Como começar a meditar

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

“Eu não consigo meditar.” é a frase que mais escuto dos amigos quando falo sobre o hábito da meditação no meu instagram. E olha que não falo pouco.Também, pudera. Quem, em plena correria do dia a dia, consegue parar a vida do nada e ficar sentado de costas eretas sem pensar em nada sem se distrair e em completa paz? Ninguém. E sabe porque? Por que meditar não é isso. Calma, deixa eu explicar melhor.

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Fonte: Pinterest

 

O que é meditação

É a apreciação do momento presente. Meditar é treinar a nossa mente para estar no aqui/agora. Não importa se daqui a 10 minutos você vai tomar banho ou se você esqueceu de fazer a marmita de ontem ou se amanhã você precisa lembrar de avisar o chefe que tem médico na semana que vem. A meditação é uma prática para lidar com pensamentos como estes, que estão no futuro ou no passado, e nos ajudar a viver o presente e somente ele.

Pensando nesta definição, proponho uma reflexão que tem a ver com o início deste post. Se meditar é treinar a mente, será mesmo que você não consegue? Ou será que é mais uma questão de atualizar o que você entende sobre o que é meditar?  Pois é.

“Treinar” não combina com “não conseguir”. Porque todo mundo consegue treinar e a meditação não exige sucesso, somente prática. Pode se desfazer do estigma de estar com a mente vazia. Como bem disse a Monja Cohen neste vídeo“Nós não fazemos meditação para ter morte encefálica. Nós fazemos para acordar.” 

Como começar a meditar

Talvez você já tenha pesquisado um pouco e ficado confusa sobre os tipos de meditação que existem por aí. Ou talvez este texto seja o seu primeiro passo. De um jeito ou de outro, quero te encorajar a tomar as rédeas da sua prática meditativa sem medo. Como falei, existem vertentes e não há melhor ou pior forma de começar, nem pior ou melhor tipo de meditação. Existe o que combina mais com você. E quem melhor que você mesma pra definir isto? Ninguém.

O que vou falar aqui são algumas opções que eu já experimentei e / ou já ouvi falar super bem. A ideia é te dar um ponto de partida para explorar. A partir daí, saia testando tudo e se conectando consigo mesma para ver o que funciona melhor pra sua rotina, seu corpo e sua mente.

Meditando com aplicativos

Esta é a forma que mais gosto. Isto porque não importa onde estou, meu celular provavelmente estará por perto e fácil de acessar. Aqui estão alguns dos aplicativos que eu já experimentei ou já ouvi falar muito bem.

Headspace: Tem para: iOs e Android – Valor: $7,99 por mês (10 primeiras sessões grátis)

Eu Medito 5 Minutos:Tem para: iOs e Android – Valor: Grátis

Calm: Tem para: iOs e Android – Valor: Grátis (tem alguns programas de meditação pagos)

Insight Timer: Tem para: iOs e Android – Valor: Grátis

Zen App: Tem para iOs e Android – Valor: Grátis (tem alguns programas de meditação pagos)

Meditando com podcasts ou vídeos no youtube

Yoga with Adriane

Monja Cohen

Personare

Spotify

Meditando com música

Spotify

Meditando em aulas ao vivo

Dependendo de onde você mora, podem ter diversos lugares que oferecem aulas ou palestras e eu não conseguiria fazer uma lista. Mas como encontrar no Google? Aqui algumas dicas:

Centros Budistas: Muitos oferecem meditações semanais. Algumas vezes pagos, outros recebem doações.

Self-Realization Fellowship do autor do livro “Autobiografia de um Iogue”, existem centros pelo mundo todo.

Academias de Yoga: Normalmente tem também aulas de meditação.

Brahma Kumaris: Ensinam a meditação Raja Yoga. Já no site dá pra aprender mais.

Quanto tempo tenho que meditar?

Primeiramente, você não tem que. “Segudamente”, se você não tiver em uma aula presencial, quem define o tempo é você.

Para começar, eu indico 5 minutos. Isso porque todo mundo consegue tirar 5 minutos por dia pra fazer algo. Se você ficar menos tempo navegando no Insta ou no Facebook já consegue tirar este tempo.

