundo que vivemos. Feminismo luta pra que nós mulheres não tenhamos medo de andar na rua, pra que não sejamos vítimas de abuso, pra que não sejamos confinadas no vagão de metrô especial porque os homens não conseguem “se controlar”. O machismo é o responsável por tudo isso.

aspas2Quando eu escrevo esse texto a cada duas semanas eu não escrevo pensando se vou mudar a mente de algum rapaz sobre nós, mulheres. Eu escrevo pensando nas garotas que vou atingir e como posso ajudar em seus processos de empoderamento. Eu quero que as meninas que lêem qualquer texto feminista se olhem no espelho e pensem o que podem fazer por si mesmas e pelas suas irmãs. Eu quero que a gente enfrente o mundo de frente, seguras, de peito aberto e com compaixão e respeito pela próxima. Eu quero que as mulheres se identifiquem como um grande bloco onde juntas seremos mais fortes. Eu escrevo para mulheres, sobre mulheres, mas hoje pensei em dar um recado para eles.

Toda vez que uma mulher discute com um homem porque ele quer debater feminismo quase sempre um deles vem com a velha frase que “feministas odeiam homens”. É sempre bom lembrar que feminismo não é o mesmo que misandria, que é o sentimento de odiar os homens. Mas algumas feministas se autodenominam misândricas. Não sou misândrica, mas respeito as ideologias de outros grupos dentro do feminismo. Pra mim, antes de tudo, o feminismo é pessoal.

Sempre nos identificamos mais com uma parte da luta por causa da nossa própria experiência de vida. Na semana da consciência negra acompanhei vários coletivos de mulheres negras e embora tenha imensa admiração por sua luta e por suas pautas, não é meu lugar de fala. Não tenho ideia do que é a experiência de ser uma mulher negra e por causa disso sempre ouço e respeito suas posições. Exatamente pela minha falta de experiência nessa vivência, eu não acho que devo discutir sobre feminismo negro com mulheres negras que obviamente sabem do que estão falando. Então eu não gostaria de ter homens discutindo feminismo comigo, já que obviamente eles não sabem do que estão falando. Sempre repito isso: botar uma saia e usar batom na marcha das vadias, não te faz feminista.Te faz apenas reprodutor de um estereótipo feminino.

“Mas Pollyanna, o machismo também oprime os homens”. Verdade, gente. Então o que você homem pode fazer pra se sentir menos oprimido? O que você homem pode fazer na vida real para ajudar a sociedade a ser um lugar mais legal? Acho que você pode começar, por exemplo, tentando mudar o sistema que você mesmo ajuda a perpetuar. Começando por não reproduzir estereótipos. Sabendo qual seu lugar de fala. Chamando a atenção daquele cara que você conhece e é um babaca com mulheres mesmo que ele seja seu pai, seu irmão, seu chefe. Respeitando o movimento feminista em sua pluralidade e não dizendo o que acha que as mulheres devem fazer. Mas principalmente, não tentando tirar a voz da mulher dentro do movimento.

Amigo, aproveita que você já tem voz na sociedade e a use junto aos homens. Você não precisa vir dar sua opinião sobre o que você acha do feminismo. Faça o que você puder fazer pra ser parceiro na luta pela igualdade e comece tratando as mulheres como gostaria de ser tratado. Se você acha que seu papel de macho provedor que não pode chorar é opressor, faça algo você mesmo pra mudar sua situação. Não provenha nada que não seja pra você, não se envergonhe de chorar. Quebre a opressão que você acha que sente na sociedade. Mas lembre-se sempre que se você for chamado de “mulherzinha” por causa disso, é porque nós mulheres somos consideradas inferiores a vocês. Comece mudando a si mesmo.

Sempre tem um homem pra opinar: “Mas com tanta coisa importante pra lutar vocês tão ae reclamando de propaganda de cerveja”. Cada mulher sabe onde seu calo aperta e sobre o que é sua luta, portanto respeite a luta dessa moça. E esse meu conselho vale tanto pra homens quanto para mulheres. Garotos, apenas parem de dizer como deve ser ou não o feminismo, o movimento é justamente para a mulher dizer o que ela quer dizer, sentir o que ela quer sentir e mostrar como ela quer ser vista na sociedade. Homens não podem nos dizer o que fazer. Mas se você for gatinho, achar que somos todos iguais e lavar sua própria louça, pode me mandar uma mensagem. Estamos ae… solteiríssima.

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Confiança pra chegar em um garoto: yes we can!

