ESPAÇO CRIATIVO GWS: TUDO QUE ROLOU NA OFICINA DE ESCRITA COM CLARA AVERBUCK

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

No último sábado, rolou no espaço pela segunda vez, a Oficina de Escrita Criativa com a talentosa Clara Averbuck, escritora com mais de 7 livros publicados, considerada literatura de consumo com influência da subcultura pop. Os textos da Clara são tão incríveis, que já viraram até peça. “Máquina de Pinball”, seu primeiro livro, ganhou adaptação para o teatro, roteirizado por Antônio Abujamra e Alan Castelo, em 2003. Este e outros dois livros também inspiraram o diretor cinematográfico Murilo Salles que produziu o filme Nome Próprio, em 2006/2007, com Leandra Leal no papel principal.

espaco_criativo_gws_oficina_escrita_clara_averbuck_1

Clara que também é uma das editoras do site  Lugar de Mulher sentiu a necessidade de desenvolver essa oficina exclusiva para mulheres depois de perceber que as editoras recebem três vezes menos originais de livros escritos por mulheres do que por homens. É porque tem pouca mulher escrevendo? Não. É porque as mulheres desistem antes mesmo de enviar seus livros. Há muitas mulheres inseguras com sua escrita, com vergonha de mostrar, com medo de errar, duvidando de seu potencial.

oficina de escrita no espaco criativo gws

A oficina nada mais é do que juntar um grupo de mulheres e fazer com que elas se sintam estimuladas a escrever e a compartilhar. Escrever e ler suas criações e perceber que é possível. É impressionante perceber que algumas garotas chegam tímidas, inseguras e terminam lendo seus escritos em voz alta. O objetivo é exatamente esse:  Para que mulheres criem mais segurança em relação a seus textos, em um espaço seguro.

oficina de escrita com clara averbuck

Como bem disse a Clara durante a oficina: “Escrever é se expor” e exercitar essa exposição aos poucos é fundamental. Maravilhoso acompanhar mulheres escrevendo, produzindo e destravando! Já estamos ansiosas para uma próxima oficina com a Clara. E você?

oficina de escrita com clara averbuck

Pra saber quais são os próximos cursos que vão rolar lá no Espaço, é só ficar ligada nas nossas redes sociais, na lojinha virtual, ou assinar nossa newsletter! Conheça o Espaço Criativo GWS.

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Estereótipos e desigualdade de gênero na infância

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

Mês passado, falamos aqui no blog sobre e-book da Marília Lamas, chamado “De menina e de menino”  que levanta uma discussão sobre como os brinquedos e outros itens de consumo infantis contribuem para a reprodução de estereótipos e a manutenção de desigualdades entre os gêneros na infância e como isso se estende pela nossa vida adulta.

A Marília é uma garota tão incrível e estudou e pesquisou tanto essa questão antes de escrever o livro que conversar com ela sobre o tema é ganhar uma chuva de conhecimento! Por conta disso, achamos que seria incrível trocar uma ideia com ela para o nosso canal no youtube e entender mais sobre essa questão tão importante e pouco discutida.

Confere aí o vídeo! Se curtir dá aquele like esperto e assina nosso canal!


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Como trabalhar com Jornalismo de Moda, com Luiza Brasil

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

Pra quem não sabe, abrimos as portas do Espaço Criativo GWS em grande estilo! O primeiro curso que rolou por aqui, foi jornalismo de moda com a Luiza Brasil, a Mequetrfismos, uma garota que a gente admira demais, já foi musa 10 coisas e tem uma carreira profissional incrível. Nosso encontro por aqui foi tão legal que achamos que rendia um vídeo sobre o tema. Como é trabalhar com jornalismo de moda? O que é melhor, ser formada em moda ou jornalismo? Como entrar em um meio totalmente desconhecido? Tem muita dica boa e um pouco da história da carreira dela.

Quem perdeu a primeira edição, se liga: Em 2017 tem mais Luiza Brasil no GWS! Não conhece nosso canal no youtube? Tem muita coisa legal por lá! Assina, dá aquele like esperto e fica ligada na gente por lá também.

Tem dúvidas sobre a profissão ou a carreira da Luiza? Deixa sua pergunta aqui ou no vídeo que a gente passa pra ela.


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Empreendedorismo feminino: Os primeiros passos para seu e-commerce

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

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(Ilustração: Henn Kim)

Nos dias de hoje, como falar de empreendedorismo feminino sem falar de e-commerce? Se não for impossível, é quase! rs Esse desdobramento do varejo, que completou 21 anos de Brasil este ano, é uma das principais apostas das mulheres para colocar em prática o seu lado empreendedor.

Para começo de conversa, é preciso deixar claro que e-commerce é toda a forma eletrônica de se vender um produto ou serviço: loja online, grupos de Facebook, canais no Instagram, WhatsApp, telefone… Se você vende por qualquer um desses canais, já pode se considerar uma e-varejista.

