Cinco produtos de beleza maravilhosos por menos de R$30!

Por Nuta Vasconcellos / nuta@gwsmag.com

Eu sou muito fã de cosméticos. Mesmo! Minha coisa não é maquiagem, nem roupa, nem sapato… é hidratante, sabonete, shampoo… e um dos meus sonhos é ter um banheiro gigante, (com banheira, claro) lotado de produtinhos incríveis e extravagâncias em potinhos.

Mas minha realidade de hoje é um banheiro de 2 m2 (não contém ironia) e não rola muita grana para cosméticos caros. Se você também adora produtinhos de beleza mas anda sem muito dinheiro, anota aí essas dicas! Todos os produtos custam menos de R$30, super funcionam e são super fáceis de encontrar.

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– BB Cream L’Oreal

Na embalagem ele promete: Ser um creme milagroso 5 em 1 que te dá uma “pele perfeita” imediatamente: Hidrata, suaviza Imperfeições, uniformiza e Ilumina, tem ação Anti-Brilho e protege dos raios UV – FPS20 E posso dizer? Ele cumpre todas as 5 missões! Esse BB cream foi formulado especialmente para a pele da brasileira e ele tem três tonalidades: clara, média e escura. Eu comprei meio que “sem querer” quando o meu BB cream da Clinique acabou e eu estava sem grana para comprar outro. Aí entrei nas Lojas Americanas, peguei esse sem muita fé e pensei: “Deve dar pro gasto!” e hoje ele é simplesmente meu queridinho. De todos que já usei ( e olha que já usei MUITOS) esse foi o que achei que melhor cumpre seu papel e o que tem cobertura mais natural. (Sério, parece que você não tá usando nada, parece que só acordou com a pele radiante) Como a maioria das brasileiras tem pele mista/oleosa e moramos num país quente e úmido (na sua maior parte), ele foi pensando para hidratar, uniformizar mas, ainda assim, controlar o brilho da pele e deixá-la sequinha. Desde que comecei a usar, quase não uso mais base porque acho que ele super dá conta do recado pra uma make mais “pesada” se você passar duas camadas. No dia a dia, uso ele com corretivo e foi! Ele dura bastante na pele, no final do dia você ainda está com o produto e a pele não está oleosa. É amor gente!  BB Cream favorito. Comprei nas Lojas Americanas, por R$26,10

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– Hidratante de banho Nivea

Essa dica não é só boa para quem quer economizar uma graninha, é boa também para as preguiçosas! Sabe aquele desânimo de passar hidratante depois do banho? Ou aquela agonia de ficar com a pele “melecada” em pleno verão? Ou nos dias frios, sair do banho quentinho e ter que antes de vestir a roupa passar hidratante? Preguiça máxima né?  Seus problemas acabaram! Eu também descobri esse hidratante por necessidade. Meu hidratante favorito do mundo inteiro é o Dream Cream da Lush. Ele pra mim faz milagres e se eu pudesse, viveria só usando ele. Mas a gente bem sabe que a LUSH tem um preço salgadinho, né? E mesmo eu achando super justo pela qualidade dos produtos, tem épocas que o bolso não colabora. Em um desses meses complicados de grana, eu encontrei pra vender esse hidratante de  banho, ou seja pra usar no chuveiro! Achei a proposta interessante e resolvi experimentar. Eu adorei! Super hidrata mesmo e é a coisa mais fácil de usar: Você toma seu banho normalmente e quando terminar, espalha a loção no corpo e tira com água! Simples, funciona e é barato. Recomendo mesmo. Existem dois tipos, o de embalagem azul para pele seca e o de embalagem branca para pele normal. Tem na Renner por R$15,90

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– Shampoo e condicionador hidratação Profunda TRESemmé

