Em fotos: Riot Grrrl

Por Marie Victorino / marie@gwsmag.com

Riot Grrrl foi um movimento que surgiu nos anos 90 (EUA), dedicado à expressão radical do feminismo através da arte, da música e do ativismo. Um bando de garotas punk lutavam pelo poder feminino (#girlpower).

Inspiradas pelo punk feminino dos anos 70/80 (Siouxsie Sioux, The Runaways/Joan Jett, Patti Smith, Kim Gordon…), elas tinham uma forma de expressão agressiva, mas bastante criativa. Bandas como Bikini Kill e Bratmobile foram precursoras do movimento com um som hardcore, letras pesadas e apresentações, digamos assim, furiosas.

Além da música, as Riot Grrrls criavam fanzines para tentar extrair as implicações políticas de temas polêmicos, para propagar suas ideias contra o sexismo e discutirem experiências pessoais sobre estupro, racismo, distúrbios alimentares, homofobia, etc. As publicações eram feitas em casa, com colagens e tinham uma linguagem forte e com muitos palavrões. Até um manifesto foi escrito.

No final, o movimento acabou recebendo críticas por ser muito fechado (apenas garotas brancas de classe média) (#panelinha) e até Courtney Love deu seu pitaco dizendo que achava doutrinário e de censura: “Olha, você tem essas meninas muito fortes e inteligentes, mas quem disse que você tem o direito inegável de não ser ofendido? Ser ofendido é parte de estar no mundo real. Me sinto ofendida toda vez que vejo George Bush na TV! E, francamente, a música não era tão boa!“. hahahahaha.

 

Bikini Kill

Pra assistir!

Fanzines

Pra ler!

The Raincoats


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Pra ouvir: Jake Bugg!

Por Nuta Vasconcellos / nuta@gwsmag.com

Meu primeiro contato com Jake Bugg não foi musical. Cheguei até ele de uma forma bem peculiar… Vi uma foto do Noel Gallagher com um garoto do lado e pensei: “Quem é esse moleque e o que ele tá fazendo com o Noel?”. E foi assim que conheci o inglês Jake Bugg, esse MOLEQUE de  18 anos que é um absurdo de talentoso.

É claro que ele já tinha ganhado um espaço no meu coração quando li que Jake considera Noel um gênio e que Oasis é uma das grandes influências musicais dele (pra quem não sabe sou fanática por Oasis, portanto, pelos Gallaghers), mas o garoto realmente sabe o que está fazendo e tenho certeza, será um dos grandes nomes da música.

Jake lembra muito Bob Dylan, com a mistura de folk e rock’n’roll clássico melancólico e sua postura é cheia de atitude e já coleciona algumas frases polêmicas como: “Na escola as pessoas sempre falavam para eu me inscrever no “Britain’s Got Talent” (programa de talentos britânico), mas eu não queria ser conhecido por um coisa desse tipo. Não parece genuíno, real.”

O primeiro álbum dele, chamado Jake Bugg foi lançado no dia 15 de outubro desse ano e já foi para o primeiro lugar dos mais vendidos no Reino Unido. Quando foi perguntado como ele se sentia, Jake apenas disse: “Estou mantendo alguém do  X- factor longe do topo.”

A verdade é que eu sinceramente sinto um sopro de fé no futuro da música quando vejo um garoto tão novo fazendo música dessa qualidade. Nada contra o pop que amo e acho necessário nessa vida para a gente se acabar nas boates, mas convenhamos, chega a emocionar ver que alguém de apenas 18 anos é capaz de fazer rock clássico de verdade.

Jake Bugg é lindo, talentoso, abriu shows da turnê do Noel Gallagher e The Stone Roses a aos 18 anos tem um álbum em primeiro lugar nas paradas britânicas. Por isso, você tem que ouvir JÁ. Minha música favorita dele é Taste It, mas se liguem em Lightning Bolt, primeiro single dele:

E aí? Quem amou?


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Decorando o quarto em clima rock’n’roll!