Fora que a nossa vida moderna nos estimula a estar sempre distraídos ou fazendo mil coisas ao mesmo tempo. Por isso, parar pra apreciar o presente por 5 minutos já pode ser bastante desafiador para muitos de nós. Não exija de si mesmo já sair metendo o pé na porta e querendo meditar por 20 minutos ou 1 hora.

5 é melhor que 0. Este é o mantra que funciona pra mim em todo novo hábito que quero incorporar.

Vale lembrar que existem estudos que comprovam que a meditação tem o poder de, literalmente, remodelar a nossa mente se feita por uma quantidade de minutos diariamente. Se você for do tipo que precisa das evidências científicas todas antes de começar, recomendo que você leia o livro “Sane”, da Emma Young. Se não der pra ler o livro (em inglês), faça uma  busca no Google Academics sobre o tema. Mas eu digo por experiência própria: o volume de informações e as divergências nos resultados dos estudos podem te deixar bem perdida e, ao invés de ser um estímulo para começar, acaba o efeito pode ser o contrário. Digo isso porque eu sou do tipo que estuda e vai muito a fundo sobre os assuntos que me interessam, e sei bem como é a sensação de ficar paralisada depois de tanto absorver conhecimento. hahaha

Se você for como eu, o meu conselho é se questionar: você acredita que experimentar a meditação pode te trazer algum malefício? Se a resposta for não, vai com tudo e comece pelos 5 minutos.

Melhores horários e posturas para meditar

Já sabe o que vou falar, né? Você quem sabe! hahaha Mas, para começar, que tal testar no horário que você tem menos estímulos externos? Por exemplo, se você estuda e tem que sair de casa de manhã muito cedo, talvez seja melhor meditar a noite, quando voltar pra casa. Ou se você tem filhos e praticamente não tem tempo sozinha, que tal tentar acordar 5 min mais cedo que as crianças ou tirar 10 minutos do seu horário de almoço no trabalho?

Se a opção inicial de horário não tiver funcionando, teste outro.

Quanto a postura: se você estiver sendo guiado por um app ou em for em uma prática presencial, é possível que já receba as instruções. Mas, em geral, você pode “quebrar as regras” e experimentar. Pra mim funciona muito bem meditar sentada numa cadeira, pés no chão, costas apoiadas na encosto da cadeira e mãos no colo fazendo um formato de concha. Também gosto muito de usar banquinhos de meditação pra ficar de joelhos.

Como falei nos outros tópicos: não tenha medo de testar e experimentar.

Pronta pra começar?

Tomara que este guia tenha sido útil pra você dar seu pontapé inicial e que você esteja animada pra criar este novo hábito na vida! Não deixe de me dar um alô lá no Instagram pra me contar o que achou do post! É @guidocarol.Vou adorar bater papo com vocês.

Só queria fazer uma última observação. Preste atenção na auto cobrança e não entre nessa. A meditação é um hábito para te trazer mais clareza mental, autoestima, baixar níveis de estresse e ansiedade. Se a cobrança por meditar for grande, não faz sentido e você perde o propósito de estar fazendo. Seja amorosa consigo mesma. Se esforce para criar um hábito diário, mas se não der, tudo bem. Seja sua melhor amiga e se permita estar em um eterno treinamento.

Combinado? Combinado!

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Altar menstrual: Como acessar seu lado mais sensível e seus poderes oraculares

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

Meu primeiro post aqui no GWS foi sobre como alinhar seu ciclo menstrual com a lua e montar o seu diário da lua vermelha e como prometido no primeiro post, chegou o momento de se aprofundar mais nessa história e na sua conexão com a lua e com seu corpo. A Lua é o astro regente dos ciclos da água e da vida.  As marés, a seiva das plantas, o eletromagnetismo terrestre, os partos, são todos regidos por ela. É ela quem guarda os mistérios do inconsciente. Desde a antiguidade a lua foi relacionada ao feminino e suas propriedades foram atribuídas à diferentes Deusas, representantes dos três arquétipos lunares, a donzela, a mãe e a anciã, todas parte integrante do ciclo de vida, crescimento e morte, e todas partes de nós mesmas.