Por Carol Guido / carol@gwsmag.com

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Se tem uma coisa que me orgulha da minha adolescência foi a capacidade de questionar o costume machista de que mulher não pode chegar em homem. Vejam bem, não estou me gabando, eu ainda não tinha tido contato com o feminismo e olhando para trás, eu era bem machista e não sabia. Mas no quesito relacionamentos eu consegui ser uma garota esperta. Eu simplesmente não entendia o por que daquela babaquice.

Hoje entendo, mas discordo em quase todos os aspectos.

O primeiro, e mais babaca, é obviamente social. Mulheres já nasciam prometidas, ou casavam por arranjos de negócios familiares, coisas que ainda acontecem em muitos lugares do mundo. Se olhar para o lado, percebe que os homens também eram colocados nesta situação, a diferença básica é a forma que as mulheres eram (são) tratadas e como eles podiam dar suas muitas “escapadinhas” e elas, era melhor que se matassem logo.

Você concorda com esta linha de pensamento? Quer perpetuar este costume? Não. Então ‘tamo’ juntas.

Depois, vem o outro motivo, a vergonha. No dia que entendi na pele o que era um toco, até que me deu vontade de voltar pra “zona de conforto” que era ser uma garota. Mas aí passou rapidinho. Eu era super afim do garoto, já tinha dado uns olhares, quando decidi mandar uma indireta. Ele foi super educado, mas não correspondeu. Este foi o momento da vergonha, que não durou muito por que não fazia sentido. Eu fui ver qual era, não rolou, um abraço.

O importante é saber que não vale a pena viver com a dúvida do que você poderia ter vivido por medo de não dar certo. Além disso, lembrar que, na verdade, o medo/vergonha de levar um não, é  mega normal e comum pra pessoas dos dois sexos. Não tem nada a ver com ser garota.

E quando a gente pensa ou ouve “desse jeito, vai acabar espantando o garoto”? Tá, é bem verdade que existem caras que não gostam de mulheres com personalidade confiante. Mas isso é problema deles, não nosso. Como pode você se sentir mal ou culpada por ser quem você é? Não dá. Esquece isto por motivos de: não faz sentido.

Tem ainda a possibilidade de você se sentir exposta. O cara pode explanar (uso gírias do Rio, gente), falar pros amigos ou simplesmente te tratar de um jeito escroto que você tem vontade de fazer a avestruz.

Sobre isso, sou da seguinte opinião: fuja de babacas, escute sua intuição. E óbvio que se ele acabar sendo um lobo na pele de cordeiro, vai ser uma merda. Machuca, mas na boa, lembre-se do quão imaturo e infantil é a atitude dele. Tristeza é ver uma pessoa agindo assim com os outros e não você que achou que vocês poderiam ter algo legal.

Sabe aquela frase brega “ele não te merece”? Então, é isto.

Por último e não menos importante, você pode não se sentir a vontade, não tem a ver com a sua personalidade, você simplesmente não curte chegar em ninguém. Justo. O simples fato de esta ser uma decisão e não uma reprodução de hábitos machistas, é o que isso tudo que falei fazer sentido. Representou!

E vocês? O que pensam sobre o assunto? Já chegaram algum garoto? Deu certo ou rolou  toco tipo o meu? Hahahaha

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Eu acho que vi um gatinho… Aaron Taylor-Johnson

Por Carol Guido / carol@gwsmag.com

Vamos começar a semana bem? Você tá chegando do trabalho, cansada, ou passou o dia estudando, vai ser bom dar um relax lendo este post. Fora que faz tempo que não fazemos posts “Eu acho que vi um gatinho” por aqui, estava mais que na hora de mudar isso.

Então, vou falar de um carinha que não é novidade, mas que porran, falta atenção devida. Mídia, alô, esse Aaron Taylor-Johnson é muito chuchuzinho, cadê vocês falando mais dele por aí?

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O Aaron chamou a minha atenção pela primeira ver em “Kick Ass”. Sou deste tipinho mesmo, que fica apaixonada por atores baby face em filmes aleatórios.

Depois vi outros filmes com ele, incluindo “Garoto de Liverpool” e o ótimo “Albert Nobbs”. Mas o currículo dele não se restringe aos que vi, obviamente. Aaron começou a atuar aos 6 anos, então tem muitos outros para incluir na sua lista, se quiser vê-lo em ação. Para citar alguns: “Anna Karenina”, que ele faz par romântico com Keira Knightley e “Selvagens”, trama mais recente (se não me engano) do diretor Oliver Stone e que também tem Blake Lively no elenco.

Um pouquinho de vida pessoal, que ninguém é de ferro? Aaron tem 23 anos, é casado com a diretora de cinema Sam Taylor-Johnson e eles têm duas filhas juntos. E mencionei que ele é inglês? Ah, pois bem, ele é inglês. Podem assumir o teen crush junto comigo.

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