Meu cabelo é meu maior xodó e eu tento dar pra ele tudo de melhor. (Beijo pro meu cabeleireiro Elton!) Meu shampoo e condicionador favorito da vida eu já mostrei aqui pra vocês, é o Nutritive Lait Vital da Kérastase. Mas não preciso nem falar que tem vezes, que o orçamento não permite. Eu sou mega chata mesmo com shampoo e pode ser preconceito, mas entorto o nariz pra maioria dos disponíveis no mercado e achava que era meio “impossível” encontrar um shampoo bom e barato. Aí um belo dia ganhei um kit super incrível da TRESemmé com vários produtos! E caí de amores pela marca. O shampoo e condicionador hidratação profunda hidrata realmente os fios sem deixar oleoso ou pesado. Deixa o cabelo mais macio, solto e sem frizz. Recomendo de verdade. Tem o kit na Netfarma por R$19,85

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– Esfoliante Corporal Nivea‎

Eu sou a louca do esfoliante! Amo demais e acho que faz uma diferença absurda para a pele. Como eu sou louca do esfoliante, uso muito e fica complicado investir em um caro (uso praticamente três vezes na semana) e o esfoliante da Nivea foi uma achado! Ele faz uma esfoliação super suave, mas eficiente, não tem um cheiro forte e não é oleoso! Eu gosto de esfoliante que esfolia! Sabe, daqueles bem abrasivos? E não costumava me dar bem com suaves. Eu considero esse um meio termo entre os super fortes e os leves, por isso acho que ele agrada os dois públicos. A textura é de loção hidratante, você passa e sente que realmente esfolia a pele. E quando vai enxaguar, ele “vira” um creme muito hidratante na pele, deixando muito macia. Nos dias que estou mais hard e quero uma esfoliação mais profunda,uso com esponja vegetal.Comprei o meu na Pacheco por R$17,79

Lenços-demaquilantes-3-em-1-da-Nivea

 Lenços demaquilantes 3 em 1 da Nivea

Os lenços umedecidos pra mim, são uma das melhores invenções dos últimos tempos. Primeiro porque eu tenho MUITA preguiça de tirar maquiagem e deitar no sofá e só passar um lenço no rosto enquanto assisto Cake Boss é algo que eu posso fazer. Segundo porque amo produtos mil e uma utilidades, e eu considero esses lenços um deles. Uso para corrigir o make enquanto eu faço, pra remover a base das mãos depois que aplico (não, não uso pincel) e também acho maravilhoso pra levar na bolsa para qualquer emergência (por exemplo quando um pombo faz cocô no seu pé #truehistory) Acho que ele hidrata legal também. Não substitui o hidratante, mas funciona nesse esquema da emergência. É super prático e melhor: Não deixa a pele oleosa! Acho que é um curinga e vale ter. Comprei o meu nas Lojas Americanas por R$24,21

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Shampoo Seco – Um balanço de 4 marcas que já testei

Por Carol Guido / carol@gwsmag.com

Lembro bem quando fizemos um post aqui pro GWS chamado “Esquisitices que te deixam linda” lá em 2010 (clica que as fotos são muito legais). E nele, a Nuta contava que usava talco no cabelo pra disfarçar a oleosidade quando não tinha tempo de lavar.

Pois é, 4 anos atrás não tinha shampoo seco e a gente se virava com talco mesmo. Mas agora a coisa tá tão boa que além das diversas marcas, os shampoos secos podem vir atrelados a outros efeitos e promessas, tipo mais volume, mais brilho, realce da cor, entre outras coisinhas a mais.

Como meu cabelo é super oleoso, eu tô sempre recorrendo a eles pra me dar aquela salvada. E porque não fazer um post contando um pouco das marcas que já experimentei e o que achei de cada um, né?

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Serinet e Bastiste – Brazucas

Estes dois eu comprei em loja de cabeleireiro aqui no Rio e usei até acabar. Por mais que eu sempre ouça falar muito mais do Batiste, eu também queria experimentar este da Serinet (que é do mesmo grupo da Aspa), que tinha a embalagem maior, o que é bom pra quem usa muito.

Olha, grata surpresa. É o meu shampoo seco predileto. Ele tirou a oleosidade do meu cabelo com pouca quantidade, o cheiro é bom e passando bem a mão, toalha seca ou escova o esbranquiçado que ele solta sai rapidinho.

