Conheça a história das roupas dos motoqueiros e onde comprar Bota Biker, o modelo da vez

Por Nuta Vasconcellos / nuta@gwsmag.com

Todo inverno elege a “bota da vez” e na temporada mais fria do ano passado, em 2012, quem teve destaque foram as Chelsea boots , modelo de origem da era vitoriana e auge nos anos 60, quando eram usadas pelos jovens modsO inverno 2013 acabou de chegar, teve seu início no dia 21 de junho e a bota queridinha da vez é o modelo Biker, originária da indumentária dos motoqueiros.

O pós-guerra, período de 1945-1953, trouxe mudanças no comportamento das pessoas, gerando novos estilos de vida, especialmente na forma de se vestir. Foi o início de uma revolução da moda, as tendências começaram a fazer o caminho contrário: Ao invés de saírem dos ateliês para as ruas, elas saíam das ruas para os ateliês, dando início ao street-style, onde pela primeira vez, a moda era introduzida pelos jovens e não mais pela alta costura.

Neste mesmo período, a motocicleta que começou a ficar em evidência a partir de 1942, devido a Segunda Guerra Mundial, passa a ser difundida através de filmes de Hollywood, criando um forte impacto de desejo na população. Tudo começou quando os soldados americanos retornaram ao país depois da guerra. Eles não queriam mais usar um terno, uma gravata e um corte de cabelo comportado. Não se sentiam mais representados por aquele modelo americano de vida. Era muito difícil para eles, a maioria da classe trabalhadora, aceitar a conformidade das coisas.

Essa mistura era o que precisava para dar origem ao estilo rebelde dos anos 50.“Wild One” de 1954, filme estrelado por Marlon Brando e as corridas de motocicleta em Hollister, na California, foram os elementos determinantes para o surgimento do street-style bikers: Perfecto preta, calça jeans – que até então era usada somente por operários –  e botas com solado pesado de borracha.

O estilo de vida e da moda bikers logo se estabeleceu na subcultura. Reunidos em gangues com nomes como “The Booze Fighters” – os precursores dos Hells’s Angels – Esses jovens foram seguidos por milhares de outros nos Estados Unidos e Europa. 

A origem de todas as peças especialmente feitas para os motoqueiros tinham a intenção inicial de proteção o corpo, no caso eventual de um acidente. A bota biker, não era diferente. A princípio o modelo em couro preto, com o cano nem curto, nem alto, apenas um pouco acima do tornozelo, tamanho ideal para proteger os pés e a perna sem perder a mobilidade, servia apenas para isso. Com o tempo os modelos foram ficando cada vez mais  estilizados e ganharam fivelas, recortes, rebites, tachas, spikes e também deixaram de ser exclusivo do universo dos motoqueiros, até então, masculino.

bota biker entrou no universo dos rockers nos anos 60, dos punks em 70 e 80, dos grunges dos anos 90. A década de 90, também foi quando a peça entrou de vez no universo feminino e ganhou status fashion.   

1- IMPORIUM – R$289,90

2- Agatha – R$469

3- Renner R$149,00

4- Schutz – R$490 

5- Sonho dos Pés – R$129,00

 


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Em fotos: Punk

Por Marie Victorino / marie@gwsmag.com

Resolvi resgatar aquela tag temática que eu tinha começado há um tempo atrás e neste clima de manifestação, escolhi como tema o movimento punk.

O punk, além do estilo musical criado na década de 70, é também a cultura em torno dele. Inicialmente, a ideologia era apartidária, mas com o passar do tempo punks e anarquistas passaram a colaborar entre si em ações ativistas, opondo-se à mídia tradicional, ao Estado, às instituições religiosas e grandes corporações capitalistas.

Nos Estados Unidos, quem deu início ao punk rock, foi a banda Ramones como uma espécie de manifesto contra os rumos do rock’ n’ roll naquela época. O novo estilo, tinha a energia voltada para a provocação, a ironia e o deboche. Em pouco tempo, a estética trazida pelo punk rock tomou conta das ruas e influenciou muitos jovens a praticarem o “do it youself”, seja montando a própria banda, sem o contrato com uma grande gravadora, modificando suas roupas com símbolos sadomasoquistas ou criando fanzines como o “Snifin’ Glue” para divulgar o movimento. Em Nova Iorque, onde o movimento era mais forte, a casa de show CBGB ficou conhecida como o berço do punk rock, por ceder o palco para bandas como o próprio Ramones, Blondie, The Misfits e muitos outros.

Na Inglaterra, os problemas econômicos e sociais serviram de base para que o punk assumisse um lado mais crítico e agressivo e bandas como Sex Pistols ganhou destaque. O empresário da banda, Malcolm McLaren (grande influência no meio e propagador do movimento) era casado com a estilista Vivienne Westwood e juntos fundaram a loja “Let it Rock”, com roupas do estilo punk.