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Ilustração: misangry

Desde o período Paleolítico já foram encontrados traços de culto à Deusa, como a Vênus de Hohle Fels, com 35000-40000 anos de idade. Sabe-se também que os primeiros calendários feitos pela humanidade eram baseados nos ciclos lunares e pinturas rupestres que relacionavam as fases da Lua e as atividades humanas. Ciclos da natureza já foram encontradas em diversos lugares. E assim como é um conhecimento antigo e comum entre as parteiras que a lua rege os nascimentos, os povos antigos conheciam a íntima relação entre a Lua e as mulheres, representando esses mistérios em suas Deusas e práticas ritualísticas. Mulheres de diversas tribos se reuniam nas chamadas “Tendas Vermelhas” em seu tempo de lua para acessar seu lado mais sensível e seus poderes oraculares, muitas vezes saindo de lá com previsões e aconselhamentos para a tribo. No post de hoje vamos aprender a criar a nossa própria tenda vermelha.

A Menstruação pode ser um período emocionalmente conturbado, pois é a fase de nosso ciclo onde estamos na nossa sombra, nosso arquétipo minguante e negro, encarando o inconsciente, mais abertas e sensíveis energeticamente e com a intuição mais afiada. O aspecto da Deusa associado a esse período é a Anciã, ou a Mãe Negra, adorada e ao mesmo tempo temida, a sábia bruxa, senhora do ciclo de vidamortevida. É hora de encarar de frente tudo aquilo que nos recusamos a ver sobre nós mesmas e sobre a realidade que nos cerca, por isso o corpo dói, as emoções parecem furiosas e incontroláveis. É preciso parar de negar e soterrar dentro de nós tudo aquilo que consideramos desagradáveis, para que então possamos lidar com isso de frente, despertando a força da donzela guerreira. Mas antes é preciso deixar morrer, é preciso sentir com intensidade e plenitude tudo aquilo que está sendo colocado diante de nós.

A morte e a vida já foram indissociáveis, e é necessário aceitar o fim de certas coisas, para que então novas possibilidades se estabeleçam. É necessário podar uma planta para que ela cresça forte e dê seus melhores frutos, assim como é necessário se despedir de velhas realidades que não nos servem mais, afim de alcançar aquilo que realmente desejamos, por mais doído que isso seja, e esse processo é vivido inconscientemente durante a menstruação, por isso, conectar-se com esse período ameniza seus sintomas destrutivos. O corpo fala, mas quando não escutamos, o corpo grita.

A menstruação traz a limpeza desses aspectos, mas também traz a vida, e é esse o seu grande poder curador. Ao contrário do que nos fazem acreditar ao longo da vida, o sangue menstrual não é um sangue residual e sujo, e foi constatada recentemente a presença de células tronco nesse fluido. É um sangue biologicamente e energeticamente extremamente rico, e é daí que surgiu o antigo costume de se devolver o sangue para a Terra, colocando-os nas plantas ou sangrando diretamente sobre o solo. E por levar a vida a menstruação também cura, cura as mágoas e as feridas, leva embora angústias, traços de personalidade que não mais nos ajudam e traumas. O útero é o centro de poder feminino, e mesmo naquelas mulheres que nasceram sem útero ou que precisaram tê-lo retirado, seu poder vibra e permanece. Guardamos e acumulamos tudo em seu interior, e durante esse período deixamos que isso flua e seja absorvido pela Terra, com seu enorme poder de cura e transmutação, transformando tudo aquilo que agora se despede de você, em nova vida que flui em seu universo interior e exterior. Na morte mora a vida, e a vida, inerentemente, leva à morte, e esse é só um dos muitos mistérios da Deusa, da lua e seu.

Para se conectar mais profundamente com essa fase você pode montar um altar menstrual. Um altar é um pequeno espaço sagrado reservado e montado de acordo com uma função estabelecida, neste caso, o vínculo com seu sangue lunar. Ele funciona como um ancorador das energias que nele são colocadas, emanando aquilo para você. Ao montar um altar menstrual, intensifica-se conexão estabelecida com os mistérios do profundo feminino e do sangue.