Já o da Batiste também é ótimo, mas acho o cheiro meio forte e eu usava mais quantidade pra conseguir deixar o cabelo com cara boa. Mas não acho que estas sejam questões problemáticas. O produto é muito bom também e cumpre seu papel.

Os dois custaram em torno de R$19,90.

Aliás, se você nunca usou shampoo seco, é assim: primeiro de tudo tem que agitar bem a embalagem antes de usar. Mas bem MESMO. Se não, não sai nada.

Depois você usa o spray na raiz do cabelo toda, a uma distância de uns 30 cm. Bastam alguns jatinhos pela cabeça, não rola ficar tacando-lhe pau de shampoo, porque se não seu cabelo pode ficar até meio duro.

A maioria deles solta um pózinho branco (alô talco!) que sai passando a mão ou escovando o cabelo. E a maioria também costuma dar uma textura a mais no cabelo, deixando ele com mais textura e volume, ao invés do lambido do cabelo oleoso.

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Not Your Mother`s e TRESemmé – Gringos

No quesito produtos gringos, estes dois foram comprados numa viagem que fiz recente pra NY. Eu não conhecia nenhum deles mas quando escolhi sabia que queria comprar marcas / produtos que não vendessem aqui, além de também testar as promessas da embalagem.

O Not Your Mother`s é todo charmoso com esta embalagem legal, vende na linda Urban Outfitters (mas deixa pra comprar na farmácia que é mais barato, em torno de U$6) e coisa e tal, mas… Achei meio fracasso. Tenho que dar muuuuuitos sprays no cabelo pra ele funcionar e acabar total com a oleosidade. Também achei que deixa o cabelo meio duro. Fuén. Mas ele tem um ponto positivo pra mim que sou meio alérgica, que é quase não ter cheiro.

Já este TRESemmé eu adorei. Ele promete uma fórmula que não deixa resíduos (o esbranquiçado) e dá volume. Achei que cumpre as duas coisas, mas principalmente a questão de não ter resíduos. Além disso não precisa de muito produto pra fazer efeito, o cheiro é bom e custa em entre U$6 e U$7.

Sei que ainda tem muitos outros pra testar e experimentar, então se vocês já tiveram outras experiências com outros produtos, conta aí nos comentários! E viva aos cabelos livres do óleo e de ter que lavar todo dia!

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Lista negra: Dicas de produtos de beleza para garotas de pele escura

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

Por: Luiza Brasil

Abri o meu feed de notícias do facebook e deparei-me com a seguinte novidade: “Marca lança lingerie cor de pele para mulheres negras”. Fui checar a informação e trata-se da americana Nubian Skin, que no about do seu blog, que vale muito a pena ler porque é carregado de empoderamento para garotas negras, fala do começo de uma revolução na indústria e cita Eunice W. Johnson, que no início dos anos 50 criou a Ebony Fashion Fair, que foi o ponto de partida para trazer as primeiras soluções em maquiagem para a pele negra. Pois é minha gente, o nude, que dá pinta no mundo da moda e da maquiagem tem uns 5 anos, ainda não tem suas versões para a pele escura em um país como o Brasil.

Esse fato, fez-me lembrar de um episódio que era para ser bastante trivial, mas tornou-se para mim um desafio, quase uma questão de honra: encontrar um sapato nude de festa que fosse de fato do tom da minha pele. A missão foi difícil, hein?! Se não eram tonalidades de pele mais rosadas ou amareladas, partiam para o bege, que ficava claro de mais, ou caia no marrom-café, que também não atingia o meu objetivo. Encontrei a solução da minha causa na Schutz, que diante de outras marcas nacionais, tem uma cartela de nudes bem mais extensa e que contempla peles mais escuras.

Mas infelizmente não é só a carência de “nudes” que mulheres negras enfrentam no seu dia-a-dia. Nos faltam produtos de beleza nacional que não nos deixe com a cara acinzentada ou alaranjada, linhas de produtos capilares que não prometam reduzir o nosso venerado volume e cremes que de fato atuem bem em nossas peles, que tendem a ser um pouco mais ressecadas. Pensando nisso, compartilho com vocês algumas das descobertas e itens da necessaire que podem dar uma luz para quem deseja experimentar algo novo. Caso queira investir, tem opções bacanas e que valem bastante a pena a aposta. Se a grana estiver curta, não tem problema, existem alternativas com ótimo custo-benefício nas prateleiras, sim!

cabelos

Cabelos

Chic:

• Uma linha que sou apaixonada é a Kérastase Óleo Relax. Deixa o cabelo com uma textura muito boa, principalmente para os altamente crespos e tem um cheiro ok, o que é um grande problema entre alguns produtos que pesquisei no mercado.

