Felizes para sempre: Será que temos mesmo que basear toda nossa felicidade na ideia de encontrar alguém?

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

Por Natasha Ferla:

Quando pensamos em histórias, na maior parte das vezes começamos com um “Era uma vez”. E essa “uma vez” frequentemente acaba em “Felizes para sempre”. Bom, primeiro, vamos pensar na ideia de “final feliz”. Será que ele só existe quando o personagem principal acaba em um relacionamento romântico? Relacionamentos são toda a chave do sucesso e da felicidade assim como vemos no cinema? Será que temos mesmo que basear toda nossa felicidade na ideia de encontrar alguém? E as personagens que acabam solteiras nos filmes são “tristes para sempre?” Nesse ponto do texto, você já deve estar imaginando que estamos falando de filmes e de finais de filmes, mas em caso de dúvida, já digo que o post contém spoilers.

Mesmo se nada der certo 3

Mesmo Se Nada Der Certo (Begin Again), é um filme de 2014 protagonizado por K​eira Knightley que interpreta Gretta, uma inglesa que se muda temporariamente para Nova Iorque para acompanhar o namorado (interpretado por Adam Levine),  músico que conseguiu um contrato com uma gravadora. Gretta sabe que só está lá por causa do namorado e fica feliz por ele ter conseguido uma grande chance e por ser reconhecido por seu trabalho, mas quando descobre que está sendo traída e se vê parcialmente sozinha na cidade, sua vida fica um pouco fora de perspectiva. Gretta não fica apenas solteira no final do filme, mas decide voltar para Inglaterra. Só porque os protagonistas não terminam o filme juntos, não quer dizer que o filme seja triste e não possa tratar de relacionamentos de maneira profunda.

Blue Valentin

Podemos dizer o mesmo de Namorados Para Sempre (Blue Valentine, 2010) que transita entre o passado e o presente de um casal cheio de incertezas interpretado por Ryan Gosling e Michelle Williams. O relacionamento que começou cheio de paixão, vai se deteriorando com a rotina, com a vida adulta e as obrigações.

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Em Annie Hall (1977) de Woody Allen, um clássico, que também mostra uma relação que não sobrevive ao tempo e as diferenças e apesar disso, nunca deixou de ser referência em filmes sobre amor. Annie (Diane Keaton) e Alvy (Woody Allen), foram baseados bastante nos próprios atores e felizes-pra-sempre2no relacionamento que eles tiveram anos antes. Quando vemos um filme nos envolvemos com os personagens e queremos sempre que eles terminem bem, já que por algumas horas nos envolvemos com aquelas histórias e vidas, mas nem sempre “felizes para sempre” tem que envolver um relacionamento amoroso.

Muitas vezes depois de tentarmos encontrar nossas realizações em um relacionamento, encontramos a nós mesmas e nos tornamos mais fortes, mais certas de quem somos e do que merecemos. Como bem vimos Alice Ayres (Natalie Portman) em Closer (2004). Dizem que é “impossível ser feliz sozinho”, mas eu acredito que é impossível ser feliz se não soubermos ser felizes sozinhos. O autoconhecimento e o amor próprio são sempre garantia de um “feliz para sempre” sozinha ou acompanhada.

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Para instalar já no celular: O aplicativo Happn

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

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Eu acho que eu nunca contei para vocês como eu conheci meu namorado… e para começar esse post, acho que vale esse momento #oversharing.

Sabe aqueles dias que você sai, sem a menor intenção de conhecer ou ficar com alguém? Nem capricha tanto na produção e vai só pensando na bebida favorita do bar? Então, foi um dia desses. Show do Tame Impala no Circo Voador, dia 17/10/13.

Estava bem tranquila, indo para o meu terceiro copo de frozen, quando eu avistei um garoto que na hora, fiquei hipnotizada. Não deveria falar isso aqui, né? Porque ele vai ler e ficar se achando… Mas enfim, essa é a verdade.

