Um, dois e já – Opiniões do Clube do Livro GWS

Por Girls With Style / gws@gwsmag.com

Por Laíza Felix:

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Em junho, no #ClubeDoLivroGWS, tivemos a boa oportunidade de conhecer um pouco da produção literária feminina sul-americana com a leitura de “Um, Dois e Já”, primeiro livro da uruguaia Inés Bortagaray. Publicado no Brasil pela extinta Cosac Naify, em 2014, o livro é o relato mental de uma garota durante uma viagem de carro com os pais e os irmãos rumo a um balneário.

A narração mistura as impressões do momento com a vida cotidiana da menina, enquanto pontua as relações e os comportamentos dos familiares. Com a agilidade do pensamento e a intensidade das emoções, a protagonista envolve a gente no clima da viagem e das lembranças de um tempo em que ninguém tinha celular pra se distrair e o jeito era disputar um lugar na janela do carro pra tentar matar o tempo.

No nosso grupo do Facebook (entra lá!) nos divertimos muito com essa leitura super leve e gostosa, quase como um diário de uma adolescência perdida <3 Confira algumas opiniões!

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Jéssica Amaral: “Estou encantada! Que livro gostoso de ler. Não queria que acabasse, mas fiquei feliz/satisfeita com o final. Aliás, no meio do livro fiquei com um certo aperto no coração achando que algo de ruim aconteceria, vocês também? hahah por esse motivo achei o final tão genial e fiquei com aquele sorriso bobo no rosto, sabe? Rs, enfim, quero ler mais coisas dessa autora. ♡ Ele é de fácil identificação e me vi várias vezes em algumas situações! Topíssimo, hahah”

Mariana Savala: O livro “Um, dois e já” tem uma escrita linda, uma mistura de lembrança e imaginação da narradora durante uma viagem de carro com sua família. Me trouxe uma certa nostalgia, mesmo sem saber a época onde a história se passa. É um livro curtinho, delicado e de leitura agradável! É a primeira vez que participo da votação e da leitura do mês aqui no grupo! Adorei a experiência e a iniciativa de vocês!”

Gabriela Mendonça: “Eu me relacionei muito com a história, principalmente com os devaneios. O medo de sofrer um acidente, a lembrança das viagens passadas e dos dias na praia, fazendo castelos de areia. O livro é curto. Eu não li a sinopse e não sabia nada sobre ele quando comecei. Mas percebi bem rápido que a história era sobre a jornada e não o destino. Literalmente. E uma jornada parecida com algumas que já tive. Ler esse livro foi nostalgia pura! Pensar do passado, em coisas que eu nem lembrava que fazia, foi uma sensação muito gostosa.”

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