• Outro kit de tratamento que gosto bastante e se estiver na gringa vale a pena experimentar é de Oléo de Oliva orgânica da Root Stimulator. Não é lá o mais perfumado dos produtos, mas apesar da embalagem com a modelo de cabelo alisado, considero um dos melhores na hora de hidratar fios muito crespos. Ele deixa os cabelos macios e recuperam o brilho nos mais ressecados. Amazing!

• Com tranças ou sem, outra linha que super recomendo para cabelos altamente crespos (eu disse ALTAMENTE CRESPOS) é a da Moroccanoil. Quando estou trançada, uso somente o shampoo. Quando estou com as madeixas soltas, uso o kit de tratamento. Atenção! Se você for semi-crespa e ama um volume, eu não recomendaria. Ele dá “peso” ao cabelo e pode deixá-lo mais lambido.

Cheap:

• Entre as marcas nacionais, a Novex vai muito bem, obrigada. Sou fã dos produtos à base de azeite de Oliva, que deixam os cabelos ultrahidratados. A linha de Argan também é muito boa.

• Um leave-in que curto bastante é o Só Brilho da Houtrée. É, o nome não é o mais bacana, a embalagem não é a mais formidável, mas nada disso importa quando você vê a qualidade do produto. Para mim, foi um dos mais maravilhosos que eu experimentei. Foi um dos que melhor se adaptou ao meu cabelo.

• Bioextratus Tutano: apesar de não amar o cheiro dessa linha, da última vez que tirei as tranças e voltei a usar o meu cabelo natural, recorri para ele. Ele deu uma força absurda ao picumã e ajudou a reestruturá-lo.

• Máscara de azeite de oliva: quer uma dica baratinha, baratinha? Faça quinzenalmente uma máscara com o creme de hidratação da sua escolha + 1 colher de sopa de azeite de oliva + 1 colher de chá de açúcar + 1 colher de chá de bepantol + 1 ampola de sua escolha (sim, essas de farmácia. Entre as minhas preferidas estão tutano e argan). Deixe nada mais do que 30 minutinhos, lave a cabeça e voilá!! Cabeleira linda, saudável e brilhosa!!

make

Maquiagem

Chic

• Confesso que no quesito primer, não troco a textura do meu Prep + Prime da MAC. Ele ajuda a dar aquela iluminadinha.

• No quesito base + corretivo, estou no meu momento MAC também. Curto a textura e a cor que não me deixa alaranjada e nem acinzentada. Sei que cada tom de pele é um, mas funciona muito bem para mim o NC45. Mas outra marca que tem uma variada muito boa de nuances para a pele negra é a Bobbi Brown.

• Entre os blushes, sou adepta de dois da MAC. O Babyface, mais rosadinho, uso no dia-a-dia. Já o Format, uso em maquiagens mais carregadas, que dou aquele toquinho com o iluminador, que no meu caso é o “Watt’s Up”da Benefit.

• Aprendi há muito tempo atrás, com o meu amigo e queridíssimo make up artist Rômulo Flores, que não se deve colocar corretivo na pálpebra superior dos olhos. Eu o substitui pela sombra cremosa da MAC – Indianwood.

Cheap

• Sou apaixonada pelos produtos da Vult! Entre as marcas nacionais, para mim é uma das que mais acertam nas tonalidades para a pele das brasileiras no quesito corretivo e base.

• Outra linha que gosto bastante (e os preços ainda são “friendly” no Brasil) são alguns dos itens da Maybelline. É muito boa a textura e tonalidade do Dream Mousse Blush – 60 Coffee Cake – e a base Dream Matte Mousse na tonalidade Caramelo. A marca também tem opções como o Cocoa para peles mais escuras.