Qualquer um que está acostumado a ir em show, pra ver show de verdade, sabe que não é um clima assim, muito amigável pra conhecer alguém. Eu estava com meus amigos, que estavam super concentrados no show e ele tava sozinho, meio distante de onde eu estava e totalmente envolvido com o Tame Impala e nem reparou a minha existência.

Eu passei o show todo só pensando que eu nunca mais iria ver aquele garoto. Aí eu parei para pensar como isso acontece o tempo todo!

Quem nunca pegou o metrô e tinha um cara gato e a paixão durou 2 estações? Ou estava na fila do banco e o “flerte” foi só até a vez dele no caixa eletrônico? Sério, uma das coisas mais angustiantes da vida de solteira, é encontrar alguém interessante de forma totalmente aleatória na rua, na padaria, quando você está desarrumada, quando tem que correr pra pegar o ônibus e pensar “Perdi para sempre o amor da minha vida”. Ok, vai, ele poderia nem ser seu par ideal, mas poderia rolar uns beijos, né?

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Aí é que entra o aplicativo Happn e pra mim, aquela sensação de: ” Por que não fui eu quem teve essa idéia genial?” Sim o Happn é um aplicativo de date, mas a diferença é que ele é o primeiro aplicativo de encontro focado na nossa vida real e nas pessoas que vimos pessoalmente. A geolocalização dele é em tempo real e cada vez que você cruzar com um membro do Happn, o perfil dele aparece imediatamente no aplicativo.

Com essa tecnologia, o Happn resolve um problema que tem passado de geração em geração: Como reencontrar uma pessoa desconhecida que você não teve como abordar. O aplicativo te dá uma segunda chance, a de descobrir e de encontrar todos os desconhecidos que a gente vê todo dia por aí. Uma das coisas mais legais é que em cada perfil, está indicado o número de vezes que vocês se cruzaram, com o local e a hora. Sério, eu achei isso muito incrível.

Agora voltando ao dia que conheci meu namorado, se eu já conhecesse o Happn, eu não precisaria ter escrito um bilhetinho, subornado meu amigo para entregar, ter corrido o risco dele ter me achado uma loka stalker e principalmente: Não ter que ouvir piadinha até hoje que eu fiquei tão apaixonada que mandei entregar bilhete. Aff.

Curtiu o aplicativo? O Happn é gratuito e está disponível para Android e Iphone, para saber mais e baixar, clica aqui!

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Nem sempre seu amor será como os dos filmes.

Por Nuta Vasconcellos / nuta@gwsmag.com

Quando a gente começa a crescer, logo alimenta a ideia de encontrar um grande amor. Claro, toda regra tem sua exceção, mas não me lembro de nenhuma amiga da escola que não sonhava em encontrar o príncipe encantado. Depois que a gente cresce, não demora muito pra gente perceber que “ele”, o tal príncipe encantado, não existe (até por que nem os encantados eram tão encantados assim se você analisar com outro ponto de vista) mas seguimos buscando aquele amor arrebatador, aquele que assim que você conhecer suas pernas vão tremer e vocês passarão segundos que parecerão horas olhando para os olhos um do outro e você saberá: “É ele!”

Assim como nos filmes, vocês terão encontros divertidíssimos, únicos e aventureiros. Assim como nos filmes, acontecerão encontros e desencontros, brigas absurdas que terminarão com ele na sua porta bêbado pedindo desculpas, até o grande momento do felizes para sempre. Por conta dessa cartilha do amor, ficamos presas em relacionamentos sem futuro e por conta dessa cartilha, não valorizamos garotos que podem não ser príncipes encantados, mas chegam bem perto disso.

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Todo mundo que encontra comigo e com meu namorado sempre diz: “Nossa, ele foi feito pra você” e quando ouvia isso no começo do nosso relacionamento eu sempre ficava surpresa com a afirmação porque não foi assim que eu me senti durante muito tempo. Eu não ouvi sinos tocando quando conheci meu namorado. Não ficava morrendo de ansiedade para encontrar com ele quando éramos ficantes e não estava contando os segundos para ele falar de namoro. Eu gostava dele, mas sempre tinha o “mas”. O “mas” estava naquela falta de arrebatamento. Aonde estava aquele sentimento de encontrei o amor? Aquela vontade de cantar na rua e gritar aos 7 ventos que eu estava apaixonada? Eu não sentia.