Para montar o seu altar menstrual  você vai precisar de:

  • Incenso (incensos relacionados a energias femininas como o gêranio, jasmim, ou rosas são os ideais)
  • Vela vermelha
  • Terra, plantas, cristais ou sal grosso
  • Água ou vinho
  • Jarro menstrual (recipiente com tampa, geralmente feito de cerâmica, que armazena uma mistura de água e sangue menstrual)
  • Enfeites, imagens e o que mais você quiser

O tempo dedicado ao seu altar é um tempo dedicado a você mesma, então desligue o seu celular, feche a porta, e sinta-se relaxada e a vontade, se quiser, coloque músicas que te lembrem esse momento de conexão com seu feminino ancestral e sábio, e purifique a si e ao local com um incenso ou defumação. Quando sentir que está calma e conectada o suficiente, comece a arrumar o lugar escolhido, colocando uma toalha ou pano para forrar e dispondo os elementos da forma que lhe agradar. Você pode colocar elementos que remetam à Deusa, como imagens ou objetos, cristais vermelhos como a jaspe, de forma que aquele espaço se torne a sua conexão com si mesma e o poder que em ti reside. Quando quiser se conectar com essa energia, basta acender a vela e o incenso, e meditar.

Quer saber mais sobre magia e  a influência e presença da natureza na nossas vidas? Vou ministrar um curso no Espaço Criativo GWS em breve! Para se inscrever: Introdução a Magia, com Fernanda “Surati”

— ♥ —

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Diário da Lua Vermelha: Alinhando seu ciclo menstrual com a Lua

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

Estudar os astros, as plantas, as práticas espirituais antigas e os sistemas de magia nos ajuda a encontrar uma antiga feiticeira que existe em todas as mulheres, e a Lua é nossa grande aliada. É sob seus auspícios que saímos do domínio solar do consciente e adentramos o mundo interno, é ela quem revela as realidades ocultas, os mistérios cíclicos do sangue e da seiva. A Lua, grande espelho das águas inconscientes rege nosso ciclo mensal. Aprender a entender e respeitar os próprios ciclos é um segredo que as mulheres antigas dominavam, e que reside ainda dentro de todas nós.

Henn Kim

Ilustração: Henn Kim

Adentrar os mistérios lunares é mergulhar no profundo feminino, é aprender que somos parte integrante do todo, espelho e reflexo da natureza em seus aspectos mais luminosos e belos, mas também em todos as suas faces sombrias. Dançar com a lua e celebrar o eterno ciclo de vida, dentro e fora de si, entender nos ciclos da Terra e de si mesma, os movimentos de geração, nutrição, e destruição, e saber que a morte é tão necessária quanto o nascimento para a manutenção da vida.

Ao longo das eras, muitas crenças povoaram o mundo, e com elas as mais diversas ferramentas de cura foram descobertas, desde técnicas de cantos e toques de tambor, até a descoberta das propriedades físicas e energéticas de elementos naturais encontrados ao redor. Tudo isso constitui um legado ancestral que ainda pulsa dentro de cada mulher, aquela que traz a recordação, para que juntas possamos nos recordar de quem realmente somos, através das ervas, da lua, da magia. Uma das ferramentas mais utilizadas pelas mulheres para entender e acompanhar o ciclo menstrual e a influência lunar é o “Diário da Lua Vermelha”, um diário onde a cada ciclo uma nova mandala lunar é desenhada, juntamente com anotações diárias sobre nossos humores, sonhos, sensações físicas e emocionais e respostas fisiológicas do corpo. Com o passar do tempo, a utilização desse diário serve como um guia pessoal sobre o corpo feminino e a lua.

Antes de fazer o diário é muito importante entender sobre as fases da lua e seus efeitos, assim como entender sobre as etapas do ciclo menstrual. Nesse primeiro texto vamos aprender a confeccionar o diário, para nos textos seguintes nos aprofundarmos na relação entre a lua e nosso sangue. A palavra “menstruação” tem origem na palavra latina “menstruum” que significa tanto mês, quanto um solvente alquímico com a capacidade tanto de dissolver quanto de coagular. Desde os primórdios a menstruação e a passagem do tempo foram associados, e os primeiros calendários da humanidade seguiam o ciclo de 28 dias da lua, e entender como suas fases atuam na natureza é essencial para entendermos como ela influencia nossos corpos e emoções.