• Ainda da Maybelline, sou apaixonada pelas sombras cremosas “Color Tattoo”. Para o dia a dia gosto do 25 Bad to the Bronze. Para a noite, vou de 45 Bold Gold para os dias “dourados” ou 15 Audacious Asphalt.

batom

Batom nude

Chic:

• Para nudes, gosto bastante das opções da MAC, o Honeylove e Cherish, que funcionam muito bem para a pele negra, pois não ficam com um aspecto amarelado, meio cadavérico. São tons de pele para nós mesmo!

Cheap:

• Descobri uma versão de nude da Avon, que muito me apetece: o Ultra Color 154 – Nude Matte.

hidratante

Hidratantes corporais

Chic:

• Não tem nada igual do que o poder de hidratação do Cetaphil. Tenho a versão para corpo e rosto, que ainda tem filtro solar 50, e faz magia em peles ultrassecas. A durabilidade também é bastante justa. Vale o investimento!

• Para as que têm a pele mais sensível, vale como alternativa o Fisiogel. O creme hipoalergênico tem uma boa textura, uma hidratação que dispensa comentários e é sem cheiro.

Cheap:

• Outro que uso bastante é o Johnson Softlotion de Manteiga de Karité e Cacau. Além de uma boa hidratação para o custo-benefício, tem um cheirinho que gosto bastante.

lingerie

UNDEWEAR: Se ainda não encontrou um nude para chamar de seu

– Invista no avelã! A cor favorece em tons de pele mais escuras, pois não marca em roupas claras, além de dar um toque mais sofisticado do que os beges (principalmente se for mostrá-la para alguém! rs). A Hope trabalha com a nuance em vários modelos.

– Quem ainda tem receio e prefere a paleta tradicional, a Scala tem o chocolate, que pode cair acertadamente na sua pele!

Pois, é diante dessa lista enorme de coisas que troquei com vocês, seria audacioso da parte do setor de marketing de qualquer empresa dizer que não existe mercado no Brasil para a beleza negra. Temos de mostrar que somos fortes consumidoras, que temos potencial de compras e que investimos e muito, principalmente, no que diz respeito à beleza.

Ok, mas como fazer isso? Simples. Não tenha receio e nem preguiça de entrar em contato com o SAC das marcas que você gosta! Para as mais práticas e que curtem colocar a boca no trombone, as redes sociais também são uma ótima forma de expor seu descontentamento e enviar sua crítica construtiva (disse crítica construtiva. Não vale errar na dose e sair xingando as marcas). Nas publicidades não existe ninguém com o seu perfil? Explicite sua necessidade de identificação! A publicidade tem alguém que você possa seguir como referência? Ajude a pulverizar a boa ideia, que com certeza as marcas vão começar a aderir! Entre os exemplos mais atuais estão as cariocas Karamello e a Blue Man. Vale também frisar a inspiração do Verão 15 do consagrado Alexandre Herchcovitch, que veio da Baptist Nazareth Church, religião de origem sul-africana, que levou para as passarelas fortes influências afro, além de um casting magnífico, composto por modelos negros.

Assim como diz o site da Nubian Skin, suas pequenas atitudes podem ser um passo enorme para uma revolução, que sempre começam de algum lugar! Faça a sua “pequena grande” parte!

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Buzzcut: Minha decisão de raspar o cabelo

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

Por: Letícia Monteiro

buzzcut

“Bonita até careca”. Esse foi um “elogio” que eu ouvi bastante desde que decidi raspar meus cabelos. E que me fez pensar em como a gente escorrega em ser verdadeiramente gentil e respeitoso com as outras pessoas sem perceber, por causa de preconceitos tão arraigados no senso comum que passam batido pra maior parte das pessoas. Ouço muita gente reclamar de outros elogios duvidosos piores do que esse, tipo “nossa, você é gordinha mas tem um rosto lindo!”, ou “tão bonita, que pena que é cadeirante”. E aqueles comentários pavorosos sobre negras que “Ficariam lindas se dessem um jeito no cabelo”? En-fim.