A partir de 1977 o punk se tornou um fenômeno na maior parte do mundo e pouco a pouco foi se transformando e se dividindo em sub-gêneros.

 

CBGB

Fanzine Snifin’ Glue

Vivienne Westwood

 

 


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Pra ouvir: The Black Belles

Por Nuta Vasconcellos / nuta@gwsmag.com

Acho que já disse aqui em outro post de música que as vezes a estética de uma banda me chama a atenção antes do som. Shame on me (ou não), acontece com frequência.

Esse foi o caso da banda de garotas The Black Belles. Mas não podia ser diferente. A estética da banda é realmente um diferencial. Uma coisa meio Jovens Bruxas, meio Hogwarts, meio Elvira hipster. It bruxa.

Elas estão sempre de preto, cabelos pretos, make com olhos carregados, batom preto e o já característico chapéu floppy gigante. Preto, claro.

Eu tenho ouvido muito The Black Belles. Acho que é porque tô em uma fase (de novo) meio mística e elas combinam com essa vibe. As garotas fazem um som rock’n’roll  que elas definem como alternative rock e o gothic rock E eu obviamente por não ser nenhuma especialista em música posso estar viajando nas referências mas eu acho que se os integrantes do Black Sabbath fossem garotas e jovens nos anos 00’s seriam o The Black Belles. (Tô viajando?)

Tô aqui falando há horas da banda e ainda não apresentei as garotas: São elas a Ruby Rogers no baixo, Olivia Jean vocal, órgão e guitarra, Shelby Lynne na bateria e  Lil’ Boo no sintetizador.

A vibe bruxas não fica só nos looks. O som das garotas também tem esse clima. No som e nas letras. Na hora de fazer cover, a vibe também é a mesma. Elas regravaram a música “The Witch” do The Sonics.

http://youtu.be/JQ8OHXo9CT4

E gente, o quanto linda são essas garotas? Quero ser Olivia Jean já. Principalmente quando ela usa uns penteados “divas anos 60”. ( Que Alison Mosshart não me ouça!) Aliás falando em Alison, quem descobriu – e lançou – o The Black Belles foi o fucking super talentoso Jack White. Portanto se você ainda está na dúvida se escuta ou não o som dessas americanas de Nashville, pronto, você já tem o selo Jack White de qualidade. Falando em Nashville, as garotas fizeram um vídeo com os lugares mais legais na opinião delas na cidade. Se vocês algum dia visitarem o lugar… #ficaadica

O The Black Belles só tem um álbum, lançado em 2011 e com o mesmo nome. Todas as músicas são ótimas e vale à pena colocar no iPod. (Vale a pena também colocar o nome das integrantes no tumblr e babar no estilo delas hahaha)

Pra copiar o look The Black Belles:

– Chapéu floppy lã preto Amo Muito R$109,00 

– Batom STYLETTO Lime Crime $15,99 

– Black Crystal Delineador Ultra Black Make B. R$35,99 

 Se vocês querem stalkear as garotas a gente facilita o trabalho:

Site oficial

Facebook              


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Saint Laurent é rock’n’roll!

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

Hedi Slimane diretor criativo da Saint Laurent tem uma queda bem grande pelo estilo de vida rock’n’roll. Podemos ver isso claramente na última (e polêmica) coleção da grife de outono/inverno 2013 onde ele abusou dos elementos grunge. Para alguns a coleção foi incrível e para outros tinha carinha de fast fashion. Por aqui no GWS a opinião foi unânime. Slimane, manda tudo pra gente fazer look do dia DJÁ!

Sonhar não custa nada. Mas voltando a Hedi Slimane e sua paixão pelo rock’n’roll,  além mostrar isso como diretor criativo da grife Saint Laurent,  Slimane também paga de fotógrafo nas horas vagas e o tema recorrente é o bom e velho rock’n’roll. Vide a coleção de imagens do seu Rock Diary  que retrata ícones com Amy Winehouse, Pete Doherty, Frances Bean Cobain, Arctic Monkeys, Franz Ferdinand, The Drums e vááários outros (vale o clique).

Hedi Slimane resolveu juntar suas três paixões: Moda, música e fotografia para a nova campanha da grife Saint Laurent. Ele mesmo fotografou a campanha com  ícones do rock’n’rollCourtney Love (amor, enterno amor),  Marilyn Manson, Kim Gordon (do Sonic Youth) e Ariel Pink (do Haunted Grafitti).

Na verdade o quarteto é o primeiro a estrelar um novo projeto, que consiste em roqueiros usando roupas da grife, tanto de coleções antigas quanto novas. Se você pensa que esse namoro da grife com o rock’n’roll começou com Hedi Slimane se engana! Em 1971, Yves Saint Laurent vestiu Mick e Bianca Jagger para o casamento deles.

Estamos só amor por Saint Laurent, só amor por Hedi Slimane.


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