Uma pesquisa de 2011 (que nem é tão recente assim) do data center Maxihost, mostrou que o crescimento anual do número de mulheres empreendedoras já era de 30%. Atualmente, mais de 50% das lojas online do país pertencem a mulheres. E elas são, também, o maior público dos e-commerces, encabeçando os setores de moda, beleza, acessórios e livraria.

Para umas é apenas uma diversão, para ganhar uma renda extra; para outras é dedicação exclusiva, é carreira. Mas para os dois grupos é, antes de mais nada, adentrar em um universo que por muito tempo foi bem masculino: o dos negócios e da tecnologia.

Existem muitas mulheres incríveis que estão aí para servir de exemplo; que começaram pequeno e que hoje figuram entre as maiores varejistas dentro do seus setores. E de diversas áreas! Podemos falar desde Luiza Helena Trajano, presidente do Magazine Luíza, que tem representatividade tanto no físico, quanto no online; passando pelas sócias Cristina Horowicz, Cynthia Horowicz e Sylvia Sendacz, donas de uma das lojas de moda plus size femininas mais conhecidas, a Flaminga; e finalizando com  Alice Freitas, diretora executiva da Rede Asta, que faz um trabalho incrível com artesãs de diversas cooperativas do Brasil todo, incentivando e orientando na produção, e revendendo os artesanatos no online e nos pontos físicos da Rede Asta (vale muito a pena conhecer!).

Mas nem todo mundo começa grande, podendo montar uma equipe com todos os profissionais necessários para fazer a roda girar, dispondo de um escritório, com um centro de distribuição, ou com todos os softwares que um e-commerce precisa. Na maioria das vezes, quando você abre sua loja, você é o social media, a empacotadora, a que leva os pacotes nos Correios, quem limpa o chão e serve (e bebe!) o cafezinho. A dura realidade de quem não tem muito dinheiro, mas mesmo assim quer empreender.

Os primeiros passos para o seu e-commerce

A primeira coisa que eu recomendo para quem quer se aventurar no e-commerce é ler bastante sobre o assunto. Mesmo que você não consiga, por agora, ter um sistema de back-office (provavelmente você nem sabe o que é isso), se a sua loja crescer, você vai precisar. É melhor estar por dentro daquilo que você vai investir tempo, esforço, dinheiro e sonhos. Indico este Guia Para Iniciantes que vai falar exatamente tudo que você precisa saber antes de começar.

Agora, se você já tem alguma familiaridade com o tema, então recomendo acessar a Revista E-Commerce Brasil, que trata de temas acerca do e-commerce de forma mais profunda.
Depois, é preciso analisar o quanto pode e quer investir financeiramente no seu projeto, de acordo com as necessidades do seu futuro negócio. Por exemplo, se vai vender produtos que você mesma faz (como artesanatos, acessórios, cosméticos naturais ou roupas), pode começar testando a aceitação e saída do seu produto vendendo pelo Instagram, ou criando uma lojinha no Elo7 ou Tanlup (plataformas de lojas virtuais em que você cria seu perfil, cadastra os produtos que quer vender e repassa uma comissão ao site por cada venda efetuada). Assim, você consegue analisar se vale a pena, ou não, investir em um site próprio, o que implica em contratar uma plataforma de e-commerce, meios de pagamento, certificados de segurança e contratos com transportadoras, ou Correios.

Mas se você quer abrir uma loja que vai revender outras marcas (ou levar sua loja física para o online), como loja de roupas, móveis, ou sapatos, estamos falando de um projeto maior. De cara você já vai ter demandas como um centro de distribuição e logística complexas. Nesses casos, vale a pena você estruturar bem o seu projeto e plano de negócios e se programar para investir em um site próprio, com todos os custos que isso implica. Como seus produtos não são únicos, você precisa estar preparada para se destacar no mercado e fazer sua marca ser vista, o que vai requerer um investimento pesado em marketing.

Outra opção seria vender em marketplaces, como Lojas Americanas, por exemplo. Marketplaces são sites maiores e já reconhecidos no mercado que firmam parcerias com varejistas menores para ofertarem seus produtos. Assim, você compra no site das Lojas Americanas, por exemplo, mas o produto é vendido e entregue pela loja X. O que cada um ganha com isso? O marketplace ganha mais variedade de produtos, sem a responsabilidade e os custos da entrega; e o pequeno varejista ganha visibilidade e uma cartela bem maior de clientes do que se ele vendesse apenas na sua loja.

Marketing é a alma do seu e-negócio

Mas investir em marketing necessariamente é um investimento pesado, financeiramente falando? Nem sempre! Existem estratégias orgânicas que você ainda pode fazer para conseguir atenção para sua marca, além de capitalizar e fidelizar clientes.

Nas redes sociais é preciso definir, de acordo com o seu público-alvo, as suas estratégias. Pense em você como cliente: marca que só faz postagem sobre seus produtos, que não interage com o público, que não responde reclamações, que não tira dúvidas e que não fala de outros assuntos que estão dentro da sua realidade ganha o seu like? Dá vontade de compartilhar, ou indicar para amigo seguir? Pois é, não dá! E é nisso que você precisa pensar antes de estar presente nas redes sociais. Nesse mundo, ou se faz um trabalho bem feito, ou é melhor nem estar presente.