 

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Para fazer o diário é só imprimir o diagrama acima a cada menstruação e seguir as instruções!

  • A primeira fileira numerada de 1 a 32, representa o ciclo.
  • Na segunda fileira, você vai preencher com os dias do mês, começando pelo primeiro dia de menstruação. Então se menstruar no dia 18, comece do dia 18 daquele mês em diante.
  • Na terceira fileira, são as fases da lua. Preencha as bolinhas com a fase certa da lua, no dia que menstruou. Use as legendas como referência pra pintar a bolinha!
  • Na quarta fileira indique com o símbolo escolhido para cada etapa do ciclo, como menstruação, ovulação, tesão, sexo, alterações emocionais,
  • Estabeleça um dicionário de símbolos sobre os assuntos que deseja manter controle, é necessário pelo menos um símbolo para menstruação, um símbolo para ovulação e um símbolo para o fluxo de corrimento vaginal.

Lua Nova: O céu aparenta estar sem lua, somos convidadas a mergulhar no vazio profundo, onde a racionalidade fica em segundo plano e o inconsciente vem à tona, trazendo para o espectro visível coisas que ainda estavam sob a superfície.  Etapa inicial do ciclo lunar, é o momento ideal para o início de novos projetos e objetivos

Lua Crescente: Aquilo que foi plantado durante a Lua Nova começa a nascer, e é hora de revisar esses projetos, fazendo as modificações necessárias, e de se empenhar para colher bons frutos.

Lua Cheia: A lua apresenta seu vigor máximo, e aquilo que foi plantado se encontra em seu ápice. É tempo de transbordamento, e de se entrar em contato com os frutos daquilo que foi semeado na Lua Nova, privilegiando a clareza para uma boa compreensão.

Lua Minguante: O que a Lua Cheia trouxe deve agora ser analisado, independentemente dos resultados alcançados. Na Lua Minguante aquilo que não funcionou será revisado e alterado se necessário for, preparando o solo para a semeadura da próxima Lua Nova.

Pronto, ao logo dos meses você vai começar a perceber com mais clareza as influências da lua sobre si, e como utilizar a seu favor esse conhecimento. Nos próximos textos, já com os diários em mãos, nos aprofundaremos nos poderes de nosso sangue, nas influências das fases da lua e de nosso ciclo biológico e hormonal, e a como utilizar magicamente cada período desses.

“Recordar, del latín re cordis: volver a pasar por el corazón”

— ♥ —

Por: Fernanda Grizzo (SURATI)

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Vlog: Dicas de viagem para Gramado (parte 2)

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

Mês passado, postamos aqui a primeira parte da nossa viagem com os amigos para Gramado no Vlog: Dicas de viagem para Gramado (e um pouquinho de Porto Alegre e Novo Hamburgo) e agora, temos a 2ª parte no ar!

Nesse vídeo, tem tour pela A Mina, uma réplica de uma mina real de ametista, aonde você passa por um túnel com 80 metros de extensão, com mini lagos e cascatas. Durante o percurso o guia conta um pouquinho sobre a história da mineração. São mais de 150 pedras preciosas cravejadas na rocha, e vários tipos de pedras, em um museu com mais de 800 pedras preciosas de vários países como México, Uruguai, Espanha e Peru. Algumas pedras possuem três metros de altura e pesam mais de 3 toneladas!! Pra quem ama cristais, fica a dica porque vale a visita. Outro lugar que é lindo demais e vale conferir: O Parque de Lavanda que fica a aproximadamente 3 km do centro de Gramado. Um campo de lavandas de diferentes tipos e cores e também outras flores e plantas. E o melhor: É de graça e é o único jardim de lavandas do Brasil.

No vídeo também tem a comemoração do meu aniversário que o tema foi Kinuta Party, cês lembram? E a Marie toda rica e fina como convidada do festival de cinema de Gramado porque ela foi uma das produtoras de moda do filme “Tamo Junto”. E claro, tem comida (porque Gramado é comida, comida é Gramado) Dica do melhor fondue e pastelaria.

Se curtir o vídeo, dá aquele like bonito pra gente e se inscreve no canal!

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