Pra mim, raspar o cabelo não foi nada assim tão radical. Nunca tive muito apego a cabelo comprido – na verdade, nunca consegui deixar ele crescer muito além dos ombros, no máximo, porque tenho uma “coceira” permanente pra mudar de visual. Não aguento ficar com a mesma cara por muito tempo. E cortar o cabelo é minha mudança favorita, porque é reversível (cabelo cresce), mas dura um tempo que não exige retoques constantes, tipo pintar as unhas (TETESTO).

Eu sempre curti a ideia de fazer um buzzcut pelo menos uma vez na vida, mas a vontade aumentou no ano passado, quando cortei um pixie bem curtinho pela primeira vez. Além de ter amado o ventinho na nuca, percebi que o meu cabelo cresce bem mais rápido do que eu imaginava. A própria decisão do pixie demorou um pouquinho mais do que eu normalmente levo pra fazer alguma maluquice capilar, porque – ai, por mais feminista que a gente seja, tem tanto ainda pra desconstruir em si mesma, né? – fiquei com medinho dos caras não me darem bola. O medinho passou uma vez em que tava conversando sobre isso com uns amigos num boteco e alguém falou “Mas pô, você não tá solteira mesmo com cabelo grande”? Good point.

Então, na hora de raspar eu já não tava nem aí pro que os caras iam pensar (e só para constar, o pixie fez o maior sucesso com os boys, o buzzcut também tá fazendo). Fiquei com calor, tive vontade, fui numa loja de eletrodomésticos e comprei uma máquina. Escolhi uma baratinha porque né, não sabia nem se eu ia gostar, quanto mais repetir o corte. Fiz sozinha, no meu banheiro mesmo, usando um espelho de mão pra dar uma olhada na parte de trás. Foi mais difícil do que eu pensava e na verdade ficaram umas falhazinhas na nuca, então eu aconselharia pedir ajuda pra alguém na hora de tentar rapar a cabeleira.

buzzcut-LETICIA

Primeiro cortei com tesoura bem curtinho, de qualquer jeito mesmo, porque percebi que não ia rolar fazer Britney. A máquina não ia funcionar direito no cabelo comprido. Comecei passando a máquina no pente 4 e a ideia inicial era raspar zero, mas na hora achei que ia estranhar muito e talvez não ficasse tão bonito. Acabei optando pela máquina 1, que deixa os fios curtinhos a ponto de aparecer um pouco o couro cabeludo, mas ainda marcando presença de cabelo, digamos assim. As partes mais difíceis, além da de trás da cabeça e nuca, são atrás das orelhas e nos rodamoinhos (descobri que tenho nada menos que três!), que exigem que você passe a máquina em vários sentidos diferentes para ficar uniforme.

Eu amei o resultado! Estou me sentindo linda, fresquinha, maior liberdade. Também estou me divertindo em brincar com contrastes, usando vestidinhos românticos, brincos estilo princesinha e maquiagem fofa. Antes, estava com uma franjinha bem menininha e me jogava nos meus amados looks boho, grunge e tomboy; agora faço o contrário e sou uma bonequinha careca porque tô aqui pra confundir!

Aconselho fortemente todas as garotas a se desprenderem da ideia de que existe “cabelo feminino”, e ainda mais de que “homem prefere isso ou aquilo”. Até porque o que adianta eles gostarem de algo em você se você sente vontade de ser ou experimentar outras coisas? A opinião que mais importa é sempre a sua própria. Como bem disse a Isa Freire nesse post, “Minha beleza não derivava nem do meu cabelo, nem de nenhum outro atributo físico. Minha identidade, minha beleza, minha segurança, minha força e minha coragem não estavam no meu cabelo, estavam dentro de mim, onde sempre vão estar.”

Tenha menos medo de passar a tesoura (ou navalha, ou máquina) nos fios, eles têm o resto da sua vida pra crescer o quanto você quiser. E se alguém te disser que você é “bonita até careca” (como se ser careca fosse a pior coisa do mundo, né), sugiro a resposta que eu tenho usado: “Mas claro que sou, eu não sou bonita só por causa do meu cabelo, oras”!

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