É preciso também pensar se faz sentido para a sua marca, ou para o seu público, que você esteja presente em todas as redes sociais. A cada dia aparece uma rede social nova e muitas vezes queremos nos fazer presente em todas e não fazemos um bom trabalho em nenhuma. E no final, nada surte efeito.

Facebook Ads é importante? É! Precisa gastar uma graninha? Precisa! Foi-se o tempo em que marketing orgânico bastava para fazer sua marca decolar. E é por isso que precisa estudar para saber investir bem o seu dinheiro nessa ferramenta (ou contratar quem saiba). Com ela você pode segmentar e isso é incrível! Leia, estude, faça testes com valores pequenos, entenda! Assim, você consegue fazer mais com pouco.

Outra coisa que precisa de atenção: e-mail marketing! Se não souber como e quando fazer, o resultado é uma enxurrada de gente se descadastrando da sua base de e-mails (e ninguém quer isso. NINGUÉM!).

Personalize já!

E não dá para falar de e-mail marketing sem falar se personalização. Um precisa andar lado a lado do outro. Por exemplo, faz sentido avisar a um cliente que mora no nordeste que o inverno chegou e sua coleção está linda? Você estará apenas desperdiçando disparos, correndo o risco de irritar o cliente.

Invista em simpatia e carinho. O bom é que não custa relativamente nada. Cliente bom gosta de se sentir mimado, importante para a empresa. Peça sempre no seu cadastro (mesmo que você venda pelo Instagram, ou pelo WhatsApp) a data de aniversário do cliente. Faça uma conferência diária de quem está fazendo aniversário e envie um e-mail especial, oferecendo desconto, frete grátis ou um brinde caso ele realize uma compra naquele dia.

Pesquisas afirmam que na maioria das vezes é o detalhe quem faz o cliente preferir você a um concorrente tão bom quanto. Então, invista! Gosta de ganhar um cartão? O cliente também. Um agradecimento pela preferência, ou votos de que a roupa nova faça sucesso são coisas que encantam o consumidor. Produza uma embalagem bonita, que tenha a ver com seu público e sua loja. Esse diferencial é o famoso “UAU!” que toda loja deve buscar junto ao cliente. Fazer o básico é apenas sua obrigação. Fazer além, cativa e fideliza.

Use e abuse do content marketing

Você não precisa se vender o tempo todo, toda hora para todo mundo. Antes, a tática do “compre baton” funcionava. Hoje, não mais. O cliente não quer você martelando na cabeça dele que você precisa comprar, ou que ele é melhor. E o content marketing veio para te salvar disso. Fale para o seu público de diversos temas que importem para ele, se faça presente na vida dele para além do que você vende, debata, informe, crie discussões saudáveis, levante a auto-estima, incentive… Só não mande o “compre baton”!

Para isso, um blog é sempre a melhor saída. Por lá você vai trazer a cliente, que vai virar leitora, que vai divulgar seu conteúdo e, consequentemente, sua marca. E se fazendo presente na vida deles, é fácil eles lembrarem de você quando precisarem comprar. Quer exemplo de marcas (não necessariamente de mulheres) que têm blog bacana? Dois que eu acho muito bem feitos: Flaminga e Meu Móvel de Madeira.

Ainda assim não se garante na gora de fazer? Tem cursos para isso; mas tem gente muito boa no mercado escrevendo de graça em vários blogs dessa internet incrível. Não vai ser por falta de oportunidade que você vai deixar de fazer content marketing legal para o seu e-commerce.

A venda não acaba na conversão

Queira saber como o seu cliente recebeu o seu produto, se ficou satisfeito, se teve alguém problema… Se interesse! E resolva rapidamente caso o feedback não seja positivo (não serviu, chegou na cor errada, veio com alguma avaria). É a sua chance de reverter a primeira imagem negativa que ficou.

Aproveite o pós-venda para pedir um feedback do seu serviço e do produto. Pesquisas mostram que produtos com review de outros clientes vendem mais! Caso não tenha um site, publique um print dos comentários e agradecimentos feitos pelos seus clientes.

Se você abriu o link do guia que eu indiquei no começo deste post, viu que tem muito mais coisa para se falar para quem está entrando no e-commerce. Aqui, eu consegui tratar apenas de algumas que eu acho extremamente importantes e não exigem necessariamente muito investimento – mas mesmo assim muita loja continua falhando miseravelmente! =/

Mas a boa notícia é que, para quem quiser se aperfeiçoar, estudar mais sobre esses assuntos e inúmeros outros que envolvem o e-commerce (precificação de produtos, analytics, WordPress, plataforma, design, edição de vídeos etc), basta acessar o Centro de Treinamentos do E-Commerce Brasil e se inscrever em quantos cursos quiser com 20% de desconto! Basta usar o cupom ECBRGWS e pronto! O cupom é válido até o dia 31 de janeiro de 2017.
Agora é com vocês! E boas vendas!

— ♥ —

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