Por Nuta Vasconcellos / nuta@gwsmag.com

Não precisa de muita coisa pra transformar um quarto sem graça em um quarto com personalidade e atitude. São pequenos detalhes que fazem a diferença. Posters, instrumentos, vinis e almofadas podem dar um clima rock’n’roll. Então separei quatro dicas infalíveis para quem quer dar essa cara pro quarto.

Anota aí!

1) Pintar as paredes com cores fortes e contrastantes.

Cores fortes como vermelho, preto ou roxo trazem naturalmente um clima mais rock’n’roll. O mais legal é contrastar com outras cores e não pintar o quarto todo. Vale pintar uma parede de vermelho o resto de branco, uma de preto e as outras de rosa claro e assim por diante.

Se você tem medo de enjoar ou de ficar pesado demais, uma boa dica é pintar somente o teto.

2) Abuse de elementos e personalidades da música

Nos detalhes invista em vinis! Uma vitrolinha e alguns vinis espalhados pelo quarto já funcionam. Mas você também pode colocar os discos colados na parede, na mesa ou até fazer um móbile deles. As capas também funcionam! É só enquadrar algumas e colocar na parede. Ainda no clima de enquadrar, as blusas de banda bem podrinhas ficam bem legais enquadradas; assim como capas de revistas.

As almofadas também podem fazer toda a diferença se forem de bandas misturadas com as cores que você escolheu para as paredes. Toy arts e quadros também ficam ótimos.

3) Trechos de música, pôsteres de bandas, instrumentos ou a bandeira da Grã Bretanha 

Destacar uma parte do quarto com trechos de música, pôsteres ou uma guitarra sempre dá resultado para deixar o quarto com mais cara de rock’n’roll. Se você não curte muito a ideia de instrumentos, um amplificador fica lindo e ainda pode servir de criado mudo. Mas nada é mais certeiro que uma bandeira da Grã Bretanha. Impressionante! hahaha

4) Livros e revistas de música

Só não esquece que o mais importante é ler!

Onde comprar elementos de decoração rock’n’roll:

1- Quadro Alex turner Arctic Monkeys Roller Coaster R$45,90

2- Livro Rockers  Bob Gruen Americanas.com R$87,12

3- Toy Art Kurt Cobain KatKiller (preço sob consulta)

4- Porta – lápis Beatles Caixinha ilustrada R$20,00

5- Almofada Rolling Stones Merchandising Plaza R$44,32

Curtiram as dicas?

Se você curte esse tipo de decoração e quer mais dicas, provavelmente vai gostar do meu quarto que eu já mostrei no post “O quarto UK lover da Nuta Vasconcellos!


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Em fotos: Britpop

Por Marie Victorino / marie@gwsmag.com

Ok, ok, eu declarei aqui o meu amor pelo grunge, mas é só dar uma olhada na descrição do meu twitter pra saber que parte de mim é formada por britpop também. E eu arrisco dizer que essa parte é ainda maior! Afinal, quem aqui não sabe que o Oasis é minha banda preferida e que isso define uma grande parte de quem eu sou!? hehehe #madferit

Acontece que o britpop, como movimento, apesar de cheio de atitude não teve um impacto tão grande, não teve uma estética mundialmente marcante, não conquistou a América, não ganhou a capa da Vogue. Apenas quem é movido por música teve a chance de ter sido realmente influenciado pelo britpop, que durou praticamente só uma década, resgatou o mod, criou as capas de cds mais incríveis do mundo, criou bordões e virou um marco da cultura britânica. It’s all about music!

Alan Mcgee, o visionário

Oasis vs Blur

Atitude fuck off

Stone Roses, the Madchesters

Pra assistir

Parka

Os Gallaghers <3

Suede

The Verve

Blur

The Charlatans

Representantes femininas

Na cabeça!

Camisa ~bonita~ de botão

Pra ouvir!

NME Award

Mod revival

Galere

Adidas fever

Pra ler!

Beijos,

Marie <3

 


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