Pra piorar, sempre tinha uma pulguinha atrás da minha orelha relembrando meu casinho anterior. Lembrando aquele frio na barriga, aquela ansiedade, aquele tal sentimento que faz você chegar em casa rindo a tôa do primeiro encontro. E eu me perguntava: Será que eu não deveria dar mais uma chance para aquele sentimento? Ignorar as coisas negativas que ouvi, as sumidas, o fato que ele ficava com outras, a certeza que ele não sentiu a mesma coisa que eu no mesmo timing, ignorar que eu era a garota do intervalo dele e simplesmente dizer que eu queria tentar de novo.

O tempo passava e eu me sentia cada vez mais envolvida pelo meu namorado. Não tinha grandes rompantes de sentimento, mas eu ficava cada dia mais envolvida por uma pessoa que estava ali, de corpo e alma pra mim. Que fazia planos, que me fazia sentir linda, que fazia pequenas surpresas, que me elogiava, me colocava pra cima. Estava cada vez mais envolvida com um cara que estava seguro do que queria, que estava do meu lado, que estava afim de ser parceiro.

Eu não ouvi passarinhos cantarem quando conheci meu namorado. Eu não me senti em um filme. A forma que ele chegou, não é a forma que a gente espera que um grande amor chegue. Mas esse é o nosso grande erro. Esperar que as coisas aconteçam de uma forma específica. Sei lá por que eu dei uma chance pra esse relacionamento. Mesmo sem tá assim muito afim, mesmo achando que eu deveria estar com outro, eu mergulhei. Eu decidi parar de repetir padrões que até então claramente não estavam funcionando pra mim e foi a melhor coisa que eu fiz.

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Meu amor não foi de cinema. Não teve entrega total desde o início, não foi construído em certezas absolutas. Mas hoje, 1 ano depois, eu posso dizer que encontrei o amor da minha vida. E isso só aconteceu porque lá no começo, eu resolvi me desprender das ideias que eu tinha de amor. Nosso amor foi construído, dia após dia, com pequenos gestos, com pequenas lições de companheirismo, de carinho de cumplicidade.

Nem sempre o cara que faz seu coração parar é o cara que vai te fazer feliz. O amor não tem fórmulas e chega pra gente de formas diferentes, nem sempre como a gente sempre sonhou. Um grande amor não precisa chegar arrombando sua porta. Ele pode chegar de mansinho, pedindo licença. E esse  pode ser o começo de uma história incrível com seu príncipe que não precisa ser encantado.

O que eu sinto hoje é amor. Da forma mais completa. Desculpa, Hollywood.

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O coração quer o que ele quer? Por que ficamos presas a relacionamentos sem futuro

Por Nuta Vasconcellos / nuta@gwsmag.com

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Ilustração tirada do Instagram: @henn_kim

Eu adoro a Selena Gomez. Acho ela absurdamente gata, talentosa e inteligente. Costumo dizer que Selena só tem um defeito, Justin Bieber. Nada contra o garoto prodígio (que aliás essa semana rolaram umas fotos que levou o significado de prodígio de Justin para outro patamar, né? Abafa) mas acho muito claro que ele não faz bem a ela. Eles já namoraram, separaram, tem boatos de traição, boatos que voltaram, fotos deles juntos, fotos dele com outras, fotos dela com outros, indiretas no instagram… todas as provas que confirmam que eles vivem um relacionamento iôiô, que fazem as coisas para colocar ciúmes um no outro, que se amam e se machucam em looping.

Como diz a própria música da Selena, “the Heart Wants What It Wants”, ou em bom português, “o coração quer o que ele quer”. Não importa se te faz sofrer, se ele não te valoriza, se ele te faz se sentir culpada, se ele faz suas melhores amigas fazerem cara de nojo com a possibilidade de vocês ficarem juntos. Parece que nada importa e a sensação é que só com ele do seu lado você será feliz. E pra você, ninguém entende vocês, ninguém sabe o quanto ele gosta de você, você sabe que ele parece difícil, mas é que suas amigas não conseguem entender a essência dele. E quando você olha pra sua vida, seus amigos te acham otária, sua família tem peninha de você e você já se colocou em diversas situações desconfortáveis em nome desse relacionamento. Deixa eu te contar uma coisa: Se tem alguém não entendendo esse relacionamento, esse alguém é você.

Selena e Justin são só um exemplo desse tipo de namoro que não faz sentido pra ninguém. No fundo, no fundo, não faz sentido nem pra quem está envolvido, mas algo te  puxa, algo te atraí feito imã e você não consegue sair dali. Uns dizem que o nome disso é paixão. Aquela coisa que cega, que você fica sem ar quando vê a pessoa, aquilo que faz seu coração disparar e achar mesmo com todos os defeitos, mesmo que tudo já tenha dado errado milhões de vezes, que se você tentasse de novo, de um jeito diferente, ou se simplesmente não largar o osso, uma hora, de alguma forma aquilo vai funcionar. Tipo novela, que tudo dá errado para o casal principal durante toda a trama, mas no final tudo se desenrola e eles percebem que tudo era só armações da vilã. Pronto, agora a coisa vai fluir para o felizes para sempre.

A vida não é uma novela e o maior vilão da nossa história pode ser nosso coração. Eu cresci com uma pessoa muito próxima na minha família, que prefiro manter a identidade em sigilo que era muito, muito apaixonada. E ela vivia nesse tipo de relacionamento empacado, que não anda, com indas e vindas, com empecilhos, traições, inseguranças, incertezas, um dia o cara era príncipe, no dia seguinte sapo… nada, nada fluia. Mas ela era cega, apaixonada, não largava o osso, achava que um dia, a coisa ia.

A coisa nunca foi. Ela perdeu o tempo, a juventude, as chances de conhecer alguém legal, um relacionamento que pudesse de fato evoluir, investindo em um relacionamento que era tão claro que não estava funcionando, que nunca iria funcionar.

“O coração quer o que ele quer” ou a gente que se apega a coisas que não deveríamos nos apegar? Por que nos prendemos a relacionamentos que não nos levam a lugar nenhum, que deixam nossa mente perturbada com dúvidas, inseguranças e incertezas? E o pior: Infelizes? Será que isso é amor ou posse? Paixão ou medo de ficar sozinha? Envolvimento ou só química sexual?

Eu pessoalmente tenho medo de sentimentos arrebatadores. Esses que te cegam, que você não consegue perceber que não vão te levar a lugar nenhum. Por mais difícil que seja, é importante ligar a chavinha da razão em algum momento.

Algumas coisas simplesmente não são para ser. E quando você está envolvida em um relacionamento intenso, mas que te faz sofrer, que te deixa cheia de dúvidas e ansiedade,  que vocês já se machucaram muito, não é a hora de pensar em seguir em frente sem ele?

A gente sabe que a dor (física mesmo) que você vai sentir será imensa. Sim, vai parecer que estão arrancando seu coração fora, porque é essa intensidade que esse tipo de relacionamento tem, mas a dor faz parte da vida. Sim você vai se sentir carente, sozinha e os primeiros domingos que você passar sozinha serão bem esquisitos.

Ma se tem uma coisa que eu aprendi com a minha parente é que mais vale a dor de um band aid puxado na ferida do que anos e anos de um machucado que não sara nunca. O que eu aprendi também é que quando uma coisa não é pra ser, ela não será. E se você não tomar controle da sua vida e agir a vida vai se encarregar de fazer isso por você e garanto, vai doer ainda mais e virá carregado de frustrações e de frases de arrependimento.

O coração pode até querer o que ele quer. Mas lembre-se que você é dona dele. Tome o controle da sua vida e faça o que no fundo você sabe, é melhor para você, para sua saúde física e mental.Você merece ser feliz. De verdade e agora.

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